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Escolhi ser profissional de casamento porque...

foram os casamentos que nos escolheram. O menino e a menina começaram por ser arquitectos, fotografávamos arquitectura e muita fotografia de rua. Um dia, uma noiva achou que o nosso olhar poderia ser o olhar diferenciador que procurava e aliciou-nos. Tremiam as pernas à entrada na igreja (as nossas, mais do que as dos noivos!), mas apaixonou-nos esta vida de observar sonhos e devolvê-los na forma de memórias.

Orgulho-me muito de...

sair para cada reportagem como se fossemos fotografar amigos, levando a mesma leveza, a mesma espontaneidade e o mesmo prazer que já nos acompanhavam na fotografia de rua. Orgulha-nos que esta forma de estar seja capaz de reflectir pessoas de carne e osso, com sorrisos e lágrimas de verdade, nas nossas fotografias.

Vou procurar inspiração...

à vida! À nossa, mas, sobretudo às que se nos colocam diante dos olhos. Inspira-nos ouvir o que cada casal tem para nos contar, pois será com essas “palavras” que iremos compor cada fotografia da sua história. Inspira-nos o que não se vê em cada rosto, pois acreditamos que o que é essencial é invisível aos olhos.

Daqui a 5 anos vejo-me...

a fotografar. Sempre de mão dada, com mais rugas e a experiência que as acompanha, mas com a mesma leveza, a mesma espontaneidade e o mesmo prazer.

Menino conhece Menina

O menino, entre suspensórios e boina a condizer, parece que vê lá de cima de um escadote; regista o enredo da festa e a interacção entre as pessoas. A menina, de blusa às pintas e laço n0 cabelo, espreita em bicos de pés entre ombros e cabeças; encontra e captura os mais subtis detalhes do dia.
Menino e menina não sobrevivem separados e, feitos menino conhece menina, fotografam outros meninos que também não.
Acompanhem os nossos posts acerca do trabalho da dupla menino conhece menina.

  • contacto: Daniel e Raquel
  • morada: Portugal

Escolhi ser profissional de casamento porque...

foram os casamentos que nos escolheram. O menino e a menina começaram por ser arquitectos, fotografávamos arquitectura e muita fotografia de rua. Um dia, uma noiva achou que o nosso olhar poderia ser o olhar diferenciador que procurava e aliciou-nos. Tremiam as pernas à entrada na igreja (as nossas, mais do que as dos noivos!), mas apaixonou-nos esta vida de observar sonhos e devolvê-los na forma de memórias.

Orgulho-me muito de...

sair para cada reportagem como se fossemos fotografar amigos, levando a mesma leveza, a mesma espontaneidade e o mesmo prazer que já nos acompanhavam na fotografia de rua. Orgulha-nos que esta forma de estar seja capaz de reflectir pessoas de carne e osso, com sorrisos e lágrimas de verdade, nas nossas fotografias.

Vou procurar inspiração...

à vida! À nossa, mas, sobretudo às que se nos colocam diante dos olhos. Inspira-nos ouvir o que cada casal tem para nos contar, pois será com essas “palavras” que iremos compor cada fotografia da sua história. Inspira-nos o que não se vê em cada rosto, pois acreditamos que o que é essencial é invisível aos olhos.

Daqui a 5 anos vejo-me...

a fotografar. Sempre de mão dada, com mais rugas e a experiência que as acompanha, mas com a mesma leveza, a mesma espontaneidade e o mesmo prazer.