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Marta Ramos

Animação consciente para os mais novos, por FUNtoche

Este ano temos publicado vários artigos de wise words com orientações práticas para organizar um casamento consciente. É, sem dúvida, uma das preocupações que caracteriza a actualidade, e claro que se reflecte em todos sectores, incluindo o dos casamentos: o International Wedding Trend Report para 2019 aponta a abordagem eco-friendly como uma das grandes tendências.

No que toca à animação dos pequenotes, e porque quando pensamos nisso nos vêm logo à ideia balões e confettis, perguntámos à Andreia Fernandes, da FUNtoche, como fazem para que o cantinho dos miúdos também contribua para o equilíbrio ambiental dos casamentos: «Recomendamos logo retirar os balões de modelar que, apesar de serem biodegradáveis, são de látex. Depois há actividades que realizamos com as crianças que são em torno da responsabilização perante a atitude de reciclar e reutilizar: o jogo da reciclagem e o ateliê de  reutilização de vários materiais de desperdício. Só não poupamos na diversão!»

Excelente! Se estão preocupados com a pegada ecológica da vossa festa mas não querem deixar de proporcionar bons momentos aos vossos convidados de palmo e meio, falem com a Andreia: a simpática e versátil equipa da FUNtoche põe os vossos convidados pequenotes a sorrir, cria momentos mágicos e únicos e faz do vosso casamento um dia inesquecível para todos!

 

Para que a festa seja verdadeiramente tranquila e divertida para todos, é aconselhável que escolham o serviço de animação infantil como principal actividade e, em complemento, o babysitting (cuidar das crianças durante a refeição, nas fases de pausa, etc.) São coisas distintas: a animação, nas palavras da Andreia, é «verdadeiramente brincar e entreter as crianças com actividades super divertidas!» A FUNtoche tem pacotes de 4 e de 6 horas, e também o serviço completo, desde o cocktail – que é o que resulta em maior tranquilidade para todos.
Para os momentos de refeição, é sempre preferível que o espaço das crianças seja separado do dos adultos – mesmo que estejam todos no mesmo salão, os pequenotes deverão ter uma mesa só deles. E para as brincadeiras, serve o mesmo princípio: prever um espaço para que os miúdos possam estar à vontade. «Aquilo de que as crianças normalmente mais gostam é da nossa interacção constante com elas, do nosso envolvimento nas brincadeiras e jogos, e da relação que se cria entre elas e os animadores.»

 

Funtoche - animação infantil para casamentos

Acompanhem os nossos posts acerca do trabalho da FUNtoche e consultem também o seu portefólio de animação infantil para casamentos. E falem com a Andreia e o Paulo, que estão à vossa espera para fazer magia no vosso grande dia!

Marta Ramos

Conhecem a Ema Mota Ramos e o seu Jardin d’Époque?

«Gosto de definir o Jardin d’ Époque como um projecto descomprometido com as regras sedimentadas no mundo da arte floral e extremamente focado nas particularidades daqueles que me procuram e que confiam no meu trabalho.»  As flores sempre fizeram parte do imaginário de Ema Mota Ramos, que regressou ao Porto após anos de intensa vida académica e profissional pela Europa central, cheia de saudades do mar e com vontade de abraçar um ritmo de vida mais pausado «e de respirar coisas bonitas a cada inspiração.» O Jardin d’ Époque é o jardim sazonal onde Ema trabalha diariamente para levar a toda a gente momentos e recordações floridas – desde o mimo pontual que alegra o dia e a casa, aos projectos mais ambiciosos que decoram os dias e as cerimónias especiais, como o vosso casamento.

