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Marta Ramos

Sobre pessoas e emoções, por In Love

Na In Love | unique weddings desenha-se estacionário delicado para o casamento. A Inês Marujo e a Rita Pedro começam por conversar convosco e perceber exactamente aquilo de que precisam. Podem ser convites, menus e etc., mas pode também ser uma peça especial para o espaço do casamento, um presente espectacular para os convidados, adereços para photobooth ou um topo de bolo original. Ou outra ideia que vos surja – a In Love transforma as vossas ideias em peças únicas, exclusivas, desenhadas de raiz para vocês.
Para a Inês e a Rita, o seu trabalho não gira apenas em torno de casamentos e festas especiais. É um trabalho apaixonado e que se dedica às pessoas e às emoções. A dupla escolheu trabalhar nesta área porque se assume apaixonada por contar histórias de amor e por contribuir para a felicidade dos outros peça a peça, detalhe a detalhe, criação a criação. Orgulham-se de tratar cada cliente de forma única e especial. Todas as peças que criam são únicas – tal como o são todas as pessoas que as procuram. Vão buscar inspiração aos profissionais que mais admiram, na área dos casamentos, dos eventos e do design em geral, mas também à natureza e às suas vivências pessoais.
Olhando para o futuro, gostam de ver-se com serviços mais alargados, mais especializados e com uma equipa maior.

Olhando para hoje, gostam de ver-se exactamente como estão: apaixonadas pelo que fazem e empenhadas em criar peças e ambientes que contribuam para a concretização do dia de sonho dos casais que lhes pedem ajuda.

Para esta época de casamentos, a In Love | unique weddings lançou um vídeo de apresentação intimista e cativante, assinado por Hugo Sousa Films, e narrado na primeira pessoa. Em inglês, porque o seu público tem vindo cada vez mais a localizar-se além-fronteiras. Mas a mensagem que nos transmite é universal.

 

 

Não deixem de folhear todos os artigos que já publicámos acerca do trabalho da In Love | unique weddings. E falem com elas. A Inês e a Rita estão à espera de ouvir a vossa história para depois a contarem à sua maneira unique.

Susana Pinto

À conversa com: Miguel RIbeiro Fernandes – fotógrafo de casamento

Ainda a meio das mudanças do novíssimo The Destination, sentámo-nos à conversa com o Miguel Ribeiro Fernandes, fotógrafo de casamento seleccionado no directório exigente do Simplesmente Branco.

Falámos sobre o seu caminho pela fotografia, sobre as influências e o que lhe interessa e o que lhe custa, numa conversa com detalhes e revelações interessantes: do preconceito com a fotografia de casamento até à satisfação que esta profissão lhe dá nos dias de hoje.

Quando percebemos como alguém vê o seu trabalho, como o verbaliza, ganhamos nós um novo ponto de vista mais interessado e sabedor sobre o resultado. Isso é incrivelmente valioso e sempre interessante, não acham?

 

Há realmente uma diferença, até no género de casamentos. Nós continuamos a ser mais tradicionais, nas roupas, cerimónias e na organização. Mas gosto de Portugal e dos portugueses, é tão bom correr o país de norte a sul, conhecer gente nova, criar novos laços. Acho que o nível de intimidade que crio com os noivos portugueses acaba por ser sempre superior, eu dou valor a isso.

 

 

Conta-nos um pouco da tua viagem profissional até aqui, à fotografia de casamento.

Comecei a fotografar para jornais e revistas, como fotojornalistas. A seguir, fui fazendo algumas reportagens em nome próprio, depois para empresas e apenas em 2013 comecei a fotografar casamentos. Fui convidado por um amigo para o ajudar em alguns casamentos, só aí venci o estigma do fotógrafo de casamento.

 

Há quanto tempo fotografas? E porquê casamentos?

Fotografo desde que me lembro. O presente mais precioso que o meu pai me ofereceu foi uma máquina fotográfica. Cresci a ver as suas imagens da guerra colonial, onde foi fotógrafo, e as férias eram passadas a fotografar. Quando acabei o secundário, tinha de dar um rumo à minha vida, queria fazer uma pausa nos estudos, mas o meu pai convenceu-me a ir estudar fotografia, para o Ar.Co e Cenjor. Assim foi em 1998, sendo que em 1999 já estava a estagiar na Agência Lusa, seguindo depois uma carreira de fotojornalista. Tinha realmente um preconceito em relação à fotografia de casamentos, que eram só aquelas fotos muito básicas dos convidados. Mas felizmente estava enganado.

