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Susana Pinto

Think pink!

A partir de hoje, temos por aqui uma very special guest, prontíssima para inspirar as meninas, sempre com sugestões muito girlie e femininas. O título da rúbrica é, claro, “Think Pink!” e os posts são da Ana Jordão, da Pinga Amor.

Hoje temos um quadro de inspiração com uma paleta de cores. Preparadíssimas para muito eye candy romântico para o vosso casamento? Pois aqui vai!

 

 

Hum, hum, hum… Lovely!

 

Susana Pinto

Sara e Bruno, lovebirds!

 

Como foi o teu pedido de casamento?

O pedido de casamento surgiu de forma inesperada, junto ao Big Ben nas últimas doze badaladas de 2009. Depois de alguma indecisão sobre o local da passagem de ano, deixei que fosse o B a organizar uma surpresa para os dois e assim foi, só às 5h da manhã de 31 de Dezembro no aeroporto descobri que tínhamos Londres como destino. Doze baladas e eis que surge a segunda surpresa… o anel, no meio de uma multidão com muito frio e neve à mistura.

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Começamos com um ano de antecedência, primeiro com a escolha da fotografia e vídeo e só depois, a Igreja e a Quinta. Os primeiros meses foram de pesquisa (Style me Pretty, Brancoprata, Martha Stewart, So Much Love, entre outros) e depois sucederam-se as muitas compras no Ebay.

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Um ambiente sóbrio e requintado baseado em cores claras e flores do campo foi o mote de partida. No entanto, em função do espaço que escolhemos tivemos depois que ajustar alguns conceitos e ideias.

No fundo, tentamos criar um ambiente muito nosso e cujos pormenores reflectissem um pouco de nós, mas por outro lado queríamos “a festa” onde os nossos amigos e família se pudessem divertir e celebrar connosco.

 

 

 

 

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Tanto eu como o B somos exigentes no que fazemos e o nosso casamento tinha que ser a nossa cara. Se por um lado era difícil encontrar fornecedores que compreendessem exactamente o que pretendíamos, o orçamento dos “melhores”, levaram-nos a arriscar.

 

Tiveste ajuda?
A principal ajuda e essencial foi do B e mais tarde, na parte da execução tivemos que nos apoiar na família para conseguirmos terminar tudo a tempo.

 

O que era o mais importante para ti?

Penso que tudo era e foi importante para tornar o nosso dia único e muito especial.

 

 

 

 

E secundário?

Não há nada que possa dizer que tenha sido secundário. Embora com graus de importância e visibilidade diferentes, tentamos não deixar nada para trás.

 

Onde gastaste mais dinheiro?

Sem dúvida na Quinta e Catering. E valeu a pena, infelizmente enquanto noivos disfrutamos muito pouco do Catering.

 

Onde gastaste menos?

No vestido, fraque e alianças. Foram oferta de pessoas muito especiais!

 

 

 

 

 

O que foi mais fácil?

Definir ideias principais com o B e a ligação com os nossos fornecedores que também nos perceberam desde o início e apoiaram. Um obrigado à Marta, da Beija-me, e à Ana Jordão, da Pinga Amor, pela paciência.

 

O que foi mais difícil?

A marcação da Igreja e a gestão do tempo.

 

O que te deu mais prazer criar?

Tudo, em particular o nosso monograma, que serviu de ponto de partida para tudo o resto.

 

 

 

 

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

É a nossa cara. Claro que há sempre um pormenor ou outros, que poderia ser melhorado, alterado, redefinido, mas no fundo foi um dia perfeito.

 

Um pormenor especial?

Muitos…os meus Lady Dragon amarelos, o Jipe, as fotos com que personalizamos a sala, a máquina de escrever, as fraldas dos bebés que ainda não nasceram, o ramo, os convites dos pais e padrinhos e tantos outros.

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Nada. Foi muito mais especial e perfeito do que sonhava.

