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Susana Pinto

Joana + Bruno, uma doçura só…

A semana termina com a festa do doce casal Joana + Bruno, e uma mão cheia de fornecedores seleccionados Simplesmente Branco.

As fotografias são do Miguel Ribeiro Fernandes, o catering ficou a cargo da equipa do Páteo Velho, tudo foi filmado pela DreamCatchers e a pista, animadíssima, é dos habituais Jukebox, tudo gente cá de casa, recomendadíssima!

Começamos este post assim, de forma singela e directa, porque assim é este casal: doce, bonito, tranquilo. Não é precisa muita conversa nossa, porque as palavras da Joana são especiais: serenidade feliz é isto mesmo!

Bom fim-de-semana!

 

 

 

 

 

Como foi o teu pedido de casamento?

O meu pedido começou com uma prenda de aniversário: um fim de semana num sítio surpresa. O Bruno levou-me para a Casa das Penhas Douradas, um lugar lindo na Serra da Estrela. Fiquei encantada… com o passeio, a surpresa, o espaço, a paisagem, a lareira, tudo cheio de pormenores pequeninos que eu adoro …! Quando o sol se estava quase a ir embora o Bruno fez-me um simples pedido. Foi a pergunta mais bonita que já me fizeram e só podia ter sido feita por ele!

 

 

 

 

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Comecámos por escolher o espaço. Hoje em dia existe tanta oferta de espaços e tantos casamentos a acontecer, que queríamos ter a certeza que o sítio que escolhessemos tinha um dia para nós em Setembro. Depois decidimos o fotógrafo e o videógrafo, com cerca de 8 meses de antecedência e o resto foi acontecendo sem grande pressa.

 

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Nós queríamos um ambiente simples e acolhedor com pormenores românticos e uma decoração rústica. A nossa festa tinha de ter um bocadinho de Trás-os-Montes e de Lisboa!

 

 

 

 

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Quando é “feito por nós”, damos um toque muito pessoal às coisas. Para mim significa que estou a dar um pouco de mim às outras pessoas. Eu adoro os pormenores que fazem a diferença em qualquer situação.

 

Tiveste ajuda?

Sim, sem dúvida! Tivemos ajuda dos nossos pais, manos, cunhados, madrinhas e padrinhos. Todos foram incríveis. Cada um deu o seu contributo para que o dia fosse perfeito.

 

 

 

 

 

O que era o mais importante para ti?

O mais importante era que o dia fosse perfeito para nós e que os nossos convidados se sentissem bem com as nossas escolhas. Queríamos boa comida e uma festa animada. Tudo correu na perfeição.

 

E secundário?

Acho que nada foi secundário.

 

 

 

 

 

 

Onde gastaste mais dinheiro?

No espaço e no catering.

 

Onde gastaste menos?

Nos elementos gráficos (convites, menus, seating plan, ofertas) porque foram feitos por nós com a ajuda da minha madrinha e dos nossos pais.

 

 

 

 

 

O que foi mais fácil?

Foi escolher o espaço e a igreja. Entrámos em ambos os sítios e dissemos, “É aqui!”

 

O que foi mais difícil?

Tivemos alguns contratempos nos dias anteriores ao casamento, mas com calma tudo se resolve. No dia, sabíamos que nada ia correr mal!

 

 

 

 

O que te deu mais prazer criar?

O quadro das mesas que tinha uma fotografia polaroid com os nomes de cada convidado, tudo feito por nós e que era uma lembrança que podiam levar.

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

Acho que tudo foi planeado para ser a nossa cara. Acho que fiz poucas cedências.

 

 

 

 

Um pormenor especial?

Acho que não posso eleger um pormenor porque existiram vários. Os brincos que usei são muito especiais, são da minha mãe e foram oferecidos pelo meu pai no primeiro Natal de casamento (já lá vão 43 anos!). O gancho feito pela MVG-Craft (Mafalda) que foi ao encontro do que sonhei. O azeite que oferecemos em pequenas garrafas aos nossos convidados, foi preparado por nós desde a apanha da azeitona até à simples etiqueta que desenhei para colocar na garrafa. Tivemos o Coro de Santo Amaro de Oeiras a cantar para nós durante a cerimónia. Amigos e familiares que vieram dos vários cantos do mundo de propósito para o nosso casamento. Por coincidência, casámos no mesmo dia que os pais do Bruno! Pormenores que para nós fizeram a diferença!

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Não me tinha enganado na dança que preparámos com os nossos amigos e família!!!

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

O dia é vosso!! Vai haver sempre qualquer coisa que nos escapa na preparação mas a verdade é que um casamento nunca corre mal! É um dia em que tudo nos faz sorrir e é uma emoção muito especial!

 

 

 

 

Os nossos fornecedores:

 

convites e materiais gráficos: feitos por nós e pela madrinha Ana Zilhão;

local: Quinta Valle do Riacho;

catering e bolo: Páteo Velho;

fato do noivo e acessórios: fato Hugo Boss, sapatos Rui Branco e botões de punho Maria João Bahia;

vestido de noiva e sapatos: vestido Joana Montez e sapatos Rui Branco

maquilhagem: Raquel Maria Peres

cabelos: Sónia Barrelas, Barrelas Secrets

flores: Decoflorália

ofertas aos convidados: Feitos pelos noivos

fotografia: Miguel Ribeiro Fernandes

vídeo: Dreamcatchers, by Frederico Jesus

luzes, som e Dj: Jukebox

 

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Susana Pinto

Susana + João, em Sintra, prontos para casar!

A Susana + João casaram num dia soalheiro de Agosto, em Sintra.

Despreocupados e tranquilos em relação às grandes decisões (e super ocupados, também, na sua vida profissional), foram supreendidos nos últimos dias com uns picos de adrenalina valentes, sem que no entanto algo da sua bonita festa ficasse comprometido: uma certa descontracção vem sempre a calhar e a ajuda da família foi essencial nesta aventura.

Uma das decisões mais fáceis foi o vestido (lindo!)… palpita-me que a eficiência e simpatia (e óptima selecção de modelos disponíveis) da Sara Silva, da Vestidus, tenham tido uma certa influência neste assunto!

As imagens bonitas e o vídeo são do Miguel Ribeiro Fernandes e a pista de dança ficou a cargo da mestria da Jukebox.

