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Susana Pinto

Gina + Rui, música no coração

Hoje temos o casamento da Gina e do Rui, caloroso, chique e familiar. Se achavam que não era possível, desenganem-se!



Como foi o teu pedido de casamento?

Foi engraçado e inesperado (dentro do esperado). Eu sabia que existia um anel, mas não sabia em que momento iria acontecer. No dia mais inesperado, quando estávamos sós, ajoelhou-se, e com a guitarra tocou-me uma música e fez o pedido. Foi muito engraçado e tocou-me pela sensibilidade.


Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Acho que passar um ano a organizar o meu casamento seria demais. Por isso, foi com 6 meses de antecedência que começamos os preparativos. Tentei condensar ao máximo as tarefas que “normalmente” se fazem num ano. Outra “dificuldade” encontrada foi a distância… a da organização e a da realização. Somos de Braga, vivemos em Lisboa, logo preparamos um casamento à distância. Foi extenuante, mas muito compensador, pois o dobro do esforço redobrou a nossa alegria e a possibilidade de rever as nossas famílias com mais frequência do que normal. Apesar de trabalhoso, compensou.


 


Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Somos muito ligados à família. As festas, os encontros, os passeios, os almoços, os jantares… tudo isto são tradições que temos e que nos preenchem e foi destes momentos em família que quisemos criar o nosso casamento. Tentamos recriar uma festa em casa dos nossos avós, com a simplicidade, as flores campestres, os pratos recheados de amor, os gestos de carinho e as músicas de outros tempos. Acima de tudo seria uma homenagem à nossa infância e foi com estas ideias que decidimos que seria um casamento “a pé”. A família vivia relativamente perto, havia uma linda capelinha e havia uma quinta. Com estes ideais fomos construindo algo palpável e, no final, conseguimos recriar o ambiente ideal.


A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Gosto da área criativa e gosto de criar. Sempre apreciei a área dos eventos e desde cedo que faço e experimento o “DIY”. E sendo um casamento relativamente pequeno, com a família e os amigos mais próximos, achei que conseguiria fazer a decoração e tudo o resto. Why not?


 

 

Tiveste ajuda?

Sim, dos amigos e da família. Apesar de longe pedi para me ajudarem em algumas coisas que de outro modo não teria como o fazer. Mas os trabalhos manuais foram feitos e concluídos a dois. A um mês do casamento a nossa casa era uma confusão e, tanto eu como o Rui, trabalhamos afincadamente para conseguir terminar todas as tarefas a que nos propusemos. Creio que no final, o idealizado foi conquistado!

 

O que era o mais importante para ti?

O mais importante era a felicidade, a nossa, da nossa família e dos nossos amigos. Queríamos que se sentissem em casa, sem protocolos. Queríamos estar com todos e queríamos que fosse uma festa familiar, acima de tudo.

 

 


E secundário?

Não creio que exista secundário. Creio que tudo foi importante, independentemente de durar mais ou menos tempo, custar mais ou menos. São as pequenas coisas e as grandes que fazem uma cerimónia, não existem secundários. Pelo menos para mim.


Onde gastaste mais dinheiro?

No catering.


Onde gastaste menos?

Nos transportes!


O que foi mais fácil?

Escolher os objectos que nos inspiraram – uma guitarra e um girassol.


 


O que foi mais difícil?

A perda de uma amiga, que ia cantar no nosso dia, apenas a 3 meses do casamento.

A incompreensão de algumas pessoas para o misto de sentimentos que nos envolveu.


O que te deu mais prazer criar?

Os momentos especiais. Desde o inicio que fomos inspirados pelos momentos em família e amigos e pelo amor que nos une. Decidimos que este seria o momento ideal para mostrar a quem mais gostamos, o quanto os amamos. Ainda hoje me emociono ao pensar nisso.

Para a cerimónia tivemos a ajuda de todos e construímos momentos muito bonitos. As leituras, o ofertório, uma dedicação especial aos nossos avós e uma serenata. Para a festa tivemos uma dança “psicadélica”, uma leitura de amor acompanhada pela música “You’ve got a friend” e um noivo músico que dedicou algumas músicas, à mulher, à família e aos amigos.

