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Susana Pinto

Casamento rústico em Alenquer: Margarida + Joaquim

Esta semana trazemos o casamento rústico da Margarida + Joaquim, em Alenquer, uma festa clássica e impecável fotografada pela Matilde Alçada e com video de Live Wedding Video.

O caminho até aqui foi feito de muitos detalhes e muito foco, desde, literalmente, o primeiro minuto, como vão ver, já que a Margarida nos conta detalhadamente como foram os preparativos.

Reparem no fiel companheiro, que também participou na festa e na abertura da pista com as damas de honor: que maneira bonita de celebrar a amizade!

Vamos a isto?

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

Quando o Joaquim me pediu em casamento, no próprio dia, comecei a enviar e-mails para quintas e hóteis para saber datas disponíveis, orçamentos, etc. Não tinha ideia de nada em concreto, sabia que queria primeiro assegurar os “básicos” e depois tratar dos pormenores. Tendo alguma experiência em organização de eventos, sabia que a data e o local eram o ponto de partida para qualquer outra coisa. Assim, foram 2 semanas de muitos e-mails, de muitos “nãos”, porque em Outubro a maior parte das quintas já não tinha sábados disponíveis para a altura do ano em que queríamos. Visitámos cerca de 10 locais, e no dia em que visitámos a Quinta de São Gonçalo ficámos apaixonados com o espaço, com a disponibilidade com que nos receberam, mas sobretudo com a confiança que nos transmitiram. No entanto, o último sábado disponível tinha acabado de ser marcado, e foi aí que decidimos que seria uma sexta-feira, dia 25 que é um número com significado para os dois, pois foi o dia em que começámos a namorar, e até aí acho que nunca conseguimos bem imaginar como seria o dia. Depois de confirmarmos o espaço, fomos logo à Basílica de Meca, onde foi a cerimónia, para marcarmos o dia e, aí sim, acho que foi o momento em que percebemos os dois “ok, vamos mesmo casar” e que conseguimos pela primeira vez imaginar! Lembro-me de olhar para o Joaquim à saída da igreja e de lhe dizer “vai ser aqui!!!” e de ele olhar para mim e se rir! A sensação de estar na igreja a marcar o dia penso que foi a que nos marcou mais, porque de repente tínhamos o dia e os locais fechados, e apenas a partir daí começámos a imaginar como seria.

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?

Para o passo do casamento estávamos os dois preparados, já vivíamos juntos, por isso, estávamos muito calmos e serenos com a nossa decisão. Os nervos vieram, claro, mas porque tínhamos visões diferentes do dia, da organização e dos pormenores necessários para que tudo corresse como imaginávamos. Somos os dois muito perfeccionistas e não queríamos, como qualquer pessoa, que nada falhasse. O Joaquim achava que muitos pormenores podiam correr mal, eu achava que poucos pormenores não tinham nada a ver connosco. No final, chegámos a um consenso, em que o resultado final foi o que os dois tínhamos imaginado.

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?

Eu sou muito perfeccionista e (tenho o defeito) de reparar muito em detalhes. Perdi imenso tempo a ver vídeos de casamentos, a pesquisar centros de mesa, temas, decorações, etc. Por isso, na verdade, só senti o “é mesmo isto” no dia antes, quando fomos à quinta e estava tudo montado para o nosso casamento e lembro-me de entrar na sala e pensar exatamente “é mesmo isto”! Com o Joaquim foi a mesma coisa, acho que até aquele momento ele não sabia muito bem o que imaginar, como é normal nos homens. Por isso, acima de tudo, durante todo o processo, uma das minhas preocupações foi que o Joaquim se identificasse também com todas as escolhas, que por vezes os maridos ficam um pouco de fora, mas ele não, foi parte de tudo e dei-lhe tudo a escolher para que tal pudesse acontecer. Claro que, escusado será dizer, que ele estava já um pouco “farto” do tema, mas no dia ficou radiante e deu-me os parabéns.

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?

Bem, na verdade, ao longo dos 11 meses de preparativos, existiram várias ideias… Todas à volta do mesmo estilo. Sabíamos que queríamos algo clássico, sóbrio e com elegância. Acho que essas 3 premissas foram cumpridas e o resultado ficou muito bonito e recebeu muitos elogios, o que nos deixou muito felizes. Acima de tudo, queríamos uma festa que fosse intemporal.

Quanto à ajuda, fiz tudo sozinha. Tive apenas ajuda para fazer os convites e, a partir daí, arranjei um programa online onde fiz as artes-finais de todas as peças e defini a decoração com a quinta.