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

Vale a pena o trabalho e dedicação aos pormenores e no dia o importante é aproveitar ao máximo.

 

 

Os nossos fornecedores:


Convites e materiais gráficos: Enleio de cores, DIY

Local e catering: Quinta dos Pinheirais, Privilege Catering

Fato do noivo e acessórios: Dielmar

Vestido de noiva e sapatos: San Patrick e Melissa

Anel de noivado, alianças e brincos: Lugar da Jóia

Acessórios: Pinga Amor

Maquilhagem: Local

Cabelos: Local

Flores: Uma especialista local

Lembranças para os convidados: Brindes & Companhia, Coimpack e Cutelaria Martins

Fotografia: Beija-me

Luzes, som e Dj : FunBoxProduções (DJ Miguel Borges)

 

Susana Pinto

Flat Works: um fornecedor Simplesmente Branco


A Flat dedica-se à remodelação, total ou parcial, de habitações, escritórios, lojas e outros espaços.
A qualidade é uma das palavras chave desta equipa, que  apresenta projectos de remodelação de acordo com as necessidades e interesses de cada cliente e com contrato chave-na-mão. Este tipo de contrato liberta o cliente da gestão das diversas etapas e intervenientes no projecto, garantindo o cumprimento do valor orçamentado e permitindo assim ao cliente rentabilizar o seu tempo e investimento.

 

Depois da grande festa, uma casa à medida é a aventura que se segue, não vos parece?

 

 

Para contactar a Flat e falar com o David Ascenção, liguem para  919 881 043 ou enviem um email.

A Flat é um fornecedor seleccionado do Simplesmente Branco. Para saber mais informação, consultem a sua ficha de fornecedor, arquivada em Casa.

 

Susana Pinto

Telmo Ferreira Fotografia: em detalhe

 

Bom dia! Hoje começamos pela fresca, conversando com o Telmo Ferreira, um dos fotógrafos cuidadosamente seleccionados no Simplesmente Branco.

Acompanhem-me e conheçam-no (e ao seu trabalho!) melhor…

 

 

1. Apresenta-te…!

Sou o Telmo, vivo no Porto, mas foi quando vivi em Inglaterra que tive o primeiro contacto sério com a fotografia.

 

2. O que te faz fotografar?

Quando fazemos algo de que gostamos queremos sempre fazer melhor.

 

 

 

3. O que te distingue da multidão?

Tento passar o mais despercebido possível sem interferir.

 

4. Como definirias o teu tipo de abordagem/fotografia?

Tento fazer uma abordagem artística à fotografia de documentário.

 

5. Como manténs a tua perspectiva fresca e inspirada?

Há 3 maneiras de encontrar inspiração; na natureza, nos clássicos da antiguidade ou imitando outros artistas. Na verdade só há uma meia dúzia de fotógrafos de casamento que realmente me inspiram e é neles que me revejo. No entanto não os tento imitar porque a minha maneira de ver as coisas vai de encontro ao mesmo estilo.

 

 

 

6. Como e com que antecedência devem os noivos contactar-te?

Bem… o mais cedo possível, principalmente para quem casa em Setembro que como sabemos é um mês muito concorrido. Como só fotografo um casamento por dia, muitas vezes tenho que responder:  “Desculpem mas já tenho essa data marcada!”.

 

7. Que tipo de serviços poderão contratar?

Desde o princípio quis deixar bem claro que o meu trabalho é como fotógrafo. Como tal, não tenho serviço de vídeo nem de material gráfico. Concentro-me naquilo que sei fazer.

 

 

 

 

8. Quanto tempo, após o casamento, esperam os noivos  pelo resultado final?

Normalmente leva entre 3 a 6 messes. Cada álbum é feito num processo individual e único. Nunca fiz dois álbuns iguais. Eu não me incluo da categoria de produção a granel, acredito num trabalho que é único e exclusivo para cada cliente.