Foi um casamento recheado de momentos únicos e muito especiais.




O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

Fizemos cedências de parte a parte, contudo preservamos a essência de tudo, pois foi o nosso casamento, a nossa festa e a nossa visão. Sem dúvida, e pelo feedback obtido, foi a nossa cara!


Um pormenor especial?

A leitura de amor acompanhada pela música “You’ve got a friend”. Foi um momento único, com muita emoção, muito carinho, muito amor e muitas lágrimas de alegria. Aproveitamos para mostrar o nosso amor, para agradecer e para lembrar quem partiu.


 

 


Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Nesse dia não mudaria nada.  Foi, sem dúvida, um dos dias mais felizes da nossa vida. Não digo isto por ter sido o nosso casamento, mas pela festa de amor. São poucas as vezes que reunimos quem mais amamos e não quisemos perder esta oportunidade para o mostrar.


Algumas words of advice para as próximas noivas?

Se tiverem dúvidas, peçam ajuda. Se tiverem medo, é normal. Se tiverem que fazer cedências, aceitem (dentro do normal). Acima de tudo vivam estes momentos, vivam o dia intensamente e sorriam muito!


 

 

 

Giros!


Os nossos fornecedores:


Convites e materiais gráficos: Os noivos

Local, catering: Quinta da Cerca

Fato do noivo e acessórios: Massimo Dutti

Vestido de noiva e sapatos: Fara Sposa; Atelier de Calçado Fátima Alves

Anel de noivado, alianças e brincos: Ouriversaria Mário; Peineta: prima Ana Isabel; Brincos: Avó.

Maquilhagem: Daniela Soares (SensiSpa)

Cabelos: Marta Carvalho

Flores: Florista de Braga

Lembranças para os convidados: Os noivos

Fotografia: Eduardo Oliveira

Luzes, som e Dj: Catering Star



Susana Pinto

Love is all around: Shu + Lance










Totalmente in love… Shu + Lance, da China, fizeram a mala e foram casar a S. Francisco, depois de terem vist0 umas fotos do edifício da Câmara. Na mala ia um vestido dos anos 40 e um fato impecável. Os detalhes do vestido da Shu, foram adicionados por ela, na véspera, à noite… a única testemunha (igualmente maravilhada…!) foi a fotógrafa, Kate Harrison.


Não sei de que gosto mais… da descrição do momento, dos stilletos azuis ou do sorriso tão bonito da noiva

E vocês, são capazes de desempatar?

Susana Pinto

Isabel + Hélder: übber Chic!

Esta semana, apresento-vos a Isabel e o Hélder, num ultra chique e micro casamento para 12 convidados… Brilhos, sofisticação e muita atenção ao detalhe, para um resultado assim: íntimo e intimista!

 


Como foi o teu pedido de casamento?

Não houve propriamente um pedido de casamento oficial com todos os efes e erres… mas sim uma decisão consciente tomada a dois. Tive direito a anel de noivado e tudo, mas foi tudo decidido a dois pois a cumplicidade assim nos permitiu e já não fazia sentido um de nós decidir algo sozinho, uma vez que já estávamos juntos há 13 anos.


Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Quando tomámos a decisão de ser um casamento pequeno mas como sempre idealizámos, tivemos a noção que não seria necessária uma preparação de um ano como nos restantes casamentos para muita gente… por isso começamos a tratar de tudo no verão de 2009 e casámos em Novembro do mesmo ano.

Comecei pela escolha do local do casamento e pela papelada do registo civil. De seguida, marquei com a estilista para dar a entender do que eu gostaria de levar vestido nesse dia mas dando-lhe sempre espaço para criar… Depois tudo foi fluindo como se existisse uma ordem natural e sempre sem stress.


