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Susana Pinto

À conversa com: Pedro Sifredo – fotografia de casamento

Hoje conversamos com Pedro Sifredo, fotógrafo de casamento baseado em leiria, mas pronto para correr o país, ao vosso dispor.

Juntem-se a nós e fiquem a conhecer melhor o seu trabalho: para onde olha, porque o faz, as memórias que cria para cada um dos seus clientes noivos.

Os casamentos sempre me fascinaram pela quantidade de emoções envolvidas, histórias para contar e imprevistos que tornam cada um deles especial e único. Acho que é esse “irrepetível” que me cativa. Saio para cada casamento com a certeza de que nesse dia vou ter uma história nova para contar.

Conte-nos um pouco da sua viagem profissional até aqui, à fotografia de casamento.

Descobri a fotografia no secundário e foi amor à primeira vista, desde aí faz parte da minha vida.  A minha formação académica foi noutra área, mas nunca deixei de aprender e de estar atento a tudo o que dizia respeito à fotografia.

Há cerca de cinco anos achei que esse amor “era para a vida toda” e comecei o meu projecto de fotografia de casamento, primeiro com outros fotógrafos e, posteriormente, um projecto mais pessoal.

 

Há quanto tempo fotografa? E porquê casamentos?

Os casamentos surgem naturalmente na minha vida. Sou casado com uma wedding planner e temos uma empresa de eventos que faz cerca de 50 casamentos por ano, a Iguarias do Tempo. O meu primeiro trabalho foi, aliás, o portfólio da empresa, e é a partir daí que o projecto começa a crescer na minha cabeça.

Os casamentos sempre me fascinaram pela quantidade de emoções envolvidas, histórias para contar e imprevistos que tornam cada um deles especial e único. Acho que é esse “irrepetível” que me cativa. Saio para cada casamento com a certeza de que nesse dia vou ter uma história nova para contar. É quase como olhar para uma página em branco, pronta a ser colorida por mim.

 

Nestes tempos globais, em que as imagens circulam a uma velocidade vertiginosa e todos temos acesso a tudo, a qualquer hora, onde vai buscar inspiração?

A inspiração pode estar em todo lado, por isso vou buscá-la a tudo o que me rodeia, pois acho que somos aquilo que vivemos.  Logo, se quero mais inspiração, só tenho que “viver mais”.

É óbvio que me inspiro também em trabalhos de outros colegas, não necessariamente fotógrafos de casamento, pois gosto de estar atento ao que se vai fazendo. Faço também, no Inverno, alguns workshops e formações com outros fotógrafos que, para além do conhecimento que me trazem, permitem-me também conhecer outros companheiros de profissão, criar amizades e trocar experiências.

 

Como construíu a sua assinatura, como a define?

Sou fotógrafo um pouco como sou como pessoa:  discreto, natural e romântico, e acho que são estas três coisas que melhor definem a minha forma de trabalhar.

 

Pedro Sifredo Photographer - fotografia de casamento

 

Pedro Sifredo Photographer - fotografia de casamento

 

Pedro Sifredo Photographer - fotografia de casamento

 

Quando precisa de fazer reset, para onde olha, o que faz?

É cada vez mais importante esse reset, um espaço onde os casamentos não entrem e onde posso “estar” simplesmente, sem grandes preocupações com nada. Nesses momentos aproveito para ouvir música e pôr as séries e filmes em  dia, de preferência  com uma viagem à mistura.

 

Do centro de Portugal para o mundo, ou Portugal de lés a lés: fotografar casamentos estrangeiros é diferente de fotografar casamentos nacionais?

É diferente, porque as tradições são diferentes mas isso também acontece entre as várias regiões do país. Nacionais ou estrangeiros todos têm em comum o que para mim é o mais importante:  histórias para contar e emoções à flor da pele.

 

Qual é o seu processo de trabalho, como acontece a ligação com os seus clientes?

Eu procuro conhecer o melhor possível os meus clientes logo desde o início, enviando um questionário sobre os seus gostos pessoais. Normalmente faço também uma sessão fotográfica antes do casamento, o que ajuda a criar uma ligação.

É fundamental uma boa conexão com os noivos, pois vamos retratar um dos dias mais importantes da sua vida.

 

Pedro Sifredo Photographer - fotografia de casamento

 

Pedro Sifredo Photographer - fotografia de casamento

 

Pedro Sifredo Photographer - fotografia de casamento

 

Casamentos grandes ou pequeninos, nacionais ou estrangeiros, cerimónias emotivas, festas de arromba – qual é o tipo de festa que mais gosta de fotografar?