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

O que era fundamental para vocês? E sem importância?

Para nós existiram sempre 2 pontos fundamentais. O primeiro, era que a cerimónia na igreja fosse bonita, completa, mas sem ser muito demorada. Para tal preparámos com muito cuidado toda a cerimónia e, um ponto que fez toda a diferença, contratámos a fantástica Ana Brissos, que tem uma voz que não existem palavras para descrever. Lembro-me de passarmos uma noite inteira em casa dos meus pais a escolhermos o reportório, porque para nós, esse ponto era mesmo muito importante. Quanto à missa estávamos “descansados” pois quem nos casou foi um padre amigo da família do Joaquim e de quem já conhecíamos o registo e com o qual nos identificávamos.

O segundo ponto era que a comida e bebida fossem boass e em quantidade suficiente para todos os convidados. Para esse ponto, procurámos feedback sobre a quinta e mesmo amigos que já lá tinham ido e todos eram unânimes, excelente serviço. No dia, foi igual!

Sem importância não havia assim nada de que me lembre. Tentámos prestar atenção a tudo, mas chega a um ponto na preparação que existem pormenores que deixamos cair e acho que esses são os pontos sem importância.

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

O mais difícil foi sem dúvida a fase inicial, encontrar os “básicos”, nomeadamente ajustar a escolha do local com datas. Sabíamos que não queríamos catering nem tenda e que tinha que ser em Agosto. A partir daí, tivemos alguma dificuldade em conciliar a disponibilidade dos espaços com os nossos requisitos e foi quando decidimos que seria a uma sexta-feira, essa também uma decisão difícil.

O mais fácil foi, sem dúvida, escolher a Matilde Alçada para fotógrafa do nosso casamento. Conhecíamos o trabalho dela de um casamento de uns amigos nossos e, lembro-me de estarmos a ver o álbum deles e comentarmos “um dia tem que que ser ela a fazer o nosso casamento!”, e assim foi.

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

O pico sentimental foi, sem dúvida, a entrada na igreja. Lembro-me da minha mãe me vir dar um abraço ao carro antes de entrar e do meu pai me dar um beijinho na testa imediatamente antes de abrirem a porta e de entrarmos. Quando abriram a porta, lembro-me de ouvir a Avé Maria de Schubert, de ver toda a gente a olhar para mim e, ao fundo, lá estava o Joaquim, lindo de morrer! Só me apetecia chegar ao altar o mais rapidamente possível e abraçá-lo! Ficámos os dois a olhar um para o outro até meio da passadeira, mas no mesmo momento, virámos os dois a cara para o lado para não começarmos a chorar, e conseguimos!

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

E o pico de diversão?

O pico de diversão foi, sem dúvida, a entrada na sala de jantar com as nossas madrinhas! Tivemos um vídeo nosso com imagens de uma sessão que fizemos com a Matilde, antes do casamento, que antecederam a entrada e depois entrámos com foguetes e balões com as nossas iniciais. Estava tudo escuro e quando entrámos acenderam a pista de LED’s, que fez um efeito muito giro e que ficará nas nossas memórias para sempre.

 

Um pormenor especial…

Quem nos entregou as alianças foi o nosso sobrinho Francisco, com apenas 2 meses. Foi um momento que teve muito significado e uma forma de ele estar já muito presente apesar de ser tão pequenino.

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?

Não, nada. O dia foi único, nosso e muito muito especial. Só gostávamos de o poder reviver outra vez!

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…

Aproveitem bem os meses que antecedem o casamento. Divirtam-se com a preparação, porque apesar de dar imenso trabalho (na verdade, mais no último mês) depois é uma fase que deixa saudades! E, apesar dos homens não gostarem dos pormenores que nós teimamos em ter, não os deixem de fora, porque o dia é dos dois.

No dia do casamento, aproveitem bem a manhã, porque depois a partir do momento do inicio da cerimónia passa tudo a correr e, quando damos conta, já nos estamos a despedir das pessoas.