 

 


Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Uma vez que o local escolhido foi o Hotel Infante Sagres, no Porto, sendo este um dos 70 hotéis de charme do mundo, o ambiente foi mesmo esse: charme e requinte! O espaço por si só é magnífico, tem tudo o que nós apreciamos: obras de arte, requinte, um serviço de excelência, peças vintage misturadas com contemporâneas… A única coisa com que tive de me preocupar foi com a decoração das salas: a sala dos espelhos – onde decorreu o casamento e o salão onde foi servido o copo de água. Tanto uma sala como outra já tem peças lindíssimas de mobiliário mas preferi fazer algumas alterações. Assim, na sala dos espelhos, mais senhorial, escolhi os móveis todos brancos a combinar com a parede trabalhada em alto-relevo da mesma cor sobre o vermelho paixão, para a tornar mais romântica. No salão escolhemos apenas a disposição dos móveis para criar dois espaços: jantar e estar. Todo este salão estava em tons de branco, prata e preto. A minha maior preocupação debruçou-se sobre a mesa de jantar. Ficou toda ela em tons de prata e branco. Todos cadeirões eram brancos e na mesa brilhavam dois candelabros grandes ao centro em prata e jarrinhas com flores variadas brancas. Tudo sobre uma toalha prateada cintilante!


 

 


A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Simplesmente por ter um gosto diferente de tudo o que tinha visto até à data. Sabia muito bem aquilo que queria e mais importante ainda, aquilo que não queria. Foi mais escolhido por mim que feito por mim, pois eu não fiz concretamente nada com as minhas próprias mãos mas tive a sorte de me rodear de pessoas excepcionais que se prontificaram a fazer tudo o que sugeri.


Tiveste ajuda?
Sim, dos próprios fornecedores, que foram incansáveis.


O que era o mais importante para ti?

O mais importante para nós era sem dúvida que os nossos convidados se sentissem bem, que tivessem um tratamento exclusivo. Queríamos que o ambiente de charme fosse conseguido também através dos pratos escolhidos e pelo atendimento. Foi um objectivo francamente alcançado.

Como se tratou de um casamento pequeno quisemos mostrar que mesmo uma cerimónia pequena pode-se transformar num conto de fadas e ser um momento único.

 

 

 


E secundário?

Como o casamento apenas envolveu 12 pessoas acho que não houve nada secundário porque tudo foi tratado com um objectivo: ser especial e para isso tudo teve de estar à altura.


Onde gastaste mais dinheiro?

Sem dúvida que foi no copo de água, no Hotel Infante Sagres mas conseguimos criar um ambiente mágico.


Onde gastaste menos?

Nos convites, ementas e caixa de mensagens.

 

 


O que foi mais fácil?

Talvez isso mesmo, os convites, ementas e caixa de mensagens.


O que foi mais difícil?

Nada!


O que te deu mais prazer criar?

Tudo, não consigo especificar apenas uma coisa.

Adorei o ambiente, o meu vestido, os brincos desenhados por mim, as alianças que deram origem a um novo modelo da marca, a parte dos papéis: convites, ementas, mensagens e todo o trabalho da Ana Jordão, ganhei uma amiga.


 


O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

Sem sombra de dúvida, que foi a nossa cara, não poderia ser de outra forma. Incluindo o engano da noiva na hora de dizer o nome completo do noivo!


Um pormenor especial?

A luz, a envolvência, os versos da caixa de mensagens do Alexandre O’Neill, o tratamento especial por parte do hotel, fui tratada como uma rainha.

Já me esquecia, casar ao fim da tarde, já era noite… foi mais um momento muito nosso.


Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Nada, foi mágico!


Algumas words of advice para as próximas noivas?

Não façam um casamento para agradar os outros, mas sim um casamento como sempre quiseram… não há receitas para o casamento ideal, o vosso será sempre único e o mais importante é que seja a vossa cara. Não façam nada que não queiram. Dêem importância a todos os pormenores, não pensem: “Para podermos ter fogo-de-artifício então escolhemos uma ementa mais fraca” – não façam isso, não há coisa pior que servir mal os nossos convidados. Sejam vocês próprios!