 

9. Qual é o processo de trabalho, como crias cumplicidade com o casal a fotografar?

Há sempre um primeiro contacto por email ou telefone. Depois segue-se uma reunião para poder apresentar o meu trabalho. Gosto de fazer uma sessão antes do casamento para ficar a conhecer melhor os noivos. Depois vem o dia do casamento que surge com naturalidade.


10. O teu trabalho é local, regional, nacional?

O meu trabalho é a nível local, embora este ano já tenha muitos trabalhos marcados um bocadinho por todo o país.

 

 

 

 

11. Escolhe uma imagem favorita do teu portfolio e conta-nos porquê.

É difícil escolher uma favorita. Em cada trabalho que faço tento sempre melhorar a minha fotografia. Há sempre uma fotografia favorita.

 

12. 3 conselhos para os noivos…

O melhor conselho para os noivos é simplicidade e elegância. Não se deixem influenciar. É o vosso dia, divirtam-se!

Vivam o dia do casamento, porque é único. Não se deixem desgastar com os preparativos, isso vai reflectir-se no dia. Não é necessário gastar muito dinheiro, sigam o conselho do Simplesmente Branco, “menos é mais!”

 

 

 

 

Mais 3!

 

O que te inspira?

Ser capaz de manter a minha própria visão é a parte mais importante. Porque sem isso, eu seria apenas mais um.

 

Como seria o casamento perfeito para fotografar?

De preferência uma cerimónia civil.

 

 

 

Qual é a parte melhor de ser um fotógrafo de casamentos?

A melhor parte é que para ser um fotógrafo de casamentos também tenho que ser um foto-jornalista, um fotógrafo de moda, de arquitectura, de produto, de editorial… e de tudo o que acontece num casamento.

 

Para falar com o Telmo, liguem para 935 567 933 ou enviem um email.

 

Telmo Ferreira Fotografia é um fornecedor seleccionado do Simplesmente Branco, podem consultar mais detalhes na sua ficha de fornecedor, arquivada em Fotografia.

 

Susana Pinto

Português Suave: inspiração para um casamento

Há um ano atrás, por esta altura, pedi à Ana Jordão, da Pinga Amor, que me fizesse um inspiration board para um casamento com um sabor português tradicional, vintage e um imaginário muito nosso.

A Ana, que como eu, não resiste a um bom desafio, decidiu ir mais longe e desenhou esta decoração, misturando flores lá de casa, peças Bordalo Pinheiro, crochet e muitas cores.

 

As sugestões que acrescentei na altura foram estas:

“Para a decoração, um cheirinho a Santos Populares e à Canção de Lisboa, com balões e grinaldas, colorido e festivo (a Martha Stewart já provou como se pode fazer um fantástico decor à base de festões e balões de papel).

Flores de casa, sortidas – podem adicionar malvas, sardinheiras, chagas e amores perfeitos em vasinhos, ou cravos em garrafinhas desemparelhadas do Depósito da Marinha Grande, tudo de época e com estas cores e formas de vidro antigo, ou simplesmente, manjericos, que os convidados possam levar para casa.

Para terminar, detalhes em crochet, porque não…? Uma bela toalha de linho com encaixe e bainha de renda, uma almofadinha para as alianças, feita de rosetas, ou argolas de guardanapo, direitinhas com goma. Andorinhas Bordalo Pinheiro, na A Vida Portuguesa para um retoques mais especiais ou para oferecer à família e amigos.”

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com alguma tristeza, na altura ficámos com a impressão que estas sugestões eram demasiado “outside the box”, ainda não era o momento e o Simplesmente Branco tinha pouco mais de um mês de existência…

Agora, passado um ano de inspiração SB e muito “stretching mental”, digam-me cá… que tal estas ideias, cores, peças e  decoração?

 

 

Susana Pinto

Ana + Pedro: oh so stylish!

Bom dia!