Não tenho um tipo de casamento que goste mais de fotografar. As emoções e histórias estão em todos eles, à sua maneira. Claro que há casamentos que gosto mais do que outros, não tem a ver com o tipo de casamento ou quantidade de convidados, mas sim com tudo o que  tive oportunidade de retratar nesse dia.

 

Qual é a melhor parte de ser um fotógrafo de casamento? E o mais desafiante e difícil?

Para mim é uma sensação óptima sair para fotografar um casamento e saber que vou ter historias novas para contar, pessoas para conhecer, sítios para explorar… é como abrir um caixa e saber que vão sair coisas fantásticas lá de dentro.

Os  maiores desafios às vezes são-nos colocados pela velocidade com que as coisas acontecem  no dia do casamento e que nos obrigam a tomar decisões rápidas e a estar sempre a antecipar o que vai acontecer.

 

Escolha uma imagem favorita do teu portfolio e conte-nos porquê.

 

Pedro Sifredo Photographer - fotografia de casamento

 

Tenho alguma dificuldade em escolher uma foto favorita, é quase como me pedir para dizer de que filho gosto mais, pois coloco em cada uma delas a mesma energia e a mesma entrega. Vou escolher uma foto de um casamento já deste ano, que estou a editar, porque define um pouco a maneira como vivo este assunto.

Estava a chover bastante no dia e os noivos estavam um pouco tristes porque queriam muito tirar retratos no exterior e o tempo não estava a ajudar. A meio da tarde, veio uma aberta pequena em que chovia um pouco menos, já dava para nos aventurarmos para o exterior, e fui falar com os noivos que aceitaram, com um sorriso, a minha proposta de irmos apanhar ar.

Saímos e, de repente, a chuva deu-nos tréguas, o que me permitiu fazer algumas boas fotografias, entre as quais esta.  Para mim o casamento é isto, nunca desistir e dar o melhor de mim a um casal que me confiou as memórias de um dia tão importante. Às vezes universo conspira a nosso favor e permite-nos momentos destes.

 

Os contactos detalhados de Pedro Sifredo Photographer estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, feita de belas imagens, e contactem o Pedro directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.

 

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

 

Susana Pinto

Fun, fun, fun: Joana + Bruno, um casamento em Leiria

Aproveitamos o feriado para partilhar convosco, de forma generosa, o casamento divertidíssimo da Joana + Bruno, perto de Leiria, na Quinta das Silveiras, com catering de Iguarias do Tempo.

Esta festa tem graça do princípio ao fim, e as fotografias bonitas do Pedro Sifredo, nosso fornecedor seleccionado, mostram a emoção à flor da pele.

Sem mais delongas, peguem numa caneca de chá fumegante e vamos espreitar esta magnífica festa, no querido mês de Agosto!

 

 

 

 

 

 

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?
Não somos propriamente um casal romântico, porém sempre sonhámos com o nosso dia; não porque tínhamos pressa em «ser casados no papel», mas porque desejávamos muito festejar a nossa união, junto das pessoas que nos eram mais queridas e, claro, da nossa Malu (a nossa companheira de quatro patas). Queríamos um casamento que nos espelhasse. Teria de ser algo simples, mas diferente… e decididamente ao ar livre! Imaginávamos que o nosso dia acontecesse numa tarde de verão, ao som de boa música e com um ambiente de muita alegria e diversão, rodeados pelos nossos familiares e amigos.

 

 

 

 

 

 

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?
Muito preparados! Desejávamos tanto esse dia que sentíamos imenso prazer em tudo o que projetávamos, mesmo nos aspetos que poderiam ser mais extenuantes. Todo essa preparação nos deixa muitas saudades, pois vivemos tudo de uma forma muito descontraída. Até ao dia antes do casamento, não existiram nervos, por mais estranho que possa parecer.

 

 

 

 

 

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?
Quando escolhemos o local para a realização de todo o casamento. Para podermos fazer aquilo que desejávamos, tínhamos de encontrar alguém que aceitasse o nosso “desafio”, exigências e, claro, nos facultasse o espaço que necessitávamos. Durante algum tempo procurámos locais – hotéis, pousadas, monumentos históricos, etc. – onde existissem espaços abertos e verdes (porque nenhum de nós tinha interesse em quintas de casamento), mas sem sucesso, pois ninguém estava disposto a pôr em práticas as nossas ideias. Foi então que encontrámos a Quinta das Silveiras. Para quem andou sempre a evitar quintas de casamento, foi precisamente uma quinta que “nos acolheu”.