 

«Quando caminhava pelo campo com a minha mãe, colhíamos pequenas flores amarelas que depois, com agulha e linha, transformávamos em coroas, colares e pulseiras. Foi também com ela que aprendi a construir flores de papel, dálias e ervilhas de cheiro, com as quais eram forradas as estruturas que decoravam as festas populares e religiosas da aldeia. Mas foi quando me mudei para França que redescobri a sua importância. A aculturação perante a prática semanal de compra de flores, como o que acontece com as frutas e os vegetais, foi imediata. E perante a imagem constante de bouquets, descomprometidamente envolvidos em papel kraft que depois são moldados por quem os leva para casa, quis aprender mais sobre elas… Sobre o seu ciclo de vida, a sua sazonalidade e as formas como podem ser manipuladas e moldadas para nos abraçarem a alma e o coração! Com o meu regresso a Portugal, achei que estava na hora de deitar as mãos à obra e construir um projecto profissional que me enchesse as medidas. Que aliasse a minha formação académica nas áreas da arquitectura e do design aos sonhos e aos sorrisos que o florescer de uma flor provoca. O Jardin d’ Époque é esse mimo, que começa agora a criar raízes e a florescer devagarinho… pensado de forma sustentada mas também muito ambiciosa.»

Acredito que são os pormenores que contam as estórias mais bonitas e que produzem memórias inesquecíveis… E por isso, orgulho-me muito de que o Jardin d’ Époque seja um projecto em que o mote são os pormenores, a proximidade e cumplicidade que pensá-los permite na relação com os meus clientes.

Vejam a Ema em acção, aqui fotografada por Inga Freitas a preparar o cenário de um casamento sumptuoso no Palácio do Freixo.

 

Leiam também a entrevista que a Ema deu à Susana e consultem a ficha de fornecedor seleccionado do Jardin d’Époque, onde encontrarão mais informação e uma bonita selecção de imagens. E, para saberem mais sobre aquilo que a Ema pode fazer pelo vosso dia feliz, contactem-na através do nosso formulário e deixem a magia acontecer.

Susana Pinto

À conversa com: Every Heart – filmes de casamento

Hoje conversamos longamente com o Dado Nunes, da Every Heart, que faz filmes de casamento, de Setúbal para todo o país.

Falamos sobre o caminho percorrido, sobre o impacto da energia das pessoas na captação das imagens e sobre a importância de preservar as imagens do mais bonito dos dias para memória futura. Juntem-se a nós, vejam alguns dos vídeos do Dado e espreitem, no fim, a galeria completa cheia de filmes bonitos e entrem em contacto!

Ter a oportunidade de captar o dia mais feliz da vida das pessoas é gratificante e ao mesmo tempo uma responsabilidade que me motiva e me tem feito crescer como profissional e como pessoa. Estamos a criar algo que será uma memória para o resto da vida, como não sentir uma satisfação enorme?

 

Conte-nos um pouco da sua viagem profissional até aqui, ao vídeo de casamento.

O vídeo sempre fez parte da minha vida. Numa fase inicial interessei-me bastante por videoclips de bandas, visto que, em casa, era hábito dos meus pais encher VHS’s com esses mesmos vídeos e era algo que me fascinava: imagem e música.

Ao entrar para a universidade ainda tentei o mundo da engenharia mas nunca me senti “em casa” e facilmente desviava o meu pensamento para o audiovisual e para a música. Foi então que decidi tirar um curso de Som e Imagem e seguir a minha paixão. Com o passar dos anos, fui ganhando experiência e filmei maioritariamente concertos e videoclips de bandas, a energia da música e a espontaneidade motivavam-me e ainda hoje assim é.

A minha entrada no vídeo de casamento foi feita um pouco “a medo,” a convite de um amigo que precisava de ajuda para filmar. Não sabia bem o que esperar porque a minha ideia de vídeo de casamento, na altura, era aquele vídeo clássico, forçado e com pouca margem criativa, mas enganei-me completamente e adorei o potencial daquele dia repleto de emoções e energia.

Nesse ano fiz alguns casamentos como assistente e comecei a ficar com uma vontade enorme de fazer os meus próprios casamentos, editar à minha maneira e mostrar a minha visão.

Nos anos seguintes, filmei bastante, associado a uma empresa de fotógrafos de Setúbal que confiaram nas minhas capacidades. Este fluxo enorme de casamentos ajudou-me a criar uma identidade e a absorver conhecimentos vitais para ser o videógrafo que sou hoje.

