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Susana Pinto

À conversa com: Diana Nobre – fotografia de casamento

Hoje conversamos com a Diana Nobre, que faz fotografia de casamento a partir do Porto, para todo o país.

Sempre bem disposta, com um sorriso contagiante e uma doçura muito própria, a Diana tem esta capacidade inata de captar com a sua lente toda aquela energia fervilhante e cheia de amor que se propaga no mais bonito dos dias, o do vosso casamento. Basta espreitarem o seu portefólio para constatarem este facto!

Juntem-se a nós e fiquem a conhecê-la melhor: como chegou até aqui, o que mais gosta de fazer e o que a move e desafia nesta profissão.

Posso dizer que sou bem feliz naquilo que faço, fotografo da forma como gosto, como me faz sentir algo, e espero que quem vê sinta algo com as minhas imagens: conseguir despertar sentimentos dentro de quem olha para o meu trabalho, é fazer arte!

Conta-nos um pouco da tua viagem profissional até aqui, à fotografia de casamento.

Sempre quis fotografar moda e, no meu processo de procura de emprego, concorri para a Fnac. Quem recebeu a minha candidatura foi o fotógrafo João Almeida, que precisava de alguém para o acompanhar e comecei com ele. Estive em imensas empresas de fotografia de casamentos, chamava-me a mim própria a biscateira da fotografia, e se calhar foi o que me trouxe até aqui: ouvi muitas críticas, muitos raspanetes, mas também recebi muitos elogios. Cresci com essas críticas, que sempre entendi como construtivas, de modo a focar-me na correcção desses erros que me eram apontados.

Levo a minha máquina comigo para todo o lado e aprendi a ser muito exigente comigo própria, a puxar por mim ao máximo.
Durante este percurso, fiz, também, muitos álbuns de casamento para várias empresas: isso confrontou-me com muitos estilos diferentes de fotografia, muitos pontos de vista, os momentos importantes para cada fotógrafo. Absorvi tudo isso e desde sempre quis ter o meu negócio, a minha marca, fazer as coisas à minha maneira, como eu gostava. Para isso acontecer, tinha de aprender o máximo que podia com quem trabalhava, por isso devo muito a quem me ajudou, e tive muita sorte, foram muito bons nomes da fotografia de casamentos do nosso país.
Hoje em dia, tenho as minhas marcas, Diana Nobre e Little Joy, sou feliz com o trabalho que faço, com todo o meu percurso (tive quedas muito grandes, mas tive reviravoltas melhores ainda).

Continuo a falhar, a corrigir erros, a ser perfeccionista, demasiado exigente comigo própria. Tenho a sorte de ser casada com um fotógrafo e videógrafo que me ajuda a ver o que me escapa no meu trabalho (tanto para o bom como para o mau), e que me ensinou a fotografar por mim e para mim, mesmo que esteja a trabalhar para um casal – se eles vieram ter comigo, é porque gostaram do meu trabalho, e esse mesmo trabalho foi feito de dentro para fora, segundo os meus padrões de gosto, de feeling.

Posso dizer que sou bem feliz naquilo que faço, fotografo da forma como gosto, como me faz sentir algo, e espero que quem vê sinta algo com as minhas imagens: conseguir despertar sentimentos dentro de quem olha para o meu trabalho, é fazer arte!
Mesmo que tenha caído nesta profissão por acidente, adoro aquilo que faço. Adoro estar presente num dia tão feliz da vida das pessoas, gosto de ver os vários tipos de amor diferentes, as várias formas como o ser humano cuida e ama. Adoro fotografar seres humanos!

 

Sessão fotográfica de Diana Nobre | Vestido de noiva Immaclé (10) Sessão fotográfica de Diana Nobre | Vestido de noiva Immaclé (7) Sessão fotográfica de Diana Nobre | Vestido de noiva Immaclé (2)

Há quanto tempo fotografas? E porquê casamentos?

Faço casamentos há cerca de nove anos. Aconteceu por acaso, ao trabalhar com outro fotógrafo, fui fotografando para várias empresas em simultâneo e comecei a ter os meus próprios clientes.

Não foi uma profissão que escolhi, eu é que acabei por ser escolhida por ela!