Os nossos fornecedores:

Convites e materiais gráficos: Folhas Soltas

Local e catering: Hotel Infante Sagres

Fato do noivo e acessórios: Massimo Dutti

Vestido de noiva e sapatos: vestido: Loja atelier Sem Manias, estilista Alexandra Margarida, sapatos: Calçado de Guimarães

Anel de noivado, alianças e brincos: anel de noivado: José Luís Jóias, brincos e alianças: Ourivesaria Charlot

Adereços: almofada das alianças e birdcage veil: Pinga Amor

Maquilhagem e Cabelos: Joaquim Guerra

Flores: Hotel Infante Sagres

Fotografia: Lugares e Momentos – Ana Pedras e Alexandre Barbosa

Luzes, som e Dj – não houve, apenas música de fundo… um ambiente muito soft!


Muito chique e muito pessoal: apenas 12 pessoas e toda a atenção do mundo!

Bom fim de semana!


Susana Pinto

Delicious: Catarina + Dário

O real wedding de hoje é simplesmente… delicious, tão bom que apesar de já ter sido publicado aqui há uns tempos no Ruffled (sim, é mesmo assim tão bom…!), merece a primeira página aqui no Simplesmente Branco.


Meninas (e rapazes…!), Catarina + Dário, aka Dookielicious.

Sit back and enjoy!



Como foi o teu pedido de casamento?

O meu pedido de casamento foi muito diferente daquilo que é habitual. Para começar, nem sequer envolveu o famoso anel, nem o ajoelhar, nem tão pouco um jantar à luz das velas. Numa noite de Novembro de um dia banal, entro no quarto e vejo uma caixa em cima da cama. Só podia ser um presente para mim, típico do Dário! O grafismo inconfundível da marca Irregular Choice fez-me adivinhar que eram uns sapatos. Dentro da caixa, para além dos sapatos, estava uma folha de papel onde li: “Casas comigo?”. E foi assim que o Dário me pediu em casamento, numa folha de papel branco. E em vez de anel de diamante, o meu presente de noivado foi um par de sapatos fantásticos com o salto em forma de diamante! (Garanto que tem muito mais a minha cara!!)


 



Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Depois de comunicar às nossas famílias a grande notícia e definir a data, começaram verdadeiramente os preparativos. Faltavam cerca de seis meses para o grande dia.

Comecei logo por investigar quais os passos para tratar de toda a papelada, quais os documentos necessários, essa parte mais “séria”. E como sou muito organizada, cheguei até a escrever na minha agenda, nos meses respectivos, todos os passos a tratar: convites, restaurante, flores, marcar cabeleireiro, etc. Tudinho, para não falhar nada!


Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

O nosso desejo foi criar um ambiente kitsch com uma pitada de vintage. Todos os elementos foram pensados em função desse tema, a começar pelo convite, totalmente feito por nós, a partir de naprons de papel e de um postal vintage do dia de S. Valentim. O próprio restaurante era um espaço ideal para o tema, tradicional da Madeira e com a mítica bola de espelhos na pista de dança. Os convidados podiam ver qual o número da sua mesa num conjunto de postais feitos a partir de imagens vintage do dia dos namorados, nos quais podiam também escrever-nos uma mensagem, um 2 em 1! Para as fotografias escolhemos um cenário com uma imagem da Madeira antiga e havia bigodes de papel como acessório  para momentos mais divertidos. E muito importante também foi a parte da animação da festa, totalmente preparada por nós de acordo com o tema: fizemos uma emissão de rádio com voz de locutor e tudo, e uma playlist muito especial que incluía vários êxitos dos anos 80, 70 e até mais antigos. A “rádio cupido” e o seu locutor Valentim animaram a noite.




A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Estando eu e o Dário ligados a áreas criativas, a ideia de não sermos nós a preparar tudo nem nos passou pela cabeça. Era o nosso casamento e queríamos ter o prazer de criar cada detalhe. E como tínhamos ideias muito concretas daquilo que desejávamos, foi também uma maneira de ficar tudo tal como imaginámos.


Tiveste ajuda?

Uma vez que o casamento foi na Madeira e nós moramos em Lisboa, a ajuda dos pais do Dário e de duas tias dele foi preciosa! E claro, a mamã e a mana foram fundamentais, sempre comigo em todas as tardes de compras, na busca da lingerie certa, das luvas perfeitas, ou mesmo do laço vermelho do noivo, que foi tão difícil de encontrar!



