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Marta Ramos

Lendas e histórias de amor, por Feel Creations

O castelo de Santa Maria da Feira é um dos exemplos mais completos de arquitectura medieval portuguesa, tendo assumido um papel primordial em batalhas desde a causa independentista de D. Afonso Henriques até ao século XVI. Hoje, é o centro de actividades culturais e de lazer do concelho – e um ícone romântico por excelência. Reza a lenda que um alcaide mouro de Santa Maria da Feira se disfarçou de mendigo e planeou o sequestro de uma donzela cristã, para depois fingir tê-la salvo dos raptores, lavando a rapariga a apaixonar-se e a aceitar viver com ele no castelo.

A Feel Creations foi até lá para registar mais uma história de amor: «A Bárbara e o João são de Santa Maria da Feira e pediram-nos para começarmos a sessão de namorados no castelo. Não poderíamos ter começado melhor, dado que o ambiente rústico e medieval do local se conjugou na perfeição com a cumplicidade do casal. Depois de explorarmos o castelo – as escadas, os interiores e as esquadrias de pedra –  descemos à cidade. A Bárbara e o João são tão curiosos, intensos e aventureiros, que praticamente nos esquecemos do contexto que nos circundava, orientando o nosso registo fotográfico para o casal e para os gestos que iam trocando. Acabámos a sessão junto dos estábulos da Feira Medieval, num cenário idílico que misturou o tom primaveril das camélias com o sol torrado de fim de tarde.»

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Não deixem de consultar as duas fichas de fornecedor seleccionado da Feel Creations para ficarem a conhecer melhor o seu trabalho: a de  fotografia  e também a de vídeo. E acompanhem os artigos que vamos publicando acerca deste talentoso quarteto.

Susana Pinto

À conversa com: Hugo Sousa Films – filmes de casamento

Hoje conversamos com Hugo Sousa Films – filmes de casamento.

O Hugo Sousa é fornecedor seleccionado Simplesmente Branco há pouco tempo. Iniciámos a nossa conversa com um pedido de publicação de uma série de filmes de casamento no We are The Destination, e prestámos atenção ao seu portfolio: bonito, discreto, emocional. Conhecemo-nos pessoalmente de raspão, em Março num evento, e conversámos um pouco.

Esta entrevista confirma a primeira impressão e abre a porta, de uma forma honesta e tranquila, transparente, para a visão do Hugo Sousa sobre o seu ofício, a sua função na narrativa do casamento e a sua visão sobre o mais bonito dos dias. E digo-vos, gostei muito de o conhecer.

Fiquem a conhecê-lo, também. Vão gostar, tenho a certeza!

 

Ponho sempre a emoção, o “feeling” geral do dia à frente do próprio storytelling.

 

Conte-nos um pouco da sua viagem profissional até aqui, ao video de casamento.

Tive uma adolescência pouco convencional. Talvez um pouco complicada, e percebi que tinha na música uma forma de expressão. E assim, nessa altura teria já assimilado que de alguma forma estaria ligado às artes.

Em 2005, comecei por tirar um curso de som, que na altura encarei como um erro mas que hoje reconheço alguma utilidade prática e de seguida, em 2006, tirei um curso de pós-produção audiovisual que adorei. Viajei com a minha namorada – hoje estamos juntos e temos 2 filhos, o Manuel e a Olívia – para Edimburgo, com o objetivo de alargar horizontes onde estivemos um ano.

Quando regressámos, iniciei a minha “carreira” de videógrafo editando e filmando um pouco de tudo, desde casamentos a videos promocionais para empresas, eventos e videoclips. Por volta de 2010 e 2014 trabalhei como editor de imagem na SIC, mas despedi-me para experimentar uma produtora de publicidade como videógrafo – Zoe Films. Entretanto, na qualidade de realizador abri uma empresa. Na altura, fizémos imensas coisas, publicidade, eventos, promocionais… Mas a verdade é que ao contrário dos filmes de casamento, isto não me preenchia artisticamente. E assim foi, decidido a seguir a minha paixão, larguei a empresa e praticamente todos os clientes que tinha do mundo corporativo para investir na minha marca de filmes de casamento, Hugo Sousa Films.

