Pedro Taborda

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Pedro Taborda, no You+Us=Fun!

 

Imagens felizes, intimistas e contadoras de mil histórias. É assim que o Pedro Taborda constrói o precioso álbum de memórias do vosso dia. Venham até ao Ritz falar um pouco com ele e ver alguns dos seus trabalhos ao vivo.

 

Naveguem pelos posts que já publicámos acerca do Pedro Taborda e e consultem a ficha de fornecedor seleccionado Simplesmente Branco para mais detalhes.

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Antes do casamento, por Pedro Taborda

Já somos amigos íntimos da Ana Luísa e do Rui. Espreitámos o dia do casamento, passeámos com eles por Lisboa para o Trash the Dress… sempre guiados pelo Pedro Taborda. Agora, para o pacote completo, só falta uma pequena incursão no passado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma e-session ternurenta, com o mar e o melhor amigo por companhia. Gostamos destes nossos amigos!

 

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Trash the Dress no castelo

Lembram-se do casamento da Ana Luísa e do Rui, fotografado pelo Pedro Taborda?

Hoje acompanhamos o recém-casal num passeio pelo Castelo de S. Jorge, pela mesma lente.

 

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Não é bem um Trash the Dress, pois não? É mais um Make the City Prettier…

 

 

 

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Ana Luísa + Rui, amor e um fiel amigo!

Hoje partilhamos o casamento da Ana Luísa + Rui, acompanhados do meiguíssimo Tejo, fotografados com vista para o rio, pelo simpático Pedro Taborda. A festa terminou com pista da Jukebox, pois claro…!

Vamos a isto?

 

 

 

 

Como foi o teu pedido de casamento?

Eu e o Rui já tínhamos falado informalmente na possibilidade de nos casarmos. Desde esse momento que eu disse que iria ficar à espera do pedido. Por outro lado, ele sempre disse que não ia pedir. Teria de ser eu!! Picardias à parte, num passeio por Sintra na companhia do Tejo, nosso cão, e com paragem para almoço na praia da Adraga, no brinde da prova do vinho, num belo dia de verão, vejo uma mão a tremer, uma voz que insista em fugir e… o tão esperado pedido! Foi um momento muito bonito com o Tejo a aproximar-se de nós, revelando toda a intuição canina. Pela espontaneidade e imprevisto acabou por ser o melhor pedido de casamento que podia ter tido!

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Começámos a organização do grande dia com 9 meses de antecedência e ao contrário do habitual, o primeiro detalhe a decidir foi o vestido de noiva, com o qual me identifiquei à primeira vista.

O local da realização do evento foi desde o inicio a principal preocupação. A primeira vez que abri o site Simplesmente Branco, vi referência à Casa da Dízima. Pesquisamos e nunca mais largámos a ideia. Namorámos o sítio algum tempo, até que nos decidimos por esse espaço. Reunia todas as características que desejávamos. Simplicidade, bom gosto, junto ao rio Tejo que tantas vezes foi testemunha do nosso namoro.

Todos os outros detalhes foram calmamente definidos, através de pesquisa e em consonância com os nossos gostos.

 

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Tendo em conta as nossas características pessoais, o ambiente teria de ser descontraído, acolhedor e com o nosso cunho pessoal. Tudo foi pensado até ao mais pequeno detalhe. Desde os corações de ardósia onde escrevemos noivo/noiva, até às cadeiras onde nos sentámos no momento da cerimónia civil.

A pesquisa foi intensa e a ajuda dos amigos na concretização de algumas ideias foi essencial no resultado final.

Uma certeza seria a presença do nosso fiel amigo de 4 patas neste dia tão especial.

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Só desta forma nos fazia sentido partilhar este momento das nossas vidas com quem nos é tão especial.

Desde a elaboração dos convites, dos cones para o arroz e confetis até à identificação das mesas, foi tudo home made.

Queríamos que os convidados sentissem que o nosso “dedo” esteve presente em todos os detalhes.

 

 

 

 

Tiveste ajuda?

Sim, a preciosa ajuda das amigas e do noivo.

 

O que era o mais importante para ti?

Que o dia fosse encher a nossa memória de boas recordações e que todos os presentes se sentissem bem e desfrutassem dos “mimos” que lhes preparámos.

 

E secundário?

