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Susana Pinto

Nita + Zé, um momento a dois

Hoje temos um casamento muito singular, a dois!

Fotografado pela dupla Momento Cativo, com make up da Jennifer Miranda, o casamento da Nita+Zé, aconteceu em num belo hotel em Braga.

Com a ideia original, marcada para a Tailândia, a sofrer alguns percalços, acabaram por optar pelos antípodas e vieram casar a Portugal, numa cerimónia intimista e muito, muito pequenina, ainda assim cheia de detalhes bonitos.

 

As imagens são belíssimas, venham ver!

 

 

 

Como foi o teu pedido de casamento?

O pedido foi feito de uma forma simples mas incrivelmente bonita. Com a ajuda de alguns amigos, fui persuadida a sair de casa para tomar um café enquanto o noivo preparava a surpresa: encher a casa com rosas, comprando todas que encontrava. Quando cheguei a casa e ao abrir a porta vi tudo escuro, apenas iluminado com velas, cheio de rosas em redor. O meu noivo tinha feito um coração feito com pequenas velas e no seu centro a caixa com o anel. Vieram logo as lágrimas, chamei por ele e ele estava logo ali à espera para me perguntar: “Casas comigo? ”

A resposta, já sabemos!

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

A nossa história teve bastantes mudanças e percalços. Começamos por tentar entender que tipo de casamento faria mais sentido para nós e percebemos que o casamento grande com toda a família não era de todo o nosso estilo. Queriamos algo só nosso, partilhado apenas por nós, em que seriamos a única preocupação um do outro. Decidimos então fazer uma espécie de elopement, um casamento a dois, num país com o qual nos identificávamos. Escolhemos a Tailândia e começamos por aí a organizar tudo, hotéis, viagens, o casamento em si, etc… De seguida, o vestido, claro e todos os outros pormenores.

Infelizmente, e por motivos de trabalho, tivemos de adiar esta viagem e assim com apenas 3 semanas organizamos tudo para que o casamento se realizasse em Portugal.

Por isso, tudo começou a ser planeado com alguns meses de antecedência mas foi alterado num curto espaço de tempo. No entanto, toda a pesquisa que tinha feito anteriormente permitiu fazer as alterações sem grandes problemas.

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Queríamos assim de tudo, um casamento intimista, focado nos noivos mas onde não faltasse nada que se poderia encontrar num casamento grande. Optámos por um ambiente “retro shabby chic”, em que não faltariam os elementos clássicos e elegantes mas ao menos tempo com pormenores personalizados, boémios e descontraídos.

Para isso, procurámos criar um ambiente informal, com um noivo de sapatilha e sem gravata, flores do campo e pormenores feitos artesanalmente ou mandados fazer especialmente para nós.

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Surgiu da vontade de adaptar o casamento a nós, acima de tudo, porque num casamento a dois, não interessa tanto preparar tudo para os convidados mas antes focar tudo em nós e na nossa história. Isso resultou em pequenos detalhes como os copos gravados com o Mr. e a Mrs. (dado muitos pormenores serem em inglês e terem sido comprados em Nova Iorque e no Canadá), a t-shirt do noivo com uma piada só nossa, combinando com o robe da noiva, e até à escolha do cabelo, flores, etc., que tinham pormenores que se relacionavam com a nossa história e momentos do nosso namoro.

 

 

 

 

Tiveste ajuda?

Tive a ajuda do noivo acima de tudo, mãe, irmã e uma sogra incansável com todos os meus pedidos quando estava mais atarefada e sem tempo para tratar de alguns assuntos! E claro, a internet.

 

O que era o mais importante para ti?

O mais importante era sem dúvida criar um ambiente descontraído, em que não houvesse pressão sobre nós, preocupações sobre se tudo estaria a correr bem, de modo a podermos apreciar toda a doçura e amor que o dia do casamento proporciona.

 

E secundário?

Como pessoa perfeccionista que sou, acho que não poderei classificar nada como secundário. Queria que tudo estivesse de acordo com a nossa personalidade e que lembrasse momentos da nossa história juntos. Acho que talvez possa dizer que o que menos nos preocupou foi o menu do almoço, visto que nem fizemos prova. O importante era mesmo o dia em si.

 

 

 

 

Onde gastaste mais dinheiro?

Provavelmente na lua-de-mel, mas tanto o fato do noivo e o vestido da noiva e todos os acessórios estejam num segundo lugar muito próximo.

 

Onde gastaste menos? 

No aluguer do espaço. Conseguimos um preço fantástico.

 

O que foi mais fácil?

A escolha do fato do noivo.

 

 

 

 

O que foi mais difícil?