 

Há quanto tempo filma? E porquê casamentos?

Como o tempo passa! Enquanto respondia à pergunta anterior, apercebi-me que já lá vão 12 anos. Mas casamentos em particular, não contando com as primeiras experiências mais esporádicas, há cerca de cinco anos.

Sinto-me que é um privilégio de fazer parte do dia e ter a responsabilidade de lhes dar o vídeo de casamento, pois penso sempre na importância que tem quando é entregue, e que terá depois, passados vinte anos.

Porque temos liberdade artística (faço questão), porque é divertido, viajamos e fazemos amigos. Porque testemunhamos emoções verdadeiras. Aqui não digo “corta” e repetimos. Documento o que acontece, da forma que eu vejo e processo na câmara.

Para qualquer fotógrafo ou videógrafo, o ambiente de casamento pode ser bastante caótico e para mim isso é desafiante: no meio desse caos, conseguir, sem condicionar demasiado os noivos e os seus convidados, um filme artístico, em que se revejam e de que se orgulhem.

 

Como construíu a sua assinatura, o seu ponto de vista? Como é que o define?

De uma forma mais ou menos consciente, tudo moldou a forma como vejo e interpreto o mundo e as pessoas. Toda a minha vivência desde criança até aos dias de hoje, a minha educação em casa e na escola. A minha sensibilidade inata e a adquirida, tal como a experiência profissional que tive até hoje, moldaram aquilo a que eu chamei a Hugo Sousa Films. Este ponto de vista não é estático, mas evolui constantemente. Não apenas na forma como vejo a acção no dia do casamento, a interpreto e depois processo na edição (resultando no filme), mas também toda a bagagem visual adquirida que nos acaba por condicionar nas milhares de escolhas que fazemos até chegar ao resultado final.

Definir-me enquanto marca, não é de todo um exercício fácil, na medida em que, está aqui muito de nós a todos os níveis. Prefiro sempre que sejam os outros a fazê-lo. Mas penso que tenho uma videografia documental, descontraída, mas ao mesmo tempo intensa e com uma abordagem cinematográfica. Ponho sempre a emoção, o “feeling” geral do dia à frente do próprio storytelling.

 

 

Num casamento, para onde olha, o que lhe prende a atenção? O que procura?

A filmar tento sempre ser objetivo a nível técnico e intuitivo a nível artístico. E com a experiência, começamos a perceber onde e quando as coisas normalmente acontecem. Procuro sempre, em primeiro lugar, a acção. Por exemplo, das interacções muitas vezes resultam abraços, risos, as brincadeiras típicas na preparação dos noivos, as pessoas emocionam-se. Há que estar atento às pessoas! Planos de localização e de pormenores nunca são demais. Também procuro frequentemente linhas e sombras e, sempre que possível, procuro retratos dos noivos. Gosto quando olham diretamente para a lente. Passa-se sempre qualquer coisa.

No fundo, procuro tudo aquilo que acho que acrescenta ao filme.

 

Nestes tempos globais, em que as imagens circulam a uma velocidade vertiginosa e todos temos acesso a tudo, a qualquer hora, onde vai buscar inspiração?

É impressionante a velocidade a que as coisas evoluem e a quantidade de trabalho que aparece diariamente nas diferentes plataformas. Apesar disso, tento fazer com que esta torrente de informação me seja útil. É preciso fazer uma boa curadoria e ir beber aos sítios onde mais nos revemos na sua forma de expressão, sem nunca esquecer a minha intuição e individualidade. Mas é muito mais do que isso: nas sessões de inspiração podemos experimentar e descobrir coisas novas, e isso também acontece em conversas com amigos, no cinema, videoclips, fotografia e, claro, a um nível menos consciente, na bagagem visual que se adquire ao longo do tempo.