Quando em 2013 o Pedro Vilela me convida a ser o seu segundo fotógrafo, apercebo-me da liberdade criativa da fotografia de casamentos. E que as pessoas valorizam o nosso trabalho de uma forma rara. Achei fantástico!

 

Nestes tempos globais, em que as imagens circulam a uma velocidade vertiginosa e todos temos acesso a tudo, a qualquer hora, onde vais buscar inspiração?

À música, cinema (menos do que gostava, o tempo não estica), alguma pintura (muito menos ainda do que gostava) e ainda à fotografia. Na minha educação fotográfica, estudei história de arte e fotográfica, ao longo dos anos fui continuando a seguir outros fotógrafos, através de reportagens e livros, mais recentemente conheci um mundo novo da fotografia de casamento. Aí, confesso que tento perceber mais a que clichés devo fugir, embora também acabe por os fazer, claro…

 

Miguel Ribeiro Fernandes - fotografia de casamento

 

Miguel Ribeiro Fernandes - fotografia de casamento

 

Miguel Ribeiro Fernandes - fotografia de casamento

 

Como construíste a tua assinatura, como a defines?

Como estava a dizer, tento fugir a clichés, sou um fotógrafo documental, que olha para todos os sujeitos da mesma forma, tendo em conta as suas circunstâncias e contexto. Gosto de fotografar emoções, gosto de me focar nos momentos e detalhes que constroem uma narrativa. Para mim não há um casamento igual.

 

Quando precisas de fazer reset, para onde olhas, o que fazes?

Estou a precisar de um agora! Olho para a minha família, para os meus animais, para mim. Acredito que só estamos bem com os outros se estivermos bem connosco. É importante saber parar, fazer um balanço do que está bem e o que precisamos de mudar.

 

De Lisboa para o mundo, ou Portugal de lés a lés: fotografar estrangeiros é diferente de fotografar casamentos nacionais?

Ambos, decididamente ambos. Há realmente uma diferença, até no género de casamentos. Nós continuamos a ser mais tradicionais, nas roupas, cerimónias e na organização. Mas gosto de Portugal e dos portugueses, é tão bom correr o país de norte a sul, conhecer gente nova, criar novos laços. Acho que o nível de intimidade que crio com os noivos portugueses acaba por ser sempre superior, eu dou valor a isso.

 

Miguel Ribeiro Fernandes - fotografia de casamento

 

Miguel Ribeiro Fernandes - fotografia de casamento\

 

Miguel Ribeiro Fernandes - fotografia de casamento

 

Qual é o teu processo de trabalho, como acontece a ligação com os teus clientes?

Normalmente temos uma reunião após o primeiro contato, mesmo que por vídeo, é importante existir empatia. Depois seguimos, ou não, para uma sessão pré-casamento, que ajuda a criar a tal intimidade, a olharem para mim como mais um na festa. Gosto de passar o mais despercebido possível no dia. E muitas vezes ficam laços de amizade sincera, que perduram.

 

Casamentos grandes ou pequeninos, nacionais ou estrangeiros, cerimónias emotivas, festas de arromba – qual é o tipo de festa que mais gostas de fotografar?

Festas intimistas, que não têm de ser pequenas, nacionais ou estrangeiras e muito emotivas! Gosto de festas relaxadas onde posso andar totalmente focado no meu trabalho, com pessoas que confiam em mim.

 

Qual é a melhor parte de ser um fotógrafo de casamento? E o mais desafiante e difícil?

A liberdade criativa que referi anteriormente, estou ali com a minha visão a dar tudo por tudo, sabendo que o resultado é o que vai criar memória para aquela nova família. Isso é fantástico. O mais desafiante talvez seja não cair no cliché, na receita para cada situação, no fazer algo que faz sentido fotograficamente, sem pensar no que se espera ou que sabemos resultar facilmente. Difícil, o número de horas. A minha média deve ser, no mínimo, 14 horas de trabalho no dia do casamento. É demasiado.

