Created with Sketch.
Susana Pinto

À conversa com: Matilde Alçada – fotógrafa de casamento

Hoje conversamos pausadamente, mesmo como eu gosto, com a doce Matilde Alçada, fotógrafa de casamento.

E que bela conversa esta! A Matilde conta-nos com detalhe o seu percurso até à fotografia de casamento, que é bem variado e interessante, feito de memórias puramente lisboetas. Tem sempre graça perceber que, em alguns momentos, passámos por e frequentámos os mesmos lugares.

Para além de uma simpatia doce e contagiante, traços de personalidade importantes neste assunto de casar, a Matilde é muito intuitiva e isso é um valioso talento: sabe o que escolher, o que captar, o que fica e o que não é importante.

Deixem-se ficar connosco, para a conhecer melhor: vão gostar, obviamente!

 

A melhor parte, aprendi com uma grande amiga advogada, é só trabalhar com momentos felizes. Não temos noção de como somos privilegiados. Fazemos parte dos melhores momentos de vida de cada cliente. Quando se comprometem, quando se prometem e quando se constroem.

 

Conta-nos um pouco da tua viagem profissional até aqui, à fotografia de casamento.

Licenciei-me Design Gráfico e fiz uma pós graduação em Fotografia. Comecei a trabalhar numa multinacional à qual fui literalmente bater à porta. Admito, há um lado sociável que me ajuda bastante nesta profissão. Sou de meter conversa, de deixar as pessoas à vontade, de ultrapassar cerimónias, sempre com um sorriso na cara.

A pós-graduação em horário pós-laboral tornou-se o meu momento feliz do dia. Portanto, não me identifiquei nada com o mundo da publicidade, dos padrões pré-estabelecidos e institucionais, com os horários tardios e a mesma rotina todos os dias. Lembro-me bem que o que mais me fascinava era quando os fotógrafos iam entregar trabalho. Fazia questão de estar presente e de folhear todas as provas.

A fotografia esteve sempre presente na minha vida. Nos Verões em que já podia andar sozinha, tirava cursos de desenho e de fotografia no Ar.Co. Adorava apanhar o eléctrico 28 (a minha tese de final de curso foi sobre o percurso este eléctrico), levando comigo a minha primeira Pentax analógica. Os meus dias eram calmos e inspiradoramente preenchidos! Que saudades…

A fotografia para mim sempre foi um escape para me encontrar comigo própria. Com o meu mundo. Com o meu sossego. Com a minha visão. Com as pessoas. Mas nunca pensei em fazer disto profissão!

Nasci e vivi até aos meus 24 anos na rua de São Paulo. A actual zona da moda, dos cafés giros, das galerias, do Mercado da Ribeira, dos turistas, dos prédios bem arranjados – não, não era nada assim. Tenho (também) as melhores memórias dos prédios antigos, das senhoras à janela, da gente do bairro, das ruas sinuosas, das andorinhas a chegarem ao final do dia, das roncas dos barcos e de ninguém lá andar, a não ser os de lá. Os que falavam alto. Os que tinham os cães tão velhos quantos eles. Os que me diziam bom dia todos os dias. São as pessoas na sua essência que me inspiram.

Após um percurso pela Representação (desde pequena que vou fazendo alguns castings e anúncios também) abrandei com a minha primeira gravidez. Comecei então a absorver muitos sites de fotógrafos, imagens e blogs bonitos que começaram a fazer parte da minha leitura matinal. O simplesmente branco tornou-se numa referência e num ponto de encontro de vários fornecedores a fazerem coisas bonitas. Juntava designers, fotógrafos, espaços, arranjos, decoração, tudo aquilo que eu gostava num só portal. Assim conheci o trabalho da Catarina Zimbarra.

Fizemos uma sessão de família e ela rapidamente percebeu o meu fascínio pela fotografia. Chamou-me para começar à experiência em casamentos. O maior elogio que pude receber foi que tinha a intuição – um dado singular e inexplicável para vingarmos nesta profissão na minha opinião – a técnica viria depois! E assim foi. Depressa comecei a perceber o encanto dos detalhes, das emoções à flor da pele, do instante único, da concentração exigida, e claro, desse dom que desconhecia ter apurado – a intuição.

 

Há quanto tempo fotografas? E porquê casamentos?

Em 2012 criei então o meu projecto de Fotografia de Família e Casamentos, quando comecei a ter os primeiros amigos e conhecidos a saberem que estava para aqui virada. Rapidamente fiquei com um grupo de pessoas que ainda hoje faz parte dos meus melhores clientes.

Paralelamente vou fotografando outras áreas de que também gosto bastante, fotografia de interiores (Catherine Cabral Interiores) e de comida (Grupo Olivier), mas é realmente com esta intuição de captar as reações das pessoas, que me divirto. É preciso senti-las. Somos todos diferentes. Agimos de determinadas maneiras, individualmente e enquanto casal. E, ter a máquina e o olhar prontos quando um momento singular vai acontecer, é mágico! Fotografar instantes reais é o momento em que me sinto em paz com a vida, como se o tempo e o mundo congelassem para nos mostrarem a razão pela qual aqui estamos todos – pelo amor, seja qual for a sua cor, forma, dimensão e transmissão.

 

Nestes tempos globais, em que as imagens circulam a uma velocidade vertiginosa e todos temos acesso a tudo, a qualquer hora, onde vais buscar inspiração?

Absorvo muitos sites e blogs internacionais. Não vejo televisão. Só séries de vez em quando e tendencialmente as que contenham uma fotografia singular. Por isso, tudo o que sejam revistas boas, papeis bonitos, imagens novas, cores e canetas para ir sublinhando e marcando tudo e mais alguma coisa, fazem parte da minha rotina, sempre ao som de boa (e muito variada) música.

 

Matilde Alçada - fotografia de casamento

 

Matilde Alçada - fotografia de casamento

 

Matilde Alçada - fotografia de casamento

 

Como construíste essa tua assinatura, como te defines?

