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Susana Pinto

Maria + Helder, something old, something new, something borrowed, something blue

“Something old, something new, something borrowed, something blue”: este foi certamente o fio condutor da sofisticada festa da Maria + Helder, que a Lounge Fotografia nos trouxe esta semana.

A Maria conta em detalhe o plano posto em marcha – e a graça que tem este formato de festa que ambos congeminaram… conforto para todos, uma dinâmica agitada mas simpática e um resultado mais do que feliz. Ficámos fãs!

Deliciem-se com as imagens (sim, porque a Lounge Fotografia tem sempre um olho atento para os detalhes e as suas reportagens são sempre ricas, variadas e bem bonitas) e com esta dose gloriosa de azul, no sempre especial Mosteiro de Landim.

Bom fim-de-semana!

 

 

 

 

 

Como foi o teu pedido de casamento?

Totalmente inesperado, no casamento de uma das minhas melhores amigas. O Hélder tinha combinado com ela que, no momento em que era suposto atirar o ramo, ela mo entregava a mim! Portanto, de repente e com a nossa música de fundo, ele ajoelhou-se e fez de mim a mulher mais feliz!

 

 

 

 

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Definimos uma altura do ano em que gostaríamos que acontecesse e, como já tínhamos alguns fornecedores em mente, caso um dia decidíssemos casar, começámos logo por contactá-los para tentarmos conciliar calendários. Depois de algumas sugestões, estavam todos disponíveis a 30 de Julho, por isso, marcámos nesse dia. A primeira opção foi Setembro mas o tempo é mais incerto, as noites mais frias, os dias mais curtos, então recuámos até Julho. Começámos logo a tratar de reservar alguns serviços como o espaço e os fotógrafos, por isso, as coisas começaram a avançar logo após o pedido de casamento, ainda em Setembro de 2015, ou seja, quase 11 meses antes.

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Queríamos sobretudo que fosse clássico, simples e sóbrio. Que fosse a junção perfeita entre o “algum” moderno e o “mais” antigo. Fugimos às cores habituais e concentramo-nos nas flores que queríamos usar: hidrângeas azuis. A partir daí foi tudo surgindo naturalmente. O Mosteiro tem várias paredes forradas a azulejo tipicamente português. E isso foi o mote de saída para toda a decoração. Aproveitámos o azulejo desde os convites até às toalhas de mesa, passando pelo meu véu! O ambiente do Mosteiro já transpira história, foi necessário muito pouco para o tornar ainda mais bonito.

 

 

 

 

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Porque somos os dois assim: muito pró-activos na organização seja do que for! Nunca pagaríamos a ninguém para organizar o nosso dia de casamento. Queríamos ter esse gosto e esse gozo! Queríamos escolher tudo, queríamos participar em tudo e não deixar nada ao acaso. Além disso, é incomparavelmente mais barato sermos nós a fazermos determinadas coisas. Quando se sabe o que se quer, é só preciso “arregaçar as mangas”.

 

 

 

 

Tiveste ajuda?

Da minha mãe, que percebeu o que pretendíamos desde o início, e de todas as pessoas com quem trabalhámos e com quem íamos trocando opiniões.

 

 

 

 

 

O que era o mais importante para ti?

Que as pessoas sentissem o que nós estávamos a sentir naquele dia. Que preparámos tudo com o maior cuidado, não só para nós mas para elas também. Era tão importante nós vivermos um dia único como as pessoas sentirem-se bem, confortáveis e de certa forma, acarinhadas por nós. Porque aquele dia só faz sentido com cada uma das pessoas que lá esteve!

 

 

 

 

 

E secundário?

As ofertas aos convidados, optámos por “presenteá-las” de outras formas, menos evidentes.

 

Onde gastaste mais dinheiro?

No catering, parece-me que esta é sempre a maior fatia do bolo.

 

 

 

 

Onde gastaste menos?

Em toda a parte gráfica, quer na elaboração quer na impressão. Quem desenvolveu tudo foi a Anita, uma amiga designer, que entendeu desde o primeiro momento o que tínhamos imaginado. A impressão foi toda feita na Avegráfica, em Guimarães, porque já conhecíamos e sabíamos que ia correr bem. A minha aliança era do meu avô materno, a liga foi oferecida por uma das minhas melhores amigas, não comprei sapatos novos – usei uns que já tinha – os meus brincos e a “escrava” também eram das minhas avós, o véu foi oferecido pela minha costureira, foi ela que o fez. Todas as peças utilizadas na decoração eram da nossa família, entre pratas, passepartouts e almofadas! As minhas 2 roupas foram feitas pela minha costureira de sempre, Anabela, que executou na perfeição o que desenhei. Fez também os vestidos das minhas filhas. A Dielmar, que é a marca que veste o Hélder, ofereceu as duas roupas, os sapatos e os botões de punho.