 

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e materiais gráficos: feitos pela noiva, com ajuda de uma amiga nos convites;

local, catering e bolo dos noivos: Quinta de São Gonçalo;

fato do noivo e acessórios: fraque Dielmar; camisa Hackett London, botões de punho: Montblanc; sapatos Sebago e relógio Smart Watch Fossil;

vestido de noiva e sapatos: vestido de noiva Rosa Clará, sapatos Gio Rodrigues e toucado Franc Sarabia;

maquilhagem: Susana Reimão, MAC;

cabelos: Ana Paula Roseiro, Sanjam Oeiras;

bouquet: Graça O’Neill;

ofertas aos convidados: Não oferecemos nada físico aos convidados, optámos por fazer uma doação no valor de 2€ por convidado, à União Zoófila;

fotografia: Matilde Alçada, acompanhada por Sofia Oliveira, LineWithLine;

vídeo: Live Wedding Video;

luzes, som e Dj: MCEventos.

 

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Marta Ramos

I coffee you, por Pedro Taborda

A Filipa e o João vão casar no dia 21 de Outubro e escolheram Pedro Taborda Fotografia para registar o grande dia. Entretanto, já fotografaram a sessão de solteiros, que decorreu num cenário muito especial para a história do casal: o Starbucks. Escolheram a loja de Belém e contam-nos que apenas tiveram de agendar com a Direcção de Marketing o dia e a hora. A loja manteve-se aberta ao público, mas escolheram um horário de pouco movimento.

E porquê ali? «Vivemos na Amadora e conhecemo-nos em Lisboa, num convívio de amigos. E posso dizer que foi amor à primeira vista! O Starbucks surgiu nas nossas vidas como o lugar de eleição para namorar, conversar, rir, descansar… Enfim, o nosso cantinho onde sabíamos que iríamos saborear de um excelente cappuccino mas ao mesmo tempo apreciar a companhia um do outro no final de um dia de trabalho.»

E foi então que chegou o dia do pedido – que aconteceu… no Starbucks, claro. «Eram dois cappuccinos, mas um deles trazia lá dentro apenas o anel e na parte de fora o pedido de casamento. Estava muito giro! Nós recriámos essa situação na sessão de solteiros.»

Fomos fotografados pelo Pedro Taborda e podemos dizer que a sessão não podia ter corrido melhor! O resultado final superou as nossas expectativas!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As e-sessions são, de facto, um factor importante no processo de escolha dos fotógrafos do vosso casamento. Mesmo que já tenham decidido, não saltem essa parte. Para além de serem memórias acrescida, é uma oportunidade de ouro para interagirem com os profissionais que estarão encarregues de registar o dia do vosso casamento. Ganha-se à vontade e descontracção, que serão essenciais no grande dia; afinam-se vontades e expectativas; e, de repente, já vocês tratam as câmaras por tu e já elas vos conhecem de cor, de modo que tudo flui com muito mais naturalidade.

Vejam também outros trabalhos do Pedro Taborda já aqui publicados e falem com ele: o fotógrafo e a sua equipa querem muito surpreender-vos.

Marta Ramos

Damos as boas-vindas: A Pajarita!

As boas-vindas de hoje são dadas à Alexandra Barbosa e à Pajarita!

 

Pajarita é uma palavra espanhola que define origami em forma de pequeno pássaro, gravata borboleta ou a planta Linaria Vulgaris. Uma palavra tão versátil como a equipa d’A Pajarita, composta por diversas mãos talentosas que ajudam Alexandra Barbosa a criar convites de casamento e restante estacionário, bem como a decoração e todos os outros detalhes para o vosso dia. A Alexandra é formada em Arte e fascinada pela perfeição, e começa sempre todos os seus projectos do zero, longe da estandardização e à imagem de quem comemora o que de mais belo a vida tem.

«Conte-nos o seu desejo. Da sua história cresce o amor que nos inspira.»

A Alexandra escolheu trabalhar nesta área porque considera que o mais importante é sermos e fazermos felizes quem nos rodeia: «Quando dava aulas de artes plásticas e criava peças personalizadas no atelier onde trabalhava, teve o prazer de conhecer uma noiva que acabei por ajudar ao criar detalhes que ela idealizava e não tinha encontrado.
Foi nesse momento que percebi que, por mais fascinante e gratificante que fosse o processo criativo, em nada se comparava à felicidade que podia gerar.»

Orgulha-se muito de realizar sonhos e desenhar dias únicos com base nas premissas com as quais trabalha diariamente: honestidade, qualidade, exigência e criatividade. Propondo para cada momento um projecto novo, longe da estandardização e à imagem de quem a consulta.

De onde vem a inspiração de Alexandra Barbosa? «Do amor que une os “meus” noivos, o brilho no olhar quando me contam como se conheceram, o entusiasmo vibrante com que idealizam o seu grande dia, um gesto de ternura e cumplicidade… O amor é vivido de diferentes formas e é essa diversidade que o torna tão inspirador e que me inspira.»