A construção foi gradual. Trabalho essencialmente com luz natural, com a qual me identifico mais e sobretudo tento não inventar muito! As fotografias devem ser intemporais, durar entre gerações. Se nos pusermos a utilizar filtros vintage provavelmente daqui a 5 anos estas imagens perdem carisma. Enquanto que, se trabalharmos com a luz natural, as cores reais, os contrastes certos são as fotografias que ficam. Orgulho-me de já me conhecerem pelas minhas cores. Serve portanto com isto a prova de que todas as horas em edições compensam! E são muitas, para que cada imagem saia perfeita.

As minhas imagens também não são encenadas, são naturais, espontâneas, desmistificando a pose e entendendo a sintonia do casal. Se eu conseguir pôr os noivos a dançar na primeira sessão, melhor ainda. Sei que terão ataques de riso, serão eles próprios, descontraídos e com os movimentos que lhes são inerentes.

 

Achas que o ponto de vista feminino, os detalhes que escolhes fotografar e como o fazes, a narrativa que constróis, é diferente das escolhas que vês num trabalho de um profissional masculino? 

Não acho especificamente que seja por ser mulher. Ou se tem, ou não se tem um olhar e uma sensibilidade própria. Sigo vários fotógrafos masculinos com uma grande capacidade de ir ao detalhe, de sentir as coisas bonitas, de ver o mundo com um olhar diferente. A nossa maior dificuldade, enquanto mulher ou homem, nesta área, são todos aqueles que chegam com uma máquina, sem essa capacidade de ver o mundo de uma forma diferente. Sem a formação, sem a intuição e sem a preocupação de educar o cliente a apreciar as coisas bonitas e estruturadas.

 

Quando precisas de fazer reset, para onde olhas, o que fazes?

É difícil. Tendencialmente, cair em rotinas é rápido, quando temos uma casa cheia ainda mais. Há horários para tudo. Todos precisam de mim (e eu deles). O que acabo muitas vezes por perder é esse tempo essencial para fazer um reset. Comecei devagarinho, voltei às aulas de piano. Andar mais a pé. Voltar a apanhar o eléctrico. Ir conhecer os sítios novos desta cidade antiga. Estar mais com aqueles que me são queridos, que me fazem rir e também a mim, desconstruir.

 

Matilde Alçada - fotografia de casamento

 

Matilde Alçada - fotografia de casamento

 

Matilde Alçada - fotografia de casamento

 

Qual é o teu processo de trabalho, como acontece a ligação com os teus clientes?

O primeiro contacto é feito on-line, através de email. A partir daí é importante perceber se todos estamos na mesma linha. Se sim, então agendo uma reunião via skype ou presencial. A empatia e o respeito pelo nosso trabalho é fundamental para que todo o processo seja ágil, feliz e produtivo.

 

Casamentos grandes ou pequeninos, nacionais ou estrangeiros, cerimónias emotivas, festas de arromba – qual é o tipo de festa que mais gostas de fotografar?

Ao fim de 5 anos a fazer um bocadinho de tudo, acho que já tenho créditos para começar a escolher o que quero fazer. E esse momento começa a surgir. Mas só tendo experimentado um bocadinho de todos é que posso ter essa opção.

Casamentos pequeninos – a ligação aos noivos é totalmente diferente. Pessoal, detalhada, ao encontro das necessidades deles. Pessoalmente acho triste ver os noivos a conhecerem convidados no próprio dia. Não faz sentido!

Tenho a opinião que deveriam estar presentes aqueles que fizeram parte da história da relação. Os familiares e amigos mais especiais, que façam os noivos serem eles próprios, sem cerimónias nem protocolos. Neste ponto, os estrangeiros celebram melhor.

Casamentos nacionais e estrangeiros – Essencialmente, casais que me procurem pela minha linguagem. Que se identifiquem com as minhas imagens, com a minha abordagem. Tendencialmente os estrangeiros são melhores nesse respeito por aquilo que somos, pelo que apresentamos, sem perguntarem no primeiro segundo qual o orçamento e até a que último minuto estaremos em reportagem. Confiam mais na qualidade do nosso serviço.

Festas emotivas – é comum emocionar-me também. Acabar o dia com um abraço sentido. E ficar com ligações para a vida.

 

Qual é a melhor parte de ser um fotógrafo de casamento? E o mais desafiante e difícil? 

A melhor parte, aprendi com uma grande amiga advogada, é só trabalhar com momentos felizes. Não temos noção de como somos privilegiados. Fazemos parte dos melhores momentos de vida de cada cliente. Quando se comprometem, quando se prometem e quando se constroem.

O mais desafiante e difícil foi o que falei anteriormente. Um mercado saturado de coisas muito boas e de coisas muito más. Educar o cliente é o desafio mais difícil.

Quando temos de gerir todas as áreas sozinhos, comunicação, contabilidade, emails, redes sociais, workflow, edição, álbuns – também é um desafio. A falta de tempo de qualidade é constante. O facto de querer ser cada vez mais selectiva com os clientes passa por aqui.

 

 

Escolhe uma imagem favorita do teu portfólio e conta-nos porquê:

 

Matilde Alçada - fotógrafa de casamento

 

Esta imagem é do último casamento desta temporada, na Quinta de Sant’Ana. As vinhas foram o cenário idílico para uma cerimónia íntima entre um casal português/ inglês, valorizando o que temos de melhor – a nossa luz!

Fez-se a festa, celebrando de forma muito emotiva o essencial de um casamento – o amor. Esta é uma grande questão, como noivos não se percam com outras questões menos relevantes, impessoais, sociais e dispersas. Este é a vossa – e só vossa celebração. Não tenham receios! Se implicar irem de sapatos de cinderela – vão. Se implicar irem descalços – força! Sejam sempre vocês próprios. O que interessa é que este compromisso contenha todo o vosso amor.