 

 

 

 

 

O que foi mais fácil?

Na verdade, a esta distância, não me parece que tenha havido nada difícil de decidir.

 

O que foi mais difícil?

Não tivemos nenhuma dificuldade a decidir seja o que for. Como disse, sabíamos o queríamos. E quando assim é, é mais fácil atalhar caminho e irmos directos aquilo que queremos, sem perdermos tempo.

 

 

 

 

 

O que te deu mais prazer criar?

Tudo. Desde as duas roupas que usei às surpresas que preparei. É impossível escolher apenas uma coisa! Andámos meses a pensar no casamento e a prepará-lo, em segredo, ao pormenor. Até os sapatos que as minhas filhas usaram, tinham pequenas folhas de hidrângeas cosidas à mão pela minha mãe, por isso, a dedicação foi máxima!

 

 

 

 

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

Foi exatamente o que planeámos. Havia coisas que eu queria e o Hélder não. Havia coisas que ele queria e eu não. Mas conversámos sempre muito e, hoje, sabemos que fizemos as melhores escolhas.

 

 

 

 

Um pormenor especial?

Há vários. Mas um, que é o que mais distingue o nosso casamento dos casamentos aos quais estamos habituados, é o facto de termos feito uma recepção aos convidados. Passo a explicar: os convidados tinham uma hora marcada no convite. E a essa hora, eu e o Hélder, estávamos juntos, nos jardins do Mosteiro, a recebê-los à medida que iam chegando. Isto permitiu-nos ir conversando tranquilamente com as pessoas, enquanto bebiam e petiscavam. Passado algum tempo e, já depois de todos os convidados estarem presentes, retiramo-nos e vestimo-nos para a cerimónia, enquanto todas as pessoas eram encaminhadas para a igreja. Ora, isto fez com que ninguém chegasse atrasado! Além disso, sabemos que muitas das senhoras nem almoçam porque se vão arranjar e muitos dos senhores estão com sede, por isso achámos que “tirar a barriga de misérias” a toda a gente antes da cerimónia ia fazer com que suportassem muito melhor o tempo que passam na igreja. Não tínhamos dúvidas nenhumas de que este conceito ia funcionar muito bem, mas o feedback das pessoas veio reforçar a nossa opinião. As surpresas que preparámos um ao outro: eu aprendi a tocar uma das nossas músicas preferidas ao piano, o Hélder leu-me um dos textos mais bonitos que já escreveu, ao som de um violino tocado pelo Tiago, primo dele. Fizemos uma emissão especial de um Jornal da Tarde, eu e as minhas amigas, que contava, de forma resumida, a nossa história desde que estamos juntos. Eu diria mesmo que estamos os dois convencidos de que todo o casamento é um pormenor especial na nossa vida!

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

A única coisa que mudaríamos, se fosse possível, era estender o dia por 48 horas!

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

É preciso tempo e dedicação para preparar um casamento. Se o têm, então preparem-no com calma e com todo o empenho que o dia merece. Se não o têm, entreguem a organização a quem tem experiência para o fazer. O importante é que corra tudo bem e que seja um dia memorável para todos.

 

 

 

Os nossos fornecedores:

 

convites e materiais gráficos: Ana Geraz, Communication & Graphic Designer;

local e catering: Mosteiro de Landim, com o catering do restaurante “Cantina 32” cujo Chef é o Luís Américo;

bolo: Juras de Amor;

fato do noivo e acessórios: Dielmar;

vestido de noiva e sapatos: Anabela Vasconcelos e Louboutin;

maquilhagem: Sandra Coutinho, no The Spa;

cabelos: Fátima Beja, Seara Cabeleireiro;

flores: Contraste Decorações;

ofertas para os convidados: fizemos, eu e a minha mãe com alguma ajuda de amigas, uns leques que distribuímos pelas senhoras à sua chegada e umas mantinhas para porem pelas costas assim que anoitecesse e sentissem frio.;

fotografia: Lounge Fotografia;

vídeo: Groove Motion;

luzes, som e Dj: Happy N, com DJ Ima

 

Susana Pinto

Mini-senhoritas, por Dolce & Gabbana

Este é um artigo  a pensar nas meninas das alianças.