 

Quando precisa de fazer reset, para onde olha, o que faz?

Isso acontece-me com frequência no processo de edição. É-me particularmente difícil o início, e é aí que preciso do tal reset. Não é necessário muito tempo: faço coisas básicas! É verdade! Vou ter com amigos, ver televisão, andar ou correr para descomprimir.

 


Qual é o seu processo de trabalho, como acontece a ligação ao cliente?

Há todo um trabalho desenvolvido para que a ligação com o cliente seja facilitada. Isto é, o trabalho de promoção nas redes sociais, os filmes, quer sejam casamentos reais ou sessões de inspiração, que são publicados tanto nas minhas plataformas ou em blogs de casamentos, como o Simplesmente Branco, e, claro, o site.

Mas também acontece muito o cliente chegar até mim através da recomendação de fotógrafos, amigos, ou de outros noivos com que tenha trabalhado anteriormente.

Tudo isto num todo, acaba por comunicar a marca. E o feedback que tenho tido de muitos clientes ou potenciais clientes, é que quando se cruzam com o meu trabalho, se revêem e sentem que gostariam de ver o seu casamento representado sob esta interpretação. E eu encaro isto como um grande elogio, é claro!

O processo é o mais simples e transparente possível. Depois do primeiro contacto, que normalmente é feito por email através do formulário do site, marcamos uma reunião preferencialmente presencial, para que nos possamos conhecer um pouco melhor, explico-lhes o meu método de trabalho e a minha abordagem no dia do casamento e esclarecemos dúvidas. Depois disso, segue-se por vezes uma sessão, o casamento e a entrega do trabalho terminado.

 

Casamentos grandes ou pequeninos, nacionais ou estrangeiros, cerimónias emotivas, festas de arromba – qual é o tipo de festa que mais gosta de registar?

Independentemente do tipo de casamento, o que me dá mais gozo é quando sinto que é autêntico, que há amor entre todos e que os noivos estão a ter o dia que sonharam e a viver o presente. E isso sente-se em tudo.

Para mim um bom casamento é o que tem uma cerimónia emotiva, seguida de uma festa de arromba. O que se pode pedir mais? Uma boa sessão, claro!

Das coisas que mais gosto de ver no dia do casamento, são os momentos de cumplicidade, alguns bastante emotivos entre os noivos e/ou amigos, como se no dia do casamento nada mais existisse e isso pode acontecer em casamentos grandes ou pequenos, nacionais ou estrangeiros.

 

Qual é a melhor parte de ser videógrafo de casamentos? E o mais desafiante e difícil?

“Qual é a melhor parte de ser videógrafo de casamentos”… Essa é uma questão que já surgiu em conversa com amigos do ramo, várias vezes, e a primeira coisa que dizemos em voz alta é: o estilo de vida. O controlo do nosso tempo e da forma como o gerimos. Durante os anos em que trabalhei para outras produtoras, sempre senti que não tinha esse controlo, mas hoje sinto que tenho mais liberdade. Não fico refém de rotinas impostas. As viagens também são um grande privilégio, principalmente quando vamos bem acompanhados, passamos experiências inesquecíveis. Há viagens que nunca esquecerei.

Mas estas razões são insuficientes. Para mim a melhor parte de ser videógrafo de casamentos, é o propósito que ganhamos naquilo que fazemos. É  podermos ser criativos sem o peso corporativo por trás. É saber que o nosso trabalho, nosso esforço e talento, em vez de se transformar num produto comercial provavelmente com um prazo de validade muito curto, se vai traduzir em algo único para aquelas pessoas.