 

 

 

 

 

Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado d’A Pajarita para ficarem a conhecer melhor a Alexandra e o seu trabalho.

 

Alexandra, bem-vinda ao Simplesmente Branco!

Susana Pinto

À conversa com: Histórias com Alma – espaço para casamentos

Hoje sento-me à conversa com a Ana Freitas, que está à frente do belíssimo projecto Histórias com Alma, um espaço para casamentos muito especial, em Ponte de Lima. Ontem mostrámos aqui um pequeno e muito elegante exercício de estilo, e hoje falamos sobre tendências, escolhas e como fazer crescer um negócio.

Conheci a Ana Freitas e o Francisco Sousa quando o seu projecto Um dia de sonho estava a ganhar consistência, no nosso showcase  You+Us=Fun!, no Clube dos Fenianos, em 2012, no Porto. Apresentaram-se de forma impecável, mesmo sendo marinheiros de primeira viagem neste tipo de evento. Quando me contaram sobre a nova aventura da Casa Grande do Fontão, e mais tarde, me proporcionaram uma visita guiada, um dia muito bem passado e um delicioso jantar, não me restaram dúvidas de que seria um sucesso. Apenas desconhecia, certamente por falta de oportunidade, o talento e gosto apuradíssmo da Ana, para a decoração. Esta foi uma aventura que exigiu coragem, maturidade e golpe de asa. Isso não só é admirável, como comprova a qualidade e o profissionalismo deste dynamic duo!

Vamos conhecê-los e ao magnífico espaço para casamentos que é a Casa Grande do Fontão!

 

Histórias com Alma - espaço para casamentos em Ponte de Lima

 

Histórias com Alma - espaço para casamentos em Ponte de Lima

 

Histórias com Alma - espaço para casamentos em Ponte de Lima

 

Vieste da Engenharia, tens um pé (muito bem assente) na fotografia e estás à frente deste projecto ambicioso e de imensa qualidade que é o espaço Histórias com Alma.

O que te trouxe até aqui?

Provavelmente são poucas as pessoas que conhecem o caminho que percorri até aqui. Licenciada em Engenharia Metalúrgica e de Materiais, rapidamente percebi que o meu percurso profissional não passaria por polir amostras de aço e fazer testes de laboratório. Desde os tempos da universidade que já pegava nas ainda rudimentares máquinas e lentes que tinha e transportava momentos (alguns bem loucos e intensos!) para fotografias com um toque clássico e elegante. Via amigos a fotografar prédios, o metro, as pontes, ruas sujas, o pôr-do-sol e lugares da cidade (o Porto que me acolheu de braços abertos) e a sentirem-se realizados com a chamada “fotografia de rua”… mas eu nunca me senti atraída por isso. Desde sempre que gosto de fotografar coisas bonitas de forma bonita.

Depois, vivendo com o Francisco e caminhando lado a lado com ele, correria sempre o risco de, num piscar de olhos, estar envolvida em projectos maiores que a nossa pequena dimensão… Nasce assim a Um Dia de Sonho, quase sem darmos por isso. Começou por fazer parte da nossa vida e, lentamente (mas a passos largos), começou a ser a nossa vida e um projecto para o qual vivemos intensamente.

Mais tarde cresce a parceria com o Simplesmente Branco, e sentimos um reconhecimento forte da nossa marca e do nosso estilo de fotografar e filmar. Decidi começar então uma nova abordagem com os clientes que nos visitavam cá em casa e a ser muito exigente com eles. Não basta “está na hora de casar” porque queremos viver juntos, “viemos cá porque vocês são os fotógrafos da moda”, mas olhem que nós “nem gostamos nada de ser fotografados”! Vamos ter um casamento “intimista com 300 convidados” e a quinta “é bonitinha, toda moderna e fica pertinho de casa”. Decidi barrar completamente esse cliente e focar-me ativamente na procura de casais verdadeiramente apaixonados e apaixonantes. Começámos, então, a contar histórias.

Comecei a fazer menos casamentos e a ter mais tempo para mim. Investi em mim. E com isso passas a abrir mais vezes a porta da tua casa para receber os teus amigos. Apaixonas-te pela arte de bem receber. Gostas da sensação e do friozinho na barriga de “estarem quase, quase, a chegar” e a mesa ainda não está como idealizaste para aquela noite. “Põe aquele álbum da Maria Rita fantástico que me mostraste na outra noite, Francisco!”. Gostas do “Oh Ana, não temos pratos marcadores brancos para toda a gente… e agora?”…

Quem me segue no Instagram sabe que adoro cozinhar com alma, que adoro receber com alma. Sabe que transporto a cozinha para ambientes impecavelmente bem decorados e acolhedores. E assim surge a Histórias com Alma.

