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Susana Pinto

À conversa com: Monte do Ramalho – espaço para casamentos no Alentejo

Escolher o espaço para casamento deverá estar, nesta altura, no topo da vossa lista de tarefas, por isso, nada mais apropriado do que nos sentarmos à conversa com a Manuela Estevinha, do Monte do Ramalho, um espaço para casamentos no coração dourado e manso do Alentejo.

Há qualquer coisa de muito mágico nesta paisagem sossegada, no calor que sobe do chão e no céu estrelado que não tem fim. O Monte do Ramalho mantém essa pureza natural, sem deixar de estar totalmente preparado para receber uma bela festa – a vossa!

Deixem-se encantar!

Ter o controle das decisões não é importante, isto é, deixamos praticamente tudo na mão de quem nos procura, sejam noivos, wedding planners, empresas de decoração, cedemos o espaço aos nossos noivos e apresentamo-lo como sendo a sua casa. Aqui podem idealizar o dia da forma que sonharam, não impomos formatos nem fornecedores. O que mais nos interessa é acompanhar o processo, orientando, discutindo ideias e criando juntamente com quem nos procura.

 

Contem-nos um bocadinho do vosso percurso, como vieram parar ao universo dos casamentos?

Éramos apenas uma quinta de turismo rural, quando em 2013 fomos descobertos por um casal, ela de Lisboa e ele de Itália. Adoraram o espaço e principalmente o facto de nunca termos tido nenhum casamento, foram os nossos primeiros noivos. O evento aconteceu em Junho de 2014, totalmente ao ar livre, com a nossa iluminação de arraial e mesas corridas, tudo no exterior. Não tínhamos espaço para plano B e felizmente o bom tempo ajudou. Ainda no mesmo ano, recebemos outro casamento no início de Setembro, e para que se pudesse realizar, fizemos obras numa das nossas salas, porque a existência de um plano B era condição para que o nosso espaço fosse escolhido. Foi também nesta data que o colocámos em prática, choveu torrencialmente no dia do casamento. Em 2015 voltámos a fazer obras no espaço para podermos receber os casamentos com melhores condições, e desde aí até agora, temos vimos em crescendo.

 

Casamento no Alentejo, no Monte do Ramalho, com fotografia de Madalena Tavares Casamento no Alentejo, no Monte do Ramalho, com fotografia de Madalena Tavares

A imagem de marca do Monte do Ramalho é, na minha opinião, um estilo rústico, descontraído e romântico. Concordam com esta definição?

Totalmente. E pudemos ainda acrescentar: puro e genuíno.

 

Esta assinatura faz parte do ADN do espaço, ou é algo que escolheram como tendência e tema para este ano? Porquê?

Faz parte do ADN do espaço, não fizemos nenhuma alteração ao que já existia. É a simplicidade que o torna diferente dos demais. A nossa praia é um olival a perder de vista, devemos ser dos poucos que nos podemos orgulhar disso!

 

As tendências da estação… são um assunto de trabalho ou apenas fait-divers?

São apenas fait-divers, acompanhamos as tendências mas deixamos este assunto nas mãos dos demais.

 

Casamento no Alentejo, no Monte do Ramalho, com fotografia de Madalena Tavares

Ter o controle das decisões é importante? Têm uma perspectiva perfeccionista e específica sobre o resultado e a forma como querem que o vosso espaço e trabalho sejam mostrados e vividos, ou é o prazer discutir ideias, de criar e acompanhar o processo, que vos interessa mais na relação com cada projecto, cada cliente?

Ter o controle das decisões não é importante, isto é, deixamos praticamente tudo na mão de quem nos procura, sejam noivos, wedding planners, empresas de decoração, cedemos o espaço aos nossos noivos e apresentamo-lo como sendo a sua casa. Aqui podem idealizar o dia da forma que sonharam, não impomos formatos nem fornecedores. O que mais nos interessa é acompanhar o processo, orientando, discutindo ideias e criando juntamente com quem nos procura.

 

Onde buscam inspiração para cada nova temporada de trabalho?

Não buscamos. Procuramos manter o espaço tal e qual como é. As tendências vêm com os nossos noivos e fornecedores por eles escolhidos.

 

E nos momentos de fadiga criativa, como refrescam a mente e o olhar?

Não temos fadiga criativa, temos apenas fadiga mental! Refrescamos a mente e o olhar em cada novo casamento que acolhemos no nosso espaço.

 

Casamento no Alentejo, no Monte do Ramalho, com fotografia de Madalena Tavares

Casamento no Alentejo, no Monte do Ramalho, com fotografia de Madalena Tavares

Como é o vosso processo de trabalho, como criam uma ligação aos vossos clientes?

Para além da importância que tem o nosso espaço e da preocupação que temos em mante-lo o mais natural possível, acompanhamos e ajudamos os nossos noivos a concretizarem o seu dia especial, deixando-os sonhar.

 

Qual foi o casamento em que mais gostaram de trabalhar? Porquê?