É aqui que entra a parte desafiante: tenho sempre a necessidade de criar uma imagem própria dos noivos e do casamento em geral. Essa imagem começa a ser criada na primeira reunião e termina no final do dia do casamento. O que imponho a mim mesmo, é criar um filme com a minha visão e que, ao mesmo tempo, os represente.

Difícil é gerir o negócio. É garantir uma comunicação consistente, responder a todos os emails atempadamente, garantir que todas as entregas são feitas dentro dos prazos acordados, gerir o site, gerir a contabilidade, gerir outras pessoas. E quando não sabemos como fazer, aprendemos, como sempre!

 

 

Escolha um filme favorito do seu portfolio e conte-nos porquê:

 Posso passar esta pergunta?! Não?

Tenho vários preferidos! Mas posso afirmar que o casamento da Liza e do Nick me encheu as medidas, em todos os sentidos. Os noivos de origem Asiática a e viver nos EUA, passaram boa parte do ano a viajar e decidiram casar no Areias do Seixo, reunindo a família e amigos mais próximos num grupo de 50 pessoas.

Foi um casamento lindo, cheio de emoção. Os noivos super carinhosos mas sem serem demasiado melosos, trocaram votos num first look só para nós. Durante todo o dia, num ambiente bonito e festivo, os amigos e família também lhes fizeram dedicatórias espontâneas que tornavam a tarefa de conter as lágrimas completamente impossível! Todos queriam demostrar o seu carinho e viver uma festa incrível!

 

 

Os contactos detalhados de Hugo Sousa Films estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, feita de filmes bonitos, e contactem o Hugo Sousa directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.

 

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

 

Marta Ramos

Nova loja Pisamonas em Lisboa

A sapataria infantil Pisamonas nasceu em 2013 com um modelo inovador de vendas online. Apostando na qualidade do fabrico artesanal de calçado, garante ainda preços acessíveis, graças ao volume de negócio possível de obter através da Internet. As suas simpáticas políticas de entregas e devoluções grátis (em Portugal, apenas em vigor para o continente) também contribuíram para que assumisse uma posição de liderança no sector. Já aqui vos falámos, várias vezes, das vantagens de fazer compras neste nosso fornecedor seleccionado, com um catálogo de cerimónia irresistível para meninos e meninas super elegantes e práticos em todas as festas de casamento para que sejam convidados.
Agora, a marca decidiu dar mais um passo e abrir pontos de venda físicos para estar mais próxima dos seus clientes. A sua primeira loja em Lisboa situa-se no Centro Comercial Telheiras, o que representa uma vantagem acrescida para quem estiver na zona: poder escolher o calçado na loja e solicitar a entrega em casa, ou então fazer a compra online optando pela entrega na loja, para que as crianças possam experimentar os sapatos novos e decidir se há necessidade de fazer alguma troca.
Segundo Cristina Brilhante, a Pisamonas procura «colocar o cliente no centro de tudo o que faz, para que possa escolher, em cada momento, o que mais lhe convém – talvez hoje prefira comprar através do telemóvel e amanhã lhe dê mais jeito ir à loja física para ver a colecção ao vivo».

 

 

Pisamonas - sapatos de criança para casamentos

 

Pisamonas - sapatos de criança para casamentos

 

Se estiverem nas redondezas de Telheiras, levem os miúdos à novíssima Pisamonas, recheada de coisas bonitas para ver – e experimentar!
Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado Pisamonas para ficarem a conhecer melhor a sua oferta. E falem com a equipa de atendimento ao cliente, que vos ajudará a  esclarecer todas as dúvidas.
Boas compras, on e offline!

Marta Ramos

Wise words: receber convidados de quatro patas

Já têm a lista de convidados fechada, a maior parte das pessoas até já confirmou a sua presença, a data aproxima-se e tudo parece estar a compor-se para que o grande dia seja perfeito. E no entanto há ainda uma questão por resolver que vos preocupa: o que fazer em relação aos vossos melhores amigos de quatro patas? Custa-vos excluí-los de um dia tão especial, afinal são membros de pleno direito da vossa família! Mas como gerir as necessidades e os temperamentos de um ou mais cães num dia tão carregado de emoções?