A melhor campanha do momento é esta da Dolce & Gabanna para as meninas pequenas… Tudo é delicioso e perfeito para inspirar os modelitos destas meninas, num dia em que desempenham uma função tão séria e importante.

A atitude destas meninas nas fotografias é muito fofa (a alegria é uma coisa maravilhosa e contagiante) e as ilustrações infantis são cheias de personalidade.
Visto que um vestidinho destes estará provavelmente fora do budget, pode bem servir de inspiração.

Podemos pegar num vestido de linho ou seda (ou mandar fazer na costureira lá do bairro) e bordar os desenhos da pequenada. Para quem não se ajeita com estas manualidades, há umas meninas talentosas que bordam lindamente, como a Joana Caetano, ou ateliers de serigrafia, para imprimir o tecido, como o Carapau Amarelo, ou ainda, em versão verdadeiramente low budget e não menos doce por isso, uma estampagem digital, feita em casa, com a ajuda da impressora, papel apropriado, ferro de engomar, paciência e muito amor.

Para adicionar glamour e uma dose de bling (afinal, de que gostam mesmo as meninas desta idade?), é só juntar umas missangas aqui, umas lantejoulas ali, uma bandolete ou travessão de princesa, manicure colorida (porque é um dia muito especial) e sapatinhos de Cinderela (sem descurar uma boa dose de conforto!).

Estas meninas fofas, para além de cumprirem a sua importantíssima função de meninas das alianças, andarão todo o dia a espalhar sorrisos, alegria e charme por todos os cantos! Há coisa mais deliciosa?

 

Vestidos para as meninas das Alianças, por Dolce & Gabbana

 

Vestidos para as meninas das Alianças, por Dolce & Gabbana

 

Vestidos para as meninas das Alianças, por Dolce & Gabbana

 

Vestidos para as meninas das Alianças, por Dolce & Gabbana

 

E estão prontíssimas para o momento, com uma dose de nervoso miudinho à mistura (que transparece nos risinhos e energia contagiante), espalhando graça até ao altar.

Depois, é brincadeira farta até altas horas da noite, apenas vencidas pelo cansaço, quando adormecem num sofá, imunes à pista de dança que continua a bombar para os crescidos… É tão bom ser pequenino!

 

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Mónica Aragão

All you need is love… and wine, por Love Clips

Com a lindíssima Quinta do Convento da Nossa Senhora da Visitação a servir de cenário, o casamento da Joana + João foi regado com bom tempo, bons amigos e bons vinhos porque all you need is love… and wine! Uma festa marcada pela descontracção, a boa disposição e a vontade de celebrar o amor, como facilmente se vê no mais recente filme da Love Clips.

 

 

Um brinde a festas como esta!

 

Love Clips é fornecedor seleccionado Simplesmente Branco. Podem encontrar mais informação e contactos detalhados na sua ficha de fornecedor, arquivada em Vídeo.

 

Susana Pinto

Susana + João, em Sintra, prontos para casar!

A Susana + João casaram num dia soalheiro de Agosto, em Sintra.

Despreocupados e tranquilos em relação às grandes decisões (e super ocupados, também, na sua vida profissional), foram supreendidos nos últimos dias com uns picos de adrenalina valentes, sem que no entanto algo da sua bonita festa ficasse comprometido: uma certa descontracção vem sempre a calhar e a ajuda da família foi essencial nesta aventura.

Uma das decisões mais fáceis foi o vestido (lindo!)… palpita-me que a eficiência e simpatia (e óptima selecção de modelos disponíveis) da Sara Silva, da Vestidus, tenham tido uma certa influência neste assunto!

As imagens bonitas e o vídeo são do Miguel Ribeiro Fernandes e a pista de dança ficou a cargo da mestria da Jukebox.

 

Aproveitem estes raios de sol, que o Outono já cá canta com convicção!

 

Cake topper com bonequinhos de Lego
 

 

Retrato do noivo, co fato azul
 

Como foi o teu pedido de casamento?

Simples e bonito

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Começámos pelo espaço. A quinta definiu o dia e o local da cerimónia. As únicas coisas que organizámos com antecedência foram as mais criticas de agendar: fotografia e música. Também o vestido foi escolhido cedo, porque encontrei o que queria rapidamente. Cinco meses antes, tratámos do processo civil e religioso.

