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Lapela Photography

A Lapela Fotografia tem dois pontos de vista, resultantes da amizade de dois companheiros de trabalho e andanças: André e Miguel. No início, nunca pensaram em fotografar casamentos, receosos de que a responsabilidade do momento se sobrepusesse ao prazer de fotografar livremente mas, ao serem desafiados por amigos, renderam-se à evidência e nunca mais pararam. Hoje permanecem com a mesma vontade de captar as emoções e momentos de intimidade: querem que o vosso coração pare por um breve instante quando olham para uma imagem registada por eles, que mostra a beleza que reside nas relações humanas.
“A Lapela é uma forma de voyeurismo consentido do que vos vai lá dentro. Do que vos une. Do que vos move. É a decantação das emoções que vos consomem, traduzidas em fotografia”, dizem o André e o Miguel.
Acompanhem os nossos posts acerca do trabalho da Lapela Fotografia.

Escolhi ser profissional de casamento porque...

adoramos fotografar pessoas em contextos felizes. Porque o casamento é um dia cheio de emoções e momentos muito interessantes de se fotografar, que nos possibilitam registar imagens únicas, em lugares únicos e irrepetíveis. Porque cada casamento é sempre um novo desafio, que requer muita criatividade e concentração, trabalhoso, mas super recompensador no final, quer para nós, quer para os clientes... é apaixonante!

Orgulho-me muito de...

sermos genuínos no que fazemos, de sermos nós próprios, uma dupla de fotógrafos que adoram o que fazem e que gostam de conhecer novas pessoas, envolvendo-nos no seu ambiente e conseguindo retirar o melhor deles. Somos pessoas simples, e orgulhamo-nos de tratar os nossos clientes como amigos no final.

Vou procurar inspiração...

às próprias pessoas, no que elas nos mostram em cada momento. Procuramos inspiração na natureza, nas relações humanas, no mundo gráfico que nos envolve. Procuramos acompanhar o trabalho de grandes fotógrafos nacionais e internacionais, saber das tendências, mas procurando um caminho pessoal a partir deles.

Daqui a 5 anos vejo-me...

fotografar noutro tipo de cenários fora do Sul do país, a fotografar apenas casais que nos dão total liberdade para criarmos ainda mais diferente. Ou quem sabe, a recordar imagens que fizemos... e como era interessante fotografar... pois tudo pode mudar e a tecnologia sobrepor-se ao instante, à beleza de um papel impresso, ao que um momento estático tanto tem para contar.