Todas as alterações que o cancelamento da viagem à Tailândia implicou, mas num curto espaço de tempo conseguimos um espaço e óptimos profissionais que nos proporcionaram um dia fantástico.

 

O que te deu mais prazer criar?

O meu porta-alianças e planear o “bolo do noivo” que era surpresa.

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

O casamento foi totalmente a nossa cara, não fiz nenhuma cedência porque isso era ponto assente na nossa concepção do que seria o casamento: não cedemos a ninguém, o casamento é nosso e para nós.

 

 

 

 

 

Um pormenor especial?

A inscrição das nossas alianças, que é segredo e só nós entendemos o seu significado.

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Mudava de florista porque esqueceu-se do nosso dia, pensou que o casamento era no dia seguinte! Casámos debaixo de um arco com flores como pretendíamos mas ficou incompleto, assim como a decoração no geral. Foi o maior percalço no dia do nosso casamento, de longe, mas felizmente no dia nem nos preocupámos muito com isso, só queríamos casar!

 

 

 

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

Aproveitem para fazer tudo com calma, façam planos com antecedência e prepararem os pormenores DIY também antecipadamente. Houve alguns pormenores que tinha pensado e fiquei sem tempo. Acima de tudo contratem bons profissionais e sejam exigentes!

Façam tudo ao vosso gosto, não entrem em compromissos e cedências… o importante somos nós e poder olhar para trás e ver que tiveram um dia de pura felicidade!

 

 

 

 

 

 

Os nossos fornecedores:

 

local e catering : Meliã Braga

fato do noivo e acessórios: Hugo Boss

vestido de noiva e acessórios: Pronovias

sapatos: Michael Kors

alianças: Eugénio Campos

maquilhagem: Jenny´s Make Up Land

cabelos: Vanessa Campos Hairstyle

fotografia: Momento Cativo

 

Susana Pinto

Um amor que veio do frio, por Momento Cativo

Hoje temos uma doce sessão fotográfica, feita no Buçaco. Nadia + Igor, um casal russo casado de fresco e em lua de mel por Portugal.

Ao cruzarem-se com a dupla Momento Cativo, que fotografava um outro casal, deixaram-se ficar e no fim desejaram felicidades aos noivos. O Igor tinha estado a fotografar a Nadia, vestida de noiva, pelos jardins magníficos do hotel e estava desolado, porque o fotógrafo acordado não chegou a aparecer…

Nada mais simples de resolver, a Cátia e o Ivo combinaram logo uma sessão fotográfica com este casal simpático e cúmplice para o dia seguinte, no mesmo local, à mesma hora.

Fiquem com as belíssimas imagens!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Susana Pinto

Daniela + Miguel, um casamento country chic!

Hoje temos mais um belíssimo casamento, com dedinho de um trio de fornecedores Simplesmente Branco, de luxo! As fotografias bonitas são da dupla Momento Cativo,  a noiva foi maquilhada pela Jenny Makeupland e a deliciosa e romântica decoração é da competentíssima Visi Vici.

A festa é da Daniela + Miguel, aconteceu perto de Coimbra em casa própria e recebeu mais de 400 convidados. Não é para todos (isto são muitos beijinhos, abraços e congratulações…!), mas como vão poder ver, não só estes noivos estiveram à altura da aventura, como se empenharam e desfrutaram verdadeiramente de todo o processo. O resultado está à vista, uma fantástica festa e um dia memorável!

 

Venham ver!

 

 

 

 

 

 

 

Como foi o teu pedido de casamento?

O pedido foi feito em Roma. Fomos ao casamento de um casal amigo em Dezembro de 2011, em Florença, mas decidimos conhecer Roma primeiro porque Florença já conhecíamos. No final do primeiro dia de passeio o Miguel surpreendeu-me com o anel. Tínhamos estado com um grupo de amigos o dia todo, mas assim que ficámos a sós, o Miguel levou-me a um barzinho junto ao hotel onde estávamos alojados, em Trastevere, pediu dois copos de vinho e pediu-me em casamento.
O engraçado é que apesar de já estar nos nossos planos casar em 2012 ele conseguiu surpreender-me, porque honestamente não me passou pela cabeça que ele fosse fazer o pedido naquela altura.

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Na prática foram cerca de 9 meses de organização. Mas as nossas pesquisas já tinham começado muito tempo antes, o que foi bom para na altura de passar à acção conseguir identificar os fornecedores que mais nos podiam interessar.
Começámos por procurar o espaço e o catering, embora tenha avançado simultaneamente com a procura do vestido e acessórios.