 

 

 

 

 

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?
Bastante fiel. Dentro daquilo que era possível fazer (sim, porque muitas vezes desejámos quase o impossível… mas quando se é noiva/noivo, tudo passa pelas nossas cabeças), o resultado foi muito bom! Tínhamos muitas “fontes de inspiração” que nos davam mais ou menos uma noção de como queríamos todo o ambiente do casamento. Para conseguirmos pôr em prática tudo o que desejávamos, contámos com a fantástica ajuda da Joana Conde, responsável pela Quinta das Silveiras, que encontrou a maior parte dos fornecedores que precisávamos e nos ajudou a alinhar o dia da melhor forma. Foi a nossa querida wedding planner.

 

 

 

 

 

 

 

O que era fundamental para vocês? E sem importância?
Sinceramente, tudo para nós tinha importância, até o mais ínfimo pormenor. Contudo, havia algo que era fundamental: que os nossos convidados se divertissem e desfrutassem do que tínhamos preparado, porque quando todos se sentem bem e felizes, tudo corre maravilhosamente. Queríamos que fosse um dia especial também para eles, por isso procurámos sempre mimá-los com pequenas coisas. Para além das lembranças, tentámos “enriquecer” o ambiente com apontamentos diferentes, como foi o caso do carrinho de gelados artesanais, do carrinho de gomas e da máquina de pipocas (porque temos tantos amigos doidos por gomas e pipocas!) e da fantástica «Gertrudes» – uma carrinha que na hora em que o frio apertou serviu caldo verde, preguinhos e pastéis de nata quentinhos, pela noite dentro. Enfim, pequenos detalhes que tinham o intuito de proporcionar o melhor aos nossos convidados, mostrando o quão gratos estávamos pela presença de todos.

 

 

 

 

 

 

 

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?
O mais difícil foi, sem dúvida, a escolha (ou melhor, a descoberta) do local. Seguidamente, foi o vestido, porque ambos sabíamos que a Joana ia ser muito indecisa no que toca à escolha do modelito perfeito para o dia, pois não se identificava com nenhum vestido de noiva. Podemos ainda incluir na lista do «mais difícil» a elaboração das mesas. Este é um aspeto que exige muito tempo e paciência porque queremos agradar a todos (o que é praticamente impossível). Relativamente ao mais fácil, achamos que foi a escolha do bolo (a imagem daquele bolo estava há anos guardada nos nossos telemóveis, pois já tínhamos decidido que um dia aquele seria «o bolo») e a escolha do fotógrafo e do videógrafo (o trabalho deles era o que procurávamos: captação da imagem de forma natural e elegante).

 

 

 

 

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?
Apesar de ter sido um miminho de aniversário (festejámos o 27.º aniversário da Joana à meia-noite), a chegada da Pixie (a nossa mais recente cadelinha) foi a maior emoção do dia. Já tínhamos pensado em aumentar a família, mas não estávamos de todo à espera que acontecesse naquele dia, que já por si era tão especial. As fotos captaram exatamente o que sentimos com a chegada dela. Foi muito especial e emocionante.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E o pico de diversão?
Pessoalmente, achamos que a diversão foi uma constante do início ao fim do casamento. Durante o dia, sentimos que o tempo voou e à hora do jantar, depois de nos termos sentado e reparado na realidade à nossa volta, conseguimos desfrutar da alegria que se fazia sentir naquele momento. Temos amigos muito palhaços (e adoramo-los por isso mesmo!) que fizeram do jantar um momento super divertido! Rimo-nos tanto!

 

 

 

 

 

 

Um pormenor especial…
O momento em que duas das pessoas mais importantes para nós disseram algumas palavras (tão especiais!) durante a cerimónia. Foi um momento muito querido e emocionante, que vamos guardar para sempre no coração.

 

 

 

 

 

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?
Se tivéssemos a oportunidade de voltar a viver o nosso dia, teríamos aproveitado para dançar mais… Alguns convidados, principalmente os mais velhos, quiseram despedir-se no momento em que a pista abriu. Como queríamos dar-lhes toda a atenção e uma palavra de agradecimento, a dança ficou para segundo plano.