 

Preparativos da noiva, na companhia das amigas
Preparativos da noiva: a maquilhagem

Preparativos da noiva: a maquilhagem
Noiva pronta: que lindo detalhe da manga do vestido

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Queríamos criar um ambiente descontraído e simples, o que foi conseguido com a ajuda dos responsáveis pelo espaço, acabámos apenas por afinar alguns detalhes, como ter música ao vivo em determinados momentos.

 


Alofadinha das alianças um pouco diferente

A entrada da noiva na capela rústica

Tiveste ajuda?

Tivemos muita ajuda da família!

 

O que era o mais importante para ti?

Queríamos que a cerimónia fosse perfeita para nós os dois e inesquecível para os convidados, e que o copo-de-água fosse delicioso, bem servido e elegante: correu tudo como queríamos!

 




Os noivos à saída da cerimónia

 

E secundário?

Que decorresse tudo de acordo com o planeado, isso nunca acontece e já estávamos á espera de algum imprevisto. O importante é aproveitar todos os momentos e não dar demasiada importância a situações ou detalhes que não a têm.

 

O beijo dos noivos e um lindo bouquet de flores brancas


decoração das mesas com rosas brancas e eucalipto

 

Onde gastaste mais dinheiro?

Na quinta.
 

Onde gastaste menos? 

Nos convites, que foram prenda de casamento e ficaram lindos! Nas lembranças, também, é só mesmo um mimo!

Na decoração das mesas, com a ajuda da família.

 

Retrato a preto e branco da noiva
Retrato dos noivos a preto e branco, ao ar livre
Retrato dos noivos ao pôr-do-sol
Retrato dos noivos

 

O que foi mais fácil?

Escolher a igreja, porque definimos a quinta primeiro e depois pedimos uma lista de igrejas próximas. Vimos todas numa tarde e escolhemos a que gostámos mais. Tenham atenção ao calendário, porque há sempre algumas igrejas mais cobiçadas e que ficam logo reservadas com bastante antecedência.

 

Retrato dos noivos


A noiva com o seu bouquet de flores brancas

 

O que foi mais difícil?

Os quatro dias antes do casamento! Deixámos tudo para a última, porque a nossa agenda profissional é muito intensa. Convém organizar tudo com muita antecedência, incluindo os pormenores, eu perdi dois quilos nesses dias, porque não tinha tempo para comer!

 



 

O que te deu mais prazer criar?

Os trabalhos manueis deram-me imenso gozo, e escolher a playlist da festa também.

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

Fiz cedências pelo caminho mas continua a ser a nossa cara!

 



 

Um pormenor especial?

A marcação das mesas, ficou muito gira.

 

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Não tinha empurrado tanta coisa para a última hora!

 

 

A primeira dança dos noivos

 

 

 

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

Começámos a organizar o casamento em Fevereiro, casámo-nos no último sábado de Agosto. Deu para marcar tudo, mas acho que tivemos sorte. Não adiem nada… pensem no que gostariam para a cerimónia, para o exterior, para o interior, como querem cortar o bolo, se querem meninos das alianças, etc., para organizarem tudo com antecedência suficiente. Se o fizerem, ninguém vos vai pressionar para tomar decisões, é um trabalho vosso. A opção é terem wedding planner… Eu não tive!

 


 
Os nossos fornecedores:

 

convites e materiais gráficos: foram oferecidos

local, decoração, catering e bolo: Quinta Nossa Senhora da Serra

vestido de noiva e sapatos: vestido da Vestidus e sapatos Asos

maquilhagem: Fati Jardim

cabelos: Henriqueta Salvaterra

fotografia e video: Miguel Ribeiro Fernandes

luzes, som e Dj: música ao vivo: Daniel Alexander,  Dj: Jukebox

 

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Susana Pinto

Susana + Tiago, planos e abraços

E retomamos os casamentos bonitos que fora acontecendo este ano. Hoje trazemos a festa da Susana + Tiago em dose dupla, fotografias e vídeo, do sempre simpático Miguel Ribeiro Fernandes: estes abraços são para lá de doces!

Também peço a vossa atenção para o vestido lindo da noiva – gosto deles mesmo assim, tecido espesso, forma definida e design conciso: foi comprado na Vestidus, melhor loja de Lisboa!
Enjoy!