 

Escolhe uma imagem favorita do teu portfolio e conta-nos porquê:

 

Miguel Ribeiro Fernandes - fotógrafo de casamento

 

Uma das minhas imagens preferidas de 2017, a Eliana no momento de colocação do véu. Para mim trata-se de uma fotografia com sentimento, onde a luz, o enquadramento e os sujeitos tornam a emoção quase palpável. É isso que eu gosto.

 

Os contactos detalhados do Miguel Ribeiro Fernandes estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, vejam as imagens bonitas e contactem-no directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.

 

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

 

Susana Pinto

Um casamento simples e elegante: Sofia + Paulo

Esta semana é fechada em modo singelo: com o casamento simples e elegante da Sofia + Paulo, em Coimbra.

Sabedores do que desejavam (e do que não queriam), prepararam um dia à sua medida: “o mais natural possível, rodeados dos amigos e família mais próximos”.

Escolheram os seus fornecedores com o mesmo foco e, entre eles, estava a Bouquet de Liz, fornecedora seleccionada Simplesmente Branco, que se esmerou na decoração e bouquet da Sofia.

Sem mais demoras, fiquem com o casamento simples e elegante da Sofia + Paulo e tenham um óptimo fim-de-semana.

 

Um aviso nosso: na próxima semana, estaremos em modo adormecido: vamos estar a arrumar a nova casa The Destination, com toda atenção e entusiasmo.

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

Não imaginámos propriamente o dia, mas sim uma vida inteira.

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?

Sentíamo-nos preparados porque tínhamos bem presentes que queríamos um dia o mais natural possível, rodeados dos amigos e família mais próximos.

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?

No decorrer de todo o dia, foi tudo perfeito. Mas o sentimento de satisfação no final do dia foi especial.

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?

O resultado correspondeu 100% às expectativas que fomos construindo. Desde o início sabíamos bem aquilo que não queríamos, o que tornou muito mais fácil perceber o que queríamos.

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

O que era fundamental para vocês? E sem importância?

Fundamental para nós era sem dúvida que o dia fosse à nossa imagem, de forma simples mas elegante. As coisas que valorizamos teriam de estar presentes, que eram na verdade muito poucas – amigos, família, um espaço agradável e um excelente serviço. Tudo o resto considerámos desde sempre acessório.

 

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

O mais fácil foi a escolha do espaço e dos fornecedores que nos entenderam perfeitamente e com quem gostámos muito de trabalhar. O mais difícil foi perceber que o dia passava tão rapidamente e que iria terminar.

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

A despedida

 

E o pico de diversão?

Um questionário surpresa que os nossos padrinhos e madrinhas organizaram para todos os convidados.

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Um pormenor especial…

Não conseguimos individualizar um pormenor especial, porque todo o dia foi um pormenor. Mas o facto de ter sido um casamento muito jovem e simples, foi algo muito apreciado por todos.

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?

Nada

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…

Não complicar. Perceber o que é realmente importante e imprescindível nesse dia. Nos pontos em que há dúvidas, não há dúvida.

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Casamento simples e elegante em Coimbra, com decoração Bouquet de Liz

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e materiais gráficos: Markate;

catering e bolo: Encontrus;

vestido de noiva e sapatos: UHMA;

maquilhagem: Vanessa Kuzer Makeup;

bouquet e decoração: Bouquet de Liz;

fotografia: Luís Ala;

luzes, som e Dj: Dj Xico.

 

Marta Ramos

Je t’aime, moi aussi – por Edgar Félix Videography

Lembram-se da dupla Edgar Félix Videography, recentemente chegada a esta nossa casa? O Edgar e a Rita são uma equipa a tempo inteiro, ou seja, tanto no trabalho como na vida – e isso, segundo eles, torna tudo mais fácil! Escolheram fazer vídeos de casamento porque se entusiasmam com as pessoas e as suas particularidades. Sentem-se privilegiados por viver o espaço e o tempo de quem sonha casar.

Para eles, os casamentos têm muitos traços comuns, mas a única coisa que os distingue totalmente é a história dos seus protagonistas — os noivos. Daí oferecerem um tipo de videografia que pretende criar uma recordação com valor artístico dos momentos mais importantes da vida dos seus clientes até ao dia do casamento. As histórias e os  actores são verdadeiros e essas são as principais ferramentas com que trabalham.

Todos os filmes Edgar Félix Videography têm uma coisa em comum (e é uma coisa que eu adoro): a primazia da palavra. Os protagonistas de cada história contam-na também de viva voz, e esse relato entrelaça-se com o outro, o das imagens, proporcionando-nos um retrato muito vivo e emotivo.