 

Aproveitem estes raios de sol, que o Outono já cá canta com convicção!

 

Cake topper com bonequinhos de Lego
 

 

Retrato do noivo, co fato azul
 

Como foi o teu pedido de casamento?

Simples e bonito

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Começámos pelo espaço. A quinta definiu o dia e o local da cerimónia. As únicas coisas que organizámos com antecedência foram as mais criticas de agendar: fotografia e música. Também o vestido foi escolhido cedo, porque encontrei o que queria rapidamente. Cinco meses antes, tratámos do processo civil e religioso.

 

Preparativos da noiva, na companhia das amigas
Preparativos da noiva: a maquilhagem

Preparativos da noiva: a maquilhagem
Noiva pronta: que lindo detalhe da manga do vestido

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Queríamos criar um ambiente descontraído e simples, o que foi conseguido com a ajuda dos responsáveis pelo espaço, acabámos apenas por afinar alguns detalhes, como ter música ao vivo em determinados momentos.

 


Alofadinha das alianças um pouco diferente

A entrada da noiva na capela rústica

Tiveste ajuda?

Tivemos muita ajuda da família!

 

O que era o mais importante para ti?

Queríamos que a cerimónia fosse perfeita para nós os dois e inesquecível para os convidados, e que o copo-de-água fosse delicioso, bem servido e elegante: correu tudo como queríamos!

 




Os noivos à saída da cerimónia

 

E secundário?

Que decorresse tudo de acordo com o planeado, isso nunca acontece e já estávamos á espera de algum imprevisto. O importante é aproveitar todos os momentos e não dar demasiada importância a situações ou detalhes que não a têm.

 

O beijo dos noivos e um lindo bouquet de flores brancas


decoração das mesas com rosas brancas e eucalipto

 

Onde gastaste mais dinheiro?

Na quinta.
 

Onde gastaste menos? 

Nos convites, que foram prenda de casamento e ficaram lindos! Nas lembranças, também, é só mesmo um mimo!

Na decoração das mesas, com a ajuda da família.

 

Retrato a preto e branco da noiva
Retrato dos noivos a preto e branco, ao ar livre
Retrato dos noivos ao pôr-do-sol
Retrato dos noivos

 

O que foi mais fácil?

Escolher a igreja, porque definimos a quinta primeiro e depois pedimos uma lista de igrejas próximas. Vimos todas numa tarde e escolhemos a que gostámos mais. Tenham atenção ao calendário, porque há sempre algumas igrejas mais cobiçadas e que ficam logo reservadas com bastante antecedência.

 

Retrato dos noivos


A noiva com o seu bouquet de flores brancas

 

O que foi mais difícil?

Os quatro dias antes do casamento! Deixámos tudo para a última, porque a nossa agenda profissional é muito intensa. Convém organizar tudo com muita antecedência, incluindo os pormenores, eu perdi dois quilos nesses dias, porque não tinha tempo para comer!

 



 

O que te deu mais prazer criar?

Os trabalhos manueis deram-me imenso gozo, e escolher a playlist da festa também.

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

Fiz cedências pelo caminho mas continua a ser a nossa cara!

 



 

Um pormenor especial?

A marcação das mesas, ficou muito gira.

 

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Não tinha empurrado tanta coisa para a última hora!

 

 

A primeira dança dos noivos

 

 

 

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

Começámos a organizar o casamento em Fevereiro, casámo-nos no último sábado de Agosto. Deu para marcar tudo, mas acho que tivemos sorte. Não adiem nada… pensem no que gostariam para a cerimónia, para o exterior, para o interior, como querem cortar o bolo, se querem meninos das alianças, etc., para organizarem tudo com antecedência suficiente. Se o fizerem, ninguém vos vai pressionar para tomar decisões, é um trabalho vosso. A opção é terem wedding planner… Eu não tive!

 


 
Os nossos fornecedores:

 

convites e materiais gráficos: foram oferecidos

local, decoração, catering e bolo: Quinta Nossa Senhora da Serra

vestido de noiva e sapatos: vestido da Vestidus e sapatos Asos

maquilhagem: Fati Jardim

cabelos: Henriqueta Salvaterra

fotografia e video: Miguel Ribeiro Fernandes

luzes, som e Dj: música ao vivo: Daniel Alexander,  Dj: Jukebox

 

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Susana Pinto

Marta + Alexandre: perfection!

Em modo festivaleiro fechamos mais uma semana com sabor a verão.

Desta vez, é com a bonita festa da Marta + Alexandre, elegante e impecável, ou não fosse “perfeccionista” o nome do meio da Marta, que contou com a Jukebox a animar a pista de dança, e fotografia e video da dupla Um dia de Sonho.

Sirvam-se de uma bebida fresca e revisitemos o dia perfeito destes noivos!

 

 

 

 

Como foi o teu pedido de casamento?

Esta partilha com a SB provavelmente começará de forma inédita.

Foi tudo preparado pelo Alexandre em maior segredo (algo que normalmente a sua “ansiedade” não permite). Comprou o anel (com alguns apontamentos que inteligentemente foi retirando ao olhar de canto para as minhas pesquisas do anel ideal), colocou-o camuflado na sua mala de viagem e partimos para o México. Não por ser um acontecimento especial, mas como uma viagem que habitualmente realizamos nas férias do Verão.

O inédito da história é que a sua ansiedade não aguentou sequer que chegasse ao quarto. Até aqui tudo normal não estivéssemos naquele momento no epicentro de um furacão. Sim, leram bem! Um furacão. Furacão Ernesto. E então, no meio de fortes ventos e chuvas eu disse o SIM!

 

 

 

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Começámos com mais de um ano de antecedência e não fosse eu uma perfeccionista, comecei pelo que para mim é o mais importante, os detalhes. Depois das várias pesquisas nos sites da especialidade onde o Simplesmente Branco teve um papel primordial, criámos uma lista de tarefas e fornecedores que criteriosamente seguimos para que o desfecho fosse perfeito. Afinal, era o nosso grande dia!

