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Susana Pinto

Maria + Helder, something old, something new, something borrowed, something blue

“Something old, something new, something borrowed, something blue”: este foi certamente o fio condutor da sofisticada festa da Maria + Helder, que a Lounge Fotografia nos trouxe esta semana.

A Maria conta em detalhe o plano posto em marcha – e a graça que tem este formato de festa que ambos congeminaram… conforto para todos, uma dinâmica agitada mas simpática e um resultado mais do que feliz. Ficámos fãs!

Deliciem-se com as imagens (sim, porque a Lounge Fotografia tem sempre um olho atento para os detalhes e as suas reportagens são sempre ricas, variadas e bem bonitas) e com esta dose gloriosa de azul, no sempre especial Mosteiro de Landim.

Bom fim-de-semana!

 

 

 

 

 

Como foi o teu pedido de casamento?

Totalmente inesperado, no casamento de uma das minhas melhores amigas. O Hélder tinha combinado com ela que, no momento em que era suposto atirar o ramo, ela mo entregava a mim! Portanto, de repente e com a nossa música de fundo, ele ajoelhou-se e fez de mim a mulher mais feliz!

 

 

 

 

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Definimos uma altura do ano em que gostaríamos que acontecesse e, como já tínhamos alguns fornecedores em mente, caso um dia decidíssemos casar, começámos logo por contactá-los para tentarmos conciliar calendários. Depois de algumas sugestões, estavam todos disponíveis a 30 de Julho, por isso, marcámos nesse dia. A primeira opção foi Setembro mas o tempo é mais incerto, as noites mais frias, os dias mais curtos, então recuámos até Julho. Começámos logo a tratar de reservar alguns serviços como o espaço e os fotógrafos, por isso, as coisas começaram a avançar logo após o pedido de casamento, ainda em Setembro de 2015, ou seja, quase 11 meses antes.

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Queríamos sobretudo que fosse clássico, simples e sóbrio. Que fosse a junção perfeita entre o “algum” moderno e o “mais” antigo. Fugimos às cores habituais e concentramo-nos nas flores que queríamos usar: hidrângeas azuis. A partir daí foi tudo surgindo naturalmente. O Mosteiro tem várias paredes forradas a azulejo tipicamente português. E isso foi o mote de saída para toda a decoração. Aproveitámos o azulejo desde os convites até às toalhas de mesa, passando pelo meu véu! O ambiente do Mosteiro já transpira história, foi necessário muito pouco para o tornar ainda mais bonito.

 

 

 

 

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Porque somos os dois assim: muito pró-activos na organização seja do que for! Nunca pagaríamos a ninguém para organizar o nosso dia de casamento. Queríamos ter esse gosto e esse gozo! Queríamos escolher tudo, queríamos participar em tudo e não deixar nada ao acaso. Além disso, é incomparavelmente mais barato sermos nós a fazermos determinadas coisas. Quando se sabe o que se quer, é só preciso “arregaçar as mangas”.

 

 

 

 

Tiveste ajuda?

Da minha mãe, que percebeu o que pretendíamos desde o início, e de todas as pessoas com quem trabalhámos e com quem íamos trocando opiniões.

 

 

 

 

 

O que era o mais importante para ti?

Que as pessoas sentissem o que nós estávamos a sentir naquele dia. Que preparámos tudo com o maior cuidado, não só para nós mas para elas também. Era tão importante nós vivermos um dia único como as pessoas sentirem-se bem, confortáveis e de certa forma, acarinhadas por nós. Porque aquele dia só faz sentido com cada uma das pessoas que lá esteve!

 

 

 

 

 

E secundário?

As ofertas aos convidados, optámos por “presenteá-las” de outras formas, menos evidentes.

 

Onde gastaste mais dinheiro?

No catering, parece-me que esta é sempre a maior fatia do bolo.

 

 

 

 

Onde gastaste menos?

Em toda a parte gráfica, quer na elaboração quer na impressão. Quem desenvolveu tudo foi a Anita, uma amiga designer, que entendeu desde o primeiro momento o que tínhamos imaginado. A impressão foi toda feita na Avegráfica, em Guimarães, porque já conhecíamos e sabíamos que ia correr bem. A minha aliança era do meu avô materno, a liga foi oferecida por uma das minhas melhores amigas, não comprei sapatos novos – usei uns que já tinha – os meus brincos e a “escrava” também eram das minhas avós, o véu foi oferecido pela minha costureira, foi ela que o fez. Todas as peças utilizadas na decoração eram da nossa família, entre pratas, passepartouts e almofadas! As minhas 2 roupas foram feitas pela minha costureira de sempre, Anabela, que executou na perfeição o que desenhei. Fez também os vestidos das minhas filhas. A Dielmar, que é a marca que veste o Hélder, ofereceu as duas roupas, os sapatos e os botões de punho.