Todos são diferentes, relembramos um em que o plano B foi accionado duas horas antes do início da cerimónia. Também, de certa forma, os casamentos religiosos, porque são realizados ao ar livre e têm todo um ambiente especial.

 

Escolham uma imagem favorita do seu portfolio e contem-nos porquê:

A escolha foi difícil, no entanto escolhemos uma imagem das mesas colocadas para o jantar no exterior debaixo das nossas amoreiras. A imagem lembra as maravilhosas noites de verão que temos no Alentejo, sob um céu estrelado.

 

 

Este sítio deixa-me sempre a suspirar…! Espreitem os casamentos bonitos que aconteceram no Monte do Ramalho, e se ficarem a suspirar como eu, não deixem de fazer uma visita!

 

Os contactos detalhados do Monte do Ramalho estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, feita de imagens maravilhosas, e contactem a Manuela Estevinha directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.

 

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

 

Susana Pinto

Este é o vosso dia: fotografia de casamento de Denis Erroyaux

Denis Erroyaux, o nosso fotógrafo de hoje, nasceu em Charleroi, Bélgica, e divide o seu tempo entre Lisboa e Bruxelas. Gosta de ver os filhos a brincar, de fazer palhaçadas com Aurélie, a sua mulher, e de fotografar casamentos. Para isso, criou a marca Thisisyourday, que apresenta assim: «É estar em todo o lado e ser invisível ao mesmo tempo, ser empático mas manter a distância, capturar o efémero. Acima de tudo, é possibilitar o reviver o infinito de momentos felizes. É o meu trabalho, a minha paixão, o que me define.»

Para ilustrar o seu trabalho, escolhemos o mais bonito dos dias da Filipa + Pedro, que aconteceu em Alenquer.

 

O Denis conta-nos como aconteceu:

“Este dia começou em Alenquer, no meio de uma diversidade de tons de verde: as trepadeiras nas paredes da casa, as vinhas em redor, os ciprestes na paisagem. Neste cenário viçoso, a Filipa e o Pedro encontraram o lugar acolhedor e ideal para celebrar o seu casamento.

Inspirados pela paisagem, idealizaram um casamento ao ar livre, decorado com flores silvestres em tons quentes e texturas diferentes, para que tudo estivesse em sintonia com a natureza. A decoração também seguiu a mesma inspiração, em tons pasteis e com um design minimalista, feita pelos noivos, o que os fez com que todos se sentissem em casa.

O dia mágico que a Filipa e o Pedro imaginaram aconteceu exactamente assim, perfeito.”

 

Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day Fotógrafo de casamento em Lisboa: Denis Erroyaux, This is your day

Especial, não é?

Espreitem o trabalho do Denis Erroyaux com mais detalhe e entrem em contacto com ele, se gostarem. This is your day e ele estará lá para vocês!

Susana Pinto

Dicas para casar: procedimentos legais para casar

Hoje, nas nossas habituais dicas para casar (sempre à segunda-feira), falamos de um assunto aborrecido, mas fundamental: os procedimentos legais para casar.

A parte da burocracia é, seguramente, a menos romântica e entusiasmante em toda a viagem para o grande dia, mas por ser a parte mais séria, não deve, nunca, ser deixada para segundo plano ou ser tratada de ânimo leve, como tudo o que diz respeito aos assuntos legais.

Perante o estado, o casamento é “um contrato celebrado entre duas pessoas que querem constituir família e partilhar a vida. Este contrato define direitos e deveres para ambas as pessoas e altera o seu estado civil, tornando-as casadas. O casamento só acaba por divórcio ou por morte de uma das pessoas.”

Em Portugal, os dois tipos de união mais frequentes são o casamento civil e o casamento católico – mas desde 2007 que está prevista na lei a modalidade de casamento civil sob a forma religiosa, que reconhece, no âmbito da lei de liberdade religiosa, as uniões celebradas em (para já) sete grupos religiosos radicados em Portugal: Comunidade Judaica de Lisboa, Comunidade Islâmica de Lisboa, Aliança Evangélica Portuguesa, Comunidade Bahá”í, União Adventista, Centro Cristão Vida Abundante e Assembleia de Deus de Viseu.

Vamos, então, debruçar-nos sobre estes três processos e os passos necessários a cada um. Convido-vos, desde já, a passarem os olhos pelo bem organizado Portal do Cidadão, onde podem consultar informação detalhada sobre este assunto.

Perante o estado, o casamento é “um contrato celebrado entre duas pessoas que querem constituir família e partilhar a vida. Este contrato define direitos e deveres para ambas as pessoas e altera o seu estado civil, tornando-as casadas. O casamento só acaba por divórcio ou por morte de uma das pessoas.”

 

Casamento na Pousada de Amares Casamento na Pousada de Amares Casamento na Pousada de Amares

E em relação a custos, quanto custa casar em Portugal?