Esta imagem, emocionalmente para mim, significa também um fecho de uma época feliz e de uma passagem, ainda mais estruturada, para o próximo ano.

 

 

Os contactos detalhados Matilde Alçada estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, vejam as imagens bonitas e contactem-no directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.

 

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

 

Susana Pinto

Um casamento DIY: Bruna + César

Fechamos o doce Outubro de modo muito especial e igualmente doce: com um casamento DIY, o dia bonito da Bruna + César.

São muitas imagens, mais de meia centena, captadas pela Carina Oliveira, e vou explicar-vos o que é tão bonito nelas.

Começo por vos apresentar a Carina, que foi nossa cliente no projecto S Baby. Tem um trabalho muito delicado e feminino, e um olhar muito atento aos detalhes e aos pequenitos, o que faz dela uma óptima fotógrafa de famílias. Sem nos conhecermos pessoalmente, conhecemo-nos virtualmente há vários anos e temos muitas coisas que nos aproximam e sobre as quais gostamos de conversar. Acompanhar o seu trabalho, vê-lo crescer, chegar a sítios, é um prazer imenso, sempre.

Ora a Carina não foi apenas a fotógrafa de serviço no casamento da Bruna + César: é a irmã do noivo e a mãe do Hugo, o muito divertido menino das alianças. Com tanto amor no ar, não se espantem com a quantidade de fotografias de abraços que vão encontrar nesta selecção.

Este não é um casamento sobre detalhes, e os próprios noivos o afirmam. É um casamento sobre pessoas e o amor palpável, visível, que as une. As fotografias da Carina fazem, genuinamente, justiça ao momento. São feitas de amor, e por isso, são perfeitas.

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

Imaginámos sempre um dia tranquilo e super relaxado. Um dia em que estivessem presentes os nossos mais íntimos, para que estivéssemos todos rodeados de amor e mais amor. Procurámos, acima de tudo, fugir de um casamento tradicional com demasiada etiqueta e protocolo.

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?

Tentámos levar as coisas sempre na maior das calmas. Contudo, acabámos por perceber que estávamos demasiado relaxados! Digamos que começámos a organizar o casamento propriamente dito, no mês anterior. Mas claro, nas semanas antecedentes não poderíamos negar os nervos.

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?

Nos dois dias imediatamente antes do grande dia, quando andávamos a colocar a iluminação e a tratar da decoração do espaço.

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?

Sim, sem dúvida. Ficou tudo como queríamos, graças à ajuda de todos os nossos queridos. Amigos, padrinhos, tios, tias, as senhoras responsáveis da Casa da Portela e claro, as nossas mães que foram uma ajuda fundamental. Tudo feito com muito amor, carinho e dedicação. O resultado só poderia ser mágico.

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

O que era fundamental para vocês? E sem importância?

Era fundamental que todos os nossos convidados se sentissem confortáveis e que fosse um dia relaxado essencialmente para nós, pois sabemos aquilo que os noivos passam no dia do casamento. Só o queríamos aproveitar ao máximo e não ser ‘marionetas’ do dia.

Tudo o que se aproximasse de um casamento tradicional (nada contra, só não nos identificamos) como carros de luxo, foguetes, danças exóticas, cuspidores de fogo ou qualquer situação que não faz parte da nossa identidade, não era de todo importante.

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

O mais fácil foi dizer o “sim” e comunicarmos ao mundo que íamos casar. O mais difícil foi tudo o resto!

 

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

Da noiva: a coisa começou a ficar real no momento em que me vestiram o vestido,  puseram a coroa de flores e o pico foi, claro, o momento em que os meus dois irmãos (em representação do meu falecido pai) me abraçaram e levaram até ao altar civil, onde se estava o amor da minha vida à espera.

Do noivo: quando a noiva entra, como não poderia deixar de ser… Uma emoção indescritível.

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

E o pico de diversão?

Logo após a cerimónia, quando nos juntámos aos nossos amigos e familiares, até noite dentro.

 

Um pormenor especial…

Os presentes que os amigos nos prepararam, nomeadamente o vídeo que nos dedicaram e os alunos da noiva que apareceram de surpresa, após o jantar.

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?

Tentaríamos que fosse ainda mais relaxado. De resto, há sempre coisas que se podem mudar, mas não nos arrependemos de nada. Foi o casamento que queríamos.

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…

Mandei fazer o meu vestido e este  passou por um odisseia que iria terminar muito mal. Por isso, caso mandem fazer os vossos vestidos, pesquisem bem sobre quem o vai confeccionar, incluindo historial da pessoa com as clientes.

Aconselho também a relaxar ao máximo, pois só assim conseguirão aproveitar não só todo o processo de organização, como também o próprio dia.

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Casamento DIY rústico na Casa da Portela, com fotografia de Carina Oliveira Fotografia

 

Vejam a reportagem completa na página da Carina Oliveira Fotografia.

 

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e materiais gráficos:  o noivo, que é designer gráfico;

local e catering: Casa da Portela Eventos;

bolo: Feito e decorado pela mãe da noiva;

fato do noivo e acessórios: fato e camisa Sacoor, sapatos Massimo Dutti e laço Zara;

vestido de noiva e sapatos: vestido de noiva desenhado pela própria e executado por duas costureiras do Porto,  sapatos Uterque;

maquilhagem e cabelo: Alexandra Castro;

bouquet: Arte Bruna;

decoração: feita por todos nós;

ofertas aos convidados: feitas pelo marido;

fotografia: Carina Oliveira Fotografia;

vídeo: Ricardo Marques e Gonçalo Rodrigues;

luzes, som e Dj: amigos.

 

Susana Pinto

Um casamento rústico e uma festa maravilhosa: Rubina + Filipe

Um casamento rústico e muito descontraído era o desejo da Rubina + Filipe, e foi exactamente essa a festa que tiveram.