 

Nestes tempos globais, em que as imagens circulam a uma velocidade vertiginosa e todos temos acesso a tudo, a qualquer hora, onde vais buscar inspiração?

Sou viciada em imagens! De outros fotógrafos, do Pinterest, Instagram, revistas, filmes, em todo o lado que possa ter cultura visual eu perco horas diariamente, a navegar só porque sim, não procuro algo específico, gosto simplesmente ver muita coisa.

 

Como construíste essa tua assinatura, como te defines?

Surgiu tudo de uma forma muito natural, muito genuína, não andei muito à procura de algo, simplesmente deixei fluir e procurei sempre fazer aquilo que realmente quero, gosto, e o que me faz sentir algo cá dentro, acho que é esse o intuito de uma imagem, transmitir algo.

 

E-Session fotografada por Diana Nobre E-Session fotografada por Diana Nobre E-Session fotografada por Diana Nobre

Achas que o ponto de vista feminino, os detalhes que escolhes fotografar e como o fazes, a narrativa que constróis, é diferente das escolhas que vês num trabalho de um profissional masculino?

Nunca pensei muito nisso, honestamente, acho que o que tem muita influência, é o facto de eu trabalhar em moda, que faz com que seja muito perfeccionista. Quando faço editoriais, tudo é preparado uma forma estudada, com moodboards e escolha de vestidos e makeup, mas também sigo muito o instinto do que sinto no momento. Acho que isso é igual tanto para homem como para mulher, não faço distinção de género, à sua maneira, os homens também têm o seu gosto, a sua leitura, a sua forma de ver o mundo.

 

Quando precisas de fazer reset, para onde olhas, o que fazes?

Tenho um pouco dificuldade em fazer reset. No quotidiano, a minha cabeça não pára de imaginar fotografias, tipos de luz, cores, etc.. Quando preciso mesmo, desligo do mundo, sem redes sociais, sem revistas, apenas com os meus livros. É a melhor forma de olhar para dentro e desligar.

 

O mundo no Porto ou Portugal de lés-a-lés: fotografar estrangeiros é diferente de fotografar casamentos nacionais?

Para mim é igual, são duas pessoas a celebrar o amor, mesmo que numa língua diferente. Podem mudar os costumes, as roupas, a celebração em si, mas a essência do momento é a mesma.

 

Qual é o teu processo de trabalho, como acontece a ligação com os teus clientes?

Quando fotografo um casamento, o meu objectivo é deixar o casal feliz com o resultado, mantendo-me sempre fiel a mim naquilo que gosto de fazer, na forma como gosto de fotografar, na minha linha estética e ponto de vista.
Quando aparece um cliente que tem já muito definido aquilo que procura e, a meu ver, eu não me enquadro, digo isso mesmo. Não é arrogância, é porque o dia mais feliz da vida de alguém merece ter tudo da forma como foi idealizado. Se se o meu trabalho não se enquadra, eu prefiro dizê-lo e perder um potencial cliente, a ganhar o dinheiro e no fim ter um casal desgostoso com o resultado, isso não faz sentido nenhum para mim, por isso tento dar aos clientes que cá chegam aquilo que gostava que fizessem comigo: se me enquadro, ok, vamos lá fazer gente feliz, se não sou a combinação certa, prefiro que contratem outro colega.

 

Casamento no Palácio de São Marcos em Coimbra, com fotografia de Diana Nobre Casamento no Palácio de São Marcos em Coimbra, com fotografia de Diana Nobre Casamento no Palácio de São Marcos em Coimbra, com fotografia de Diana Nobre

Casamentos grandes ou pequeninos, nacionais ou estrangeiros, cerimónias emotivas, festas de arromba – qual é o tipo de festa que mais gostas de fotografar?

Aquelas que são mesmo difíceis de apanhar, os casamentos alternativos planeados com um mês de antecedência, em que é tudo descontraído, com churrasco e pé descalço! Adoro!

 

Qual é a melhor parte de ser um fotógrafo de casamento? E o mais desafiante e difícil?

Sou uma pessoa muito sensível, adoro seres humanos, adoro observar a forma como se tratam, cuidam, relacionam, e num casamento vemos todo o tipo de relações: as amorosas, as familiares, as de amizade, e adoro ver como as pessoas cuidam umas as outras.