O registo de casamento custa 120 euros, feito na Conservatória, no seu horário de expediente. Se for num dia de semana, num fim-de-semana ou feriado, fora da Conservatória, ou na Conservatória, mas fora do horário habitual de funcionamento, o custo do registo de casamento passa para 200 euros.

 

Falemos agora do regime de bens e convenções antenupciais, cuja alteração à norma também implica alguns custos.

Quando duas pessoas se casam, podem escolher se passam a ter património em comum ou se cada membro do casal mantém o seu património separado. O regime de bens é o conjunto de regras que determina o que passa a pertencer ao casal e o que pertence a cada uma das pessoas durante o casamento e quando este chegar ao fim.

A norma em Portugal, aplicada automaticamente, é a comunhão de adquiridos. Existem, também, outras escolhas: separação de bens e comunhão geral de bens. Para estas duas opções, é necessário fazer uma convenção antenupcial que regula de forma legal a propriedade dos bens existentes e futuros, e o seu custo é 100 euros.

Existe também uma terceira opção, que deriva das anteriores, que é a criação de um regime específico definido pelo casal, e, nesse caso, o custo é de 160 euros.

 

Resumindo, casar, da forma mais simples e menos romântica, custa 120 euros. Com opções legais adicionais, custará até 310 euros e a deslocação do Conservador.
O resto do custo é a vossa festa de sonho e, no caso de disporem de um orçamento curtíssimo, tudo isto pode ser vivido e experienciado em dois momentos diferentes da vossa vida, por isso não deixem de cumprir a parte legal do vosso sonho pelo custo financeiro da festa!

 

Casamento na Pousada de Amares Casamento na Pousada de Amares Casamento na Pousada de Amares

Falámos dos números, vamos agora aos timings e procedimentos: os papéis devem ser tratados com três meses de antecedência, no mínimo, e seis meses, no máximo. Se casam em Junho, por exemplo, dediquem-se a este assunto entre Janeiro e Março.

 

Se escolheram o casamento civil, tudo o que há a tratar é entre vocês e o Registo Civil. Terão que se deslocar (ambos!) a uma Conservatória à vossa escolha, e declarar a vossa intenção de casar na data que escolherem. Há alternativas à deslocação física, caso estejam fora do país ou não tenham disponibilidade compatível com o horário de funcionamento: podem fazer-se representar por alguém com uma procuração legal para o efeito, ou recorrer ao serviço online (deverão ter convosco os cartões de cidadão e o respectivo leitor de cartões).

No caso de um dos noivos ser de nacionalidade estrangeira, deverá ser portador do certificado de capacidade matrimonial, emitido pelas autoridades competentes do seu país há menos de seis meses. Caso residam em Portugal, poderão obtê-lo contactando a Embaixada ou o Consulado do país de origem.

Neste passo, é fundamental terem já definida a data, o local e o regime de casamento que irão escolher. O casamento civil poderá ser celebrado nas Conservatórias do Registo Civil ou em qualquer outro local à vossa escolha, desde que seja um espaço acessível ao público. O dia e a hora não deverão ter impedimentos de maior, mas é fundamental estarem alinhados com a própria agenda da Conservatória – haverá certamente dias e horas mais concorridos, tenham esse detalhe em conta!

 

Assumindo que a vossa documentação está em ordem e não existem impedimentos legais ao vosso casamento, a Conservatória emite o despacho de autorização e têm, a partir dessa data, seis meses para casar. Se houver algum atraso, o despacho perde validade e terão que começar tudo do início, por isso mantenham a vossa agenda e lista de tarefas actualizada e não de distraiam.

No mais bonito dos dias, caso se trate de um elopement, podem estar apenas os dois – já não é obrigatória a presença de testemunhas. Mas podem ter as vossas pessoas convosco (entre duas e quatro), na mesma: serão os vossos “padrinhos” e”madrinhas” e assinarão os documentos convosco. Se for este o vosso plano, não se esqueçam de o referir atempadamente na Conservatória. Os vossos acompanhantes não se podem esquecer de ter consigo o Cartão de Cidadão!

Seja um casamento a dois ou festejado com 200 convivas, terão de dar o nó num espaço acessível, de portas abertas, para que qualquer pessoa possa assistir ao acto. Feitas as assinaturas, muitos parabéns: são oficialmente marido e mulher!

 

Casamento na Pousada de Amares Casamento na Pousada de Amares Casamento na Pousada de Amares

Se optarem pelo casamento católico ou civil sob a forma religiosa, os procedimentos legais são ligeiramente diferentes, mas não muito.

A parte burocrática da Conservatória mantém-se, mas a entidade religiosa passa a ser um parceiro na equação. Sugerimos que falem primeiro com o pároco ou ministro do culto da vossa igreja, congregação ou comunidade religiosa, porque é comum (mas não obrigatório) serem as igrejas ou as comunidades religiosas a interceder junto das Conservatórias, mediante um requerimento próprio, para dar início ao processo. Se for este o caso, a Conservatória remete posteriormente à igreja ou comunidade religiosa o despacho de autorização. Em paralelo desenrolar-se-ão os procedimentos próprios de cada fé, sobre os quais deverão igualmente informar-se com tempo.