Hoje trago-vos o casamento da Ana e do Pedro, fotografado pela Lounge Fotografia, um dos fornecedores seleccionados do Simplesmente Branco. Preparem-se para muito estilo e sorrisos deliciosos!

Let’s roll!

 

 

Como foi o teu pedido de casamento?

Foi uma decisão a dois. Como já namorávamos há muitos anos, achamos que estava na altura de dar finalmente o passo. Embora o Pedro tenha feitos imensos pedidos de casamento durante o tempo de namoro, ora com uma prenda, ora com outra, levei sempre para a brincadeira, pois nunca me sentia totalmente preparada.

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Embora a ideia já andasse a ser cozinhada há algum tempo, apenas assumiu contornos reais em Março do ano passado. Queríamos que fosse ainda em 2010, mas surgiram algumas complicações, e tivemos que adiar um pouco mais. O que acabou por ser benéfico, pois deu-nos mais tempo para pensar e procurar várias soluções.

Contratar um espaço para a recepção foi a nossa 1ª prioridade, pois infelizmente o que mais gostamos raramente está disponível! Usámos quase sempre a internet, tanto na pesquisa como para posteriores contactos, com os fornecedores e profissionais da área. Os blogs e a pesquisa intensa na net, ajudaram-nos a alargar um pouco mais os horizontes e a tentar sair do “quadrado”.

Começámos a pedir orçamentos e a visitar espaços no final de Março e no início de Junho reservamos no Aqueduto para Abril de 2011. Em Setembro contactamos o padre que queríamos que celebrasse o nosso casamento. Por meados de Novembro e Dezembro, começamos a procurar um fotógrafo. Pedi uns 5 ou 6 orçamentos, mas bastou uma reunião para ficar decidido. Em Janeiro contratámos a animação, que à semelhança do fotografia, foi bastante fácil.

O vestido e fato do noivo só começaram a ser feitos em Fevereiro. Quanto à maquilhagem e ao penteado já estavam contratados desde Novembro, embora só tenha feito as provas uma semana antes.

Os convites, embora já andasse a pensar neles há muito tempo só ficaram prontos em Fevereiro, altura em que começaram a ser entregues. A maior parte foi rápido, dividimos esforços e cada um entregou à sua família.

Outros pormenores, como alianças, flores, viagem e acessórios deixámos para as últimas semanas.

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Tentamos criar um ambiente elegante, sóbrio e “clean” salpicado de romantismo, com apontamentos de luz e muitos brancos, aproveitando ao máximo o conceito “lounge” do Aqueduto, que escolhemos exactamente por causa disso. Tentamos que essa ideia fosse transversal a todo evento.

Era também muito importante para nós que as pessoas se divertissem e não se sentissem enfadadas, por isso centrámos os nossos esforços em procurar situações diferentes do habitual. Mesmo não fugindo muito à tradição para não chocar demasiado, penso que conseguimos esse efeito.

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

O “feito por nós” surgiu da forma como nos entregamos na preparação do dia, da conjugação de todos os pormenores, não deixando nada ao acaso, desde a escolha da ementa, flores, músicas, tentado que o dia fosse um reflexo daquilo que somos como pessoas e como casal.

 

 

 

 

Tiveste ajuda?
Sim, tivemos! Bastante até. Da família essencialmente.

Depois tivemos a felicidade ou a sorte, de escolher excelentes profissionais que nos transmitiram sempre muita confiança e segurança e que corresponderam sempre a todas as expectativas.

 

O que era o mais importante para ti?

Que o dia fossem memorável e que toda a gente se divertisse, incluindo nós.

 

 

 

E secundário?

Não estou a ver nada que fosse secundário, todos os pormenores embora parecessem ter menos peso, foram igualmente importantes.

 

Onde gastaste mais dinheiro?

No espaço, sem dúvida! E claro, na Lua-de-Mel.

 

 

Onde gastaste menos?

Nos convites, que fui eu que fiz e que gentilmente a gráfica me ofereceu a produção.

 

O que foi mais fácil?