Falando por mim, acho que os casamentos me acrescentam algo como ser humano, puxando em mim o lado mais humano. No fundo, queremos todos o mesmo: amar e ser amados.

O mais desafiante é termos que nos desenrascar com as condições que temos, casas e igrejas pequenas e, escuras, locais que não têm graça ou fotogenia, tudo a acontecer muito rapidamente e não podemos pedir ao padre para repetir o momento das alianças ou o beijo dos noivos, simplesmente temos que correr e estar sempre com as antenas bem ligadas para que nada escape.

Todos estes desafios obrigam a puxar mais pela cabeça, obrigam a fazer magia. Umas vezes corre melhor do que outras, mas é isso que faz a experiência e o que vai formando essa linguagem que é tua, mais ninguém irá ver o mundo igual a ti, porque somos todos seres humanos e diferentes, todos vemos o mundo ao nosso jeito.

O mais difícil… quando sinto que não há amor entre o casal, quando me apercebo, no decorrer do dia, que há algo que não está lá, que aquele casamento está acontecer por muitos motivos menos por amor verdadeiro: isso é, para mim, muito difícil, não gosto de ver dois seres humanos a não se tratarem como os seus maiores heróis.

 

 

Contactem a Diana Nobre, através da sua ficha de fornecedor. Espreitem as galerias e entrem em contacto, directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem e, na volta do correio, terão uma resposta simpática.

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

 

Susana Pinto

À conversa com: Plano A – organização e decoração de casamentos nos Açores

Hoje voamos até aos Açores, para conversar com a dupla Cátia Leandro e João Gomes, da Plano A – organização e decoração de casamentos nos Açores.

Conheci o João e a Cátia no Wedding Lab Rio-Lisboa no Estoril, em 2017. Conversámos um pouco, falámos sobre muitas coisas e posso dizer que a empatia foi mútua e imediata. Fui acompanhando o seu percurso com atenção e vê-los crescer de forma consistente e audaz, no meio do Atlântico, onde os recursos materiais e humanos são mais desafiantes, tem sido um prazer. Há um golpe de asa que os leva sempre mais longe e há também uma postura focada, sensata e profissional. Juntas, esta é a melhor combinação para o sucesso, porque não espera validação de fora, é intrínseca: fazemos assim, porque essa é a nossa forma de estar.

Destination weddings não é uma prática nossa, regressamos a casa para casar, não vamos para de onde não somos.

Mas há uma magia muito própria nesta viagem de amigos e família para celebrar o mais bonito dos dias, temos falado muito nisso ultimamente. Casar nos Açores pode ser o meio-termo perfeito para uma experiência memorável e a Plano A o vosso parceiro mais que perfeito.

A melhor parte é ver tudo pronto, o brilho nos olhos dos noivos e o sorriso estampado no seu rosto. Perceber que fomos, realmente, o melhor investimento daquele casal. O maior desafio é também esse – superar as expectativas.

Contem-nos como começou esta aventura de organização e decoração de casamentos:

A ideia foi minha. Durante a faculdade, eu e umas amigas, colegas de curso, falámos em criar uma empresa de eventos (no 2º ano do curso, penso eu… e até tínhamos nome), mas não passou mesmo disso, de uma ideia…

Já depois de ter regressado à Terceira, um dia veio-me à memória esse projecto antigo de criar uma empresa de eventos e lembrei-me do quanto gostei de ir a um casamento ou dois, enquanto estudei no Estoril. E pensei, “é isto!”.
Contei ao João, que achou muita piada à ideia, estávamos em 2011… O tempo foi passando até que em 2012 o assunto voltou à baila: vamos avançar? E avançámos! Começámos a pensar num nome, numa imagem, a estruturar o site, a criar um email próprio e a definir as nossas ideias para nos podermos orientar. Ainda em 2012, fizémos umas festinhas pequenas para a família, para começarmos a ver algum trabalho. Em Fevereiro de 2013, oferecemo-nos para fazer a decoração das três salas do nosso restaurante preferido na Ilha Terceira. Foi aceite e, a partir daí, nunca mais parámos.