Conhecemos todas as histórias dos noivos e como estes se conheceram. Desta vez, considerámos a história inédita: Sothida queria comprar casa há algum tempo. Contacta um agente imobiliário e marca uma visita ao apartamento que ambicionava ser a sua nova casa. Quando faz a visita apaixona-se pelo agente imobiliário, o Antoine. Um amor que dura até aos dias de hoje. E residem, ainda, nessa mesma casa. Agora já com Soan, o seu filho, com o riso mais contagiante de sempre.

A Sothida e o Antoine encontraram o trabalho da Edgar Félix Videography e não descansaram enquanto não os contrataram como videógrafos do seu grande dia. O casamento decorreu em Noisy Le-Grand, próximo de Paris, e tratou-se de uma cerimónia simbólica com discursos de muitos amigos e família, que culminaram na troca de votos e alianças entre o casal. O melhor amigo deles foi o guia da cerimónia, contando histórias, declamando poemas e exteriorizando desejos dirigidos aos noivos. No fim do jantar, estava garantido que a noite se prolongaria uma festa muito intensa e divertida.

 

 

Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado de Edgar Félix Videography para ficarem a conhecer melhor o Edgar e a Rita e o seu trabalho. E falem com eles – se há coisa que dá para perceber dos seus trabalhos é que eles são magníficos ouvintes!

Marta Ramos

Vestidos de noiva Aire Barcelona, na Bridal’s Boudoir

O vestido de noiva é um dos assuntos que mais espaço mental vos ocupa desde o dia do pedido – ou, muito possivelmente, desde antes disso. O vestido perfeito – eis aquilo com que todas as mulheres sonham para o dia do seu casamento. Mas como encontrá-lo? Se têm data marcada para 2018, está na altura de começar a procurar: 9 meses de antecedência para vestidos de catálogo e de 6 a 8 quando se tratar de um vestido feito de raiz. O processo incluirá sempre várias provas (duas ou três, pelo menos), com a última nas semanas que antecedem o grande dia.

Hoje queremos chamar-vos a atenção para o conceito Bridal’s Boudoir, uma bonita loja com uma seleccionada oferta para noivas e noivos: vestidos, fatos, sapatos, véus, acessórios para o cabelo, joalharia e lingerie. Todos os produtos são escolhidos criteriosamente, tendo em conta a sua singularidade e elegância, e as marcas representadas são as que melhor reflectem estes critérios, como os designers Manu Alvarez, Cabotine by Gema Nicolás, Patricia Avendaño e Miguel Vieira.

A Carla Ferreira escolheu trabalhar nesta área por querer oferecer um produto de excelência, distinto e diferenciador às noivas e aos noivos. Orgulha-se da qualidade de tudo aquilo que vende na Bridal’s Boudoir, da excelência do serviço que presta e da capacidade de toda a equipa para ir ao encontro das expectativas de cada cliente. Que tal agendarem uma visita à Briadal’s Boudoir? Para abrir o apetite, deixo-vos com uma amostra de vestidos de noiva Aire Barcelona – a marca catalã que, desde 1999, nos encanta com a sua linha elegante e fresca, a prova de que é possível apresentar bom design e qualidade a preços aceitáveis.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Falem com a Carla sobre o vosso vestido de noiva de sonho e marquem um atendimento personalizado na Bridal’s Boudoir. De certeza que vão sair de lá mais esclarecidas – e, possivelmente, com o vosso vestido já escolhido! Até lá, espreitem aquilo que já aqui publicámos sobre este nosso fornecedor seleccionado de vestidos de noiva.

Susana Pinto

À conversa com: Jardin d’ Époque – flores para casamento

Hoje  converso com a Ema Ramos, da Jardin D’ Époque – flores para casamento.

A primeira vez que vi o seu trabalho, fiquei curiosa: é desarrumado, esquisito, tem qualquer coisa de bicho – e foi mesmo isso que lhe disse. Ao segundo olhar, percebe-se a inteção, o caminho, a conversa, e isso é muito especial. Porque é novo, porque é inesperado, porque é original e porque é bonito. Exige de nós uma atenção redobrada, uma pausa e foco para entrarmos nesse belíssimo diálogo em que somos recompensados.