 

A imagem de marca da Histórias com Alma é, na minha opinião, um estilo rústico, elegante, muito contemporâneo, e minimalista. Concordas com esta definição?

É agradavelmente estranho ter uma percepção real sobre a forma como vês o meu trabalho. Contemporâneo e simples – sem dúvida.

Tento abordar cada evento e cada disciplina da Histórias com Alma (planeamento, decoração, estacionário e flores) de forma elegante e minimalista. “Menos é mais” (sempre me disseste isso) e já nos conhecemos há uns bons anos!

Talvez esta definição e abordagem nos defina a nós (Ana Freitas e Francisco Sousa) enquanto pessoas. Talvez esta definição personifique os nossos gostos pessoais. Talvez esta definição vá ao encontro dos clientes que nos procuram. Talvez.

 

Esta assinatura faz parte do ADN do espaço, ou é algo que escolheste como tendência e tema para este ano? Porquê?

Na verdade, intrínseco à marca Histórias com Alma está também a Casa Grande de Fontão que é um espaço com um solar limiano histórico que tem uma energia mágica muito própria, com raízes rústicas muito fortes. Este é o ADN do espaço que muito nos agrada mas que, ao mesmo tempo, nos permite multiplicar fórmulas e interpretações para os vários eventos de cada ano.

É muito bom ter um espaço com a personalidade da Casa Grande do Fontão. É muito gratificante sentir que os nossos clientes respeitam a história do solar (e as suas características) e a incorporam na forma como vão abordar o seu dia de casamento.

Todos os eventos que crio partem de uma parceria muito forte entre mim e o cliente. Eu limito-me a editar cada decisão que o cliente tem de tomar. Nunca permito que as ideias resvalem por falta de bom gosto e/ou exagero. Edito, edito e edito. Instruo e abro portas para visões que talvez o cliente nunca tenha pensado ou sequer saiba que existem. Edito e edito tudo mais umas quantas vezes, e apresento soluções para que o cliente se apaixone e fique confortável.

E, por vezes, tenho a sorte de trabalhar com clientes que me editam a mim! Há noivas com um sentido estético e conhecimento do mercado muito bons!

As tendências, na minha opinião, nascem das parcerias. Nascem da discussão. Nascem do erro. Nascem do fazer.

 

Histórias com Alma - espaço para casamentos em Ponte de Lima

 

Histórias com Alma - espaço para casamentos em Ponte de Lima
Histórias com Alma - espaço para casamentos em Ponte de Lima

 

As tendências da estação… são um assunto de trabalho ou apenas fait divers?

Eu diria que quando são um assunto de trabalho, é bom sinal.

Tenho notado uma forma de abordagem um tanto facilitista – se é que a expressão existe – em algumas pessoas que me contactam e pedem preços para um bouquet igual ao que fiz para a noiva do blog A ou que me ligam para perguntar (simplesmente) qual a marca de sapatos da noiva da publicação B… e, já agora, quem é que a penteou? Não é que não fique feliz quando isso me acontece – uma vez que isso reflete o impacto que a marca tem nas pessoas que a seguem – mas, por outro lado, fico sem entender e sem base para interpretar correctamente aquela pessoa em termos de gosto e linhas de raciocínio. Não tem de ser assim e não tem de ser sempre igual. Tem de ser pensado por vocês e para vocês.

Inspirem-se nas tendências trendy (yes, please!) mas … e porque não nos clássicos também?

Dediquem o vosso tempo aos detalhes. Dediquem tempo à preparação do vosso evento. Sejam criativos e opinativos. Não sejam controladores. Nós, autores e criadores, precisamos de espaço e de liberdade criativa (controlada, claro que sim).

 

Ter o controlo das decisões é importante? Tens uma perspectiva perfeccionista e específica sobre o resultado e a forma como queres que o teu espaço e trabalho sejam mostrados e vividos ou é o prazer discutir ideias, de criar e acompanhar o processo, que te interessa mais na relação com cada projecto, cada cliente?