Tudo muito bonito, relaxado e uma festa épica que terminou com o sol já a espreitar. A acompanhá-los nesta aventura, uma mão cheia de óptimos fornecedores, muito profissionais e disponíveis, e, nas palavras dos noivos, como vão poder ler, peças fundamentais para que o seu dia fosse tão bonito e perfeito.

As fotografias são da dupla Menino conhece Menina, o vídeo, que publicámos aqui há umas semanas, e que é tão bonito que merece ser revisto, é dos Pixel, o bouquet da noiva é da Isabel Castro  Freitas e o acessório do cabelo que a Rubina usou é da Cata Vassalo. Os sapatos maravilhosos são Guava.

Não digo mais nada, que as palavras da Rubina + Filipe descrevem na perfeição o mais bonito dos dias, o deles!

Bom fim-de-semana!

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

O “sim” aconteceu em pleno deserto da Namíbia, num sítio lindíssimo chamado Dead Vlei, e estávamos no início de uma viagem por África que incluiu dormirmos com um elefante encostado à nossa tenda no Botswana, pelo que a “ficha” só caiu quando voltámos. Penso que para ambos o “sonho” começou a ganhar forma no momento em que conhecemos a Quinta da Torre e a amorosa Rocío (a dona do espaço, que foi sempre incansável), e decidimos nesse momento que queríamos uma festa ao ar livre, bem rústica e descontraída (não porque pudesse estar na moda, mas porque o espaço assim o exige).

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?

Gostávamos de ser uns noivos muito cool e dizer que não foi um processo de nervos e estivemos sempre muito tranquilos, mas estaríamos claramente a mentir! Sobretudo quando se organiza um casamento à distância de 5000 Km (ambos trabalhamos e residimos em Angola). Estamos naquela idade em que vários amigos nossos casaram recentemente e então chovem conselhos e dicas, o que tem aspectos positivos e negativos – de cada vez que nos perguntavam “Então, já têm isto ou aquilo?” e a resposta é “Isso é necessário?” ou “Nem tínhamos pensado nisso”, o nível de ansiedade disparava!! Sobretudo para a Rubina (que não é nada control freak). Valeram-nos os fornecedores maravilhosos que escolhemos e a nossa família e amigos que nos ajudaram tanto!

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?

Difícil escolher, porque apesar de ser um processo de nervos, foi um percurso que nos deu bastante prazer, ver o nosso dia a ganhar forma. Há dois que nos marcaram por terem sido totalmente espontâneos e não planeados:

o momento em que conhecemos a Quinta da Torre que não conhecíamos até então. A escolha foi instantânea – a Rubina visualizou no momento o lugar onde seria a cerimónia com o seu corredor de oliveiras e ambiente etéreo; e o clique instantâneo que sentimos com a Isabel (da Crachá Wedding Agency) e o seu bom gosto que captou tão bem aquilo que pretendíamos e que nos ajudou muito para além do “contrato”. A cada reunião (ainda que por Skype e com todas as dificuldades de rede inerentes a África) conseguia sempre surpreender-nos e deixar os nossos corações mais descansados. Como esquecer a escolha da decoração das mesas que foi feita por Facetime, nas escadas do escritório com o telemóvel apontado para o teto para conseguir melhor rede.

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?

O resultado final não foi fiel à nossa ideia inicial… foi 1000 vezes melhor! Contámos com muita ajuda, não apenas da nossa família e amigos, mas também dos nossos fornecedores que foram absolutamente maravilhosos e incansáveis – escolhemos uma equipa de profissionais que se preocupa verdadeiramente com proporcionar um dia inesquecível aos noivos, e colocam “mãos à obra” para que isso aconteça. Um episódio (agora) engraçado que ilustra perfeitamente o que acabámos de referir – o local e cenário que tínhamos planeado para o corte do bolo teve que ser alterado inesperadamente uns minutos antes, e sem nos apercebermos os Pixel, os Menino Conhece Menina e os VW Pão de Forma para alugar fizeram o impossível e montaram o cenário (lindo!) que podem ver nas fotos para esse momento. E como esquecer o Rúben dos Musicbox que mesmo tendo que trabalhar no dia seguinte (se calhar não devíamos dizer isto…) nos deu as “nossas” músicas até ao último momento, enquanto esperávamos pela última pão de forma e só restávamos nós, os padrinhos e o sol já a brilhar lá no alto.

E claro, fundamental a ajuda da Crachá Wedding Agency, a quem nunca teremos palavras suficientes para agradecer. Foram todos tão brutais que até nos custa usar a palavra “fornecedores”, pois foram muito mais do que isso, foram verdadeiros companheiros. Podíamos ficar aqui horas a agradecer a todos que não seria suficiente.

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

O que era fundamental para vocês? E sem importância?

Para nós era fundamental que fosse um dia cheio de alegria, boa música e amor e mais do que isso, que todos os convidados se divertissem e sentissem quão importante era a sua presença para nós – para isso apostámos em pormenores que acreditávamos os fariam sentir bem recebidos como ter as duas carrinhas pão de forma a fazer o transporte dos convidados de e para a quinta, tínhamos protetores de saltos e chinelos para as senhoras descansarem os pés e dançarem à vontade, leques e welcome drink para ajudar a suportar o calor (estava um calor incrível naquele dia), escolhemos com muito cuidado a playlist, que o Rúben da Musicbox interpretou tão bem, etc.. Tivemos muitos convidados que viajaram grandes distâncias para estar connosco neste dia tão especial, alguns de Angola inclusive, e, portanto, quisemos retribuir essa demonstração de carinho.

Era também para nós fundamental fugir da tradicional cerimónia civil, com a leitura entediante e fria da celebração de contrato, e por essa razão queríamos imprimir um cunho pessoal e especial à mesma, e então cada um dos padrinhos e madrinhas teve espaço para dizer algumas palavras, e escolhemos com muito carinho as músicas para acompanhar as várias fases da cerimónia. No final o Filipe fez uma bonita declaração à Rubina que pôs todos os convidados em lágrimas (nem a senhora da conservatória resistiu).