O espaço. Depois de sair da reunião com a Cristina a primeira coisa que disse ao Pedro foi” É aqui que tem de ser! Não quero ver mais nada!”. Nem o facto de ser um pouco longe me incomodou minimamente (logo eu que queria uma quinta juntinho à Igreja!!). Foi daquelas situações em que estamos completamente seguros que vai correr bem. Tanto a Cristina como o Francisco são impecáveis, tratam de todos os pormenores, deixando-nos totalmente à vontade. É fantástico não ter de estar com aquele stress de ultima hora a tratar da decoração e das mesas, demasiado nervosos para desfrutar totalmente. Saber que podemos confiar nos outros, não tem preço.

 

O que foi mais difícil?

É difícil escolher, pois tivemos sempre muitas duvidas mas acho que foi mesmo a igreja. Deixámos até à última hora para decidir, o que atrasou a produção dos convites. Queríamos uma, depois queríamos outra! Enfim não nos decidíamos, e claro acabámos por deixar que outros decidissem por nós…na decisão pesou o facto de a poder decorar como queria.

 

 

O que te deu mais prazer criar?

O material gráfico, planear a decoração da igreja e ainda preparar e procurar acessórios para o Photobooth, que com a preciosa ajuda do Luís e da Cristina, acabou por resultar muito bem.

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

Foi um pouco das duas coisas. Infelizmente, ou felizmente, é impossível não fazer cedências… Nunca tínhamos pensado realmente como gostaríamos de casar, mas gostamos de coisas simples e às vezes isso parece ser o mais difícil de conseguir! Fomos acertando os pontos, um com o outro, nem sempre o que eu queria era o que o Pedro queria e vice-versa. Depois há o factor família, e coisas que são irrealizáveis, ou porque não cabe na cabeça das pessoas ou por não estão ao nosso alcance financeiro. Mas bem vistas as coisas, acabou por correr melhor do que previa!

 

 

 

 

 

 

Um pormenor especial?

A cerimónia. O Padre João conseguiu prender toda a gente, tocar bem fundo em cada um de nós. Apesar de ser um momento solene conseguiu arrancar grandes sorrisos a todos!

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Poucas, muito poucas mesmo!

 

 

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

Aprendam a delegar tarefas, a confiar nos outros, torna-se tudo muito mais simples. Às vezes achamos que para ser perfeito tem de ser feito por nós… as ideias são nossas, sem duvida, mas se souberem explicar o que pretendem, de certeza que vai sair, quase, tão perfeito como se fossemos nós próprios a fazer!!

Com isso, descobri que as pessoas que mais nos chateiam, são muitas vezes, aquelas que mais se dispõem a ajudar, descobri ainda, que são também as que gostam mais de nós.

Pensem em tudo com amor e tentem sempre que as vossas opiniões se encontrem num ponto comum, para que no dia, irradiem harmonia.

 

 

Os nossos fornecedores:


Convites e materiais gráficos:  eu com a ajuda do espírito critico do Pedro!

Local e catering:  Aqueduto Eventos

Fato do noivo e acessórios: iD VALUES, Tailoring; sapatos Eureka

Vestido de noiva e sapatos: PRAF Colecções; Sapataria Fernando.

Anel de noivado, alianças e brincos: Ourivesaria Mário

adereços: anel, Lúcia Garcia

Maquilhagem: Paula Lage

Cabelos: Paula Lage

Flores: uma minha tia, que amavelmente se prestou a fazer o bouquet e a decorar a igreja!

Fotografia: Lounge Fotografia

Luzes, som e Dj: LSS e Bruno Soares (Saxofone)

 

Bom fim de semana!

 

Susana Pinto

Altar civil refreshed: porque não?

Para primeira edição da S, quisemos explorar o “altar civil”, algo ainda muito pouco trabalhado por cá e com um imenso potencial visual e criativo, ao qual não consigo resistir…!