 

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Vamos tentar ser simples, ao contrário do que quisemos criar: um ambiente elegante, sofisticado, com apontamentos clássicos e muitos, muitos detalhes. Para isso contámos com a preciosa ajuda da Elisa Arnaud, da Design com Texto, que conseguiu tornar a minha imaginação em algo palpável e único, assim como toda a equipa do Solar da Levada que recriou um espaço que só por si é fantástico.

 

 

 

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

De todas as ideias que fomos idealizando só faria sentido um casamento com o nosso “carimbo”. Pela dedicação, pelo gosto e pela importância que o dia e o momento revestem a decisão não foi difícil, tínhamos de ser nós a fazê-lo.

 

 

 

 

Tiveste ajuda?

Da forma como estruturamos o nosso planeamento não sentimos necessidade de ajuda. Contudo, no que toca ao protocolo (na igreja e festa) contámos com todo o apoio da wedding planner Cláudia Teixeira e a sua equipa que foram a nossa “bússola”, orientando todos os nossos passos ao longo do dia.

 

 

 

 

O que era o mais importante para ti?

Que fosse um dia inesquecível, não só para nós, mas para todos os que partilharam o dia connosco.

 

E secundário?

Aquilo que menos nos preocupou foi o tempo, pois é algo que está fora do nosso controlo.

 

 

 

 

Onde gastaste mais dinheiro?

No local da festa e no catering.

 

Onde gastaste menos? 

No porta-alianças

 

 

 

 

 

 

O que foi mais fácil?

Escolher as pessoas que através da imagem iam contar a história do nosso dia: os maravilhosos e talentosos Ana e Francisco, de Um Dia de Sonho.

 

O que foi mais difícil?

Foram longas as negociações entre ambos para decidir qual a banda sonora para o grande dia na igreja e durante a festa.

 

 

 

 

 

O que te deu mais prazer criar?

Criar todos os detalhes para a decoração do espaço.

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

Num dia como este tivemos a felicidade e facilidade de não ter que fazer cedências, por isso sim, é exatamente a nossa cara.

 

 

 

 

 

Um pormenor especial?

Temos vários, desde os meus sapatos, ao porta alianças com uma frase que nos é muito especial.

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

O noivo não mudava absolutamente nada e eu, definitivamente, tinha provado as sobremesas, que pelo que percebi estavam deliciosas!

 

 

 

 

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

Existe uma frase que todos os casados vos vão dizer: “O dia passa a correr!”. Sim, é totalmente verdade. Desfrutem o dia e divirtam-se sem preocupações. Tudo vai correr bem mesmo que não seja como foi planeado. Felicidades!

 

 

Os nossos fornecedores:

 

convites, materiais gráficos e ofertas aos convidados: Design com texto

local, catering e bolo: Solar da Levada

fato do noivo e acessórios: Hugo Boss (fato e sapatos)

vestido de noiva e sapatos: vestido: Pronovias, sapatos: Charlotte Mills

maquilhagem: Makeup by Bárbara Brandão

cabelos: The Story

flores: O Jardim Florista

fotografia e vídeo: Um dia de Sonho

luzes, som e Dj: Jukebox

 

Susana Pinto

Sofia + Aurélio, prova superada!

Em contagem decrescente para o primeiro dia de verão, fechamos a semana com imagens luminosas, pela lente do simpático Hugo Coelho!

Fiquem com a festa (e as aventuras!) da Sofia + Aurélio: muitas atribulações, um vestido lindo e pura diversão: a pista de dança ficou a cargo da Jukebox, e o video, por conta da dupla FullCut, todos fornecedores seleccionados cá de casa.

 

Vai uma festa bonita?

Desfrutem!

 

 

 

 

Como foi o teu pedido de casamento?

Em todos os nossos momentos especiais existe sempre uma tempestade tropical que faz questão de aparecer. Já estamos habituados e é motivo de piada geral. O pedido de casamento não podia sair deste esquema e por isso quando fomos para a praia em pleno Inverno num dia de sol, aproximou-se toda uma tempestade do mar e, enquanto chovia, o sol punha-se sem qualquer nuvem. Foi perfeito. E teve direito a joelho na areia!

 

 

 

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Começámos a organizar-nos alguns dias após o pedido, cerca de 8 meses antes. O primeiro passo, e provavelmente o mais importante, foi construir a lista de tudo o que era necessário tratar e colocar por ordem de urgência cronológica. As primeiras coisas que tratámos foram as mais dificeis de ter vaga: igreja, espaço e fotógrafo. Tudo o resto só tratámos 6 meses antes.

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Achámos que a quinta já tinha o cariz rústico que gostávamos de ter presente, por isso todos os outros extras foram criados apenas para dar um toque a esta beleza natural. Escolhemos uma paleta vintage com dois tons, e criámos todos os materiais de que nos fomos lembrando, tendo por base a paleta de cores e os tipos de letra escolhidos.

 

 

 

 

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Surgiu à medida que fomos tratando de todos os pontos mais “obrigatórios” e percebemos que conseguíamos tratar também de muitos extras, se mantivéssemos o planeamento e a dedicação. Quisemos ir por esta via, não só pelos custos associados, mas principalmente porque se fôssemos nós a fazê-lo, ficaria 100% de acordo com as expectativas, sem estarmos dependentes de terceiros. Claro que o “feito por nós” dá muito trabalho e claramente só não gera stress se for bem dividido entre os dois e as responsabilidades estiverem bem definidas.

 

 

 

 

Tiveste ajuda?

Claro! É muito importante saber delegar. Os pais ajudaram a tratar do carro, as madrinhas, dos missais, os padrinhos compraram material para a festa, etc.. Toda a gente próxima adora poder ajudar na preparação do casamento, é um desperdício não aproveitar.

 

 

 

 

O que era o mais importante para ti?

Garantir que nós os dois nos íamos divertir ao máximo, que íamos sorrir muito ao lado de todos os que mais gostamos, que ia ser um dia muito feliz como todos os que passámos ao lado um do outro!.

 

E secundário?

Queríamos também ter a certeza que todos os nossos convidados teriam um dia que se lembrassem mais tarde… e achamos que o objectivo foi cumprido.

 

 

 

 

Onde gastaste mais dinheiro?

No catering.

 

Onde gastaste menos?

Em todo o material feito em gráfica (convites, menus, bases de copos, etc), porque foi oferecido.