Com esta conversa, descobri que temos muito em comum: o rigor, a curiosidade variada e um certo desassobramento em relação ao nosso trabalho. Gostei muito, mesmo!

Fiquem com o trabalho da Ema e, sobretudo, com as suas palavras. Façam uma pausa e deixem-se cativar!

 

Gosto de definir o Jardin d’ Époque como um projecto descomprometido com as regras sedimentadas no mundo da arte floral e extremamente focado nas particularidades daqueles que me procuram e que confiam no meu trabalho.

 

Como é que nasce a Jardin d’ Époque?

A Jardin d’ Époque nasce no momento em que tomo a decisão de regressar a Portugal. Depois de ter vivido alguns anos em França, comecei a sentir a necessidade de me dedicar a um projecto totalmente meu, onde o infinito fosse o limite e onde a criatividade fosse a matéria prima primordial.

 

Como defines a assinatura da Jardin d’ Époque?
Gosto de definir o Jardin d’ Époque como um projecto descomprometido com as regras sedimentadas no mundo da arte floral e extremamente focado nas particularidades daqueles que me procuram e que confiam no meu trabalho. Há uma frase dos fundadores do FLO Atelier Botânico (Antonio Jotta e Carol Nóbrega), uma das minhas referência no mundo das flores, que trago sempre presente e que me ajuda a manter o rumo: “É essencial não se limitar a regras, nem levar tão a sério o que já foi escrito sobre como montar um arranjo. É importante trabalhar com ingredientes frescos, de boa qualidade, mas também com itens menos convencionais. Depois, use sua bagagem estética e privilegie o que combina com você, com seu estilo de vida.”

 

Esse estilo faz parte do ADN da marca ou é um conceito que escolheste para explorar e trabalhar este ano? Porquê?
Mais do que o ADN da marca, creio que este estilo é o meu próprio ADN. Desconstruir linguagens e processos de trabalho sempre foi transversal a todas as áreas profissionais em que estive envolvida. Do ballet clássico à produção cultural, do design à arquitectura… Conhecer a história, o que já existe, o que é produzido… E permitires-te experimentar e dessa forma evoluíres e definires o teu percurso e a tua identidade.

Jardin d'Epoque - decoração floral para casamentos

 

Jardin d'Epoque - decoração floral para casamentos

 

Jardin d'Epoque - decoração floral para casamentos

 

As tendências da estação… São um assunto de trabalho ou apenas fait divers?

Inevitavelmente as tendências estão quase sempre presentes. O Pinterest e o Instagram estão à distância de um clique para toda a gente e é muito comum receber e-mails com pedidos de orçamento acompanhados de “imagens tendência”. O grande desafio, é desenvolveres um projecto a partir das premissas que são as expectativas daqueles que te procuram, em função do teu método de trabalho e das tuas convicções.

 

E as estações do ano, o ritmo de produção de cada época, são influências, contingências ou indiferenças nestes tempos globais?
O nome Jardin d’ Époque não foi escolhido de ânimo leve. Quis que o nome da marca fosse uma alusão directa à forma como gosto de trabalhar. E por isso, o ritmo e as características de cada estação do ano são, sem dúvida, a principal influência no meu trabalho.

 

Ter o controlo das decisões é importante? Tens uma perspectiva perfeccionista e específica sobre o resultado e a forma como queres que o teu trabalho seja mostrado e vivido ou é o prazer de discutir ideias, de criar e acompanhar o processo, que te interessa mais na relação com cada projecto, cada cliente?

Sou extremamente perfeccionista e picuinhas. E é por isso mesmo que discutir ideias e desenvolver um processo de trabalho é de extrema importância para mim. Nos tempos de faculdade, quando estudava arquitectura, na disciplina de Projecto tínhamos assiduamente as chamadas “críticas comparadas” onde discutíamos os exercícios que estávamos a desenvolver. Eram momentos de exposição e discussão que nos faziam repensar o que estávamos a produzir e assimilar novas possibilidades que surgiam na partilha e na crítica. Tento trazer esta dinâmica, hoje, para o Jardin d’ Époque, esteja com um cliente ou com um outro profissional. A partilha permite-nos chegar muito mais longe.