Afinal, é para esta peça/espaço que estão dirigidos todos os olhares durante a cerimónia e entre outras qualidades, um altar civil bem desenhado é uma fabulosa paisagem fotográfica, enquadrando os noivos de maneira totalmente cenográfica.

 

À semelhança do convite, em momentos distintos, o altar começa por contar um pouco da história de amor que une o casal e lança o mote para o ambiente que se vai experimentar a seguir… Para desenhar esta peça, que se pode resumir a um foco de atenção, não há limites criativos nem orçamentais, basta escolher um local e deixar a magia acontecer!

 

 

 

 

 

 

Esta foi uma das sugestões desenhadas por mim e pela Elisa Arnaud, da Design com Texto: uma placa de platex perfurada (comprada no Aki), pintada de branco com tinta de esmalte e bordada a ponto cruz com as iniciais dos noivos e um coração (desenhei as letras e motivos numa folha de papel quadriculado, para ter noção das dimensões que deveria escolher – 4 quadradinhos para cada ponto, e recortei, para perceber onde deveria colocar cada letra e calcular os espaços entre elas). Usámos fios sortidos, um de rolinho, acetinado, e um menos macio, prateado, para alternar cores e texturas.

 

Com esta peça feita, decidimos qual o sítio mais interessante para a colocar e esta porta/passagem para as salas seguintes, ladeada pela escada e corrimão trabalhado pareceu-nos perfeita. Bastou juntar a mesa alta e decorar a preceito: a jarra com a lavanda fora do vaso e cheia de lantejoulas, e a pequena manteigueira que guarda as alianças, peças fundamentais e suficientes para uma cerimónia civil e significativa.

 

 

 

 

 

Nesta segunda produção, com uma tábua de aglomerado comprada também no Aki, pintada com tinta acrílica em azul royal, criámos o bloco principal. As andorinhas da Otchipotchi (maravilhosas e que foram o ponto de partida para este altar) estão penduradas em 2 pequenos pregos e o remate de cor foi dado com as fitas rosa fúcsia.

Novamente, escolhemos um sítio interessante na sala, e ladeámos com duas mesinhas Lack, do Ikea, onde colocámos uns posters com palavras significativas e doces. Simples, mas eficaz e com muita emoção, e claro, cravos com fartura, uma das nossas flores favoritas!

 

 

 

 

 

A terceira proposta é ainda mais simples: fita cola de papel (daquela usada para proteger os interruptores e rodapés, quando se está em pinturas lá por casa!), pintada com tinta acrílica dourada: cortei vários pedaços a olho (cerca de 50cm), colei-os num plástico e pintei todos de uma vez, com uma trincha larga. Deixei secar e desenhei o coração, cortando à medida necessária para os vários segmentos.

 

Depois, foi só escolher fotos de família, momentos especiais e uma fotografia com mais significado, que ficasse dentro do coração.

Colámos tudo com a mesma fita cola, deixando as fotografias meio soltas, com um aspecto espontâneo e dinâmico. No fim do dia, foi só descolar com cuidado, deixando as fotografias e a parede impecáveis.

 

Simples, simples e tudo budget friendly: altar civil em ponto cruz, cerca de 50 euros (platex perfurado, tinta, fitas e fios, lantejoulas e lavanda), altar civil azul royal, cerca de 125 euros (placa de aglomerado, com corte e transporte, andorinhas, tinta, fitas, cravos e impressões), e altar civil com fotografias, cerca de 7 euros (fita cola e tinta dourada).

 

Interessante, verdade? Vão experimentar?

 

Aqui está uma tendência que esperamos conseguir lançar, devagarinho, e com muito amor, mostrando que é fácil, acessível e muito, muito memorável… Assim como  os cravos, que por cá (e não só…!) adoramos e cumprem todos estes requisitos com muito, muito estilo!

 

Prometo que insistiremos com elegância e frescura, e sempre com olho nos números!

Fotografias do André Castanheira, arc | fotografia.