O que demos menos importância foi ao cumprimento de tradições protocolares só porque sim – seguimos aquilo que para nós fazia sentido e deixámos de lado o que achámos que não acrescenta nada à festa e à experiência das pessoas.

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

Boa pergunta… Diríamos que o mais fácil, e que decidimos sem necessidade de pensar muito, foi a escolha dos padrinhos e madrinhas (o Filipe teve 3 padrinhos e 1 madrinha e a Rubina, 5 madrinhas). São pessoas muito importantes para nós, que nos acompanham há tantos anos e, portanto, não faria sentido que fosse de outra forma.

Houve ainda vários outros aspetos que foram para nós fáceis de decidir – a escolha da dupla vídeo e fotografia, neste caso os Pixel e os Menino Conhece Menina foi instantânea, unânime (importante, pois toda a gente sabe que em caso de dúvida, quem tem razão é a noiva!) e a primeira que fizemos, ainda antes de saber o local e data. Sabíamos que era esta dupla que queríamos que registasse o nosso dia. Inclusive, aconteceu um episódio caricato, porque a data que tínhamos marcado inicialmente (24 de Junho) teve que ser alterada para o dia 17 de Junho. Antes de sabermos se estariam disponíveis chegamos a ponderar – bom, se eles não estiverem disponíveis no dia 17, mudamos de videógrafos e/ou fotógrafos, ou mudamos o sítio? Acho que nem eles sabem isso, portanto será uma surpresa para eles. A escolha da cabeleireira também foi muito fácil para a Rubina, pois a Carla e a Paula do Ixia Salon, são a quem confia o cabelo há vários anos e como sempre, acertaram em cheio. Aliás, nem se tratou de escolha, porque na verdade nem sequer colocou outra hipótese.

O mais difícil e tal como esperávamos, pois foi unanimemente referido nos inúmeros conselhos e dicas dados pelos amigos recém-casados referidos anteriormente – o temível plano de mesas!!! Temos que admitir, fazer isto na semana que antecede o casamento, com os nervos em franja foi a pior experiência na organização do casamento.

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

Ufa… difícil de decidir! Toda a cerimónia civil foi muito emotiva (a generalidade das senhoras queixou-se imenso porque ficou logo com a maquilhagem arruinada) – os discursos dos padrinhos e madrinhas, o discurso do Filipe, o momento do “sim”. No entanto, não podemos deixar de referir o discurso (mais um) que o Filipe fez para “as mulheres da vida dele”, em especial a avó, durante o jantar. Foi um momento muito especial e que toda a gente presente leva também na memória, de certeza.

Foi o que nos deixou de coração cheio no final do dia e sempre que o recordamos – sentir que todas as pessoas presentes estavam genuinamente contentes por nós e elas próprias de coração cheio também. Foi de facto um dia de muito amor partilhado com as pessoas que mais significam para nós.

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

E o pico de diversão?

Acho que não conseguimos escolher um pico. Foram tantas as surpresas boas que os nossos amigos nos preparam –  a Rubina teve direito a um mini concerto de originais preparados pelas madrinhas (recordando o hobby de adolescência que partilharam, de pegar em músicas conhecidas e alterar-lhes as letras), os nossos amigos da faculdade preparam um vídeo à lá “How I Met Your Mother” a caricaturar a nossa história, a nossa entrada no jantar com os padrinhos e madrinhas, a dançar ao som de “Kids” dos MGMT… Acho que é impossível escolher só um momento… isso é bom, não é?

 

Um pormenor especial…

Como lembrança aos convidados, decidimos oferecer uma peça de artesanato feita por crianças de uma favela do Quénia, que estão inseridas num projeto fundado por uma jovem de Amarante (a terra natal do Filipe) e que se chama Há Ir e Voltar. Pela nossa ligação evidente a África (estamos cá há 5 anos), sempre soubemos que queríamos ajudar uma instituição de cá – ainda tentamos procurar em Angola, mas como não tínhamos garantia que o donativo chegasse a quem devia, decidimos pelo Há Ir e Voltar, pois o Filipe conhece a Diana (fundadora do projeto) e sabemos a paixão que ela emprega à causa. Não podíamos pedir melhor garantia do que essa. A melhor parte – tivemos vários convidados que após o casamento nos contactaram a pedir os dados do projeto para poderem efetuar donativos individuais!

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?

Esta é a pergunta mais fácil de responder – não mudávamos nada!

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…

Planeamento, planeamento, planeamento… Acho que esta é a chave para gerir nervos. Aceitem toda a ajuda que vos oferecerem e a que possam recorrer. O conselho mais importante de todos – no dia esqueçam tudo o que pode correr mal e desfrutem muito! É um dia tão inesquecível e cheio de amor, rodeado pelas pessoas de que mais gostam, que não o devem desperdiçar a tentar controlar todos os pormenores. Acreditem nos profissionais que escolheram, que corre tudo bem!

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

Casamento rústico na QUinta da Torre, com fotografia de Menino conhece Menina

 

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e materiais gráficos: Anita Geraz;

local: Quinta da Torre – Lanhelas;

catering: Maria José Pinho Catering;

bolo: Ameadella Pastelarias;

fato do noivo e acessórios: Prassa;

vestido de noiva, sapatos e acessórios: vestido Rosa Clara, sapatos Guava, tocado Cata Vassalo;

maquilhagem: Marlene Vinha, Pretty Exquisite Image Consulting;

cabelos: Ixia Salon;

bouquet: Isabel Castro Freitas Arte Floral;

decoração: Cracha Wedding Agency;

ofertas aos convidados: peças de artesanato do projeto Há ir e Voltar;

fotografia: Menino conhece Menina;

vídeo: Pixel;

luzes, som e Dj: Musicbox Porto e Quarteto Pop;

babysitting: SoAnimarte;

transporte convidados: VW Pão de Forma para alugar.