 

 

 

 

 

O que foi mais fácil?

Na verdade, a esta distância, não me parece que tenha havido nada difícil de decidir.

 

O que foi mais difícil?

Não tivemos nenhuma dificuldade a decidir seja o que for. Como disse, sabíamos o queríamos. E quando assim é, é mais fácil atalhar caminho e irmos directos aquilo que queremos, sem perdermos tempo.

 

 

 

 

 

O que te deu mais prazer criar?

Tudo. Desde as duas roupas que usei às surpresas que preparei. É impossível escolher apenas uma coisa! Andámos meses a pensar no casamento e a prepará-lo, em segredo, ao pormenor. Até os sapatos que as minhas filhas usaram, tinham pequenas folhas de hidrângeas cosidas à mão pela minha mãe, por isso, a dedicação foi máxima!

 

 

 

 

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

Foi exatamente o que planeámos. Havia coisas que eu queria e o Hélder não. Havia coisas que ele queria e eu não. Mas conversámos sempre muito e, hoje, sabemos que fizemos as melhores escolhas.

 

 

 

 

Um pormenor especial?

Há vários. Mas um, que é o que mais distingue o nosso casamento dos casamentos aos quais estamos habituados, é o facto de termos feito uma recepção aos convidados. Passo a explicar: os convidados tinham uma hora marcada no convite. E a essa hora, eu e o Hélder, estávamos juntos, nos jardins do Mosteiro, a recebê-los à medida que iam chegando. Isto permitiu-nos ir conversando tranquilamente com as pessoas, enquanto bebiam e petiscavam. Passado algum tempo e, já depois de todos os convidados estarem presentes, retiramo-nos e vestimo-nos para a cerimónia, enquanto todas as pessoas eram encaminhadas para a igreja. Ora, isto fez com que ninguém chegasse atrasado! Além disso, sabemos que muitas das senhoras nem almoçam porque se vão arranjar e muitos dos senhores estão com sede, por isso achámos que “tirar a barriga de misérias” a toda a gente antes da cerimónia ia fazer com que suportassem muito melhor o tempo que passam na igreja. Não tínhamos dúvidas nenhumas de que este conceito ia funcionar muito bem, mas o feedback das pessoas veio reforçar a nossa opinião. As surpresas que preparámos um ao outro: eu aprendi a tocar uma das nossas músicas preferidas ao piano, o Hélder leu-me um dos textos mais bonitos que já escreveu, ao som de um violino tocado pelo Tiago, primo dele. Fizemos uma emissão especial de um Jornal da Tarde, eu e as minhas amigas, que contava, de forma resumida, a nossa história desde que estamos juntos. Eu diria mesmo que estamos os dois convencidos de que todo o casamento é um pormenor especial na nossa vida!

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

A única coisa que mudaríamos, se fosse possível, era estender o dia por 48 horas!

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

É preciso tempo e dedicação para preparar um casamento. Se o têm, então preparem-no com calma e com todo o empenho que o dia merece. Se não o têm, entreguem a organização a quem tem experiência para o fazer. O importante é que corra tudo bem e que seja um dia memorável para todos.

 

 

 

Os nossos fornecedores:

 

convites e materiais gráficos: Ana Geraz, Communication & Graphic Designer;

local e catering: Mosteiro de Landim, com o catering do restaurante “Cantina 32” cujo Chef é o Luís Américo;

bolo: Juras de Amor;

fato do noivo e acessórios: Dielmar;

vestido de noiva e sapatos: Anabela Vasconcelos e Louboutin;

maquilhagem: Sandra Coutinho, no The Spa;

cabelos: Fátima Beja, Seara Cabeleireiro;

flores: Contraste Decorações;

ofertas para os convidados: fizemos, eu e a minha mãe com alguma ajuda de amigas, uns leques que distribuímos pelas senhoras à sua chegada e umas mantinhas para porem pelas costas assim que anoitecesse e sentissem frio.;

fotografia: Lounge Fotografia;

vídeo: Groove Motion;

luzes, som e Dj: Happy N, com DJ Ima

 

Mónica Aragão

Prontos para descolar, por Lounge Fotografia

Um piloto de aviões e uma assistente de bordo… pode parecer cliché mas a verdade é que fica longe disso! Esta grande história de amor começou muito antes das vidas de Miriam + Luís se terem cruzado nos ares e já lá vão sete anos. Antes de descolarem rumo à próxima grande aventura das suas vidas, fizeram uma bonita sessão de noivado, com os pés bem assentes no chão e na companhia da Lounge Fotografia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Próximo destino: um casamento onde não vai faltar romance e altos voos!