O que era o mais importante para ti?

Acho que acima de tudo queria que fosse um dia cheio de alegria, que toda a gente se divertisse muito! Para mim era muito importante usufruir de cada momento, aquele dia que tanto planeámos tinha finalmente chegado, agora era aproveitá-lo e ser feliz!


E secundário?

Secundário era que ocorresse algum tipo de imprevisto. Não queríamos estar obcecados e nervosos no dia do casamento, preocupados com possíveis “erros”, o nosso desejo era mesmo divertirmo-nos acima de tudo!


Onde gastaste mais dinheiro?

No vestido.


Onde gastaste menos?

Nos convites.


O que foi mais fácil?

Escolher o meu vestido. Foi uma tarde maravilhosa que partilhei com a minha mãe e a minha irmã no atelier dos Storytailors. Já conhecia muito bem o trabalho deles e sabia também muito bem o que queria. A partir daí foi facílimo!



O que foi mais difícil?

Foi um pouco difícil em alguns momentos o facto do casamento ser na Madeira e nós estarmos em Lisboa, mas no fim tudo correu bem.


O que te deu mais prazer criar?

Os convites. Adorei pensar neles e fazê-los um a um à mão foi um prazer. Talvez também por ter sido o primeiro elemento feito por nós para o grande dia, teve um gostinho especial.


O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

Agora, pensando em todo o processo de preparação e olhando para trás, posso dizer com alegria que o nosso casamento foi a nossa cara. Mantivemo-nos fiés a nós mesmos e às nossas escolhas, e ainda bem que assim foi!





Um pormenor especial?

Vou ter que escolher três: um vídeo que preparámos para mostrar antes do jantar e que conta a nossa história (uma delícia); o facto de ter sido eu mesma a fazer os vestidos de algumas convidadas muito especiais; e a presença do bailinho da Madeira, uma total surpresa para nós preparada por uma tia do Dário.


Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Não. Foi tudo como tinha que ser!


Algumas words of advice para as próximas noivas?


Acima de tudo que se divirtam muito com todo o processo de preparativos e que no dia estejam bem calmas, aproveitem cada momento, não se deixem preocupar com o que possa não correr como planeado, porque até os imprevistos se podem tornar deliciosos no momento de recordar esse dia tão especial. E claro, sintam-se as mulheres mais lindas do mundo!








Os nossos fornecedores:


Convites e materiais gráficos: os noivos

Local, catering: Restaurante “A Parreira”

Fato do noivo e acessórios: H&M, All Star, Fábrica dos Chapéus

Vestido de noiva e sapatos: Storytailors, Killah, Fábrica dos Chapéus, Luvaria Ulisses

Anel de noivado, alianças e brincos: Sapatos de noivado Irregular Choice, alianças Ouro Vivo, colar que era da minha mãe

Maquilhagem: Ricardo Cecílio, Angels Cabeleireiro, Funchal

Cabelos: Ricardo Cecílio Angels Cabeleireiro, Funchal

Flores: Florista A Cattleya, Funchal

Lembranças para os convidados: os noivos

Fotografia: Fábio Teixeira (www.fabioteixeira.com)

Luzes, som e Dj: os noivos, com ajuda de alguns amigos.



Et voilá…! como diz a minha amiga Ana Isabel Antão, giro ou …giro?!

Bom fim de semana!


http://www.afabricadoschapeus.com/
Susana Pinto

o amor está nos detalhes…

 

 

 

 

 

 

E está mesmo… no cuidado, carinho e amor com que se fazem as escolhas certas para receber os convidados e o grande amor de uma vida.

 

Adoro a flores da coroa e da decoração, os corações de papel (páginas de livros e agrafos…!), os xailes das damas de honor, o bouquet orgânico e despenteado, o ar apetitoso das tartes e a alegria simples e calorosa que trespassa tudo.

 

Via Love and Lavender, Sarah + Jason, com fotografia de Simply Bloom Photography