 

Se forem vocês a iniciar o processo na Conservatória, aguardem pela emissão do despacho de autorização, que deverão entregar na igreja ou comunidade religiosa. Não deixem de perguntar ao pároco ou ministro responsáveis qual a antecedência com que terão que apresentar este documento relativamente à data do casamento, é importante.

A união civil só será efectivada no dia do casamento religioso propriamente dito, mediante as assinaturas no final da cerimónia. Esse documento deverá ser posteriormente remetido pela igreja ou comunidade religiosa à Conservatória competente, mas não deixem de esclarecer e confirmar este detalhe, não vá dar-se o caso de ser da vossa responsabilidade.

 

Os respectivos cartões de cidadão têm de ser actualizados: se mudam apenas o estado civil, a actualização é automática e não têm que fazer mais nada, mas se há alterações de nome ou morada, deverão fazê-lo num prazo de 15 dias. E não se esqueçam dos restantes documentos: carta de condução, documento único automóvel, cartão de eleitor, passaporte e todos os vossos documentos oficiais.

 

É, de facto, uma nova vida que começa, vamos celebrá-la!

 

Acompanhem as nossas dicas para casar, sempre à segunda-feira. Queremos ajudar-vos a navegar a viagem até ao mais bonito dos dias, reunindo e partilhando bons conselhos, ideias frescas e muito sentido prático, real e experiente. Ainda assim, deixamos esta sugestão muito importante: não nos tomem como verdade absoluta e consultem sempre os vossos especialistas para cada categoria, sobretudo nestes assuntos legais.

Saber é poder, dizemo-lo sempre, e queremos os nossos noivos sempre bem informados e com conselhos fundamentados. A última decisão, sobre qualquer assunto, é só vossa!

 

O casamento bonito da Ana + Pedro, na Pousada de Amares, tem dedo da Romã Eventos e já o publicámos aqui: vamos revê-lo?

 

Susana Pinto

Casamento na Quinta da Pacheca: Vanessa + Christian, por Pedro Filipe Fotografia

Hoje temos um casamento na Quinta da Pacheca, com uma gloriosa vista para o Douro, fotografado pelo Pedro Filipe Fotografia.

É o mais bonito dos dias da Vanessa + Christian, juntamente com os seus amigos e famílias além fronteiras, que escolheram Portugal para celebrar.

Juntam-se a nós? Bom fim-de-semana!

 

Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia

Quando a resposta foi “sim!”, a Vanessa e o Christian imaginaram uma grande festa, rodeados das suas pessoas mais queridas, família e amigos.

Sentiam-se totalmente preparados para celebrar o mais bonito dos dias e, por isso, o caminho até lá foi feito com tempo, calma e muito poucos nervos.

Como noiva, a Vanessa conseguiu concretizar tudo como queria e planeou: contou com a ajuda preciosa das suas fadas madrinhas ajudantes, a mãe e a prima, que também foi dama de honor.

 

Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia

Para este casal, o mais importante era usufruir ao máximo deste dia único e tão especial, e a postura calma e tranquila como puseram todos os seus planos em marcha foi fundamental para que tudo corresse como esperado, e em sintonia com a celebração que tinham em mente. Estando fora do país, o desafio dos preparativos foi um pouco maior e mais trabalhoso, mas, com o suporte precioso das suas pessoas do coração, levaram a bom porto e de forma serena, os seus planos.

 

Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia

O pico sentimental das celebrações aconteceu durante a cerimónia, quando os noivos se viram mutuamente, quando pronunciaram os seus votos e quando ouviram as palavras dos seus familiares. É um turbilhão de emoções, de muito amor partilhado e mais do que isso, verbalizado em alto e bom som, validado, perante todas as pessoas que são importantes na sua vida. E que bonito isto é, verdade?

 

O momento mais divertido, porque todas as tensões e nervos já se dissiparam, foi a primeira dança, enquanto casal, a abrir a pista – é sempre uma ocasião especial, a dois, olhos nos olhos, em que tudo o que está à nossa volta simplesmente desaparece e são só os dois e a sua música, absolutamente romântica ou totalmente divertida!

 

Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia Casamento na Quinta da Pacheca, fotografado por Pedro Filipe Fotografia

A Vanessa partilha connosco dois conselhos importantes, reflexo do que sentiu na organização do seu casamento e no decorrer do próprio dia, tomem nota:

 

“Planeiem com muita antecedência, para que não hajam nervos de maior e tudo corra com tranquilidade, para no dia desfrutarem sem preocupações, até porque já não há nada a mudar. Quanto mais seguros estiverem das vossas decisões (e essa segurança vem da tomada de decisões ponderada e com tempo), menos solavancos irão existir.