 

 

 

 

O que foi mais fácil?

Comprar as alianças: escolhemos em 20 minutos e ficaram prontas num instante.

A quinta: decidimos num fim-de-semana.

A ementa: num almoço ficou tudo fechado.

 

 

 

 

O que foi mais difícil?

Tratar do processo na igreja da noiva: a igreja não está preparada para tratar deste tipo de burocracia e obriga a fazê-lo na paróquia de residência da noiva, sendo que uns podem ter sorte e outros, azar. Nós tivemos tanto azar na nossa paróquia, que mesmo abrindo o processo 4 meses antes, na semana anterior ao casamento ainda não tinham tratado de nada…

O anel de noivado: ao primeiro cairam 2 diamantes, ao segundo aconteceu o mesmo! Só o terceiro anel resistiu, foram 6 meses de luta… e a melhor história de sempre para contar: um noiva, um noivo, três aneis de noivado, um casamento!

Fazer mesas de convidados: é uma dor de cabeça… há pessoas que cancelam na semana ou até no dia antes e isso obriga a 400 versões diferentes!

 

 

 

 

 

O que te deu mais prazer criar?

A dança de coreografia com os padrinhos e madrinhas para entrada na sala. Foi épico.

 

 

 

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

Completamente a nossa cara!

 

 

 

 

 

Um pormenor especial?

Os leques durante a missa ajudam bastante, principalmente em casamentos de Verão. O nosso miminho de oferecer pimentas da terra deliciou os convidados que ainda hoje nos pedem reforços. E o fogo de artificio no final… foi mágico.

 

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Sim, tinha a noite de núpcias no dia a seguir ao casamento. O casamento acaba tão tarde que o melhor é ir dormir para casa nesse dia, acordar no dia a seguir e ir fazer check in cedo no hotel e aproveitar o dia todo lá. Assim sim, é um bom investimento!

 

 

 

 

Algumas words of advice para os próximos noivos?

Sim, garantam que contratam uma pessoa para vos ajudar no próprio dia. Existem mil coisas pequeninas que só no próprio dia se podem tratar, não se obriguem a vocês, os vossos irmãos ou madrinhas a estarem preocupados com os detalhes no próprio dia. Arranjem uma profissional para garantir que tudo corre sob bem e desfrutem do dia.

 

 

Os nossos fornecedores:

 

convites e materiais gráficos: LUV, Litojesus e LineStation;

local, catering e bolo: Quinta Valle Riacho, servido por Páteo Velho;

fato do noivo e acessórios: Labrador, Wesley e Mr. Blue;

vestido de noiva e sapatos: Joana Montez e Fátima Alves;

maquilhagem: Nuno Pereira;

ofertas aos convidados: Quintal dos Açores e Fábrica de Tabaco Estrela;

fotografia: Hugo Coelho:

vídeo: FullCut;

luzes, som e Dj: Jukebox

 

Susana Pinto

Anabelle + Yves Noel, celebrar o amor em Lisboa

Fechamos mais uma semana a caminho da Primavera, com uma bela festa com sabor a Verão!

Fiquem com o casamento bonito e pouco convencional da Anabelle + Yves Noel, em Lisboa, com passeio de tuk-tuk, gelados Santini, pista de dança da Jukebox num palacete em ruínas, tudo lindamente fotografado pela Hello Twiggs!

 

 

 

 

 

Como foi o teu pedido de casamento?

O pedido de casamento foi feito na Islândia, numa praia de areia preta em Vík í Mýrdal, no dia 9 de Maio de 2012. O Yves tinha comprado um anel de noivado da Tiffany em França, e fomos 15 dias de férias até a Islândia. Íamos festejar o nosso aniversário e fomos à procura de qualquer garrafa de espumante para festejar No final, ele deu-me um presente com uma carta e pediu-me em casamento. Foi mesmo romântico naquela praia onde estávamos sozinhos. A seguir, escolhemos a data para casar e vimos que o próximo 9 de Maio calhava num sábado, e foi assim que marcámos o dia.

 

 

 

 

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Começámos a procurar o espaço e levámos quase 2 anos para encontrar o local que era mesmo a nossa cara. Não queríamos um casamento tradicional, queríamos um espaço original e ao mesmo tempo simples onde se pudéssemos fazer uma festa descontraída, mas também um pouco chic. Como a maioria dos convidados vinha de França, queríamos que fosse no centro de Lisboa para facilitar a logística. Visitámos muitos espaços e no final decidimos casar no Carpe e Diem, Arte e Pesquisa. É um antigo palácio, restaurado, com um charme decadente: correspondia exactamente ao que procurávamos, representando Lisboa, que adoramos, e a minha cultura portuguesa.

Decidimos organizar a cerimónia civil no interior do palácio, na escadaria, e festa no jardim. Gerimos tudo à distância porque vivíamos em França.

 

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Queríamos criar um ambiente de festa boémia e elegante. Para isso, fiz muita pesquisa na internet para ter inspiração, utilizei imenso o Pinterest para procurar e selecionar ideias para tudo (decoração, convites, vestido da noiva, penteado, sapatos, etc).

 

 

 

 

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

A opção “feito por mim” surgiu por causa dos orçamentos dos wedding planners que tínhamos contactado. Era mesmo muito dinheiro e preferimos utilizar esse valor para oferecer surpresas aos convidados. Por exemplo, entre a cerimónia civil e a festa, demos uma volta pela cidade em tuk-tuks com os convidados. Foi mesmo uma festa e os convidados adoraram! Também contratámos um carrinho de gelados da Santini, para depois do jantar.

Escolhemos todos os detalhes, pormenores, fornecedores e contratámos tudo. A minha testemunha e melhor amiga, que tem muito jeito para fazer coisas com as mãos, fez-nos uma caixinha para as alianças.

 

 

 

 

 

Tiveste ajuda?

Não tive ajuda porque também não queríamos envolver os amigos e família. Queríamos que o casamento fosse a nossa cara, sem ter influência de outras pessoas.

 

O que era o mais importante para ti?

O mais importante para era que os convidados se divertissem e se lembrassem de um fim-de-semana muito giro em Lisboa. Para isso, decidimos fazer um jantar na praia, na véspera do dia do casamento: as pessoas puderam conhecer-se e conversar. Na segunda-feira depois do casamento, fomos passear até Sintra com as pessoas que quiseram passar mais dias em Lisboa.