Sinto-me dividida. É importantíssimo assumir o controlo criativo dos projectos e dos eventos que crio. Por outro lado, é crucial auscultar os meus clientes e tentar entender quais as suas raízes, ideias, expectativas. Quais os seus sonhos… Tento ir ao encontro das expectativas deles mantendo, sempre, a minha identidade.

No entanto, não nego, que existe uma pressão “media” muito alta para publicar apenas aquilo com o que mais me identifico e com o que mais gosto. Se publicas o que gostas e o que te enche o coração vais atrair clientes que te apreciam por esse trabalho. Gosto de trabalhar as redes sociais dessa forma.

No que concerne à relação de proximidade com cada cliente… Aí tenho de dar destaque ao Francisco. Ele é muito querido com os clientes das Histórias com Alma. É super dedicado e sabe gerir muito bem todos os passos desde o planeamento até à concretização do evento em si. É o Francisco, na maioria dos casos, que acompanha os nossos clientes. Eu reservo-me para a parte criativa e prática; cabe-me a mim concretizar o que os clientes idealizam com o Francisco. Esta parceria e estratégia tem resultado muito, muito bem.

Nota: confesso que tenho tido umas quantas clientes que opto por “roubar carinhosamente” ao Francisco. O motivo? sei que o planning me vai dar muito prazer!

 

Onde buscas inspiração para cada nova temporada de trabalho?

Hummm… não existe um local, fórmula ou fonte únicas.

Em primeiro lugar inspiro-me nos próprios eventos em que tenho a sorte de participar. Enquanto fotógrafa da Um Dia de Sonho, tenho a felicidade de participar (activamente) em eventos lindíssimos e muito especiais onde posso (e devo) absorver  ideias, aprender técnicas, abordagens e linguagens de outras equipas e de outros autores e criadores de eventos.

Tenho a sorte de manter relações muito próximas de respeito e amizade (e até parceria) com equipas fantásticas que organizam eventos lindíssimos em Portugal. Duas delas a norte e com abordagens bastante similares às minhas – mas com clientes diferentes, claro. Mas é fantástico ter esse privilégio e sentir que consegui um lugar de respeito entre os melhores. Muitas das vezes, é junto eles que me inspiro. E, por vezes, sei que eles também se inspiram em mim…. (mas isso fica cá entre nós!).

Depois, a inspiração chega através das viagens que faço, do instagram, das lojas onde compro roupa, da moda (em si), dos filmes que o Francisco me obriga a ver, de uma ida ao Ikea, de uma noitada de copos com os meus amigos, de um concerto gratuito, de um jantar num restaurante, de uma youtube battle

Nota: não seria intelectualmente correcto da minha parte se não dissesse que a própria industria dita as tendências de cada temporada. Isso acontece imenso com o mobiliário. É difícil contornar as lojas comuns. Tal como na música, temos de fazer dig in de fórmulas e soluções alternativas.

 

Eu crio e conto histórias com alma. Crio infinitos detalhes que se alinham – todos – apenas no momento certo. São esses infinitos detalhes que me ocupam infinitas horas de trabalho e culminam com um sorriso exclamativo de uma noiva e de um noivo. É essa a melhor parte de decorar um casamento. A reação do cliente à decoração, ao detalhe, às flores, à dinâmica, à surpresa, à sala… É aquela lágrima que teima em cair e abraça o sorriso. É a troca das horas de trabalho pelo “uauu!” do cliente.

 

E nos momentos de fadiga criativa, como refrescas a mente e o olhar?

A fadiga criativa, no meu caso, está irremediavelmente associada à fadiga muscular e física uma vez que sou eu que faço todos os trabalhos que adjudicam à Histórias com Alma e uma vez que a minha equipa é reservada a um número muito restrito de colaboradores.

A solução passa sempre por procurar um hotel boutique irresistível num local mágico (longe ou perto de casa) e comunicar ao Francisco dois dias antes que está tudo reservado. Ele trata – unicamente – da banda sonora para a viagem. O resto fica tudo ao meu encargo e critério.

Um pecado: não consigo – e já tentei por múltiplas vezes – desconectar do universo das redes sociais. É mais forte do que eu. E, por norma, surge sempre um enorme buzz à volta dos locais que escolho para repor as energias. Bom sinal, certo?

 

Como é o teu processo de trabalho, como crias uma ligação com os vossos clientes?

Os processos Histórias com Alma e Um Dia de Sonho são bastante similares nesse aspecto. É muito raro termos um cliente que não se sinta nosso cliente desde o primeiro segundo. Desde o momento em que abrimos o portão verde do solar em Fontão, sentimos que essa ligação acontece.