 

Lounge Fotografia é fornecedor seleccionado Simplesmente Branco. Podem encontrar mais informação e contactos detalhados na sua ficha de fornecedor, arquivada em Fotografia e Despedida de Solteira.

 

Susana Pinto

Rita + Artur, quando o amor coincide

Fechamos esta semana com a festa bonita da Rita + Artur, fotografada pela dupla Lounge Fotografia. A maquilhagem da noiva tem dedinho talentoso da Jenny Makeup Land e animada pista de dança ficou por conta do Nuno Rodrigues. Tudo fornecedores seleccionados cá de casa, ou nã fosse a Rita uma leitora de longa data.

 

Fiquem com estas imagens bonitas e bem-dispostas: perfeitas para fechar a semana na melhor disposição!

 

 

 

 

Como foi o teu pedido de casamento?

Sempre fui uma aficcionada em tudo o que diz respeito ao mundo dos casamentos, e em Fevereiro de 2014, num fim-de-semana em que íamos para a casa dos pais do Artur, no Gerês, ao passar muito perto do Solar da Levada (que era o local onde eu sempre quis casar), eu disse ao Artur, “vamos fazer de conta que queremos já casar e vamos ver o Solar”. Bem, se eu já era apaixonada por aquele espaço, ficámos os dois. Quando nos perguntaram qual a data que queríamos, questionámos sobre a disponibilidade daquela que em tempos tínhamos falado ser a data ideal. Coincidência ou destino, ainda estava disponível. Olhamos um para o outro e decidimos naquele momento que seria aquele dia e saímos de lá com a data reservada. O pedido oficial acabou por vir quatro meses depois, num fim-de-semana prolongado, passado em Pedrogão Grande (terra dos nossos fotógrafos, mais uma coincidência). O Artur pensou em tudo e num dos dias em que lá estivemos, preparou um piquenique super fofinho e fez o pedido, num local lindíssimo à beira-rio e no meio natureza, mesmo ao estilo dele.

 

 

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Oficialmente começámos com um ano e meio de antecedência, mas na realidade, já havia anos e anos de pesquisas para ajudar amigas que casaram antes de mim. Já nem sei há quantos anos sou seguidora de blogs como o Simplesmente Branco, o Style me Pretty e outros do género. Por isso, quando chegou a hora de arregaçar as mangas e pôr em prática tudo o que sabia para o meu, foi muito simples, pois sabia muito bem o que queria e o que não queria. Contudo, por ver tantas coisas bonitas, às vezes torna-se complicado conseguir por em prática tudo o que gostamos porque muitas vezes o tempo disponível não é o nosso melhor amigo e porque também não queríamos cair no exagero.

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Nós não queríamos que o nosso casamento fosse igual ao de toda a gente. Com o Solar da Levada sabíamos que estávamos descansados, porque o espaço e a decoração só por si já são magníficos e era diferente de tudo o que tínhamos visto. Depois disso, foi pensar em pormenores que fossem a nossa cara. Queríamos que os nossos convidados percebessem que aquele casamento era o nosso e que não era igual ao de outro casal qualquer. O nosso cunho, aliado a alguns pormenores vintage foi a receita certa.

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Muita coisa foi feita por nós, pois começámos a perceber que se queríamos as coisas bem-feitas e tal e qual como idealizávamos, tínhamos que pôr mãos à obra. E assim foi, foram poucas as coisas que mandámos fazer “fora”.

 

 

 

 

 

Tiveste ajuda?

Sim, imensa… Temos a sorte de ter uma família e amigos espetaculares que nos ajudaram em muita coisa. A Sílvia, uma das minhas damas de honor, que é designer foi quem fez praticamente toda a parte gráfica do casamento e foi o meu braço esquerdo, já que o Artur era o direito.