 

Peçam conselho ao vosso fotógrafo sobre a dinâmica do dia de casamento e conversem com ele sobre as vossas expectativas no que diz respeito ao registo fotográfico das pessoas presentes. Haverá momentos e pessoas que estão garantidos na habitual rotina de um profissional, mas poderá haver outros que só os noivos sabem quem são. Façam a vossa lista e cruzem-na com a lista do fotógrafo, assegurem-se que todas as pessoas que são importantes estão lá enumeradas e certifiquem-se que alguém (a vossa madrinha, por exemplo) faz as apresentações – vocês estarão completamente assoberbados de amor e abraços e não vão querer perder estes momentos!”

 

 

Os fornecedores envolvidos:

 

espaço de casamento, decoração, catering e bolo dos noivos: Quinta da Pacheca;

fato do noivo e acessórios: Hugo Boss;

vestido de noiva e sapatos: Pronovias;

maquilhagem: Ruben (amigo de família);

cabelos: Alfredo Oficina do Cabelo;

bouquet de noiva: O filho da Rosa;

fotografia e vídeo: Pedro Filipe Fotografia;

luzes, som e Dj: Feedback Produções.

 

Susana Pinto

À conversa com: João makes photos, fotografia de casamento

Hoje a conversa boa é com o João Pedro Correia, que assina como João makes photos – fotografia de casamento.

Conhecemo-nos por acaso, como tantas vezes acontece neste universo digital: uma referência num site que linka para outro site e tropeço no site do João makes photos. E mais do que as imagens, prenderam-me as palavras com que se apresentava. Iniciámos a nossa conversa e após longo namoro por escrito – porque estas coisas têm o seu momento certo -, demos as boas-vindas ao João Pedro aqui no Simplesmente Branco.

Gosto de conversar com o João, mesmo que falemos pouco. Gosto de o ouvir, tem voz de rádio (foi profissional da Renascença) , gosto de o ler e gosto muito do seu trabalho, que é, da mesma forma, claro, conciso, articulado, nítido. Tal como uma boa história deve ser contada.

 

Porque, especificamente nos casamentos, uma boa parte do que fazemos é isso: oferecer aos casais uma herança visual.

 

Conta-nos um pouco da tua viagem profissional até aqui, à fotografia de casamento.

Fui jornalista durante 10 anos, nos quais a fotografia foi uma segunda profissão. Mas, na verdade, o que sempre fui foi fotógrafo: fiz-me jornalista porque queria ser fotojornalista. Só que algures nesse percurso também gostei de contar histórias pelas palavras, e a imprensa e a rádio meteram-se no meu caminho.

 

Há quanto tempo fotografas? E porquê casamentos?

Há 10 anos, com especial enfoque nos casamentos há 5 anos. Os casamentos chegaram como acho que acontece a muitos de nós: um amigo pediu-nos para fotografar o seu dia. E aí percebi que podia aliar à fotografia o meu interesse por contar histórias e envolver-me com pessoas, que é o que mais gosto nesta área da profissão: o contacto com os casais, e a abordagem à fotografia do seu casamento como uma experiência que lhes proporciono ao longo do tempo, desde a sessão de namorados, à reportagem do dia do casamento, ao trabalho final.

 

Casamento na Quinta do Hespanhol, com fotografia de João makes photos

Nestes tempos globais, em que as imagens circulam a uma velocidade vertiginosa e todos temos acesso a tudo, a qualquer hora, onde vais buscar inspiração?

Uso um conjunto de fontes para me inspirar. Primeiro, ver o que me rodeia com um novo olhar todos os dias — a vida é muito curta, e acredito que se nos sentirmos agradecidos pelo privilégio que é viver em paz, com condições de subsistência, e ainda por cima num país com muita luz e um oceano a duas horas de distância, essa abordagem transforma o mais horrível dos cenários num mundo de novas perspectivas.

De seguida, através de um consumo disciplinado. Explico: adoro ver o trabalho de todos os meus colegas fotógrafos, e a Internet é essencial para os acompanhar. Mas as verdadeiras fontes de inspiração, para mim, estão na “fotografia de velocidade lenta”, isto é, nos livros. Consumo livros com fotografias e sobre fotografias e fotógrafos. Faço o mesmo com pintura, design e arquitectura. Dir-me-ás: mas de que formas usas essas referências quando fotografas um casamento? Poderei não as usar, mas educo-me para ter referências mais diversas, que estimulam a capacidade de abstracção.

Por fim, procuro inspirar-me no que é diferente do que vejo todos os dias, e para isso viajo. Não preciso de ir ao Índico ou ao Pacífico, posso muito bem ir a Trás os Montes ou ao Alentejo, caminhar e falar com pessoas. O que quero dizer é que é preciso — e gosto muito de — sair regularmente do local onde passamos a maioria do tempo, e mudar de ares. Acho que ninguém discorda disto.

 

Como construíste essa tua assinatura, como a defines?

O JOÃOMAKESPHOTOS, o João que faz fotografias e conta histórias, é a junção destes dois indivíduos: o curioso que se fez jornalista, o documentarista que anseia registar momentos e ajudar a criar uma herança visual. Porque, especificamente nos casamentos, uma boa parte do que fazemos é isso: oferecer aos casais uma herança visual.