Depois, e o mais complexo, é reforçar essa mesma ligação. Os clientes são muito precoces no que concerne à procura de espaços e fornecedores para o seu casamento. E isso faz com que exista um gap de um ano (muitas vezes mais) de “não ligação” ao cliente. A nossa estratégia para colmatar esse intervalo, é a comunicação. Eu desenvolvo os estilos e o grafismo das nossas comunicações com os clientes e o Francisco trata da comunicação directa e personalizada com cada cliente. Ele é fantástico nessa área.

Nota: tenho notado que existe um défice muito grande na comunicação com os clientes que abraça, de forma transversal, o mercado dos casamentos. Todos os meus clientes ficam absolutamente rendidos com a forma como comunico com eles. É algo raro e precioso hoje em dia.

 

Qual é a melhor parte de decorar um casamento? E o mais desafiante e difícil?

Eu crio e conto histórias com alma. Crio infinitos detalhes que se alinham – todos – apenas no momento certo. São esses infinitos detalhes que me ocupam infinitas horas de trabalho e culminam com um sorriso exclamativo de uma noiva e de um noivo. É essa a melhor parte de decorar um casamento. A reação do cliente à decoração, ao detalhe, às flores, à dinâmica, à surpresa, à sala… É aquela lágrima que teima em cair e abraça o sorriso. É a troca das horas de trabalho pelo “uauu!” do cliente.

É a forma carinhosa (ou eufórica) como sou recebida quando desvendo um bouquet meu para a cliente.

Essa é a melhor parte.

É o beijinho sentido da mãe e do pai da noiva.

É o beijinho da noiva e o abraço do noivo ao Francisco quando ele lhes mostra a decoração da sala.

É veres o teu trabalho todo ser elogiado em breves segundos. Mas cada segundo vale a pena.

O mais desafiante e difícil é a personalização. Quando atinges um nível de personalização como o que atingi com a Histórias com Alma corres o risco de verificar situações em que te exigem tudo como um dado adquirido.

 

 

Histórias com Alma - espaço para casamentos em Ponte de Lima

 

Histórias com Alma - espaço para casamentos em Ponte de Lima

 

Histórias com Alma - espaço para casamentos em Ponte de Lima

 

Qual foi o casamento em que mais gostaste de trabalhar? Porquê?

Não consigo responder de forma taxativa a essa tua pergunta. Nós tivemos eventos na Histórias com Alma verdadeiramente incríveis com noivos muito queridos e que se entregaram verdadeiramente ao dia do seu casamento de forma mágica e impossível de repetir.

Tivemos casos de noivos pouco expansivos que no dia se revelaram anfitriões incansáveis, tivemos casos de noivos que construíram literalmente tudo aquilo que nos mostravam pelo Pinterest mas com uma qualidade e um bom gosto tremendo, tivemos noivos que, de tão queridos que são, nos enchem o coração e nos obrigam a dar tudo e a abdicar da nossa própria vida pessoal para os acompanhar durante todo o processo, tivemos noivos dos países mais improváveis que nos contagiaram com os seus costumes e tradições, tivemos noivos altamente urbanos que adoptaram Fontão como uma vila para todo o sempre…

Destaco também todos os eventos que fiz com a Histórias com Alma fora do nosso solar. Temos tido a oportunidade de criar alguns eventos em casas particulares e em espaços (hotéis e villas) que nos têm dado um prazer muito enorme e que seria injusto não mencionar como algo muito importante e muito prazeroso para mim.

 

Escolhe uma imagem favorita do teu portefolio e conta-nos porquê:

 

Histórias com Alma - espaço para casamentos em Ponte de Lima

 

Esta imagem reflete a dedicação que imprimo nos eventos que crio e na forma como trato cada um dos meus clientes. Encaro cada casamento como se fosse o meu.

Escolhi esta imagem porque reflete tudo aquilo que quereria para o meu casamento.

 

 

Os contactos detalhados da Histórias com Alma estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, vejam as imagens divertidas e cheias de boa disposição e contactem directamente a Ana Freitas através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

 

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Marta Ramos

Small gatherings, por Histórias com Alma

Pela hora do almoço, nada como uma mesa posta com gosto e com carinho. Hoje almoçávamos de bom grado na Casa Grande do Fontão, o espaço onde as Histórias com Alma vos recebem e contam a vossa história.

«Por cá gostamos de festas simples, pautadas por apontamentos bonitos e conjugações, por vezes, improváveis. Adoramos pegar em peças minimalistas para depois as conjugar com elementos mais rústicos e naturais.