Save

Marta Ramos

SB no Spotify: a menina valsa?

Uma das novidades que introduzimos com a última remodelação do Simplesmente Branco foi a nossa conta no Spotify. A música é uma das personagens principais da história que vocês querem contar no dia do vosso casamento e, como tal, quisemos erguer um palco extra para os nossos fornecedores seleccionados de animação, para que possam conhecê-los um pouco melhor e escolher aquele que vos serve na perfeição. Podem já ouvir playlists especialmente desenhadas para vocês, assinadas por DJ Nuno Rodrigues, por DJ Fi e pela Jukebox. São muitas horinhas de música! E para não perderem as actualizações, só terão que seguir a conta simplesmentebranco.

Hoje, por exemplo, actualizámos a conta com uma playlist caseira. Escolhi cerca de uma hora de canções alternativas com o ritmo da valsa para que possam treinar em casa e fazer um brilharete no grande dia.  Inicialmente, pensei nisto como uma espécie de catálogo para vos ajudar a escolher uma canção para a primeira dança; mas confesso que depois de trabalhar um bocado na lista já estava viciada em ouvi-la de trás para a frente e da frente para trás. E porque não uma primeira hora de dança? Podem colocar os headphones e testar esta minha experiência. E, claro, depois deixem uma palavrinha nos comentários com a vossa opinião.

Esta playlist é 100% parcial: baseei-me nos meus gostos musicais e juntei (sem qualquer pretensão de criar uma sequência com os rigores de que só os DJ são capazes) uma quantas ‘valsas’ que eu gostaria de dançar, imaginando que me casava amanhã. E dançava-as todas!

A inaugurar, os The National pegam-nos pela mão com aquela delicadeza potente que faz deles, na minha opinião, imortais. Deixem-se levar devagarinho e apanhem a cadência, 1, 2, 3 – e se conhecerem a letra, puxem pelos convidados para terminarem todos juntos a cantar all the very best of us string ourselves up for love. Entra Elliott Smith, outro dos meus preferidos, com a sua Waltz #2, a dar passagem depois às duas únicas senhoras desta lista – só me apercebi disso no final, fica já a promessa de uma próxima playlist exclusivamente no feminino: Julie Delpy, que conhecerão melhor do cinema, e Fiona Apple, com o inconfundível piano e a voz grave. Beirut, Arcade Fire, REM, Radiohead, The Smiths, Coldplay, The Stranglers e INX são os restantes convidados – com os dois últimos a alegrar o ritmo.

Deixo-vos a cantar, em uníssono, and they could never tear us apart (o que me parece um excelente hino para um casamento).

 

 

 

 

 

 

 

Bonitas, as fotos, não são? Uma colaboração silenciosa, mas não por isso menos importante, neste nosso artigo, da duplo Um dia de sonho.

Este assunto de escolher uma música (ou mais) para cada momento especial do dia, de decidir que tipo de animação ter, de orientar os profissionais a contratar de modo a que a festa seja muito vossa mas, também, muito dos vossos convidados, tem muito que se lhe diga. Entretenham-se pela nossa conta Spotify enquanto lêem as wise words que escrevemos sobre o assunto, a meias com o João Marques, da Jukebox. Um manual de instruções precioso para que não vos escape nenhum pormenor e consigam a banda sonora à medida do vosso casamento.

Marta Ramos

Mais belos um no outro, por Menino conhece Menina

O Daniel e a Raquel são Menino conhece Menina (porque a história deles é uma história-de-menino-conhece-menina). Para além da fotografia, une-os o amor e o mini-Menino que entretanto se juntou à história. Fotografam juntos, sempre: «dois olhos esquerdos, dois dedos no gatilho, um só coração!» E juntos, como sempre, acabam de adicionar ao seu site um blog, para que possam ter mais espaço para contar histórias – a Raquel, sobretudo, está super entusiasmada com este novo projecto, porque adora escrever.
Para inaugurar o blog, escolheram partilhar convosco uma sessão fotográfica com uma linda história por detrás. Vamos deixar que seja o Daniel a contá-la:
«Entre os vários casais que as nossas lentes viram, este é claramente especial. Com este senhor e esta senhora não vemos o amor no seu início, exuberante e energético, mas vemo-lo com a serenidade e a placidez de quem caminha de mão dada há 35 anos.
Mas não é só. Sem eles, Menino conhece Menina seria impossível, porque não existiria Menino. Seríamos algo como ‘Menina espera que o Menino a venha conhecer’.
Fazia neste dia 35 anos que, em rescaldo de Natal, o Daniel (sim, o Menino herda o nome do pai) e a Isabel casaram. Tal como há 35 anos, o céu estava carregado de um nevoeiro frio e espesso. Na pequena aldeia transmontana, percorremos com eles os sítios onde namoravam, a primeira casa onde viveram e até o castanheiro onde o fotógrafo os levou para a sua sessão de casamento. Ouvimos as histórias desse outro tempo em que os beijos eram escondidos e os encontros de fugida mas o amor, esse era o mesmo vendaval de borboletas sobre a pele.
É com este confirmado amor que queremos inaugurar o blog Menino conhece Menina. Será mais um instrumento a acompanhar-nos nesta caminhada que, embora já longa, acreditamos ainda estará muito longe de atingir o seu cume. Ainda há muito amor para ver, muito para mostrar, tanto para aprender e crescer.»
Resta-me apenas acrescentar umas palavras que não são minhas mas que me vieram à memória assim que recebi estas imagens. São do poeta Juan Gelman, aqui traduzidas por Vasco Gato no seu livro LACRE:

Uma mulher e um homem levados pela vida,
uma mulher e um homem cara a cara
habitam na noite, extravasam pelas mãos,
são ouvidos a subirem livres na sombra,
as suas cabeças descansam numa bela infância
que criaram juntos, plena de sol, de luz,
uma mulher e um homem presos pelos lábios
enchem a noite lenta com toda a sua memória,
uma mulher e um homem mais belos um no outro
ocupam o seu lugar na terra.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Que a todos vocês, que agora preparam o vosso casamento, vos esperem imagens assim tão enternecedoras daqui a 35 anos. É o melhor que vos posso desejar.