 

 

 

 

Como foi o teu pedido de casamento?

O Tiago fez o pedido no meu aniversário! Passei o dia com as minhas amigas, que tinham tudo combinado com o Tiago… à tarde levaram-me para a praia onde começámos a namorar, com o pretexto de irmos apanhar sol… achei super normal! Quando estávamos já no bar, o Tiago abraça-me por trás e faz o pedido! Gosto sempre de festejar o meu aniversário, mas naquele ano queria fazer uma coisa pequena, só com o Tiago, os meus pais e um pequeno grupo de amigos, quando dou por mim o Tiago convidou a família toda dele, o que fez com que eu também convidasse a minha e tive um jantar com quase 40 pessoas… Basicamente o jantar com toda a família já estava preparado para anunciarmos a novidade!

 

 

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

5 minutos depois do “Sim”, estávamos ainda a comemorar e o Tiago já estava a ligar para o irmão, que tem uma empresa de animação de casamentos, a pedir dicas sobre quintas, quais as que deviamos visitar, com que antecedência, tipos de comida… foi um noivo muito participativo! Começámos a preparar tudo com cerca de um ano de antecedência.

 

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Queriamos um ambiente descontraído e divertido, com apontamentos rusticos e romanticos. A Quinta da Bichinha facilitou-nos muito a preparação do casamento, porque em termos de decoração tinham o que gostávamos e executavam tudo tal como imaginávamos!

 

 

 

 

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Trabalhamos os dois na área de organização de eventos, por isso era certo que queriamos ser nós a tratar de tudo! O facto de estarmos habituados a lidar com a pressão dos eventos, datas para termos tudo pronto, organização, etc., fez com que todo o processo fosse muito fácil! A verdade é que no nosso caso não se aplicou a típica frase “organizar um casamento dá tanto trabalho!”, felizmente foi tudo fácil e natural. Claro que o facto de ter um noivo que não deixou tudo em cima da noiva, fez toda a diferença!

 

Tiveste ajuda?

Sim! As minhas madrinhas trataram dos cones para as pétalas, um amigo do Tiago tratou de todo o design e a animação do casamento ficou a cargo da empresa dos irmãos do Tiago, por isso foi menos uma preocupação que tivemos!

 

 

 

 

 

O que era o mais importante para ti?

Em primeiro lugar, o mais importante era que tudo fosse como eu e o Tiago queríamos, apesar das opiniões que pudéssemos ouvir. Além disso, queríamos, com todas as nossas escolhas, proporcionar a todos os nossos convidados um dia inesquecivel!

Outro aspecto fundamental foi o fotógrafo! As fotografias e video são os elementos que nos vão permiti reviver sempre o nosso dia, por isso, para nós, era fundamental ter a pessoa certa a captar todos os momentos. O Miguel foi, sem dúvida, a pessoa ideal!

 

 

 

 

 

E secundário?

O tempo! A Quinta da Bichinha fez uma renovação no espaço interior e ficou tão bonito que já nem nos importávamos se a cerimónia civil fosse lá dentro, caso chovesse!

 

Onde gastaste mais dinheiro?

Na quinta.

 

 

 

 

 

Onde gastaste menos?

No material gráfico.

 

O que foi mais fácil?

A escolha do local.

 

 

 

 

 

O que foi mais difícil?

A escolha do fotógrafo, tendo em conta a importância que tinha para nós, foi o que nos tomou mais tempo de pesquisa.

Como eu e o Tiago somos uns pés de chumbo, na véspera do casamento ainda não tínhamos escolhido a musica para a primeira dança! Felizmente não perdemos muito tempo com isso… a dança só durou 30 segundos e a pista já estava aberta há muito tempo!

 

 

 

 

O que te deu mais prazer criar?

Tudo! Adoro o mundo dos casamentos e foi um prazer estar um ano a preparar o nosso.

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

De modo natural, deixámos cair algumas ideias que tínhamos inicialmente, mas o nosso dia foi completamente a nossa cara!

 

 

 

Um pormenor especial?

A menina das alianças foi a Avó do Tiago… uma senhora de 91 anos, muito amorosa e animada, que viveu aquele momento da forma mais feliz que se possa imaginar!

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Tinha cortado as fitas do vestido, que serviam para prender no cabide e tinha feito o lançamento do bouquet do modo tradicional! Fora isso, não mudávamos nada!