 

Há quanto tempo filma? E porquê casamentos?

Comecei a filmar os meus casamentos em 2014. São dias únicos e um desafio constante.

Ter a oportunidade de captar o dia mais feliz da vida das pessoas é gratificante e ao mesmo tempo uma responsabilidade que me motiva e me tem feito crescer como profissional e como pessoa. Estamos a criar algo que será uma memória para o resto da vida, como não sentir uma satisfação enorme?

 

 

Como construiu a sua assinatura, o seu ponto de vista? Como é que o define?

A assinatura é algo que vamos construindo e é talvez o mais importante na nossa área, o que nos diferencia.

Eu tenho a ideia de que estamos constantemente à procura de mais e melhor, e o nosso estilo vai-se moldando ao longo do tempo, nunca fugindo das nossas bases. Não existe um casamento igual ao outro e, logo aí, o trabalho requer adaptação e mudança. A energia que retiro do casamento e das pessoas será sempre um factor relevante para o “feeling” do vídeo.

 

Num casamento, para onde olha, o que lhe prende a atenção? O que procura?

Os noivos serão sempre o foco da minha atenção, é o dia deles, mas em primeiro lugar tento captar bem a envolvência do espaço e a energia que me rodeia de modo a conseguir contextualizar bem o vídeo.

Ter atenção a pormenores, objectos, algo tão simples como uma pulseira pode ter uma história fantástica, temos de ter a sensibilidade e atenção para captar o que nos rodeia, mas que ao mesmo tempo seja algo importante para os noivos um dia relembrarem. Prende-me a atenção a interacção das pessoas, dos familiares, os olhares e expressões. Procuro tirar o máximo de naturalidade deste dia e tentar passar o mais despercebido possível.

 

Nestes tempos globais, em que as imagens circulam a uma velocidade vertiginosa e todos temos acesso a tudo, a qualquer hora, onde vai buscar inspiração?

A minha inspiração ficará sempre ligada a cinema, música e fotografia.

Os sítios novos que visito, as pessoas que conheço e as emoções que vivo tornam-se uma inspiração constante.

 

 

Quando precisa de fazer reset, para onde olha, o que faz?

A primeira opção é viajar, mas algo simples como estar com família e amigos é essencial para desligar do trabalho e falar de outros assuntos para além da nossa actividade profissional torna-se bastante libertador.

Para além disso adoro correr e é uma “terapia” espectacular para o corpo e a mente!

 

Qual é o seu processo de trabalho, como acontece a ligação ao cliente?

A ligação ao cliente é vital, por isso é muito importante haver uma conversa inicial, de preferência em modo presencial ou por video-chamada, para conhecer o casal e estar disponível para esclarecer quaisquer dúvidas que possam ter.

Acho essencial haver uma “química” entre o videógrafo e o casal, não só pelo estilo de vídeo, mas também pela confiança mútua que deve existir.

O casal deve entender a nossa visão e maneira de trabalhar assim como nós devemos compreender as expectativas e maneira de ser e estar do casal.

 

Casamentos grandes ou pequeninos, nacionais ou estrangeiros, cerimónias emotivas, festas de arromba – qual é o tipo de festa que mais gosta de registar?

Gosto de registar todo o tipo de casamentos, a experiência que tenho tido mostra-me que é sempre bom fazermos coisas diferentes e variar. Claro que num casamento pequeno conseguimos captar a envolvência de grande parte dos convidados e torna se tudo um pouco mais fácil.

Gosto de uma boa festa de arromba pois temos uma energia espetacular no ar, mas também gosto de casamentos mais calmos. No fundo, não gostaria de entrar na rotina de fazer sempre o mesmo género de casamento.

 

 

Qual é a melhor parte de ser videógrafo de casamentos? E o mais desafiante e difícil?

A melhor parte é fazer o que gostamos com grande prazer, e conseguir dar aos casais uma memória que lhes traz felicidade e que se vai tornar eterna.

O mais desafiante passará sempre pela satisfação do cliente e estar ao nível daquilo que esperam de nós e da nossa visão do seu casamento.