Não deixem de ver aqui mais trabalhos do Daniel e da Raquel, que são sempre carregadinhos de boas vibrações!

Susana Pinto

Maria + Helder, something old, something new, something borrowed, something blue

“Something old, something new, something borrowed, something blue”: este foi certamente o fio condutor da sofisticada festa da Maria + Helder, que a Lounge Fotografia nos trouxe esta semana.

A Maria conta em detalhe o plano posto em marcha – e a graça que tem este formato de festa que ambos congeminaram… conforto para todos, uma dinâmica agitada mas simpática e um resultado mais do que feliz. Ficámos fãs!

Deliciem-se com as imagens (sim, porque a Lounge Fotografia tem sempre um olho atento para os detalhes e as suas reportagens são sempre ricas, variadas e bem bonitas) e com esta dose gloriosa de azul, no sempre especial Mosteiro de Landim.

Bom fim-de-semana!

 

 

 

 

 

Como foi o teu pedido de casamento?

Totalmente inesperado, no casamento de uma das minhas melhores amigas. O Hélder tinha combinado com ela que, no momento em que era suposto atirar o ramo, ela mo entregava a mim! Portanto, de repente e com a nossa música de fundo, ele ajoelhou-se e fez de mim a mulher mais feliz!

 

 

 

 

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Definimos uma altura do ano em que gostaríamos que acontecesse e, como já tínhamos alguns fornecedores em mente, caso um dia decidíssemos casar, começámos logo por contactá-los para tentarmos conciliar calendários. Depois de algumas sugestões, estavam todos disponíveis a 30 de Julho, por isso, marcámos nesse dia. A primeira opção foi Setembro mas o tempo é mais incerto, as noites mais frias, os dias mais curtos, então recuámos até Julho. Começámos logo a tratar de reservar alguns serviços como o espaço e os fotógrafos, por isso, as coisas começaram a avançar logo após o pedido de casamento, ainda em Setembro de 2015, ou seja, quase 11 meses antes.

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Queríamos sobretudo que fosse clássico, simples e sóbrio. Que fosse a junção perfeita entre o “algum” moderno e o “mais” antigo. Fugimos às cores habituais e concentramo-nos nas flores que queríamos usar: hidrângeas azuis. A partir daí foi tudo surgindo naturalmente. O Mosteiro tem várias paredes forradas a azulejo tipicamente português. E isso foi o mote de saída para toda a decoração. Aproveitámos o azulejo desde os convites até às toalhas de mesa, passando pelo meu véu! O ambiente do Mosteiro já transpira história, foi necessário muito pouco para o tornar ainda mais bonito.

 

 

 

 

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Porque somos os dois assim: muito pró-activos na organização seja do que for! Nunca pagaríamos a ninguém para organizar o nosso dia de casamento. Queríamos ter esse gosto e esse gozo! Queríamos escolher tudo, queríamos participar em tudo e não deixar nada ao acaso. Além disso, é incomparavelmente mais barato sermos nós a fazermos determinadas coisas. Quando se sabe o que se quer, é só preciso “arregaçar as mangas”.

 

 

 

 

Tiveste ajuda?

Da minha mãe, que percebeu o que pretendíamos desde o início, e de todas as pessoas com quem trabalhámos e com quem íamos trocando opiniões.

 

 

 

 

 

O que era o mais importante para ti?

Que as pessoas sentissem o que nós estávamos a sentir naquele dia. Que preparámos tudo com o maior cuidado, não só para nós mas para elas também. Era tão importante nós vivermos um dia único como as pessoas sentirem-se bem, confortáveis e de certa forma, acarinhadas por nós. Porque aquele dia só faz sentido com cada uma das pessoas que lá esteve!

 

 

 

 

 

E secundário?

As ofertas aos convidados, optámos por “presenteá-las” de outras formas, menos evidentes.

 

Onde gastaste mais dinheiro?

No catering, parece-me que esta é sempre a maior fatia do bolo.

 

 

 

 

Onde gastaste menos?

Em toda a parte gráfica, quer na elaboração quer na impressão. Quem desenvolveu tudo foi a Anita, uma amiga designer, que entendeu desde o primeiro momento o que tínhamos imaginado. A impressão foi toda feita na Avegráfica, em Guimarães, porque já conhecíamos e sabíamos que ia correr bem. A minha aliança era do meu avô materno, a liga foi oferecida por uma das minhas melhores amigas, não comprei sapatos novos – usei uns que já tinha – os meus brincos e a “escrava” também eram das minhas avós, o véu foi oferecido pela minha costureira, foi ela que o fez. Todas as peças utilizadas na decoração eram da nossa família, entre pratas, passepartouts e almofadas! As minhas 2 roupas foram feitas pela minha costureira de sempre, Anabela, que executou na perfeição o que desenhei. Fez também os vestidos das minhas filhas. A Dielmar, que é a marca que veste o Hélder, ofereceu as duas roupas, os sapatos e os botões de punho.

 

 

 

 

 

O que foi mais fácil?

Na verdade, a esta distância, não me parece que tenha havido nada difícil de decidir.

 

O que foi mais difícil?

Não tivemos nenhuma dificuldade a decidir seja o que for. Como disse, sabíamos o queríamos. E quando assim é, é mais fácil atalhar caminho e irmos directos aquilo que queremos, sem perdermos tempo.

 

 

 

 

 

O que te deu mais prazer criar?