 

Quando precisas de fazer reset, para onde olhas, o que fazes?

Como disse anteriormente: olho para fora da minha bolha. E neste momento olho para Lisboa. É que após mais de uma década a viver no centro da cidade mudei-me para a outra margem do rio, e do local onde estou agora vejo o Tejo e as sete colinas por inteiro a todas as horas do dia. Estar fora do bulício onde vivi durante mais de uma década está a ser revigorante.

 

Casamento na Quinta do Hespanhol, com fotografia de João makes photos

De Lisboa para o mundo, ou Portugal de lés a lés: fotografar estrangeiros é diferente de fotografar casamentos nacionais?

É diferente porque há menos tempo para me relacionar com os casais, que é um aspecto essencial na minha abordagem à fotografia de casamento. Eu procuro não ser um mero prestador de serviço, eu quero estar envolvido na história do dia e para isso preciso de tempo para entrar nesse círculo. Com casais estrangeiros há menos tempo para conseguir fazê-lo. No restante, é absolutamente igual: fotografamos pessoas apaixonadas que juntaram num dia os amigos e a família mais próximos, com tudo o que isso traz de boas energias.

 

Para todos os que ficam, de facto, interessados em ter-me como o seu fotógrafo eu procuro de imediato que nos conheçamos e nos sentemos a conversar. Uma boa ligação entre o fotógrafo e o casal é essencial, e eu procuro conhecer e dar-me a conhecer.

 

Qual é o teu processo de trabalho, como acontece a ligação com os teus clientes?

A maioria dos meus casais encontram-me de duas formas: através da recomendação de clientes anteriores, ou através da Internet: sobretudo o Simplesmente Branco e as redes sociais.

Para todos os que ficam, de facto, interessados em ter-me como o seu fotógrafo eu procuro de imediato que nos conheçamos e nos sentemos a conversar. Uma boa ligação entre o fotógrafo e o casal é essencial, e eu procuro conhecer e dar-me a conhecer.

 

Casamentos grandes ou pequeninos, nacionais ou estrangeiros, cerimónias emotivas, festas de arromba – qual é o tipo de festa que mais gostas de fotografar?

Eu gosto de todos os tipos de festa. A minha perspectiva é simples: os casamentos são as pessoas, e se todos se permitirem expressar os seus sentimentos — dos noivos aos convidados, da família aos celebrantes — o dia será repleto de boas energias e de boas recordações. Nós, fotógrafos, só temos de conseguir envolver-nos e tornar-nos parte, e estar atentos para captar isso.

 

Qual é a melhor parte de ser um fotógrafo de casamento? E o mais desafiante e difícil?

É o privilégio de ser escolhido para registar momentos de intimidade, e para criar uma herança visual.

O mais desafiante é sempre o que está relacionado com as condições para fotografar: é um dia que passa a correr, com espaços e iluminações imprevisíveis, com a meteorologia que pode não colaborar, etc., e para tudo isso nós, fotógrafos, temos de encontrar soluções e conseguir, ainda, usar da nossa criatividade para, nos momentos que são mais do que documentais, criar imagens únicas para os nossos clientes.

 

Escolhe uma imagem favorita do teu portfolio e conta-nos porquê:

Uma das minhas imagens favoritas é uma fotografia que imediatamente após tê-la registado pensei “isto parece um momento Steve McCurry”. Explico: é uma fotografia vertical do conjunto de madrinhas a abraçar a noiva, escondendo-a no meio do turbilhão; os sapatos coloridos desarrumados na relva; estão todas de costas para mim; e uma brisa que soprou naquele momento. Essa fotografia assemelha-se a uma das minhas preferidas do Steve McCurry: a de um conjunto de meninas com vestes coloridas que, no meio de uma tempestade de areia, penso que na Índia, se abrigam juntado-se e abraçando-se. Foi pura coincidência, mas é uma imagem de que gosto muito, mais ainda pela comicidade que essa mesma comparação João / Steve McCurry suscita.

 

 

Os contactos detalhados do João makes photos, estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, cheia de imagens bonitas e contactem-no directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.

 

As imagens que escolhi para acompanhar esta conversa com o João Pedro Correia, são do belo casamento da Joana + Hendrik, na Quinta do Hespanhol. Vão lá espreitar o resto!

 

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

 

Susana Pinto

Casamento molhado, casamento abençoado!

“Casamento molhado, casamento abençoado!”

Sempre ouvi este ditado, sobretudo como forma de aligeirar o ambiente, quando o mais bonito dos dias amanhece coberto de nuvens cor de chumbo.

A Patrícia e o João casaram num dia assim, em pleno verão, ninguém iria adivinhar (lembram-se de ontem termos falado na importância de ter um plano B para o vosso espaço?), mas nem por isso deixou de ser um dia glorioso e bonito. Afinal, o amor vence tudo e a sua manifestação palpável, os abraços apertados, os sorrisos, o brilhozinho nos olhos é muito mais do que suficiente para afastar qualquer nuvem e uns chuviscos.