Hoje vimos aliviar-vos desta preocupação. Falámos com o Tiago Simões, da Sóanimarte, e com a ajuda da experiência dele e da sua equipa compusemos estas wise words dedicadas aos vossos convidados caninos. Isto porque a Sóanimarte dispõe de um inovador serviço de DogSitting:

Sim! Wedding DogSitting, ou seja, babysitting de cães. Os patudos são cada vez mais os filhos da relação e queremos que se sintam assim no dia mais feliz das vossas vidas. Agora já podem levar o vosso amigo mais fiel para a festa do vosso casamento. – Tiago Simões

Como é que isto se processa? O serviço da Sóanimarte é sobretudo direccionado para os cães dos noivos – mas pode ser aberta uma excepção para algum patudo demasiado próximo da família para ser deixado de fora num dia tão importante: «Tivemos, por exemplo, um DogSitting no Clube Universitário do Porto com quatro cães», conta-nos o Tiago. «Os dois cães dos noivos mais dois da mãe da noiva. Como já se conheciam todos, foi super tranquilo.»

Para que as coisas corram bem, há uma série de regras a cumprir e de precauções a tomar. O objectivo é garantir o bem-estar dos ‘patudos’, pelo que a Sóanimarte disponibiliza uma ou duas pessoas responsáveis e capazes de acompanhar os cães, garantindo que estes estejam atentos aos momentos-chave do grande dia. Mas o trabalho de casa começa antes do casamento propriamente dito. «É muito importante, e por isso obrigatório, conhecermos o cão antes do dia (e o cão conhecer-nos a nós!), para avaliarmos o seu nível de stress e para nos podermos todos acostumar uns aos outros, claro.» No caso de os vossos bichinhos estranharem sítios novos, sempre que possível deverão levá-los também a conhecer previamente o espaço onde decorrerá a festa. «Não excluímos nenhuma raça à partida, mas reforçamos sempre junto dos noivos, que conhecem o seu patudo como ninguém, que é importante manter toda a gente em segurança (convidados, o Dogsitter e o próprio cão). Se um cão demonstrar algum índice de agressividade, um tipo de evento desta envergadura só poderá potenciar essa tendência, pelo que aconselhamos os noivos a ponderar bem a sua presença.»

Cumpridos estes passos, chega a hora de preparar o cenário. Antes de mais nada, certifiquem-se sempre, junto dos responsáveis dos espaços onde decorrerá o vosso dia, se vos é dada permissão para levar cães convosco. No espaço da festa, será preparado um cantinho especial onde os animais se sintam mais do que em casa e ultra-mimados. Para tal, é importante que os donos levem os objectos pessoais dos cães: a cama ou manta preferidas, um ou outro brinquedo e a sua comida habitual.

Este serviço é disponibilizado num pacote de dez horas (que pode ser prolongado, mediante ajuste no orçamento, caso necessário). Podemos ir buscar o patudo a casa e devolvê-lo também a casa ou a um hotel, no final do dia. Ou podemos começar a nossa intervenção apenas na igreja ou no local da festa. Tudo isso será ajustado de acordo com a vontade dos noivos.

Por norma, o serviço inclui uma pessoa – apenas nos casos de mais do que um cão de porte médio ou grande é que a Sóanimarte sugere que estejam duas pessoas sempre presentes. E os DogSitters estarão sempre atentos às necessidades dos animais, quer seja protegendo-os do ‘assédio’ dos convidados, para que não se enervem, quer seja proporcionando-lhes momentos de passeio e mudanças de ambiente, sempre que sintam que há necessidade disso.