Para além disso, a constante necessidade pessoal de melhorar, evoluir e introduzir aquele ingrediente extra para o trabalho passar para outro nível. É desafiante, mas ao mesmo tempo uma injecção motivacional sem igual!

 

Escolha um filme favorito do seu portfolio e conte-nos porquê:

É difícil escolher um filme, cada um tem a sua história e importância, tanto para o casal como para mim.

Se fizer uma retrospectiva e for ver os vídeos, vou relembrar o dia que passei, as pessoas que conheci e sentir emoções que me transportam para esse momento e que tornam a experiência sempre especial.

 


Contactem a Every Heart, através da sua ficha de fornecedor. Espreitem as galerias e entrem em contacto com o Dado Nunes, directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem e, na volta do correio, terão uma resposta simpática.

 

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

 

Marta Ramos

Como se nada existisse, por Lemonview

No dia do seu casamento, a Bruna e o Zé disseram à Joana e à Sofia, da Lemonview: «Vamos dar um passeio longo!» Contam elas que, ao longo de todo o tempo que estiveram com o casal, eles não pararam de sorrir e começaram a dançar: «Como se nós não estivéssemos ali, foi um momento de pura cumplicidade.»

O filme mostra-nos esse longo passeio, recheado, de facto, de sorrisos e de cumplicidade, assim como a festa, muito divertida e carregadinha de abraços fortes e de emoções compartilhadas. Ao longo das filmagens, detectamos palavras de Alberto Caeiro a decorar as paredes («Lá fora há um sossego como se nada existisse»), e ouvimos um diálogo entre os noivos que nos conta um pouco da sua história com muita poesia:

«Há uma música que diz que, no meio de uma multidão, pode estar a pessoa que precisamos de conhecer.»

«Tu sempre estiveste lá, no meio da turma, do outro lado da sala, todos aqueles anos. Mas eu não estava à procura quando te encontrei.»

«Naquele dia em que pus as minhas mãos nos ombros e te olhei nos olhos, foi aí que percebi que queria estar ao teu lado todos os dias.»
«E eras tu! Naquele dia em que te vi, de óculos Ray-Ban e sorriso lindo ao sol. No meio da multidão, eu encontrei-te.»

 

Para ver e ouvir com atenção:

 

 

Joana Deusdado e Sofia Miranda juntaram as suas paixões pela fotografia e pelo vídeo e criaram a Lemonview. Acreditam que é nos pequenos pormenores que encontram significado. Coisas simples. Bonitas. Captar aquele momento, aquela fotografia que valerá mais do que todas as palavras. Guardam memórias por imagens. A sua máxima, aplicável a tudo o que fazem, é que a realidade, com todas as suas imperfeições e surpresas, é muito mais interessante do que qualquer ficção.
Acompanhem os nossos posts acerca do trabalho da dupla Lemonview, tanto em vídeo como em fotografia – e falem com a Joana, que está à vossa espera para captar as vossas emoções.

Marta Ramos

O vosso casamento precisa de Amor à Portuguesa

A Sara e o Pedro, do Amor à Portuguesa, ouvem a vossa história e fazem dela matéria-prima para criar detalhes únicos para o vosso dia feliz. Criam linhas gráficas e objectos inspirados no vosso amor para todos os momentos que merecem ser celebrados. O resultado é o reflexo da vossa personalidade, do que vos une e vos faz tão felizes.
A Sara é designer e adora transformar ideias em conceitos gráficos. O Pedro adora transformar os conceitos em realidade. Juntos, completam-se. Seleccionam papéis de qualidade na produção dos seus convites e estacionários, elegem tecidos delicados para as almofadas de alianças e lembranças, valorizam madeiras rústicas para os marcadores de mesa e placards.
Esta é a sua essência, é isto que a Sara e o Pedro são: fãs incansáveis de histórias e amores à portuguesa. Dedicam-se a cada história como se fosse a sua. Trabalham em parceria com os vossos corações. Querem fazer convosco esta viagem que se tornará inesquecível.