O João foi arrastado para a ideia, para o projeto, mas hoje é o João quem me arrasta diariamente com a sua força de vontade excecional e com a sua visão e foco!
A ideia sempre foi chegar aos casamentos e, cada vez mais, é nisso que trabalhamos, até porque o que estes exigem de nós retira-nos cada vez mais espaço e tempo para trabalharmos em diferentes tipos de eventos.

 

Organizar um casamento é coordenar tarefas e um orçamento, mas também gerir emoções e expectativas. Um destes lados pesa mais ou no meio está a virtude?

Gerir as expectativas é uma das nossas maiores responsabilidades, quem percorre o processo de organizar casamentos com a frequência com que fazemos vive um pouco de tudo, mas a experiência permite-nos fazer uma leitura do tipo de cliente que temos sentados à nossa frente e afirmar com segurança os caminhos a tomar e aqueles a evitar, para estamos a trabalhar em terra firme, o que é reconfortante. O nosso objectivo é descomplicar e ver o orçamento aplicado em coisas que façam sentido e acrescentem valor, criando assim festas que sejam aquilo que os noivos e convidados são, enquanto pessoas.

 

Plano A - organização e decoração de casamentos nos Açores Plano A - organização e decoração de casamentos nos Açores Plano A - organização e decoração de casamentos nos Açores

Têm uma perspectiva perfeccionista sobre o resultado ou é o prazer de acompanhar o processo que é o factor dominante?

Para mim o acompanhamento de todo o processo é o que me dá mais prazer. Procurar e escolher materiais, contratar fornecedores, fazer encomendas, controlar check-lists, acompanhar equipas, falar com os noivos de uma forma regular, perceber os seus anseios e acalmá-los, ajudá-los a encontrar respostas a questões que vão surgindo pelo caminho. Acredito que este processo é parte fundamental do sucesso do resultado final. Não deixo de ser perfeccionista por isso, muito pelo contrário, é através deste processo que reúno informações e ferramentas que permitem tornar o resultado final (ainda mais) perfeito.

O João, com o tempo, aprendeu a nunca dar nada por garantido, tem uma perspectiva maioritariamente perfeccionista, e só disfruta verdadeiramente da experiência quando tudo termina; até lá há sempre alguma coisa que o preocupa.
Durante os dias que antecedem o casamento, há uma estrutura proposta que parece ser de execução impossível; durante a festa há uma sessão fotográfica que infelizmente se arrasta no tempo, um bar que afinal não serve para o número de convidados; no dia seguinte com o cansaço alguma coisa corre mal e aí os acidentes podem acontecer. É um estado ao qual não consegue fugir (nem quer), até porque os dias que nos correram menos bem nunca se deveram a erros evidentes nem estruturais, aconteceram porque pormenores acabaram por influenciar o decorrer de um dia para o qual tanto trabalhámos.

 

Têm uma assinatura visível no vosso trabalho, um estilo próprio e favorito, ou o é a voz do cliente que define a totalidade do resultado?

Aqueles que nos procuram, conhecem bem o nosso trabalho, reconhecem facilmente o nosso estilo e é isso que os conquista e faz vir ao nosso encontro. Embora em cada festa apliquemos os gostos e os desejos dos casais, existe sempre um layer próprio do qual não abdicamos; é algo que vem de dentro de nós desde o primeiro dia e que nos tem feito seguir um caminho evolutivo, mas sempre fiel aos nossos princípios.

 

As tendências da estação… são um assunto de trabalho ou apenas fait-divers?

As tendências fazem-nos evoluir, mas não são a nossa maior preocupação. Para além disso, muitas delas não nos cativam nem cativam os nossos clientes; o importante é criar sempre algo que seja confortável para todos. Para nós é preferível, inclusive, melhorar alguma coisa que já tenha sido feita no passado do que forçar algo que não encaixe, de todo, num determinado trabalho, só porque é tendência. Perceber o contexto e a envolvente em que as coisas vão ser feitas é fundamental; nós estamos nos Açores, toda a natureza que nos envolve tem uma alma e tons próprios. A introdução de tendências tem de ser feita com sensibilidade e critério, para que se enquadre de forma perfeita no nosso ambiente, que é muito próprio.