 

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Tinha uma visão muito clara do que queria. Daí que fosse tão importante a personalização da decoração. Soluções pré-definidas falhavam em criar o ambiente que tínhamos em mente. Queríamos acima de tudo que nos representasse. Tinha de ser romântico e de certa forma despretensioso. O espaço acabou por ser uma quinta da família, onde temos ovelhas e patos. Queríamos complementar com uma decoração que não destoasse desse ambiente.
A partir do momento em que decidimos que seria esse o espaço soube imediatamente que queria uma tenda transparente. Isso e o aspecto rústico da própria quinta acabou por ser o ponto de partida.

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Quando percebemos que a oferta de espaços para o número de convidados que tínhamos era escassa, tornou-se evidente que o melhor para nós era casar “em casa”. Uma quinta da família, que não está permanentemente habitada, mas onde vamos com alguma regularidade e onde já fizemos muitas festas de fim-de-ano e de aniversário, pareceu-nos a única escolha certa para nós, até por se situar apenas a cerca de 30 km do local da cerimónia (Sé Nova de Coimbra)
Sabíamos que em termos logísticos seria muito mais complicado e os meios necessários para o tornar realidade seriam muito mais, mas a sensação de estar em casa foi decisiva.
Uma vez que o espaço era nosso tivemos que lidar com certos detalhes que geralmente não são os noivos a pensar, como criar uma zona dedicada às mamãs recentes, com fraldário e um espaço tranquilo para que pudessem descansar, ou até criar um kit com tudo o que pode ser necessário para qualquer mal-estar ou problema de guarda-roupa, entre muitas outras coisas que habitualmente ficam a cargo das quintas.

 

 

 

 

 

 

 

Tiveste ajuda?

Tive ajuda a vários níveis. Desde primos que nos ajudaram a plantar flores nos canteiros da casa, amigos que nos ajudaram na pintura da casa e nas instalações eléctricas, do próprio noivo e família que mesmo até à véspera prepararam o terreno para o estacionamento e para receber a instalação dos wc extra que tivemos de colocar no espaço. Alugámos algumas árvores para criar separação de espaços e instalámos iluminação do tipo das festas populares, no exterior.
Felizmente nesses trabalhos mais pesados tivemos ajuda, certamente não os conseguiríamos levar a cabo sozinhos.
Na escolha do vestido e acessórios também tive ajuda de amigas, cunhadas, primas e da minha mãe. Acompanharam o processo de escolha a par e passo.

 

O que era o mais importante para ti?

O mais importante era que toda a gente se sentisse confortável e se divertisse ao máximo. Esse era o nosso principal objectivo. Para isso também recolhemos toda a informação necessária ao alojamento dos convidados o mais perto da quinta possível. A maioria dos convidados não vivia na região -casámos na cidade onde nos conhecemos, Coimbra, mas vivemos perto de Lisboa, de onde eu sou natural, e o noivo é da região de Aveiro, pelo que a maioria dos convidados teve de se deslocar.
Muitos convidados ficaram alojados nos locais que indicámos e para nós foi um motivo para nos sentirmos mais descansados, sabendo que muita gente não teria de fazer viagens longas no final da festa.
Era acima de tudo, era importante partilhar esse dia com as pessoas que mais amamos. E tivemos a felicidade de ter essas pessoas presentes.

 

 

 

 

 

 

E secundário?

Secundário foi seguir certas formalidades. Sabíamos que não íamos conseguir dar a atenção devida a cada um dos cerca de 420 convidados. Por isso fizemos o melhor que podíamos, sabendo que ia ser insuficiente de qualquer das maneiras. Tentámos estar presentes, mas acima de tudo aproveitar o momento

 

Onde gastaste mais dinheiro?

No catering.

 

 

 

 

 

 

 

Onde gastaste menos?

Provavelmente nos meus sapatos que encontrei na Amazon e tive a sorte de me servirem na perfeição.

 

O que foi mais fácil?

O mais fácil foi a fotografia. Foi a primeira coisa que contratámos.
A decoração, quando finalmente decidimos quem ia fazer, também não foi difícil para nós. Muitas reuniões para trocar ideias, mas depois foi só deixar nas mãos da VisiVici.
O catering também não foi muito complicado, embora tenhamos estudado várias alternativas. Decidimos com facilidade.

 

 

 

 

 

 

O que foi mais difícil?