 

 

 

 

 

E secundário?

O vídeo do casamento (preferimos optar só pela fotografia), e a minha maquilhagem: como eu não costumo estar muito maquilhada, pedi à minha irmã para o fazer.

 

Onde gastaste mais dinheiro?

No espaço, porque tivemos de alugar uma tenda caso chovesse. Tínhamos medo que a chuva estragasse a festa, porque estávamos no jardim cá fora.

 

 

 

 

 

Onde gastaste menos?

Na coordenação.

 

O que foi mais fácil?

A escolha do catering, porque sabíamos exactamente o que queríamos. Nós adoramos a cozinha que o Chefe Hugo Nascimento faz na Tasca da Esquina. São petiscos e pratos portugueses re-inventados. Quando perguntámos se faziam catering para casamentos e ele nos disse que sim, ficámos mesmo felizes, porque queríamos fazer com que os convidados também descobrissem a gastronomia portuguesa através deste chef.

 

 

 

 

 

 

O que foi mais difícil?

Toda a organização do dia do casamento. Tinha combinado com um fornecedor que se ocuparia de coordenar os diferentes fornecedores e ele não o fez. Felizmente, a responsável pelo espaço e a fornecedora das flores trataram de toda a decoração desse dia. Graças a elas tivemos o casamento que tínhamos imaginado, todos os detalhes estavam lá.

 

 

 

 

 

O que te deu mais prazer criar?

Toda a decoração e convites. Adorei mesmo procurar, escolher os detalhes.

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

O casamento corresponde exactamente à nossa cara. A única cedência foi ao número de convidados. Gostaríamos ter convidado mais pessoas, mas não foi possível devido ao budget que tínhamos, portanto só convidámos a família e amigos próximos.

 

 

 

 

 

 

Um pormenor especial?

Criámos uma conta de Instagram 3 meses antes do dia do casamento para servir como “tease” e mostrámos fotos dos preparativos para criar expectativa nos convidados (sem divulgar as partes essenciais). Os convidados adoraram e fez com que as pessoas se sentissem envolvidas na festa. E outro detalhe especial foi uma surpresa que ofereci ao meu marido: uma obra de um artista de street art de Lisboa, que ele adora, chamado Dalaiama. Ficou muito emocionado!

 

 

 

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Não mudaria nada, mesmo nada (vá… talvez contratar uma pessoa para coordenar os diferentes fornecedores no dia do casamento).

 

 

 

 

 

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

Aconselho mesmo que façam uma festa à vossa imagema. Não se deixem influenciar pelos que vos são mais próximos. Às vezes é difícil, mas no final vale a pena!

 

Os nossos fornecedores:

 

convites : My dear paper

local : Carpe Diem Arte e Pesquisa

catering : Vitor Sobral

fato do noivo: fato The Kooples, sapatos Santoni

vestido de noiva: vestido Lambert Creations, sapatos Patricia Blanchet

maquilhagem: a minha irmã

cabelos : Tony & Guy

flores: Flow

ofertas aos convidados e materiais gráficos: Monsieur plus Madame

fotografia: Hello Twiggs

luzes, som e DJ: Jukebox

aluguer de tuk tuk: Tuk on me

aluguer do carrinho dos gelados: Santini

 

Mónica Aragão

Jukebox: Guia útil para a contratação de música para a festa de casamento – Parte #2

A música é o factor que pode fazer a diferença entre uma festa com um resultado feliz ou infeliz, na medida em que constitui o factor de entretenimento principal (ou único) através do qual as pessoas que fazem parte dela se dinamizam, ditando todo o ambiente de convívio e diversão. Nesse sentido, a Jukebox elaborou um guia útil para ajudar os noivos na contracção da música para o seu casamento e cuja primeira parte publicamos a semana passada. A segunda parte é emitida hoje e as dicas continuam a ser valiosas…

 

  1. Delegar:

Reunir os fornecedores das diferentes áreas que compõem o vosso casamento é escolher individualmente os elementos que representam o núcleo de profissionais que vos vão representar no vosso dia. Por este motivo, encarem esta tarefa como a selecção de uma equipa multidisciplinar que “entra em campo” para fazer o que melhor sabe no âmbito da sua actividade e que, em última análise, ao realizar todos os esforços para se ultrapassar, não só protege o vosso interesse mediante uma prestação com base no que foi por vós acordado, como também valoriza o cômputo geral do evento ou das participações de outros profissionais com o seu contributo individual.

 

Como em qualquer outro projecto, cabe ao seu gestor reunir e orientar a equipa. Não abdicando de definir uma estratégia e um objectivo, de estabelecer guidelines, ou de dar conta dos contornos subjectivos que constroem a identidade do projecto, devem sempre garantir margem de liberdade criativa aos profissionais para execução de um trabalho personalizado com a sua própria criatividade, sob o risco de subverterem o factor que vos atraiu no fornecedor e comprometer o motivo que vos levou à sua contratação. A música está representada nesta equipa através do “performer” que escolheram, seja um DJ, um músico ou uma banda e, juntamente com as directivas que são comunicadas, o objectivo do profissional será sempre fazer com que o público da festa (os anfitriões e os seus convidados) se identifique e se entregue ao entretenimento que lhes é dirigido, resultando no divertimento e em toda a felicidade que está inerente aos momentos memoráveis das festas mais bem-sucedidas.

 

Ao partirem deste pressuposto, que o fornecedor prossegue o mesmo objectivo que o cliente, demonstram a confiança elementar no profissional que escolheram, e – uma vez que o mesmo não terá de se desdobrar em esforços para conquistar essa confiança supostamente intrínseca – mais facilmente focará os esforços na componente criativa do seu trabalho, aumentando muito a probabilidade de ultrapassar as expectativas com o resultado final. Adicionalmente, saber delegar tarefas, permitir-vos-á criar maior empatia com o fornecedor e possibilita, em muito, o real aproveitamento da festa por parte do anfitrião.