 

Plano A - organização e decoração de casamentos nos Açores Plano A - organização e decoração de casamentos nos Açores Plano A - organização e decoração de casamentos nos Açores

Como é o vosso processo de trabalho, como criam uma ligação aos vossos clientes?

Há sempre um contacto inicial, que muitas vezes acontece de forma não presencial, em que pedimos aos noivos algumas imagens e traços gerais daquilo que gostavam que fosse a sua festa de casamento; isso ajuda-nos, tanto a nos situarmos em relação à ideia dos noivos, ainda que vaga, como a ter uma estimativa dos valores com os quais vamos trabalhar.
Depois disso, passamos a um contacto mais directo e pessoal, através de reuniões; estas tendem a ser longas pois é importante falar de tudo, até porque não falamos apenas trabalho; é importante percebermos o máximo que nos for possível sobre a história deles. Preferimos até que estas reuniões tenham lugar no seu espaço/casa, pois, por vezes, elementos menos óbvios presentes no seu lar são fundamentais para elevar todo o conceito da festa.
Acontece depois o trabalho de pesquisa, com base naquilo que nos pedem, que é feito por nós os dois em separado; depois disso juntamos as nossas ideias, discutimos, deixamos de parte aquilo que achamos que não interessa ou não se enquadra e trabalhamos o que realmente interessa e faz sentido.
Com base nisso, desenvolvemos uma paleta de cores, um moodboard e, com isso, surge, então, o conceito da festa. Este conceito é trabalhado sob a forma de proposta criativa que funciona como um guião (tanto para os noivos como para nós) e que é usado para orçamentar e gerir todo o projecto.

 

Onde buscam inspiração para cada nova temporada de trabalho?

O processo de inspiração é contínuo. A inspiração tanto pode surgir de uma pesquisa, como pode ser algo que surge fora do contexto de trabalho. Ou seja, tudo pode servir de inspiração: o que nos rodeia, as pessoas, a vida: a nossa, a da nossa família, a dos nossos casais. As relações, sejam elas pessoais ou profissionais, trazem-nos experiências e vivências únicas e isso, claro, também é inspiração.  À terra, seja a uma escala mais global ou a uma escala mais local, às nossas raízes, cultura e tradições. E claro, à Internet, à música, à imagem.

 

E nos momentos de fadiga criativa, como refrescam a mente e o olhar?

Na Francisca, a nossa filha. É ela que nos inspira e nos dá forças para, todos os dias, continuarmos esta jornada de vida que escolhemos construir.

 

Qual é a melhor parte de organizar um casamento? E o mais desafiante e difícil?

A melhor parte é ver tudo pronto, o brilho nos olhos dos noivos e o sorriso estampado no seu rosto. Perceber que fomos, realmente, o melhor investimento daquele casal. O maior desafio é também esse – superar as expectativas.

 

Plano A - organização e decoração de casamentos nos Açores Plano A - organização e decoração de casamentos nos Açores Plano A - organização e decoração de casamentos nos Açores

Qual foi o casamento que mais gostaram de criar? Porquê?

O meu casamento preferido foi o da Vanessa e do Luís, no dia 8 de setembro de 2018. Do ponto de vista estético e conceptual, não foi o “mais perfeito”. E foram feitos alguns compromissos, em plena consciência, nossa e dos noivos, por questões de orçamento, pois tinham quase 300 convidados (confirmados). Mas este casamento teve algo mágico que não sei se alguma vez voltaremos a viver: a dimensão humana. A dimensão humana dos noivos – dos contactos que troquei com eles ao longo dos vários meses que antecedem o casamento, e a dimensão humana da festa (nunca me tinha acontecido estar num casamento com quase 300 pessoas e sentir que todos – mas mesmo todos – estavam ali de corpo e alma, a viver aquele dia ao máximo, a partilhá-lo do fundo do coração com a Vanessa e com o Luís. Este dia, e a caminhada com os noivos até este dia, é daquelas experiências inexplicáveis; só lá estando, mesmo. Eu estive e saí muito mais rica!