 

A sessão fotográfica que a Diana Nobre, da Little Joy, lhes proporcionou, na praia, voltou a ter um tempo péssimo, mas resilientes e com um sorriso contagiante, a Patrícia e o João entregaram-se ao momento como se do mais belo dia de verão se tratasse! Segundo as palavras da Diana, são um casal incrível, simples e muito doce – e é precisamente isso que vemos nestas imagens captadas numa bonita praia nortenha, em pouco mais de vinte minutos, num dia de vendaval invernoso.

 

O vosso amor é mágico, já cantavam os Expensive Soul, e o que um bom fotógrafo faz, é captá-lo assim, sem artifícios, ao natural, no seu estado mais puro.

E isso é sempre bonito e certo!

 

Fotografia de casamento low cost no Port: Little Joy Photpgraphy Fotografia de casamento low cost no Port: Little Joy Photpgraphy Fotografia de casamento low cost no Port: Little Joy Photpgraphy Fotografia de casamento low cost no Port: Little Joy Photpgraphy Fotografia de casamento low cost no Port: Little Joy Photpgraphy Fotografia de casamento low cost no Port: Little Joy Photpgraphy Fotografia de casamento low cost no Port: Little Joy Photpgraphy Fotografia de casamento low cost no Port: Little Joy Photpgraphy Fotografia de casamento low cost no Port: Little Joy Photpgraphy Fotografia de casamento low cost no Port: Little Joy Photpgraphy

Espreitem o trabalho bonito da Little Joy: há sempre uma energia sorridente e contagiante nas suas fotografias – eu adoro isso!

Falem com a Diana Nobre, através da sua ficha de fornecedor, ela vai gostar de conversar convosco!

Susana Pinto

Dicas para casar: como encontrar o espaço certo para o casamento?

Hoje vamos dar sugestões para encontrar o espaço de casamento.

Depois de termos falado de orçamentos e de fornecedores, o passo que se segue é reservar o espaço que cumpre a visão que têm para o mais bonito dos dias. Nesta altura, já terão uma data preferida e um número de convidados alinhavado, o que ajuda a afinar as escolhas possíveis.

 

O espaço e o catering representam a fatia maior do orçamento, e isso pode ser um bocadinho assustador. Neste caso, a antecedência joga a vosso favor, não só porque há mais oferta disponível, como também vos permite ir reunindo um pé-de-meia com maior tranquilidade.

É muito comum planear este passo com um ano de antecedência. Se estão de olho num espaço particularmente concorrido e nas datas mais procuradas (como os dois primeiros fins-de-semana de Setembro), convém alargar esse timming, para garantir que conseguem o cenário que querem, como o querem.

Por outro lado, se a vossa agenda é mais apertada, uma das soluções passará por flexibilizar a data do grande dia: as sextas-feiras, os domingos, alguns feriados a meio da semana e os meses menos concorridos podem significar diferenças interessantes no orçamento final e assegurar a disponibilidade do espaço dos vossos sonhos – e tudo isto é, claro, válido igualmente para os restantes fornecedores.

 

Espaços para casar: Quinta do Hespanhol Espaços para casar: Quinta do Hespanhol Espaços para casar: Quinta do Hespanhol

Dominado este trio de agenda, data e número de convidados, passamos ao ambiente e decoração. O que procuram, qual é a vossa visão para este belo dia?

As possibilidades são quase ilimitadas: interior, exterior ou ambos? Um hotel urbano e moderno, um restaurante na praia, uma quinta rústica e com vinha, uma galeria  de arte ou sala bonita, um palácio, um jardim, uma casa de família, um monte no Alentejo?

Podemos dizer que qualquer sítio, desde que reúna as condições apropriadas, pode ser transformado no vosso local ideal para casar.

Mantemos a nossa recomendação de sempre, para qualquer tomada de decisão: saber é poder, por isso, façam as vossas pesquisas de fornecedores,  escolham cinco, contactem três. Se não encontram o que procuram à primeira, repitam o esquema.

 

O ponto de partida para sustentar a vossa decisão devem ser os números. A dimensão e tipologia da vossa lista de convidados irá, logo de início, excluir algumas opções, ou porque são muitos, ou porque são poucos. A seguir, o caminho divide-se, grosso modo, em dois: uma oferta do pacote completo ou um desafiante cenário em branco, onde a vossa visão e investimento (de tempo, dinheiro e energia) fará a magia. Ambos têm potencial e resultarão num dia espantoso, cabe-vos apenas perceber o que vos serve melhor, com mais conforto e menos dificuldades e angústias no processo.