 

 

 

 

Há ainda alguns detalhes com uma graça extra: podem disponibilizar a trela e a coleira dos vossos amiguinhos à Sóanimarte para que sejam personalizadas, de acordo com as cores ou o tema da vossa festa; e existe também a possibilidade de, através de uma câmara GoPro, obterem um registo do vosso casamento como se fosse pelo olhar do vosso bichinho de estimação. Esta última oferta ainda está em fase de testes, mas estamos desejosos de ver os primeiros resultados.

Se se inscrevem na categoria de donos de patudos incapazes de deixá-los de fora de um momento tão marcante nas vossas vidas, falem com a Sóanimarte e combinem com eles todos os pormenores. Com a correcta preparação prévia e a articulação de todos, a vossa festa poderá ficar ainda mais completa – ainda mais feliz!

Susana Pinto

Casar em casa: Ana Marta + Hugo

Hoje trazemos, genuinamente, um casamento diferente. É a festa da Ana Marta + Hugo, num formato intimista, singelo, com uma dose essencial de formalidade, tal como o desejaram, e com a cumplicidade da família.

A Ana Marta + Hugo casaram na bonita Igreja de São Mamede, em Lisboa, e celebraram com a família e amigos com um jantar, em sua casa.

Sem confusões, sem stresses de maior, com um belo vestido de noiva da Vestidus, de forma orgânica, animada e natural, esta foi a sua ideia de celebração do mais bonito dos dias. E a julgar pelas imagens do Bernardo Gouveia, foi perfeito.

Querem ver?

 

 

 

 

 

 

 

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

A felicidade foi tanta que nem pensámos em mais nada. Honestamente, “o dia” nem nos passou pela cabeça, mas sim o resto dos nossos dias juntos.

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?

Superpreparados e nada nervosos, nem no dia do casamento.

 

 

 

 

 

 

 

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?

Já sabíamos o que queríamos à partida, algo simples e íntimo, sem confusões.

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?

Sim, o resultado foi fiel ao que tínhamos imaginado. Contámos com a ajuda dos nossos pais que organizaram tudo, de acordo com o nosso feedback.

 

 

 

 

 

 

 

 

O que era fundamental para vocês? E sem importância?

Ter uma celebração simples, apenas com jantar, de forma a aproveitarmos os momentos juntos sem nos preocuparmos com obrigações. Queríamos algo simples, mas formal, sem grandes decorações e floreados.

 

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

Mais fácil? O Sim! Mais difícil? Terminar a festa.

 

 

 

 

 

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

Dizer os votos na igreja, sem dúvida.

 

E o pico de diversão?

A lua de mel.

 

 

 

 

 

Um pormenor especial…

O Hugo tinha meias feias, mas ninguém notou.

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?

O catering do jantar, porque poderíamos ter sido nós a fazer o jantar.

 

 

 

 

 

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…

Simples, sem complicações e sem stress.

 

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e materiais gráficos: convites digitais Green Envelope;

local: casa dos oivos;

catering e bolo dos noivos: Salsaparrilha;

aluguer de mobiliário e louça: Mesa Posta;

fato do noivo e acessórios: Massimo Dutti, fato feito à medida;

vestido de noiva e sapatos: vestido da Vestidus Atelier, sapatos Asos;

maquilhagem: feita pela noiva;

cabelos: Flávio Passos Reihn para Toni & Guy, Chiado;

bouquet de noiva: Monceau Fleurs Amoreiras;

fotografia: Bernardo Gouveia;

luzes, som e Dj: playlist Youtube.

Marta Ramos

A lovely day to be caught in the rain, por Feel Creations

«Isn’t this a lovely day to be caught in the rain?», cantam Ella Fitzgerald e Louis Armstrong num dos seus sublimes duetos. Ver este filme da Feel Creations deixou-me a cantar esta canção ininterruptamente – e só lhes posso agradecer por isso, que melhor banda sonora para um dia feriado e chuvoso como o de hoje?