 

 

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

O dia é vosso, por isso façam tudo o que vos fizer felizes, mesmo que isso não seja o que os outros estão à espera!

 

E terminamos com o vídeo:

 

 

 

Os nossos fornecedores:

 

convites e materiais gráficos: Fábio Santos

local, catering e bolo: Quinta da Bichinha

fato do noivo e acessórios: Sacoor

vestido de noiva e sapatos: vestido da Vestidus e sapatos Aldo

maquilhagem e cabelos: Sara Afonso

flores e lembranças para os convidados: Amor e Lima

fotografia e vídeo: Miguel Ribeiro Fernandes

luzes, som e Dj: MC Eventos

 

Susana Pinto

…da importância do Simplesmente Branco: Luísa + Filipe

Nesta semana em que retomo uma certa normalidade profissional (falarei disso a seguir), trago-vos um um casamento que é a mais absoluta doçura: estava aqui bem guardado à espera da minha atenção para o mostrar como merece e partilhar as palavras bonitas da querida Luísa, que me enviou um email muito especial.

O casamento da Luísa + Filipe não é recente (Outubro de 2014!), já mostrámos por aqui os deliciosos sapatinhos feitos à medida pela Helsar, e acompanhei-o à distância, como espectadora, porque conheço de perto quase todos os fornecedores envolvidos  – e o seu trabalho muito especial para esta festa.

 

Não me alongo mais, porque as palavras da Luísa completam as imagens e deixam-me de coração cheio: a Primavera começou há umas semanas, mas bem podia ser agora neste instante, em que tudo recomeça e floresce devagarinho.

 

 

 

 

“Sou a Luísa,  uma das milhares de seguidoras do Simplesmente Branco! Quando digo seguidora é no termo literal, ou seja, sou aquela pessoa que todos os dias vê 3 vezes o SB: às 9h, à 13h e às 17h, sem excepção!!! E, acredite que, apesar de já ter casado, continuo a fazê-lo todos os dias, mas agora de outro lado, na Alemanha.
Casei em outubro de 2014 mas continuo a manter contacto com alguns fornecedores e a seguir o trabalho de todos e, depois de me terem perguntado “mas porquê que o teu casamento nunca saiu no SB?”, decidi escrever este mail.

Contudo, julgo que dada a qualidade do trabalho dos “meus” fornecedores, este mail é mais do que obrigatório… mesmo passado todo este tempo!
Antes de mais há que notar que todos os “meus” fornecedores foram escolhidos através do SB, uns directamente da lista de fornecedores, outros de forma indirecta, por recomendação de quem já não tinha agenda. Por isso, como pode imaginar o SB  teve uma importância fundamental no meu casamento!

 

 

 

 

Não escolhi nenhum pacote (falo na 1.ª pessoa porque o Filipe estava a viver na Alemanha e eu tive a difícil tarefa de pesquisar tudo), preferi partir de ideias minhas e contratar quase todos os serviços à parte da quinta!! Detesto ideias “empacotadas”!

Este foi o ponto de partida, e como já conhecia o trabalho, diga-se absolutamente maravilhoso, da Ana Jordão, da Pinga Amor, e a perfeição da Francisca Neves, da Cupcake, estas escolhas foram logo imediatas. Depois, vi o trabalho da Susana Almeida, do projecto “Feliz é quem diz” aqui no SB e contactei-a logo de imediato! Queria que a nossa decisão – acompanhar o Filipe na Alemanha – estivesse presente em alguns detalhes e pedi-lhe que fizesse uma ilustração com a nossa decisão. A ilustração da Susana serviu para a distribuição das mesas e foi uma ideia perfeita!!

 

 

 

 

Quando li e vi alguns testemunhos no SB sobre a importância dos votos contactei logo a Marta Ramos, a Costureira de Palavras! Mais do que acertada a decisão foi transmitir, em palavras, para as pessoas a emoção do nosso casamento.

Casámos pelo civil e a leitura dos votos veio trazer um sentimento muito especial, a sensação que o nosso passo passou para os convidados!!
Por serem um marco tão importante no nosso dia, mal vi o trabalho da Levado à letra publicado também aqui, pedi logo à Ana Pinto que lhe desse o tratamento que mereciam. Estão agora escritos numa bonita caligrafia e emoldurados. Ofereci-os  ao Filipe quando fizemos 1 ano de casados!