 

 

 

 

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…
Por mais perfeccionistas que tentemos ser, existem sempre pormenores que nos escapam ou algo que não corre como havíamos previsto. Ouvimos isto inúmeras vezes, aquando da preparação do casamento, e sempre nos tentámos convencer que connosco seria diferente; iríamos tentar ter tudo bem organizado e controlado. Esqueçam, isso não irá acontecer! Há sempre algo que escapa, no meio de tanta preparação e azáfama.
Por isso, queremos aqui deixar um conselho: consciencializem-se que falhas irão existir sempre, mas serão tão mínimas que ninguém vai dar por elas, apenas vocês. O importante é que se divirtam porque é um dia que (infelizmente) não volta e tudo o que fizerem e sentirem naquele dia é o que ficará com vocês para sempre.

 

 

 

 

 

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e materiais gráficos: Adjetivos de Papel;
local e decoração: Quinta das Silveiras;

catering: Iguarias do Tempo;
bolo: Brisa Norte;
fato do noivo e acessórios: fato, camisa e lenço Dielmar; sapatos Miguel Vieira; botões de punho – Massimo Dutti;
vestido de noiva, sapatos e acessórios: vestido de noiva feito por uma costureira cheia de imensa paciência, a amável Sónica Cerejo; sapatos Asos; Ainda a noite não tinha chegado e a Joana já tinha trocado os saltos pelas suas All Stars e o vestido de noiva por um “trapinho” curto de renda, da Asos;
maquilhagem e cabelo: Dressing Room;
bouquet, coroa de flores e coleira: Flores do Liz – Florista e Jardins;
ofertas aos convidados: saquinhos de biscoitos Ponto Rebuçado; pacotes com livro de atividades e canetas de feltro para as crianças (feitos pelos noivos); photobooth Arco-Íris Eventos;
carrinho de gelados artesanais: gelados artesanais Permarcati Creperie & Geladaria;
máquina de pipocas, som e DJ: A.Karaoke;
fotografia: Pedro Sifredo Photographer;
vídeo: Made My Day Films;

Susana Pinto

Mariana + Luís: um casamento sofisticado, intimista e pleno de riso!

Hoje trazemos um casamento intimista, elegante, sofisticado e cheio de emoções: sim, porque todos estes adjectivos – e outros tantos – podem coexistir em harmonia!

Falamos do casamento doce da Mariana + Luís, com cerimónia na Igreja Matriz de Alqueidão, na Figueira da Foz e recepção na Quinta das Silveiras, com catering, serviço e decoração da Iguarias do Tempo, em Leiria.

As fotografias são do estreante cá de casa, Pedro Sifredo Photographer e a Mariana usou, a acompanhar o seu belíssimo vestido de mangas comprdas (um must!), um dos maravilhosos acessórios da Cata Vassalo, um travessão para o cabelo.

Acompanhem o relato suave deste dia e do caminho para cá chegar: é tudo bonito e doce (e divertido, reparem na fotografia dos noivos com os instrumentos, giríssimos)!

 

 

 

 

 

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

Imaginámos que tudo aconteceria num dia de outono, como sempre desejámos… Queríamos um ambiente à nossa imagem, simples, com um toque campestre mas nunca descurando a delicadeza e o requinte… Imaginámos um dia, nosso e acima de tudo com os nossos, muita festa e que todos se sentissem igualmente especiais. Queríamos que fosse um casamento pequeno e íntimo, com os essenciais.

 

 

 

 

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?

Tudo começou com “o” pedido a 10 de Maio, andei uma semana a curtir o “sim”. Quando demos a notícia aos meus pais, perguntei à minha mãe se ela acharia que ainda seria possível ser naquele outono, ao que ela respondeu muito prontamente “claro que sim, força!”. E assim foi, tínhamos 5 meses para preparar tudo, não deu sequer tempo para contemplar nervosismos.

O Luís só queria que chegasse o dia, para ele estávamos mais do que preparados!

 

 

 

 

 

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?

Podemos dizer que tivemos a sorte de estar rodeados por equipas fantásticas, que logo de início perceberam o que queríamos e como o queríamos. Por muito que gostássemos, não tínhamos tempo para usar a máxima “feito por nós”, tivemos que pedir ajuda, no entanto sentimos que foi tudo “feito por nós”, porque todos nos compreenderam e fizeram tudo à nossa imagem. Os primeiros preparativos para o casamento começaram na Quinta das Silveiras, e, logo após a primeira reunião, dissemos um para o outro: “Tranquilo, é mesmo isto, vai tudo correr bem”.

 

 

 

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?

As ideias iniciais mantiveram-se até ao grande dia. Foi um dia de sonho, tornado realidade, com a ajuda de todos. Os nossos pais e irmãos foram fundamentais para que tudo fosse perfeito, foram e são o nosso grande pilar. Os amigos estiveram sempre prontos a ajudar e a tranquilizar-nos. Nunca faltaram mãos para nos dar apoio.