 

A melhor parte de trabalhar com flores e plantas é a energia que elas me dão. Claro que há momentos de tal forma intensos que a última coisa que quero fazer é levar flores para casa! Não sinto aquele cliché do “gosto tanto do que faço que não sinto que seja trabalho”. Eu gosto mesmo muito do que faço mas o sentido de responsabilidade que tenho para comigo e para com os meus clientes não me permite sentir este projecto como uma ocupação de Domingo à tarde. E é isso que torna o Jardin d’ Époque um desafio permanente.

 

Existem fórmulas vencedoras que aplicas ou cada projecto de decoração floral é pensado totalmente de raiz?

Não creio que aplique uma fórmula aos projectos. Desenvolvo-os, sim, de acordo com o meu método de trabalho e esse método evolui de acordo com as especificidades de cada desafio, criando propostas totalmente individualizadas e únicas.

 

Onde buscas inspiração para cada nova temporada de trabalho?

Ai… É muito difícil responder a esta pergunta! Sempre tive imensa dificuldade em focar-me apenas numa área porque tenho imensa curiosidade por uma série de temas, muitos deles, completamente díspares. E a inspiração tanto pode vir de uma peça gráfica ou arquitectónica da Bauhaus, como de um incrível espaço interior contemporâneo branquinho, com apontamentos de mármore de Estremoz e madeira clara de pinho… No fundo, ela pode espreitar de um qualquer pormenor que se cruze comigo nas tarefas diárias!

 

E nos momentos de fadiga criativa, como refrescas a mente e o olhar?

Esta é mais fácil! Pego na Margarida e na Bolota e vamos até à Praia da Luz… Eu tomo um café e elas fazem buracos na areia! É incrível o privilégio que temos na nossa localização geográfica. A proximidade com o mar é um bálsamo para os momentos mais intensos e o facto de ter vivido durante algum tempo longe dele, faz-me dar-lhe ainda mais valor.

 

Jardin d'Epoque - decoração floral para casamentos

 

Jardin d'Epoque - decoração floral para casamentos

 

Jardin d'Epoque - decoração floral para casamentos

 

Como é o teu processo de trabalho, como crias uma ligação com os teus clientes?

Gosto muito de conversar e, mesmo numa fase inicial, tento estar presencialmente com as pessoas que me contactam. Nem sempre são possíveis as visitas ao estúdio e por isso, muitas vezes, os contactos são feitos através de e-mail ou skype. Mesmo com as “imagens tendência” que referimos há pouco, é muito importante para mim perceber as expectativas, as estórias e os sonhos de cada um. E a partir daí, desenhar um plano. Começo pela definição de uma paleta de cores, selecção de espécies e construção das estruturas das peças florais no chamado mood board. E numa fase posterior, desenvolvo todo o processo através do desenho, fotografias e maquetas. Quando trabalhamos com elementos vegetais há coisas muito difíceis de definir… Não conseguimos adivinhar a dimensão exacta de determinada espécie… Nada nos garante que não existirá uma praga que colocará em causa a maturação “daquela” flor… Mas acredito que desenvolver um projecto de design floral à semelhança de um projecto de design de produto ou de arquitectura permite-me deixar portas abertas para soluções de eventuais problemas. E, acima de tudo, permite que os meus clientes percebam toda a minha dedicação e entrega.

 

Qual é a melhor parte de trabalhar com flores e plantas, em decoração? E o mais desafiante e difícil?

A melhor parte de trabalhar com flores e plantas é a energia que elas me dão. Claro que há momentos de tal forma intensos que a última coisa que quero fazer é levar flores para casa! Não sinto aquele cliché do “gosto tanto do que faço que não sinto que seja trabalho”. Eu gosto mesmo muito do que faço mas o sentido de responsabilidade que tenho para comigo e para com os meus clientes não me permite sentir este projecto como uma ocupação de Domingo à tarde. E é isso que torna o Jardin d’ Époque um desafio permanente.
Difícil, difícil… É ter de limpar o estúdio depois de dias intensos de trabalho em que todas as tesouras desapareceram e, afinal, estavam camufladas no meio dos desperdícios de folhas e pétalas!

 

Qual foi o casamento em que mais gostaste de trabalhar? Porquê?