Para os convites, sempre soube o que queria. Desenhei um rabisco que partia de um ramo de oliveira e de uma frase de José Saramago, “sempre chegamos ao lugar onde nos esperam” e depois, a Teresa Montenegro, da Diferente, fê-los a preceito, clássicos, bonitos e cheios de pormenores,  fechados com um fio rosa unido por um sinete.

 

 

 

 

 

Depois, a Célia Fernandes, do Caderno de Recortes (adoro o trabalho desta senhora!!!), fez um bonito recorte para colocar na mesa da cerimónia. Quando os fornecedores são bons, não precisamos de estar a especificar o quer que seja, basta dizer a ideia e a minha ideia era apenas e tão somente que o recorte tivesse de alguma forma um ramo de oliveira. Ficou perfeito e hoje está na nossa sala!
A música ficou a cargo dos Acoustic Lounge Musics ou não fossemos nós bons ouvintes de jazz! Contratámos este serviço para acompanhar toda a refeição  e posso garantir que valeu todo o dinheiro! As pessoas gostaram, podiam falar calmamente e isso trouxe tranquilidade ao dia.

Como fotografo escolhi o André Castanheira, da ARC Fotografia. Já conhecia o trabalho dele através do SB e foi fácil a escolha. Registou o dia na perfeição, tal como esperava.
A querida Sílvia Pontes fez o caderno de mensagens e o álbum. Esta escolha era obrigatória depois do que vi aqui!!! No Natal, pedi-lhe ainda que fizesse os mini-álbuns para oferecer a algumas pessoas especiais com as nossas fotografias de casamento.

 

 

 

 

 

 

 

Casámos na Sertã, a cerca de 80 km do local onde vivíamos, porque várias foram as vezes que fomos até lá de propósito só para jantar.  E porque uma cerimónia civil pode e deve ser especial, optámos pelo Convento da Sertã Hotel, e a cerimónia foi na antiga capela do próprio convento: foi especial, mágico!!

Este foi um dia mais do que especial, foi cheio de pequenas coisas que o tornaram inesquecível. Fomos nós do princípio ao fim: simples, mas bonito!

 

 

 

 

 

Tudo isto graças ao Simplesmente Branco e aos “meus” fornecedores, em quem confiei a 100%.

Casei a um sábado, trabalhei até quarta e na quinta-feira imediatamente a seguir ao casamento fiz o exame da agregação na Ordem. Foi uma nervoseira? Não, graças a eles, no dia do casamento até adormeci… cheguei meia hora atrasada à cabeleireira.!

A mensagem que quero passar é apenas e tão somente a importância de ter bons fornecedores.
Em Portugal, talvez graças ao Simplesmente Branco, as coisas foram mudando um pouco nos últimos anos. Contudo, ainda há muito a ideia de comprar os serviços todos empacotados… e depois há ainda (e infelizmente) a ideia de que só o vestido de noiva é importante. Estas ideias deixam-me absolutamente transtornada!

 

 

 

 

 

 

O dia quer-se simples e verdadeiro mas, ao mesmo tempo, bonito e  cheio de sentimento, e isso só se consegue com bons fornecedores, quando o trabalho de um não apaga o trabalho do outro,  pelo contrário,  complementam-se na perfeição e tornam o dia absolutamente único. De que adianta, por exemplo, ter um vestido bonito se não tenho um bom fotógrafo?  Ou ter um espaço bonito sem decoração. É que, decoração do espaço não é colocar apenas umas flores nas mesas… é criar uma harmonia, é trazer bem-estar, é convidar as pessoas a entrarem e a ficar.

 

 

 

 

 

Para terminar, uma das coisas que constatei foi que pessoas com um trabalho “amador” pedem o mesmo valor,  ou mais, que verdadeiros fornecedores, o que é absolutamente desconcertante. Quando me apercebi disso, olhei apenas para os fornecedores do Simplesmente Branco.”

 

Bom, admito que pareça quase um post patrocinado, mas não é. É genuíno e feliz, e comprova que o trabalho que fazemos todos os dias, os sins e os nãos que damos de resposta a quem nos contacta, as ideias que partilhamos e defendemos, os fornecedores que recomendamos e o amor que partilhamos de forma dedicada e generosa, tem fruto e multiplica-se, é contagioso.

Aos queridos Luisa + Filipe, um abraço luminoso e feliz. Aos fornecedores fantásticos, um brinde: juntos, somos melhores e fazemo-nos – mutuamente – bem.