 

 

 

 

O que era fundamental para vocês? E sem importância?

Tudo era fundamental, não havia nada com menos importância. A razão por querermos um casamento pequeno, foi porque desejávamos dar importância a tudo e todos. Queríamos que cada convidado se divertisse e que aproveitasse ao máximo todos os momentos, tal como nós.

 

 

 

 

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

Demos por nós a dizer um para o outro ”que estranho, isto é tudo à primeira…!”. Foi isso mesmo, não sentimos dificuldade em nada especifico. Quando estávamos com alguma dúvida ou entrave, rapidamente se resolvia ou, melhor, rapidamente aparecia algum familiar ou amigo e tudo se resolvia. Foi incrível!

 

 

 

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

A nossa opinião neste aspecto é bastante coesa, neste dia o pico sentimental começa logo pela manhã, com pequenos gestos, com tudo o que nos rodeia. E somos da opinião que este pico só começa a baixar uma semana depois. São momentos muito intensos, de muita entrega , de muito amor.

 

E o pico de diversão?

O baile, sem duvida o baile…! Muitos risos, muita animação. Tivemos um bar de gins e cocktails maravilhoso, que se encarregou de garantir que a festa seria pela noite dentro.

 

 

 

 

 

Um pormenor especial…

Tudo foi especial, mas é claro que houve momentos carregados de mais emoção. Arriscamo-nos a mencionar (só) alguns, porque se não este questionário não terminaria… A minha irmã a cantar o “Avé Maria” acompanhada pela filarmónica onde somos músicos, a presença dos escuteiros na cerimónia, os amigos de ambos que se juntaram e nos fizeram um vídeo, os olhares e gestos de carinho que recebemos ao longo do dia. E dizemos com toda a certeza que tudo foi especial porque todos os nossos convidados são especiais e se dedicaram especialmente a nós neste nosso dia.

 

 

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?

Não. Nada mudaria. O Luís queria que voltasse tudo a acontecer!

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…

O que posso dizer a todas as noivas e futuras noivas é que aproveitem ao máximo cada momento do vosso dia, passa muito rápido (não, não é boato, é bem verdade). É sem dúvida um dia muito especial, fantástico e único. Nada de stress, vai correr tudo bem!

 

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e materiais gráficos: Adjectivos de papel;

local e decoração: Quinta das Silveiras;

catering: Iguarias do Tempo;

bolo: Brisanorte através da Iguarias do Tempo;

fato do noivo e acessórios: fato Prassa, sapatos Amour Glamour Boutique;

vestido de noiva e sapatos: vestido Pronoivas, sapatos Daniela Catraia;

acessórios da noiva: brincos da avó materna, travessão de cabelo Cata Vassalo;

maquilhagem: Inês Ferreira (amiga da noiva);

cabelos: Salão Dina – Cabeleireiro e Estética;

bouquet: Cantinho da Irene ((loja local) e mãe da noiva;

decoração da igreja: Cantinho da Irene (loja local) e pais dos noivos;

ofertas aos convidados: mães dos noivos;

fotografia: Pedro Sifredo Photographer;

luzes, som e Dj: através da equipa Iguarias do Tempo;

duo durante aperitivo: Vanessa e Cató;

carro Clássico: Bruno Rodrigues (amigo do noivo).

 

Marta Ramos

Damos as boas-vindas: Pedro Sifredo Photographer!

As boas-vindas de hoje são dadas ao Pedro Sifredo!

 

O Pedro vive em Leiria com a Joana e os dois filhos do casal. Para além de ser marido e pai, é também fotógrafo de casamentos. E é neste triângulo amoroso que se sente feliz.
Apaixonou-se pela fotografia aos 15 anos, quando recebeu a sua primeira Reflex, e desde o ano de 2010 que faz dela a sua profissão. Hoje é feliz a eternizar os momentos de um dos dias mais importantes da vida dos seus clientes de forma criativa, discreta, espontânea e natural.

Acredita que nós somos aquilo que vivemos e, por isso, vai buscar inspiração a tudo o que o rodeia – sendo a família a sua principal musa.

 

Casal de noivos a dançar

 

Não deixem de visitar o site do Pedro Sifredo Photographer para conhecerem um pouco mais do seu trabalho; e acompanhem as últimas através do Facebook e do Instagram.

E, para mais detalhes, consultem a ficha de fornecedor seleccionado.

 

Pedro, bem-vindo ao Simplesmente Branco!