 

Por último, devem considerar os inputs dos elementos da vossa equipa. Cada profissional, na respectiva área, tem a formação e a experiência adquirida para se pronunciar em relação a uma série de factores directa ou indirectamente relacionados com a sua participação. Como responsáveis pela gestão da equipa, cabe-vos ponderar sobre a opinião ou posição de cada elemento que consultam, sendo a decisão final inteiramente vossa.

 

  1. Transparência:

Por mais que se esforcem, os vossos fornecedores de eleição só conseguirão garantir as vossas expectativas se tiverem conhecimento delas. Devem comunicá-las aos profissionais, perceber em que medida as conseguem realizar, explicar o que têm em mente para o contexto da vossa festa, e confirmar que a informação foi assimilada. Não devem evitar expor as vossas ideias, receios e limitações, sabendo que uma comunicação aberta e transparente forma no destinatário uma convicção clara dos resultados que dele pretendem.

 

É claro que toda esta comunicação tem um tempo e lugar próprio, no âmbito do processo de preparação e planeamento do dia, por isso, quanto mais fiéis forem aos objectivos que traçaram, menor será a probabilidade de adoptar planos de contingência ou exigir da vossa equipa um maior poder de encaixe. Contudo, em virtude da alteração de circunstâncias ou vontades, pode haver uma necessidade de adaptação no decurso da prestação e, nesse sentido, o procedimento ideal passa sempre por comunicar aberta e directamente com os profissionais, para que – na impossibilidade de anteciparem o desvio ao previamente estabelecido – lhes seja permitido adaptarem-se de forma expedita, com planos de acção ajustados.

 

  1. Referência: 

A festa do casamento é única, e o dia por si só não é repetível, o que implica necessariamente um nível de confiança extraordinário nos fornecedores, visto que a parte principal da sua colaboração se inicia e se esgota também na data da vossa festa. Este é um facto que torna muito complicada a avaliação de um profissional ou da sua prestação durante um evento que não seja o próprio para o qual foi contratado – o vosso. Mesmo em situações análogas – no caso de terem a possibilidade de fazer uma avaliação do mesmo prestador de serviços noutra festa – devem considerar o facto de o profissional estar a realizar o seu ofício num contexto equivalente, mas seguramente com contornos específicos muito diferentes, na medida em que cada evento tem características próprias e que variam de festa para festa, como:

 

  1. Os seus anfitriões: e tudo o que representam, como as orientações musicais ou objectivos que transmitem, a relação empática que criam com os profissionais ou simplesmente a forma como vivem a festa. Ex: uma colaboração numa festa cujos anfitriões sejam mais participativos, é seguramente mais bem-sucedida do que numa festa em que o anfitrião não demonstra interesse pela dinâmica da festa.
  2. O seu público-convidado: que pode ser heterogéneo em termos de cultura musical, faixa etária, nacionalidade, número e gostos. Ex: uma festa com um público jovem requer tendencialmente mais diversidade ao nível de conteúdos musicais, do que uma festa com um público de gerações mais antigas.
  3. As condições paralelas: que podem ser mais atractivas do que outras no estímulo que representam para o público presente na festa. Ex: uma festa que tenha o bar posicionado junto à área de dança terá seguramente mais adesão do que outra que tenha um bar numa posição mais afastada.
  4. O cronograma: que influencia naturalmente o rumo da festa e a disposição dos participantes ou a forma como aproveitam os diferentes atractivos do dia. Ex: numa festa, a primeira dança pode ser realizada às 23h00, numa fase em que todos anseiam por “estalar o verniz” na pista de dança, noutras pode ter de se realizar às 17h30, sendo este timing bem menos consensual e convidativo.
  5. O local: há sítios que tanto pela acústica ou pelo espaço disponível, como pela estética e até pelo ambiente, mais facilmente influenciam de forma positiva a pré-disposição geral. Ex: a participação numa festa realizada num local cuja área tem uma relação de proporcionalidade ajustada face ao número de convidados, tem maior probabilidade de ser bem-sucedida do que uma festa realizada numa área extensamente ampla, em que o público-convidado, por mais participativo que seja, está disperso.

  1. Gestão de Risco:

Com efeito, na medida em que não é possível reproduzir previamente todos os factores que fariam com que a actuação do profissional considerado se tornasse o mais próxima possível das vossas expectativas, dificilmente conseguirão fazer uma avaliação em tempo-real do profissional antes de o contratarem para a vossa festa nas mesmas condições. Isto significa que há sempre um determinado grau de risco associado a esta decisão. Mas, se há um grau de risco, será certamente variável:  além de garantir no vosso leque de opções os profissionais que elegeram por serem os de melhor qualidade ou por serem com quem mais se identificam, faz sentido considerar aqueles que vos transmitiram mais confiança, pela segurança e garantia que vos oferecem. Esta faculdade deriva do nível da profissionalização dos seus serviços, da informação e dos conteúdos alusivos que providenciam, mas também das referências que podem obter por parte de outros fornecedores de outros ramos, de amigos ou de conhecidos que viveram experiências positivas com os profissionais em consideração.

 

  1. Go with the Flow:

A melhor forma de agradecer um momento é desfrutá-lo. Organizem, planeiem, comuniquem, mas não se deixem vencer pelo desgaste do stress ou da ansiedade. Numa relação equilibrada, com o tempo que têm disponível, façam dos preparativos da vossa festa algo divertido. Usem-nos como pretexto para pôr os vossos amigos e familiares a participar, estimulando as relações entre si, para que se conheçam antes da vossa festa. Por isso, tenham gosto nos pequenos detalhes: na escolha a dedo das músicas que fazem sentido associar aos momentos do dia; o ensaio da primeira dança; a partilha com os padrinhos da lista de sugestões ou pedidos para o DJ; uma saída à noite para assistir à actuação do profissional que escolheram para a vossa festa. Não façam deste processo um compromisso penoso, encarem-no como sendo uma forma de salvaguardar as vossas expectativas.

 

No que diz respeito à música, o principal contributo que podem trazer à vossa festa é presenciar e desfrutar do trabalho do profissional que contrataram, potencializando o interesse e o reconhecimento dos vossos convidados. Ninguém vos censurará pelo “nervoso miudinho”, mas todos esperam que deixem de lado o papel de organizadores e assumam por completo o papel de anfitriões da vossa festa. Aos organizadores coube a responsabilidade de providenciar as melhores condições para que a festa se realize. Por outro lado, aos anfitriões cabe a responsabilidade de bem-receber o público-convidado, contagiando-os com boa-disposição, espírito de festividade e divertimento… só assim se aproveitam os melhores momentos de festa.