Gostamos de ouvir histórias de amor e transformá-las em bonitos convites ou outros objectos. Acreditamos que um evento se faz de detalhes únicos e personalizados, cuidadosamente inspirados no amor que une cada casal. Disponibilizamos toda a nossa atenção para que o grande dia seja perfeito.

Orgulham-se do que constroem todos os dias, de sentir que contribuem para a felicidade dos seus noivos e, principalmente, de receberem palavras tão bonitas de agradecimento depois de entregarem os seus trabalhos: «A nossa marca nasceu da nossa paixão pelo o que é português», contou a Sara em entrevista à Susana. «Nós nascemos os dois em Lisboa, mas as nossas origens estão muito ligadas à tradição portuguesa. Eu, por exemplo, tenho raízes em Ovar, terra dos azulejos e de varinas (já para não falar do pão de ló!). Já a família do Pedro é da Nazaré, onde o mar e os pescadores contam a história da vila. Acho que é por isso que estes elementos estão tão presentes na nossa imagem e temos tão enraizado o gosto pela tradição portuguesa.»

 

Escolhi hoje algumas fotografias de criações bem portuguesas desta dupla, para vos inspirar: um convite, uma almofada para alianças e lembranças para os convidados. Mas não deixem de visitar a ficha de fornecedor seleccionado Amor à Portuguesa, com uma galeria recheada de imagens irresistíveis.

 

Amor à Portuguesa - convites de casamento

Amor à Portuguesa - convites de casamento

Falem com a Sara e o Pedro, apresentem-lhes as vossas ideias, as vossas inspirações, os vossos sonhos, e eles tratarão de traduzi-los para peças delicadas e únicas. Aproveitem também para passear um pouco pelos artigos que já aqui publicámos sobre o trabalho do Amor à Portuguesa: só coisas bonitas!

Marta Ramos

Je t’aime, por Renato Ribeiro Photography

Renato Ribeiro é um fotógrafo portuense, apaixonado pela vida e pelas pessoas. Sediado no Porto, desde 2012 que conta histórias de amor um pouco por todo o mundo. O seu trabalho é bastante cinematográfico e emocional: fascina-o explorar as conexões que as pessoas estabelecem umas com as outras ao longo da vida. O que podem esperar das suas imagens é uma constante procura dos pequenos detalhes, da interacção de olhares e dos gestos mais ternos que acontecem em qualquer história de amor:

«Acredito que as melhores imagens são as que contam momentos genuínos e isso apenas se alcança quando a nossa ligação é verdadeira».

Hoje, traz-nos a e-session da Mathilde e do Frederic, um casal luso-francês a viver em Toulouse, que virá casar ao Mosteiro de Landim, em Guimarães, no próximo dia 24 de Agosto. As imagens foram captadas nos arredores do Porto:
«Considerando que a minha abordagem à fotografia de casais é um pouco diferente da “habitual”, é sempre um privilégio quando os noivos entendem perfeitamente essa minha visão, me procuram por isso e me dão total liberdade para criar. Foi exactamente o que aconteceu com este casal. Aliás, foram os próprios que decidiram “fugir” às convencionais fotos na baixa do Porto, na praia e etc, e me pediram para irmos passear e fotografar em locais abandonados e, assim, “diferentes”! Obviamente, fiquei extremamente feliz com isso… O resultado foi uma sessão com cerca de 300 fotos (quando o normal são umas 70/80) cheias de energia, boa disposição e muito amor.»

 