 

O que era o mais importante para ti?

Que fosse um dia feliz para nós e para os nossos familiares e amigos. Queríamos que chegasse ao fim e nos dissessem que o dia tinha sido espetacular e que se tinham divertido imenso, e foi o que aconteceu. Ainda hoje vêm dizer-nos que foi o melhor casamento a que já foram.

 

 

 

 

 

E secundário?

Nada era secundário para nós, tudo foi muito bem pensado. Mas com tanta ideia que queríamos concretizar e com pouco tempo disponível nas nossas agendas, tivemos que tornar algumas delas em secundárias, pois não íamos ter tempo de colocar as mil e uma ideias em prática. Mas estão guardadas, numa gaveta, quem sabe para uma renovação de votos.

 

Onde gastaste mais dinheiro?

No espaço sem dúvida nenhuma, mas foi muito bem empregue.

 

 

 

 

 

 

 

Onde gastaste menos?

Gastámos menos ou nada nas coisas que nos foram oferecendo. A minha mãe ofereceu o vestido e a mãe do Artur, o fato, a irmã dele ofereceu-nos as alianças e o aluguer da carrinha pão-de-forma, a almofada das alianças o Artur fez a impressão no tecido e a minha avó fez o resto, o saiote foi emprestado por uma das damas de honor, o meu ramo foi oferecido por uma prima.

 

O que foi mais fácil?

Pode parecer cliché, mas foi dizer Sim.

 

 

 

 

 

O que foi mais difícil?

Fazer a distribuição dos convidados pelas mesas e esperar pelo noivo que chegou meia hora atrasado!

 

O que te deu mais prazer criar?

Tudo. Acho que não houve nada durante os preparativos do casamento que não me tivesse dado prazer de fazer.

 

 

 

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

O nosso casamento foi mesmo a nossa cara, a única cedência que fizémos foi com o tempo que tínhamos para planear e elaborar tudo. Como chegámos à conclusão que não íamos conseguir colocar todas as ideias em prática, e preferíamos gozar os preparativos e não passar o tempo todo a stressar com eles, desistimos de algumas ideias. Mas queremos acreditar que se não as colocámos em prática é porque não tinha mesmo que ser. Afinal, menos é mais.

 

 

 

 

Um pormenor especial?

Foram tantos que é complicado dizer apenas um, tal como os meus sapatos que após tanto procurar acabaram por serem adaptados ao meu gosto e eram lindos; descobrir pouco tempo antes de casar que o vestido de casamento da minha mãe tinha bolinhas no tule da saia tal como o meu; a almofada das alianças com o nosso monograma impresso pelo noivo e feita pela minha avó; a frase na moldura à entrada da igreja; a cerimónia e o coro da igreja foram espetaculares; a nossa entrada no salão e a primeira dança, tal como as surpresas que o Artur preparou; a pão de forma que achávamos que não ia conseguir chegar à quinta, mas lá conseguiu apesar de depois só de reboque é que a conseguimos tirar de lá; a nossa entrada na quinta na Vespa do Artur e que tem um significado especial para nós; a placa com as direcções à entrada na quinta; as nossas iniciais com leds em frente ao DJ que tanto sucesso fizeram; as nossas suculentas para oferecer aos convidados, e é melhor ficar por aqui se não o texto é longo!

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Não mudava nada, foi tudo mais que perfeito.

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

Preparem o vosso dia com calma e tempo e não se deixem stressar com os imprevistos de última hora, pois quanto a esses nada há a fazer e não podem ser eles a estragar o vosso dia de sonho. Chegando a hora, é relaxar e aproveitar ao máximo.

 

 

Os nossos fornecedores:

 

concepção gráfica: White Design

convites e materiais gráficos: Silvia Cunha, designer no Atelier da Lúcia

local e catering: Solar da Levada

fato do noivo e acessórios: fato Miguel Vieira, sapatos e acessórios tudo na loja Prassa; botões de punho na loja Bairro Arte

vestido de noiva e sapatos: vestido White One na loja Galera Novias; sapatos Luís Onofre

maquilhagem da noiva, noivo e convidados: Jenny Makeup Land

cabelos: Mãos com Arte

flores: Artezé

ofertas aos convidados: suculentas da Design com texto

fotografia: Lounge Fotografia

vídeo: João Vieira Films

luzes, som e Dj: Dj Nuno Rodrigues

aulas de dança: Alunos da Apolo – Porto