O casamento que mais gostei de fazer foi precisamente o primeiro em que a primeira frase do e-mail de contacto dizia: “descobrimos o teu trabalho através do Simplesmente Branco”. Tinha terminado de empacotar as minhas coisas em França, a transportadora viria no dia seguinte e restava apenas o computador em cima de um pequeno aparador. O e-mail era escrito em francês!  E de repente, comecei o projecto de um casamento na deliciosa Comporta!
Todo o processo foi maravilhoso, pelos lugares e pelas espécies que a Justine e o Paulo elegeram. E o mais incrível foi o privilégio de desenvolver o projecto de design floral para um espaço como o Sublime Comporta, onde a articulação com a arquitectura e com as peças de mobiliário contemporâneos me deixaram como peixe num oceano!
O facto do casamento ter sido bem longe do Porto também me permitiu perceber que a ambição que tenho de executar projectos em todo o país e mesmo fora dele é possível e exequível, se meticulosamente planeado e com os maravilhosos e incansáveis fornecedores de flores de corte com quem trabalho.

 

Escolhe uma imagem favorita do teu portfolio e conta-nos porquê. 

Esta imagem é uma das minhas favoritas por várias razões. Foi o bouquet que construí para o primeiro editorial para o qual me convidaram a participar. A primeira vez que senti e vivi o trabalho de equipa entre vários fornecedores de serviços do mundo dos casamentos e a incrível confiança e liberdade que depositaram no meu trabalho. Liberdade que me permitiu construir uma peça “descabelada”, mesmo como eu gosto, utilizando flores de compra e amoras silvestres que colhi numa tarde de Agosto e às quais retirei todos os espinhos, bagas de campos abandonados, dálias oriundas de bolbos que já estiveram no jardim da minha avó e que a minha mãe replantou, hortênsias do jardim de casa dos meus pais… É uma imagem que me traz memórias e estórias.

 

bouquet de noiva Jardin d' Époque
Os contactos detalhados da Jardin D’ Époque estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, vejam as imagens bonitas e contactem directamente a Ema Ramos através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.

 

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

 

Marta Ramos

Decorar com madeira: apontamentos por Momentos com Design

No nosso último showcase  YOU + US = FUN! em Lisboa, havia uma pequena peça no cantinho decorado pelo casal Momentos com Design que chamou a atenção de praticamente toda a gente que por ali passou. Era apenas um pormenor – mas nós sempre dissemos que o segredo está nos pormenores, de facto. Tratava-se de um bloco de madeira natural, em formato de casa, com um parafuso gancho para ali se pendurar as alianças de casamento, e com a inscrição: «Home is wherever I am with you».

Hoje lembrámo-nos disso e fomos à procura de outros apontamentos em madeira usados nos trabalhos da Filipa e do Frederico. Agora que os dias estão frios e soalheiros, apetece imaginar uma magnífica festa de casamento de inverno, e a madeira não poderia ficar de fora de uma decoração mais aconchegante.

 

Momentos com Design - convites de casamento e decoração de casamento

 

Decoração de casamento - pormenores em madeira (9)

 

Decoração de casamento - pormenores em madeira (10)

 

 

Decoração de casamento - pormenores em madeira (7)

 

Decoração de casamento - pormenores em madeira (8)

 

Decoração de casamento - pormenores em madeira (6)

 

Os materiais naturais transmitem uma sensação tão confortável, não acham? Madeira e flores: aqui está uma combinação garantidamente vencedora! A Filipa e o Frederico concordam: eles gostam de ideias frescas, simples e elegantes,  de cores, aromas, sabores, sons, texturas. De criatividade e sintonia.  Gostam de celebrar e  de o fazer de uma forma bonita. Com alma, com personalidade, criando um ambiente mágico que as pessoas sintam. Esta é a sua forma de contribuir para um mundo melhor e mais bonito.

Acreditamos que passando Amor através do que criamos, esse Amor vai chegar a outras pessoas. É isto que nos motiva a criar ambientes e espaços bonitos e mágicos!

Nascida em 2010, a Momentos com Design é uma empresa especialista na arte de bem celebrar, que oferece serviços de design de eventos & styling de ambientes. A Filipa é a Directora Criativa & Magical Maker; o Frederico é o Responsável Logístico & Companheiro de todas horas. Juntos, fazem aquilo de que mais gostam e orgulham-se muito de perceber que os seus clientes sentem a sua mensagem e que os procuram por isso mesmo.

Procurem-nos também e falem-lhes da vossa ideia para o grande dia. Serão, garantidamente, recebidos de braços abertos.