«A simplicidade das coisas é algo tão belo… e isso chega para criar uma mesa bonita com detalhes deliciosos. Este projecto vai direitinho para a nossa lista dos preferidos. Surgiu da nossa vontade de “fazer coisas… que, muito sinceramente, é o que nos move todos os dias. Olhamos para o que preenche as nossas estantes e brincamos com cores, formas e estilos, sempre com o mesmo objectivo: o de inspirar e criar algo simples e bonito com que alguém do outro lado se vá identificar. Isto é tão a nossa cara! Casávamos assim.»

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bonito, não acham? E agora vamos a coisas práticas. Já escolheram o espaço para o vosso casamento? Não querendo causar alarme, a verdade é que nesta altura já há muitos locais, aqueles mais concorridos, com a agenda fechada – e não falo em 2018, mas sim em 2019.
Normalmente, um ano é o tempo que deverão acautelar entre a vossa escolha de espaço e a data do vosso casamento. Haverá quem estique esse intervalo, sobretudo para casar no pino do verão e num local particularmente concorrido. Por isso, se o vosso calendário é curto, uma das soluções passará por flexibilizar a data do grande dia: as sextas-feiras, os domingos, alguns feriados a meio da semana e os meses menos comuns podem significar diferenças interessantes no orçamento final e assegurar a disponibilidade do espaço dos vossos sonhos – e tudo isto é, claro, válido igualmente para os restantes fornecedores.

Na nossa romântica opinião, pensamos que existe um espaço ideal para cada evento. Sentimos, quase de todas as vezes, que quem nos vem visitar e conhecer e se emociona com as nossas Histórias com Alma é o nosso cliente e vai eleger-nos como o seu espaço. – Histórias com Alma

Depois de visitarem os espaços que elegeram durante as pesquisas, pesem prós e contras de cada um deles. Retomem o contacto com quem vos recebeu para esclarecer dúvidas e considerar outras opções que não vos tenham ocorrido durante a visita; e façam-no por telefone, que é mais produtivo e poderão trocar ideias na hora, em vez de perder tempo a trocar e-mails.

Já decidiram? Óptimo! Confirmem que tudo o que negociaram está no papel. Se se sentem confortáveis com as propostas apresentadas, acertem e assinem o contrato. Está escolhida a tela na qual o vosso dia será desenhado!

Marta Ramos

Vestidos de noiva Marylise na Vestidus Atelier

Vestidus Atelier tem já à vossa espera a colecção de vestidos de noiva Marylise 2018 – a marca irmã da Rembo Styling, que já vos mostrámos há dias.

Para a coleção Marylise, o grupo belga MRFG assumiu um estilo easy chic, desenhando vestidos a pensar em mulheres de personalidade forte mas sem receio de revelar o seu lado mais delicado no dia do casamento. Até agora, conhecíamos a linha Marylise pelo visual glamoroso e as as saias de tafetá, volumosas e rígidas. Agora, aquilo que vemos é a descida de alguns tons. Menos procura pelo impacto imediato e mais delicadeza. A nova colecção incorpora estruturas leves, novos materiais e rendas contemporâneas. E dispensa camadas, trazendo-nos vestidos mais simples e flexíveis. Diz o grupo que o essencial é que estes vestidos sejam leves e fáceis de manejar.

Mantêm-se algumas das características que já conhecíamos de outros anos, no entanto – como as mangas compridas e as costas decotadas em renda. E se o foco da coleção Marylise 2018 são os vestidos ultra femininos, isso não impede que inclua umas sofisticadas calças de smoking combinadas com uma elegante blusa de renda e, para as noivas de inverno, com um casaco de pele (falsa, claro).

Deixamos-vos com o vídeo oficial da marca e ainda uma selecção de imagens feita pela Sara.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Leiam as nossas wise words sobre a escolha do vestido de noiva, um artigo muito útil que vos ajudará a organizar todas as fases do processo e, sobretudo, a encará-las com tranquilidade!

Falem com a Sara Silva e agendem um atendimento personalizado na Vestidus Atelier. Aconselhem-se com ela sobre o vestido, claro, mas também sobre os acessórios, a roupa interior, os sapatos… Nada como uma opinião bem informada e sábia para desbloquear escolhas difíceis!

Não se esqueçam de que procura da equipa de maquilhagem e cabelo acompanham a do vestido. A antecedência é a palavra de ordem!