Esta é uma bonita viagem e é um prazer fazê-la na vossa companhia!

 

Mónica Aragão

Se eu me casasse… por Anna Westerlund

Estudou publicidade e viajou pelo mundo fora enquanto modelo, mas foi a cerâmica que falou mais alto e é desde o ano de 2009 que nos podemos deliciar com as peças maravilhosas da Anna Westerlund. Com o quarto filho a caminho, o cenário “se eu me casasse” da Anna só podia ser uma festa em família!

 


 

Nunca fui miúda de sonhar com o dia do meu casamento. Mas a ideia ganhou sentido, não no início da nossa relação (que faz este ano 15 anos), mas agora, mais recentemente. Isto porque sempre falámos que se um dia casássemos, os nossos filhos teriam de ter idade suficiente para também se lembrarem desse dia para sempre. Percebo agora porque ainda não o fizemos, estou grávida de 5 meses (uma gravidez não planeada), ou seja, não sabíamos que ainda faltava um convidado muito importante. Agora temos de esperar que a Clara seja mais crescida para que também ela possa participar e para sempre recordar esse dia.

 

Nada disto impede que não tenha já imaginado os detalhes, por isso, se eu um dia me casar será mais ou menos assim: imagino um vestido boho, romântico e muito sexy, uma combinação improvável mas possível! Gosto da ideia de rendas, de um estilo boho e adoro o estilo romântico da Laure de Sagazan (que tem ponto de venda em Portugal). O melhor era fazer dois dias de festa para poder usar dois vestidos! E até era menina para usar um acessório mais extravagante na cabeça (como este com penas)!

 

A maquilhagem teria de ser subtil mas sexy também (para um casamento acho que estou a usar demasiadas vezes a palavra sexy) – talvez um eyeliner simples e um pouco de cor na boca e um ligeiro bronze em todo o lado. Escolheria a Cristina Gomes (the best!) ou a Inês Varandas (the sweetest!) ou a Sónia Pessoa (the coolest!), assim teria a certeza de que iria ficar linda. Ponto muito importante: a noiva tem de se sentir linda… e confiar na maquilhadora e no cabeleireiro parece-me fundamental! Para os cabelos, o que gosto mesmo é daquele ar de quem acordou, não se penteou e foi mesmo assim, natural, um bocadinho selvagem e messy. Para conseguir isso, nada melhor do que o Ângelo (the best, the sweetest and the coolest!) do 244 Avenida.

 

Os sapatos teriam de ser divertidos, muito confortáveis e de preferência que dessem para usar depois em muitas e variadas ocasiões – umas clogs douradas das Hasbeens, sandálias vermelhas altas com franjas ou com purpurinas da Miu Miu.

 

Aproveitava para investir em várias peças da Juliana Bezerra, adoro as mãos carregadas de anéis! E acho que era lindo eu e as minhas três filhas irmos todas com um fio simples igual. Com um coração como o da Omnia em representação do amor. Para os rapazes não ficarem tristes, fazíamos os três uma tatuagem temporária que fosse gira (talvez escrever em cada um de nós um pedaço de uma frase bonita…).

 

Uma coisa é certa, não me imagino nada a casar num ambiente formal, cheio de obrigações de fotos aqui, ali e mais não sei quantas coisas que supostamente fazem parte. Seria sempre uma festa muito descontraída, de partilha do nosso amor, com as pessoas importantes da nossa vida.

 

Adorava que fosse num ambiente mais campestre, numa vinha, com terra nos pés (as senhoras dos saltos altos iam adorar!). Deixava os pormenores a cargo da De Alma e Coração, que têm a capacidade de trazer muita magia para qualquer evento. O bolo podia ser a sobremesa e teria não só de ser delicioso, mas já agora lindo, e aí confio totalmente no maravilhoso trabalho da Migalha Doce.

 

Teria de ser à noite, pois adorava ter luzinhas e velas por todo o lado, por isso, serviríamos um jantar também este divertido e muito descontraído. Talvez uns hambúrgueres gourmet ou uns tacos tailandeses, qualquer coisa deliciosa (o Sebastião teria uma boa ideia com certeza), que se pudesse até comer com as mãos porque, acompanhada de mini garrafas de champanhe, qualquer comida fica bem!

 

Vendo as ideias assim, de forma organizada, dá mesmo vontade! A Clara que se despache a crescer, senão vai chegar atrasada ao casamento…