Nada é, e nem foi deixado ao acaso.

 

 

 

 

 

Onde gastaste mais dinheiro?

No copo de água e no vestido de noiva. Foi uma pequena extravagância.

 

Onde gastaste menos?

Na decoração do espaço.

 

 

 

 

 

O que foi mais fácil?

Envolver todas as pessoas neste dia especial.

 

O que foi mais difícil?

Concretizar a ideia da identificação das mesas. Foi das últimas coisas a ser decidida e foi necessária muita imaginação para a finalização da mesma.

Reunir as fotografias de todos os convidados para os homenagear com a apresentação das mesmas em conjunto com palavras especiais. Foi demorado. Mas valeu todos os minutos dispensados. Foi um momento mágico.

 

 

 

 

 

 

O que te deu mais prazer criar?

Como manda a tradição, tudo o que é mais desafiante acaba por trazer maior satisfação.

Colocar o roteiro da lua de mel como identificação das mesas, a pequena descrição de cada local, materializando em cada uma, um dos destinbos a visitar. Lisboa, Istambul, Bangkok, Ko Thao, PhiPhi Don, Chiang Mai, Siem Reap.

Outro detalhe que nos deu imenso prazer em criar, foi a indumentária do Tejo! Queríamos que tivesse um pequeno toque de formalidade para assinalar o momento, sem comprometer a simplicidade do evento. As provas em casa foram muito divertidas. A colaboração dele foi muito especial.

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

O resultado final foi a nossa cara, apesar de terem sido feitas algumas cedências.

 

 

 

 

 

Um pormenor especial?

Um, não! Foram vários.

Todos mereciam destaque, mas atribuímos relevância aos seguintes:

A surpresa preparada pelos meus pais, cunhada e sobrinho mais velho. O carro que me levou ao local da cerimónia, um Citroen 2CV com 30 anos, que acompanhou grande parte da minha infância e adolescência. Estava “supostamente” avariado na garagem. Foi recuperado e carinhosamente decorado. Quando o vi chegar, conduzido pelo meu pai, senti uma felicidade imensa. Foi um momento inesquecível. O meu pai gostou tanto da experiência que quer continuar a transportar noivas até ao altar.

Outro pormenor especial foi a elaboração dos origamis tsuru. Eu e o Rui não nos entendíamos a fazê-los e pedi ajuda aos utentes da Associação de Paralisia Cerebral de Lisboa, onde trabalhei 3 anos, e que prontamente se disponibilizaram. Praticaram e o resultado final foi brilhante. Especial e com muito significado para nós.

Por fim destacamos a gentileza da Casa da Dízima na possibilidade do Tejo estar presente durante a cerimónia civil. Completou o nosso momento.

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Teríamos garantido a presença dos balões luminosos no final da cerimónia. Um engano de calendarização fez com que falhasse esse detalhe. Mas como nada acontece por acaso, guardamos essa ideia para concretizar na celebração de um ano de casamento!

 

 

 

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

Envolverem-se em todos os pormenores do vosso dia. Todo o tempo utilizado nos preparativos já é uma recordação em si. Ainda para mais porque esse dia passa, literalmente, a voar!

Absorvam todos os abraços, sorrisos e votos.

Não dispensem um bom fotógrafo. Vão recordar e rever as imagens para sempre!

 

 

 

Os nossos fornecedores:

 

convites e materiais gráficos: feitos pelos noivos

local e catering: Casa da Dízima, em Paço D’Arcos

bolo dos noivos: Bolos da Chica

fato do noivo e acessórios: fato e acessórios Carven, sapatos Aldo

vestido da noiva e sapatos: vestido Penhalta Noivas, sapatos Aldo

anel de noivado, alianças e brincos: anel de noivado Pandora, alianças Maria Jóia e brincos Swarovski (emprestados pela madrinha)

acessórios: Bijou Brigitte

maquilhagem e cabelo: Paulus-Hairstylist

flores: Bella, no Lumiar

ofertas aos convidados: cactos bebés plantados pela mãe de uma grande amiga e fotos da sessão de namoro

fotografia: Pedro Taborda

luz, som e Dj: Jukebox

 

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Wow factor, por Pedro Taborda

 

 

 

Felicidade partilhada com as amigas… Perfection!

Imagens bonitas do Pedro Taborda.