 

Na hora de começar as visitas, não saiam de casa sem uma lista de perguntas e questões a esclarecer. Estas são algumas, que achamos fundamentais:

 

  • capacidade da sala;
  • o que está e não está incluído no valor;
  • hora de início e de fim de festa;
  • têm catering próprio ou permitem outros fornecedores da vossa escolha;
  • confirmem o que o espaço permite e o que proíbe (como decoração feita por terceiros ou aluguer de mobiliário extra, por exemplo). Se não gostam, não aceitem a “decoração da casa” com o argumento de que é tendência ou única opção, o diálogo e flexibilidade são sempre o melhor caminho;
  • se pretendem que a cerimónia decorra no mesmo espaço da festa, verifiquem a capacidade dos espaços exteriores, nomeadamente a oferta de sombra (façam contas à posição solar na hora da cerimónia);
  • inspeccionem casas de banho, acessos (estacionamento incluído) e espaços exteriores (sem esquecer, novamente, os pontos de sombra!) Tomem nota também do mobiliário de apoio, aquecimentos para as noites mais frescas, dimensões dos espaços e alguns detalhes de segurança, por causa dos mais pequenos e dos mais velhos;
  • peçam para ver as opções de atoalhados e loiça; caso tenham um ar desgastado, perguntem se é possível alugar outros (o custo deverá estar sempre do lado do fornecedor); e vejam também uma mesa montada, completa.
  • avaliem devidamente o espaço: se é escuro e está em mau estado, a decoração não resolverá tudo, há situações estruturais que não têm solução.

 

Esta visita deverá ser feita com tempo e calma, façam algumas fotografias e tomem notas. É fundamental que inquiram sobre todos os itens e anotem de tudo aquilo de que gostaram mais e menos. E, claro, estejam atentos à forma como vos recebem e como acolhem as vossas dúvidas e sugestões.

Uma boa equipa apresenta diferentes fórmulas e soluções: cada casal tem expectativas diferentes, vivências diferentes e culturas diferentes, e um bom profissional saberá ouvir, interpretar e ler o seu cliente.

E por falar em equipa, assegurem-se de que existe uma articulação bem oleada entre o espaço e todos os outros fornecedores envolvidos.

 

Espaços para casamento: Quinta do Hespanhol Espaços para casamento: Quinta do Hespanhol Espaços para casamento: Quinta do Hespanhol

Se a decoração é por vossa conta (particular ou de um profissional contratado), sejam exigentes e claros, façam as devidas apresentações antecipadamente e afinem e promovam a sintonia entre todas as partes. Detalhar é importante, e por isso acertar responsabilidades, tarefas, timmings e contactos é fundamental para que tudo flua de modo sereno, profissional e ágil. Não se esqueçam de confirmar horários e disponibilidades para as montagens e desmontagens dos fornecedores externos.

E, claro, para que não haja surpresas desagradáveis, deverão sempre conversar sobre um plano B. Certamente estão a pensar em dias soalheiros e temperaturas amenas, mas se o plano principal é ao ar livre, certifiquem-se de que há uma opção alternativa no interior, à vossa disposição e em perfeitas condições de utilização. Confiram a meteorologia na semana anterior, não confiem demasiado na sorte, e se for caso disso, ponham em marcha as alternativas planeadas.

 

Depois de visitarem os espaços que elegeram durante as pesquisas, listem prós e contras de cada um deles. Retomem o contacto com quem vos recebeu, para esclarecer dúvidas e considerar outras opções que não vos tenham ocorrido durante a visita. Façam-no por telefone, que é mais produtivo e poderão trocar ideias na hora, em vez de perder tempo a trocar e-mails.

Com a vossa decisão tomada, vamos às formalidades: confirmem que tudo o que negociaram está no papel, incluíndo informação detalhada sobre cancelamentos, imprevistos, responsabilidades de parte a parte e as condições e formato de pagamento. Se se sentem confortáveis com tudo o que está listado, assinem o vosso contrato.

 

Quinta do Hespanhol - espaco para casamentos

Espaço para casamentos - Quinta do Hespanhol

Na nossa romântica opinião, existe um espaço à medida de cada casamento, grande, pequeno, intimista, festivo, exuberante, singelo. E vocês vão encontrá-lo, não duvidem!
Estejam atentos a todos os detalhes de que falámos – é um investimento demasiado volumoso para ser decidido sem ponderação. Mas escutem, também, o bater dos vossos corações: se acelerar ao entrarem num espaço em particular, se conseguirem ver-vos, e aos vossos convidados, naquelas salas e naqueles jardins, se sentirem um aperto emocionado no peito ao imaginar a primeira dança daquele cenário, se é o sítio onde o “sim” vos põe uma lágrima no canto do olho… então, muito provavelmente, está encontrado o espaço dos vossos sonhos!

 

Sobram dúvidas? Falem connosco, têm a caixa dos comentários inteiramente à vossa disposição. E não deixem de acompanhar todas as dicas para casar que vamos publicando, sempre à segunda-feira.

 

Estas imagens bonitas são da Quinta do Hespanhol, um magnífico espaço nos arredores de Lisboa. Espreitem a sua ficha de fornecedor e marquem uma visita com a Ana Thomaz.

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