 

 

Jukebox é fornecedor seleccionado Simplesmente Branco. Podem encontrar mais informação e contactos detalhados na sua ficha de fornecedor, arquivada em Despedida de Solteira e Entretenimento.

 

Susana Pinto

Lili + Filipe, uma festa para os convidados

Fechamos esta semana intensíssima, no rescaldo da The Destination: international wedding conference – Lisboa 2016, com uma festa luminosa, o casamento da Lili+ Filipe, que além de lindo e doce, contou com a ajuda preciosa de uma mão cheia de gente talentosa, entre fornecedores recomendados pelo Simplesmente Branco, a Molde Design Weddings, a Jukebox, o Pedro Vilela e a Vestidus, e “amigos” cujo trabalho apreciamos de coração cheio: a Mint Handicrafts e a Feliz é quem diz.

 

Vale a pena desacelerar e gozar os raios de sol!

 

 

 

 

Como foi o teu pedido de casamento?

No dia 2 de Outubro de 2014, cheguei a casa depois do trabalho, e tinha à minha espera um caminho feito com corações, desde a entrada de casa até ao quarto… no quarto, estavam 21 envelopes em cima da cama (21 foi o dia em que começámos a namorar), cada um numerado e preso a um balão. Em cada envelope, estava uma mensagem super fofinha para mim. Depois de desfrutar das mensagens todas, dirigi-me à sala, cujo acesso estava tapado com um enorme tecido branco, tirei o tecido e… tcharam!! O noivo estava lá dentro (supostamente ele não iria estar em casa àquela hora)! A sala estava decorada com 11 ramos de flores (porque namorávamos há 11 anos) e muitas velas; começou a tocar música romântica e o momento inesperado deu-se: o pedido de casamento! Foi maravilhoso!!

 

 

 

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Ora o pedido foi numa quinta-feira, no fim de semana seguinte começámos logo a procurar e a fazer marcações de visitas a quintas. Não sabíamos qual queríamos, mas sabíamos que queríamos uma quinta onde nos sentíssemos em casa, com ar acolhedor, que tivesse recantos que valorizassem a natureza. Marcámos visitas para 12 quintas mas, quando fomos à Quinta da Bichinha, percebemos logo que era ali o nosso cenário de sonho: era o que procurávamos, a simpatia da Dona Fernanda e do Diogo conquistou-nos de imediato e, nos preços que nos mostraram, já estavam incluídos serviços que, noutros espaços, seriam considerados extras. Antes de fazermos a reserva, fizemos questão de levar os nossos pais também a conhecer a Quinta da Bichinha, era importante para nós termos a aprovação deles, e foi unânime: todos adorámos! Depois dessa decisão tomada ainda em Outubro, escolhemos o fotógrafo: o grande Pedro Vilela; o vídeo: VídeoArt – o Carlos Ferreira é incrível; e o som: Jukebox – onde eles estão a festa é garantida! No nosso caso, o DJ do nosso casamento foi o simpático Miguel Viana. A par destas decisões que implicam reservas com antecedência, até porque percebemos que 2015 ia ser um ano recheado de casamentos, focámo-nos no convite dos padrinhos de casamento: convidámo-los a virem a nossa casa, onde tiveram a surpresa de ter de fazer palavras cruzadas feitas por nós, com a pergunta que os deixou tão felizes; no convite às minhas queridas sete eleitas para me ajudarem na descoberta do meu vestido de noiva (esse convite tinha um origami de um vestido feito por mim, que dei a cada uma quando as convidei para esta procura tão importante); na concretização de sete conjuntos de dez placas de votação, para distribuir às minhas eleitas na descoberta do vestido de noiva, foi muito engraçado haver a votação nas três lojas a que fomos – foi na Vestidus, em Dezembro, com a ajuda da querida Conceição, que o encontrei, foi amor à primeira vista: era lindo, simples, leve, e muito confortável, podia brincar com ele à vontade; e criarmos os convites do nosso casamento, que queríamos distribuir pessoalmente até ao final do ano, aproveitando o Natal.

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Quando casámos, namorávamos há 12 anos, ou seja, sentíamos que casados já estávamos há muito, a decisão de ser para sempre já estava tomada quando começámos a namorar, portanto, sempre vimos o nosso casamento como a oportunidade de juntar os amigos mais próximos e a nossa família, como uma celebração ao nosso amor, só podíamos querer uma grande festa! Assim sendo, queríamos um ambiente simples, bonito, romântico e inspirador, onde o amor e a alegria pairassem no ar. Para nós era fundamental que cada pessoa sentisse que é importante para nós, e que sentisse que não era um simples espectador mas que fazia verdadeiramente parte da nossa festa, por isso criámos muita dinâmica para este dia, em que houve diferentes surpresas a acontecer para cada um dos nossos convidados, literalmente. Procurámos bastantes ideias na internet, sendo de destacar as ideias que fomos vendo no Simplesmente Branco, apesar de não termos copiado literalmente nenhuma, foi, sem dúvida, uma grande fonte de inspiração. Ao decidir o tema do nosso casamento, “Os sonhos”, e as cores (branco e amarelo) permitiu-nos seguir um fio condutor, desde os convites que fizemos, até ao dia do casamento. Tudo isto seguindo sempre o princípio “Less is more”.

 

 

 

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Como educadora de infância que sou, faz parte do meu dia a dia lidar com trabalhos manuais, é algo que adoro fazer, com a consciência de que se é feito por mim, se a ideia sai da minha cabeça, não existe em mais nenhuma parte do mundo igual, portanto tudo ganha um valor inestimável. Quanto ao Filipe, o meu marido, ele é informático e tem imenso jeito para criar a parte de design; além disso, sabe desenhar. Assim sendo, juntando as nossas qualidades, sentimos que tivemos a oportunidade de criar um casamento em que os convidados sentissem que tinha a nossa cara, só podia ser o nosso, de mais ninguém.

 

 

 

 

 

Tiveste ajuda?