Para o João, foi o da Magda e José, a 1 de setembro de 2018. Foi um processo que começou de forma difícil, surgiram vários desencontros entre ambas as partes, fomos apanhados numa fase complicada da nossa vida pessoal e profissional, que nos ia atirando para um verdadeiro pesadelo. Apesar de tudo isso, o resultado deste casamento foi aquele que eu considero o casamento mais bonito que alguma vez criámos; o cuidado com que as coisas foram feitas, e a graça de uma série de coisas simples e bem conjugadas, ofereceu-nos um dia pelo qual esperávamos há muito. Penso que foi uma festa que mudou para sempre a vida da nossa empresa.

 

Escolham uma imagem favorita do vosso portfolio e contem-nos porquê:

 

Orgabização e decoração de casamentos nos Açores: Plano A Eventos

Esta perspectiva da decoração da mesa utilizada no editorial ‘Love Tale in Azores’, é uma imagem bonita cuja história significa muito para nós, mostra bem a evolução e o nível com que trabalhamos actualmente e projecta-nos para um futuro com uma qualidade cada vez maior no nosso trabalho.

O que nos move é o amor!

 

Contactem a Plano A, através da sua ficha de fornecedor. Espreitem as galerias e entrem em contactocom a Cátia Leandro e o João Gomes, directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem e, na volta do correio, terão uma resposta simpática.

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

 

Susana Pinto

À conversa com: DJ Nuno Rodrigues – Dj para casamentos

Hoje conversamos longamento com o DJ Nuno Rodrigues, DJ de casamentos mas não só.

O Nuno Rodrigues é fornecedor seleccionado Simplesmente Branco há muito tempo e é presença activa nos showcases que temos organizado.

Hoje falamos sobre o seu percurso até aqui, sobre a importância de ter uma assinatura e posturas profissionais na pista de dança, e o que gosta de ouvir.

Fiquem também a conhecê-lo melhor!

Sentir a energia do meu local de trabalho, na cabine, sentir  e ler o público, ver os sorrisos  na cara das pessoas, as emoções que conseguimos criar com cada tema que sai do sistema de som, sentir que tudo isto parte de mim… É fascinante!

Conte-nos um bocadinho do seu percurso, até às pistas de dança: como é que isso aconteceu?

Sempre gostei de muito de música, em casa dos meus pais tinha muitos problemas com os vizinhos, estava sempre a ouvir música bem alto para sentir o “beat”, organizava festas com os meus amigos e o DJ era sempre eu, adorava trabalhar com a música e mexer nos discos e cassetes, era o que se usava na altura e a magia do DJ era mais respeitada.

Lembro-me de um Carnaval que organizámos, acho que tinha uns dezasseis ou dezassete anos… convidámos muita gente, amigos, familiares, até fizemos publicidade e o evento correu muito bem até ao meio da noite, quando a aparelhagem que o meu pai me ofereceu, queimou. O entusiasmo foi tanto que forcei demasiado o sistema de som, e a partir daí fiquei com a noção que o equipamento tem sempre razão!

Quando saía à noite ou ao domingo para as matinés, ficava sempre ao lado da cabine do DJ, sempre!!! Ficava fascinado com todo o trabalho e dedicação que é posto na pista de dança.
Festas da escola, de garagem, lá estava eu, sempre na cabine! Não digo que nasci para ser DJ, mas descobri que o queria ser, que queria sentir a adrenalina de ver as pessoas a dançar à minha frente, com a minha seleção musical.
Quando tive a minha primeira oportunidade para pôr música num bar noturno, aproveitei ao máximo, embora não tivesse o aval dos meus pais por inteiro, lá fui eu.
Ao entrar na cabine, vi tantos discos, tanta música, senti uma responsabilidade enorme!

Depois, fui aprendendo a ser mesmo um DJ e a trabalhar realmente com a música, os gira-discos, a mesa de mistura, as luzes. A sentir a energia do meu local de trabalho, na cabine, sentir  e ler o público, ver os sorrisos  na cara das pessoas, as emoções que conseguimos criar com cada tema que sai do sistema de som, sentir que tudo isto parte de mim… É fascinante!
Aprendi também que, para que tudo aquilo seja possível, existe um trabalho de equipa, um trabalho prévio de preparação, pesquisa e elaboração de condições para que as pessoas sintam predisposição para se divertirem.