Tudo. Desde as duas roupas que usei às surpresas que preparei. É impossível escolher apenas uma coisa! Andámos meses a pensar no casamento e a prepará-lo, em segredo, ao pormenor. Até os sapatos que as minhas filhas usaram, tinham pequenas folhas de hidrângeas cosidas à mão pela minha mãe, por isso, a dedicação foi máxima!

 

 

 

 

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

Foi exatamente o que planeámos. Havia coisas que eu queria e o Hélder não. Havia coisas que ele queria e eu não. Mas conversámos sempre muito e, hoje, sabemos que fizemos as melhores escolhas.

 

 

 

 

Um pormenor especial?

Há vários. Mas um, que é o que mais distingue o nosso casamento dos casamentos aos quais estamos habituados, é o facto de termos feito uma recepção aos convidados. Passo a explicar: os convidados tinham uma hora marcada no convite. E a essa hora, eu e o Hélder, estávamos juntos, nos jardins do Mosteiro, a recebê-los à medida que iam chegando. Isto permitiu-nos ir conversando tranquilamente com as pessoas, enquanto bebiam e petiscavam. Passado algum tempo e, já depois de todos os convidados estarem presentes, retiramo-nos e vestimo-nos para a cerimónia, enquanto todas as pessoas eram encaminhadas para a igreja. Ora, isto fez com que ninguém chegasse atrasado! Além disso, sabemos que muitas das senhoras nem almoçam porque se vão arranjar e muitos dos senhores estão com sede, por isso achámos que “tirar a barriga de misérias” a toda a gente antes da cerimónia ia fazer com que suportassem muito melhor o tempo que passam na igreja. Não tínhamos dúvidas nenhumas de que este conceito ia funcionar muito bem, mas o feedback das pessoas veio reforçar a nossa opinião. As surpresas que preparámos um ao outro: eu aprendi a tocar uma das nossas músicas preferidas ao piano, o Hélder leu-me um dos textos mais bonitos que já escreveu, ao som de um violino tocado pelo Tiago, primo dele. Fizemos uma emissão especial de um Jornal da Tarde, eu e as minhas amigas, que contava, de forma resumida, a nossa história desde que estamos juntos. Eu diria mesmo que estamos os dois convencidos de que todo o casamento é um pormenor especial na nossa vida!

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

A única coisa que mudaríamos, se fosse possível, era estender o dia por 48 horas!

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

É preciso tempo e dedicação para preparar um casamento. Se o têm, então preparem-no com calma e com todo o empenho que o dia merece. Se não o têm, entreguem a organização a quem tem experiência para o fazer. O importante é que corra tudo bem e que seja um dia memorável para todos.

 

 

 

Os nossos fornecedores:

 

convites e materiais gráficos: Ana Geraz, Communication & Graphic Designer;

local e catering: Mosteiro de Landim, com o catering do restaurante “Cantina 32” cujo Chef é o Luís Américo;

bolo: Juras de Amor;

fato do noivo e acessórios: Dielmar;

vestido de noiva e sapatos: Anabela Vasconcelos e Louboutin;

maquilhagem: Sandra Coutinho, no The Spa;

cabelos: Fátima Beja, Seara Cabeleireiro;

flores: Contraste Decorações;

ofertas para os convidados: fizemos, eu e a minha mãe com alguma ajuda de amigas, uns leques que distribuímos pelas senhoras à sua chegada e umas mantinhas para porem pelas costas assim que anoitecesse e sentissem frio.;

fotografia: Lounge Fotografia;

vídeo: Groove Motion;

luzes, som e Dj: Happy N, com DJ Ima

 

Susana Pinto

Mini-senhoritas, por Dolce & Gabbana

Este é um artigo  a pensar nas meninas das alianças.

A melhor campanha do momento é esta da Dolce & Gabanna para as meninas pequenas… Tudo é delicioso e perfeito para inspirar os modelitos destas meninas, num dia em que desempenham uma função tão séria e importante.

A atitude destas meninas nas fotografias é muito fofa (a alegria é uma coisa maravilhosa e contagiante) e as ilustrações infantis são cheias de personalidade.
Visto que um vestidinho destes estará provavelmente fora do budget, pode bem servir de inspiração.

Podemos pegar num vestido de linho ou seda (ou mandar fazer na costureira lá do bairro) e bordar os desenhos da pequenada. Para quem não se ajeita com estas manualidades, há umas meninas talentosas que bordam lindamente, como a Joana Caetano, ou ateliers de serigrafia, para imprimir o tecido, como o Carapau Amarelo, ou ainda, em versão verdadeiramente low budget e não menos doce por isso, uma estampagem digital, feita em casa, com a ajuda da impressora, papel apropriado, ferro de engomar, paciência e muito amor.

Para adicionar glamour e uma dose de bling (afinal, de que gostam mesmo as meninas desta idade?), é só juntar umas missangas aqui, umas lantejoulas ali, uma bandolete ou travessão de princesa, manicure colorida (porque é um dia muito especial) e sapatinhos de Cinderela (sem descurar uma boa dose de conforto!).

Estas meninas fofas, para além de cumprirem a sua importantíssima função de meninas das alianças, andarão todo o dia a espalhar sorrisos, alegria e charme por todos os cantos! Há coisa mais deliciosa?

 

Vestidos para as meninas das Alianças, por Dolce & Gabbana

 

Vestidos para as meninas das Alianças, por Dolce & Gabbana

 

Vestidos para as meninas das Alianças, por Dolce & Gabbana

 

Vestidos para as meninas das Alianças, por Dolce & Gabbana

 

E estão prontíssimas para o momento, com uma dose de nervoso miudinho à mistura (que transparece nos risinhos e energia contagiante), espalhando graça até ao altar.

Depois, é brincadeira farta até altas horas da noite, apenas vencidas pelo cansaço, quando adormecem num sofá, imunes à pista de dança que continua a bombar para os crescidos… É tão bom ser pequenino!

 

Save

Save

Save

Save