Sim, tivemos. Apesar de termos sido nós a criar e a fazer a maior parte das coisas, tivemos várias ajudas. O meu amigo Luís, numa viagem que fez aos EUA, fez-me o enorme favor de lá comprar a prenda de noivado para o Filipe: um relógio da Calvin Klein; a minha amiga Sofia, que na altura morava em Oxford, fez-me o grande favor de receber a encomenda dos ténis All Star personalizados e trazê-la para Portugal; as lembranças para as senhoras foram saquinhos de alfazema em que eu escrevi à mão, individualmente, a mensagem que lá ia, o Filipe desenhou um a um, e a minha mãe teve imenso trabalho a fazer tudo o resto, valeu a pena, ficaram um mimo! O meu pai ajudou a arranjar materiais que iam para o lixo, que nós aproveitámos para a decoração, placas de madeira em que pintei palavras fundamentais na nossa história de amor; portas que utilizámos para a entrada da quinta e paletes. Foram os meus sogros que lixaram e pintaram as portas e as paletes. Além disso, a minha querida sogra também ajudou a fazer os confettis e o photobooth. Foi um privilégio podermos contar com os nossos pais, o trabalho de equipa em família foi um encanto. A minha prima Sofia foi uma ajuda fundamental na escolha e na concretização das roupas dos meninos das alianças. Os padrinhos, madrinhas e Damas de Copas ajudaram-me a concretizar uma surpresa para o noivo, a de criar o cenário vivo do nosso convite no dia do casamento, em que contei também com a participação da minha irmã e da minha amiga Sandra. Além destas ajudas de familiares e amigos, também senti como uma grande ajuda o rodear-me de fornecedores que vieram acrescentar beleza ao nosso dia, nomeadamente, “Mint Handicrafts” – a ternurenta Cristina bordou em lenços as palavras que pedimos, para surpreendermos os nossos Pais; Molde Design Weddings – as simpáticas Joanas fizeram o cabide com a palavra “noiva” e a medalha que eu levava no bouquet com uma mensagem surpresa para o noivo; “Feliz é quem diz” – a incrível Susana fez as placas que os meninos das alianças levaram, com a mensagem escolhida por mim, que também foi uma surpresa para o noivo; “Mimices” – a talentosa Débora fez as almofadas para a surpresa do cenário vivo e o porta-alianças; “Paperlovetoys” – a criativa Inês fez os bonecos do nosso bolo de casamento.

 

 

 

 

 

O que era o mais importante para ti?

Ter tudo organizado e feito à nossa maneira com antecedência, de forma a, no próprio dia, não estarmos preocupados com nada, em vez disso, conseguirmos aproveitar cada momento ao máximo e estarmos felizes acima de tudo!

 

 

 

 

E secundário?

Não sentimos nada como secundário, foi tudo pensado ao pormenor.

 

Onde gastaste mais dinheiro?

Na Quinta.

 

 

 

 

 

 

Onde gastaste menos?

No que foi feito por nós.

 

O que foi mais fácil?

Dizer o “Sim!” ao pedido de casamento!

 

 

 

 

 

O que foi mais difícil?

Não estou a ver nada…

 

O que te deu mais prazer criar?

Tudo! Fizemos tudo com tanto carinho que foi realmente um prazer: os convites para o nosso casamento, que deixou logo as expectativas dos convidados muito altas; a mensagem nas portas da entrada; as palavras do “Jardim do Amor”; as bolsinhas dos confettis; os títulos das paletes; os leques; pintar as pedras com os corações amarelos; o mapa das mesas; a tela para as mensagens dos convidados; as fotografias do “A crescermos juntos desde 2003…”; as lembranças; as placas para o photobooth; os votos… Criarmos a coreografia para a nossa primeira dança foi muito divertido! E escrevermos uma mensagem personalizada para cada convidado, que estava à sua espera na mesa das refeições, deu imenso trabalho mas fez toda a diferença. Além disso, em algumas dessas mensagens, também acrescentámos desafios para que a dinâmica do dia fosse garantida, não só por nós mas também pelos convidados.

 

 

 

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

O nosso casamento foi totalmente a nossa cara.

 

Um pormenor especial?

O brilho nos olhos e o sorriso de felicidade, não só do meu marido, mas de todos aqueles que adoramos que nos deram a honra da sua presença no nosso dia é algo indiscritível. É extraordinário ter as pessoas que adoramos connosco, a verdadeira felicidade ganha outra dimensão quando é partilhada!

Eu não consigo escolher só um pormenor especial. Foram tantos os que proporcionaram as emoções que descrevi, nomeadamente, a minha entrada; os votos do Filipe; o discurso do padrinho Gonçalo Pereira; as palavras da minha sogra; a entrada na sala das refeições com a música “Happy” e todos dançarem connosco com a surpresa preparada pelas madrinhas; ter surpreendido toda a gente ao dedicar a canção “Ser poeta” ao meu marido e, no final de cantar, desafiei os convidados a cantarem o refrão: foi arrepiante ouvir todos juntos a cantar, senti-me num concerto! A abertura da pista de dança; a coreografia do Festival Andanças; a homenagem aos meus pais; o lançamento dos balões…

 


 

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Nada, foi perfeito!

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

Organizem o vosso dia com tempo porque imprevistos acontecem sempre, mas assim há tempo para os resolverem com calma, para aproveitarem o percurso todo, desde o pedido de casamento, até ao grande dia! Afinal, só vivemos esta experiência uma vez na vida!

 

 

Os nossos fornecedores:

 

convites, materiais gráficos e ofertas aos convidados: tudo feito por nós.

local, catering e bolo: Quinta da Bichinha

fato do noivo e acessórios: Fato Sacoor, camisa Hugo Boss, relógio Calvin Klein, sapatos Foreva, atacadores HUP, botões de punho do site botoesdepunho.pt

vestido de noiva e sapatos: vestido, liga e acessório do cabelo Vestidus, sapatos Melissa, brincos Swarovski

maquilhagem: Ana André – Makeup Artist

cabelos: Lilibethy

flores: Bella

lembranças para os convidados: feitas por nós.

fotografia: Pedro Vilela Photography

vídeo: Vídeoart – Wedding Films

luzes, som e Dj: Luzes da Quinta da Bichinha; Jukebox.