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Escolhi ser profissional de casamento porque...

as flores fazem parte do meu imaginário desde sempre... Quando caminhava pelo campo com a minha mãe, colhíamos pequenas flores amarelas que depois, com agulha e linha, transformávamos em coroas, colares e pulseiras. Foi também com ela que aprendi a construir flores de papel, dálias e ervilhas de cheiro, com as quais eram forradas as estruturas que decoravam as festas populares e religiosas da aldeia. Mas foi quando me mudei para França que redescobri a sua importância. A aculturação perante a prática semanal de compra de flores, como o que acontece com as frutas e os vegetais, foi imediata. E perante a imagem constante de bouquets, descomprometidamente envolvidos em papel kraft que depois são moldados por quem os leva para casa, quis aprender mais sobre elas... Sobre o seu ciclo de vida, a sua sazonalidade e as formas como podem ser manipuladas e moldadas para nos abraçarem a alma e o coração! Com o meu regresso a Portugal, achei que estava na hora de deitar as mãos à obra e construir um projecto profissional que me enchesse as medidas. Que aliasse a minha formação académica nas áreas da arquitectura e do design aos sonhos e aos sorrisos que o florescer de uma flor provoca. O Jardin d' Époque é esse mimo, que começa agora a ser plantado, a criar raízes e a florescer devagarinho... pensado de forma sustentada mas também muito ambiciosa.

Orgulho-me muito de...

Acredito que são os pormenores que contam as estórias mais bonitas e que produzem memórias inesquecíveis... E por isso, orgulho-me muito de que o Jardin d' Époque seja um projecto em que o mote são os pormenores, a proximidade e cumplicidade que pensá-los permite na relação com os meus clientes. Mais do que contribuir para a felicidade imediata, quero que o perfume da alfazema daqui a vinte anos faça a Sofia recordar o bouquet do dia do seu casamento... Que a textura do tronco de uma oliveira faça o André e a Luísa regressarem à experiência gastronómica e ao centro de mesa que decorava o primeiro jantar da lua-de-mel naquele recanto alentejano... E que a pequena Matilde, quando for crescida e colocar um adereço no cabelo, sorria sempre, ao lembrar-se de como se sentiu uma princesa com a sua coroa de flores, enquanto transportava as alianças dos tios...

Vou procurar inspiração...

O Jardin d' Époque respira coisas bonitas onde quer que elas estejam... Na organicidade e identidade de cada estação do ano... Em lugares que inexplicavelmente colocam sorrisos palermas no rosto... E em pessoas e profissionais de várias áreas, talentosos e cheios de brio!

Daqui a 5 anos vejo-me...

com um portefólio sólido e experiente, capaz de se adaptar a qualquer localização geográfica, seja ela dentro de fronteiras portuguesas ou europeias. E a ambicionar cruzar mares e a aventurar-se noutros continentes!

Jardin d’ Époque

O Jardin d’ Époque é o jardim sazonal onde Ema Mota Ramos trabalha diariamente para levar a toda a gente momentos e recordações floridas – desde o mimo pontual que alegra o dia e a casa, aos projectos mais ambiciosos que decoram os dias e as cerimónias especiais, como o vosso casamento. As flores sempre fizeram parte do imaginário de Ema, que regressou ao Porto após anos de intensa vida académica e profissional pela Europa central, cheia de saudades do mar e com vontade de abraçar um ritmo de vida mais pausado «e de respirar coisas bonitas a cada inspiração.»
Acompanhem os nossos posts sobre o trabalho do Jardin d’ Époque.

Escolhi ser profissional de casamento porque...

as flores fazem parte do meu imaginário desde sempre... Quando caminhava pelo campo com a minha mãe, colhíamos pequenas flores amarelas que depois, com agulha e linha, transformávamos em coroas, colares e pulseiras. Foi também com ela que aprendi a construir flores de papel, dálias e ervilhas de cheiro, com as quais eram forradas as estruturas que decoravam as festas populares e religiosas da aldeia. Mas foi quando me mudei para França que redescobri a sua importância. A aculturação perante a prática semanal de compra de flores, como o que acontece com as frutas e os vegetais, foi imediata. E perante a imagem constante de bouquets, descomprometidamente envolvidos em papel kraft que depois são moldados por quem os leva para casa, quis aprender mais sobre elas... Sobre o seu ciclo de vida, a sua sazonalidade e as formas como podem ser manipuladas e moldadas para nos abraçarem a alma e o coração! Com o meu regresso a Portugal, achei que estava na hora de deitar as mãos à obra e construir um projecto profissional que me enchesse as medidas. Que aliasse a minha formação académica nas áreas da arquitectura e do design aos sonhos e aos sorrisos que o florescer de uma flor provoca. O Jardin d' Époque é esse mimo, que começa agora a ser plantado, a criar raízes e a florescer devagarinho... pensado de forma sustentada mas também muito ambiciosa.

Orgulho-me muito de...

Acredito que são os pormenores que contam as estórias mais bonitas e que produzem memórias inesquecíveis... E por isso, orgulho-me muito de que o Jardin d' Époque seja um projecto em que o mote são os pormenores, a proximidade e cumplicidade que pensá-los permite na relação com os meus clientes. Mais do que contribuir para a felicidade imediata, quero que o perfume da alfazema daqui a vinte anos faça a Sofia recordar o bouquet do dia do seu casamento... Que a textura do tronco de uma oliveira faça o André e a Luísa regressarem à experiência gastronómica e ao centro de mesa que decorava o primeiro jantar da lua-de-mel naquele recanto alentejano... E que a pequena Matilde, quando for crescida e colocar um adereço no cabelo, sorria sempre, ao lembrar-se de como se sentiu uma princesa com a sua coroa de flores, enquanto transportava as alianças dos tios...

Vou procurar inspiração...

O Jardin d' Époque respira coisas bonitas onde quer que elas estejam... Na organicidade e identidade de cada estação do ano... Em lugares que inexplicavelmente colocam sorrisos palermas no rosto... E em pessoas e profissionais de várias áreas, talentosos e cheios de brio!

Daqui a 5 anos vejo-me...

com um portefólio sólido e experiente, capaz de se adaptar a qualquer localização geográfica, seja ela dentro de fronteiras portuguesas ou europeias. E a ambicionar cruzar mares e a aventurar-se noutros continentes!