Escutemos o seu relato deste lovely day: «O dia começou num rebuliço. Quando chegámos a casa da Margarete, a mãe não escondia o nervosismo. Subia e descia as escadas de forma constante, fazendo tremer a casa. Assim que entrámos no quarto da noiva, reparámos na estante, que enchia o ambiente de lombadas coloridas. Revelou ser fã da cultura japonesa. E isso era notório – tanto pelo facto de ter a colecção de Samurai X, como por ter decorado o casamento com figuras origami. O noivo, escapando-se à azáfama, vestiu-se no Hotel Fénix, mesmo no coração do Porto. A família chegou pouco depois, acompanhando o noivo até ao Mosteiro do Pedroso, onde aconteceu a cerimónia. À saída esperavam-nos as tunas da Universidade de Beira Interior que, de surpresa, estenderam as capas no chão para receber os noivos e lhes cantaram as músicas que outrora dançaram. Os noivos, entusiasmados, acompanharam. Foi uma festa. Apesar da chuva ter ameaçado desde cedo, só se manifestou a meio da tarde.»

A Margarete e o Miguel escolheram outros dois fornecedores Simplesmente Branco para dar forma ao seu dia: o design floral esteve a cargo de Isabel Castro Freitas e a maquilhagem foi assinada por Jenny Make-up Land. Só boas escolhas para um resultado muito feliz.

 

 

Créditos:

 

espaço: Quinta do Rio
vestido da noiva: Pronovias
fato do noivo: Miguel Vieira
design floral: Isabel Castro Freitas
maquilhagem: Jenny Make-up Land
design gráfico: Kitschnet

 

Não deixem de consultar as duas fichas de fornecedor seleccionado da Feel Creations para ficarem a conhecer melhor o seu trabalho: a de vídeo e também a de fotografia. E acompanhem os artigos que vamos publicando acerca deste talentoso quarteto.

Marta Ramos

Damos as boas-vindas: Weev!

As boas-vindas de hoje são dadas à Diana Nunes e à sua Weev!

 

A Weev é uma marca de acessórios feitos à mão, segundo os preceitos artesanais e a visão irreverente da sua criadora. Resultado: peças únicas e cheias de estilo! Tudo começou quando Diana procurava um laço para uma cerimónia, mas esbarrava nos padrões de sempre. Decidiu então deixar de lado a arquitectura e criar a Weev, com um objectivo: dar ainda mais pinta aos homens – e às mulheres – que, como ela, procuram um acessório único e carregadinho de personalidade.
Para já, a Weev propõe laços e lenços de bolso para noivos com um toque muito especial. Mas mais peças virão. E se não encontrarem o laço ou o lenço que é a vossa cara na loja da Weev, não se preocupem: a Diana faz exactamente aquilo que imaginaram.

Acreditamos que preenchemos uma lacuna neste campo. Diferenciamo-nos pelos diversos padrões que permitem aos noivos brincar e transmitir a sua personalidade através dos nossos laços e lenços.

Na Weev, orgulham-se muito de serem ousados. Acreditam que os seus produtos se enquadram nos casamentos mas que vão muito para além da cerimónia. «É um acessório que transmite atitude.» Para desenvolver o seu trabalho criativo, inspiram-se em tudo aquilo que os rodeia: «Vivemos dos padrões, por isso percorremos várias feiras artesanais, mercados, pequenos recantos perdidos na cidade até encontrarmos o “tal” que achamos que vai ao encontro de quem nos procura.»

 

boas-vindas Weev

 

Weev - laços e acessórios para homem

 

Weev - laços e acessórios para homem

 

Weev - laços e acessórios para homem

 

Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado Weev para ficarem a conhecer melhor o seu trabalho e admirarem as bonitas fotos da galeria. E falem com a Diana, que tem como missão ajudar-vos a terem cada vez mais pinta!

 

Diana, bem-vinda ao Simplesmente Branco!