E-session por Renato Ribeiro Photography E-session por Renato Ribeiro Photography E-session por Renato Ribeiro Photography E-session por Renato Ribeiro Photography E-session por Renato Ribeiro Photography E-session por Renato Ribeiro Photography E-session por Renato Ribeiro Photography E-session por Renato Ribeiro Photography E-session por Renato Ribeiro PhotographyE-session por Renato Ribeiro Photography E-session por Renato Ribeiro Photography E-session por Renato Ribeiro Photography E-session por Renato Ribeiro Photography E-session por Renato Ribeiro Photography E-session por Renato Ribeiro Photography E-session por Renato Ribeiro Photography E-session por Renato Ribeiro Photography E-session por Renato Ribeiro PhotographyE-session por Renato Ribeiro Photography E-session por Renato Ribeiro Photography E-session por Renato Ribeiro Photography E-session por Renato Ribeiro Photography E-session por Renato Ribeiro Photography E-session por Renato Ribeiro Photography E-session por Renato Ribeiro Photography E-session por Renato Ribeiro Photography E-session por Renato Ribeiro PhotographyRenato Ribeiro escolheu ser profissional de casamento porque, mais que caras e expressões, interessa-lhe captar sentimentos e emoções; criar imagens que contam histórias; e os casamentos encaixam-se perfeitamente nessa abordagem que procura para a sua fotografia. Orgulha-se muito do amor, da dedicação e da honestidade que põe em tudo aquilo que faz. Vê o seu trabalho como uma colaboração com os clientes, que rapidamente se tornam amigos. Não sendo jornalista, não capta apenas o que ali está mas também o que sente sobre aquilo que vê. Nunca pede nada que não seja totalmente honesto. Apenas lhe interessam sorrisos reais, expressões reais e principalmente emoções verdadeiras.

Acompanhem os nossos posts acerca das suas fotografias e não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado Renato Ribeiro Photography para ficarem a conhecer melhor o seu trabalho. E falem com o Renato, ele está à vossa espera para descobrir a vossa singularidade e contá-la em imagens.

Marta Ramos

Nova montra Quinta Casa Grande, com o Douro à vista

As galerias das fichas de fornecedor seleccionado são como montras do trabalho dos profissionais que escolhemos para vos recomendar. Hoje destacamos a renovação da montra Quinta Casa Grande.

A Quinta Casa Grande é um espaço gerido pela Palace Catering, situado na localidade de Melres, concelho de Gondomar, na margem direita do rio Douro. Datada do século XVI, a Casa Grande manteve conservada a sua matriz arquectónica, convidando a desfrutar de um aprazível jardim setecentista da vista sobre o rio Douro. Recentemente, ganhou um novo e importante elemento: um salão multiusos, projectado pelo Arquitecto Vítor de Sousa e elegantemente decorado pelo designer Paulo Lobo. Com capacidade para acolher até 300 pessoas, este espaço está preparado para receber o vosso casamento, obedecendo aos mais elevados padrões de conforto, requinte e eficiência de serviço.
A Palace Catering aposta em assegurar o mais elevado nível de satisfação dos seus clientes e parceiros, sendo a qualidade e segurança alimentar pilares fundamentais na sua actividade.
Apoiada por uma equipa jovem e dinâmica, pretende proporcionar experiências mágicas e criar eventos de sonho à medida das necessidades de cada cliente. E, a par da qualidade, outra das prioridades da Palace Catering, como empresa socialmente responsável, é a de diminuir os excedentes de alimentos confeccionados nos eventos: «Começamos por apresentar um aperitivo (volante e buffet) em que apostamos na variedade e na quantidade calculadas em função do número de pessoas esperado. Fazemos os cálculos internos com base num rácio de cerca de 12 peças (unidades ou gramas) por pessoa. Uma vez que apostamos num bom aperitivo, sugerimos um menu com uma entrada de peixe, um prato principal e o bolo dos noivos como sobremesa. Não nos parece necessário mais , temos buffets de frutas, queijos e doces de seguida e uma ceia para os mais resistentes! Não pode faltar bebida… et voilá: um casamento sem sobras!»

 

Seleccionámos algumas das imagens mais recentes da galeria, mas depois não deixem de ir ver todas à ficha de fornecedor seleccionado.

 

Espaço para casamentos em Gondomar: Quinta da Casa Grande, com Palace Catering - espaços e catering para casamentos no Porto

 

Espaços e catering para casamentos no Porto: Palace Catering Espaços e catering para casamentos no Porto: Palace Catering

Consultem a ficha de fornecedor seleccionado Quinta da Casa Grande para ficarem a conhecer melhor este belíssimo espaço, e falem com a Gabriela: ela está à vossa espera para acolher o vosso dia de sonho.