O mais difícil foi toda a logística. Desde preparar a quinta para o evento (que envolveu desde trabalhos de limpeza, a pinturas e criação de um parque de estacionamento delimitado e organizado), encontrar os fornecedores certos para a tenda (Telfor), para os wc extra que eram necessários, para a iluminação do estacionamento estilo festa popular, e encontrar quem nos fizesse os números em madeira que usámos para numerar as mesas e para o plano de mesas no exterior – esses extras acabaram por ser o mais que deu mais trabalho. Até uma tenda estilo medieval tivemos de procurar. E conseguimos!
Escolhemos fornecedores de muitas zonas do país o que levou a muitas deslocações. Mas descobrimos que limitarmo-nos geograficamente não ajudava necessariamente a conseguir melhores preços ou qualidade de serviço. E essas viagens a dois para tratar de assuntos de casamento fazem também parte de toda a experiência. Acabámos por nos divertir muito com isso!

 

O que te deu mais prazer criar?

Tudo! Todo o projecto foi um processo longo e trabalhoso, mas que deu muito prazer. Pensar sobre os mais ínfimos detalhes deu muito gozo. Procurei muita inspiração em blogs como o Simplesmente Branco e dezenas de outros. Essas inspirações pesaram muito no plano final. Acabei por incluir nos planos muitas coisas que não estavam previstas, como objectos antigos para incorporar na decoração e o cabide que encomendei na Etsy para o meu vestido. Os noivos topo de bolo (feitos à nossa imagem, com todos os detalhes do vestido e fato do noivo) e o bouquet em tecido da menina das flores foram feitos pela Heart Shaped Petals, que também descobri online. São alguns exemplos de coisas que escolhi e idealizei, extra-decoração, e que surgiram por ter feito tanto “trabalho de casa”.

 

 

 

 

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

É a nossa cara sem dúvida. Claro que existem sempre pequenas coisas que ficam pelo caminho, mas no nosso caso diria que não fizemos cedências significativas.

 

Um pormenor especial?

Há tantos! Mas destaco:
O camafeu que levei no bouquet, que pertencia à minha avó. Foi uma forma de a ter presente.
A liga que foi feita à minha imagem, concebida e oferecida por uma amiga com um tecido que ambas escolhemos.
A pulseira que levei e que foi oferta da minha mãe.
Além disso o detalhe na Tenda das Memórias, onde incluímos fotos dos casamentos dos nossos pais.

 

 

 

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Essa é aquela pergunta para a qual não há resposta. Há coisas que gostava de ter feito de outra forma, mas não há forma de voltar atrás pelo que não vale a pena pensar muito nisso. Tentamos seguir um plano e o tempo escasseia. No nosso caso, com mais de 400 convidados, é claro que muitas coisas nos escaparam: pessoas que mal vimos e fotos que não chegámos a tirar. O dia do nosso casamento é sempre muito exigente, há muita coisa para gerir. Tomámos a decisão de tentarmos divertir-nos ao máximo apesar dessa exigência. Claro que não pudemos estar em todo o lado e com toda a gente o tempo desejável, mas foi o preço a pagar. Mas divertimo-nos muito. Afinal aquele dia foi, acima de tudo, acerca de nós próprios.

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

Aproveitem muito, não só o próprio dia, que de facto passa mesmo a correr, mas todo o processo de preparação. O planeamento do nosso casamento foi um projecto de amor que me deu muito prazer, desde a primeira pesquisa em busca de inspiração até à decisão do último detalhe.

 

Os nossos fornecedores:

convites, materiais gráficos, flores, luz, som e DJ: Visi Vici

local e catering: quinta particular, Dão Catering

fato do noivo e acessórios: Javier Arnaiz, Chana Noivos

vestido de noiva e sapatos: Aire Barcelona e sapatos comprados na Amazon

maquilhagem: Joana, da equipa Jenny Makeupland

cabelos: Vanessa Campos

almofada das alianças, topo de bolo e bouquet em tecido da menina das alianças: Heart Shaped Petals

ofertas aos convidados: doce de mirtilo e cigarrilhas Reig

fotografia: Momento Cativo

 

Susana Pinto

Momento Cativo, um fornecedor Simplesmente Branco!

 

” Não fotografamos, captamos momentos, registamos sorrisos, testemunhamos afectos”

Esta é a apresentação da dupla Momento Cativo, Cátia e Ivo. Amam o que fazem, o que os torna diferenciados, distintos pela autenticidade, exclusividade e personalização, porque cada casal é único e especial, e só assim conseguem conquistar a sua essência genuína através de uma relação de confiança baseada em transparência e respeito mútuo.

É um privilégio fazerem parte da vossa história, do vosso Momento!

 

 

Para falar melhor com a dupla Momento Cativo, basta enviar um email ou ligar para 938 093 315.

Momento Cativo é fornecedor seleccionado do Simplesmente Branco. Para mais detalhes, consultem a sua ficha de fornecedor, arquivada em Fotografia.