 

DJ para casamentos no Porto: DJ Nuno Rodrigues DJ para casamentos no Porto: DJ Nuno Rodrigues DJ para casamentos no Porto: DJ Nuno Rodrigues

Animação noturna e casamentos –  sendo a música um assunto transversal, esta é uma ligação natural e inevitável?

O percurso da minha carreira como DJj, foi normal. Foi evoluindo, passei por vários espaços de diversão noturna e eventos ao ar livre. Sempre gostei de ser residente e criar laços com os clientes, trabalhei numa rádio local, tinha parceria com algumas editoras de música para fazer distribuição de música promocional aqui no Norte, em bares e discotecas, recebia música nova em primeira mão.

Os casamentos vieram por mero acaso. No meu primeiro casamento, trabalhei com música em vinil, estávamos numa altura em que apareceram os CD e a transição de um formato para o outro não era fácil porque não existiam aparelhos onde conseguíssemos fazer misturas com a mesma facilidade.
Foi uma experiência diferente porque a música ao vivo era predominante naqueles tempos e os convidados achavam estranho estar ali um tipo a passar música, não a cantar.

Inicialmente não gostava de por música em casamentos, o DJ não era bem visto nessa altura neste tipo de eventos, e não era compatível com as discotecas e bares onde eu estava residente. Inevitavelmente, os convites começaram a surgir porque começou a ser diferente e a estar na moda ter um DJ num casamento, e o nosso trabalho foi valorizado por ser mais abrangente e versátil.
Comecei a ganhar gosto e a arranjar forma de conciliar casamentos com bares e discotecas. Estive ligado a duas empresas de animação durante muito tempo mas deixei de me enquadrar no conceito e optei por entrar no mercado sozinho, criando a minha imagem, conceito e postura.

 

O que ouve quando não está a trabalhar? Separa lazer e profissão?

A necessidade da procura de novidades e novos estilos é uma constante, mesmo em lazer. Estou sempre atento à música, seja no rádio do carro, em bares ou em casa. Com as novas tecnologias torna-se tudo mais fácil, mas existem aqueles dias em que é preciso desligar para fazer um refresh. Aí, desligo completamente e não ouço nada.

A música é, para mim, um vício, gosto de estar no meu estúdio em casa a ouvir os discos da minha coleção, os CD que guardo com carinho, às vezes dou por mim e estou horas e horas a mexer nos discos. Ainda compro vinil daqueles temas e bandas de que gosto.

 

DJ para casamentos no Porto: DJ Nuno Rodrigues DJ para casamentos no Porto: DJ Nuno Rodrigues DJ para casamentos no Porto: DJ Nuno Rodrigues

Gosta dançar ou prefere ouvir? Como se mantém actualizado?

Estou sempre actualizado com os temas actuais e os intemporais, e, estando no ativo noturno, leva-me a estar mais atento ainda, por isso tenho várias formas de o fazer. O formato digital é um grande facilitador.

Não sou muito de dançar, embora me divirta em trabalho, prefiro fazer as pessoas dançar, torna-se mais divertido. Mesmo quando saio com amigos, fico atento à música, mas divirto-me na mesma.

 

Trabalha com clientes corporativos e com clientes particulares: no dance floor somos todos iguais ou o vibe da festa é muito diferente?

Actualmente trabalho em vários segmentos do mercado: eventos corporativos, sociais, particulares e públicos. Na pista de dança não importa o tipo de festa, desde que as condições sejam boas, as pessoas libertam-se e divertem-se.
Num casamento, o ambiente é mais intimista, familiar, dois factores importantes para a pista de dança e, o que me fascina neste tipo de eventos, é que conhecemos pessoas e espaços diferentes, nunca é a mesma coisa.

 

O que faz uma grande noite (ou pista de dança)?

Uma grande noite faz-se com bom ambiente, boas condições para que pessoas estejam predispostas para a festa. A música faz o resto.

 

DJ para casamentos no Porto: DJ Nuno Rodrigues DJ para casamentos no Porto: DJ Nuno Rodrigues DJ para casamentos no Porto: DJ Nuno Rodrigues

Qual é o seu processo de trabalho, como acontece a ligação aos vossos clientes?

Cada evento é um desafio, tornando-se gratificante porque criamos ligações e emoções a fazer as pessoas felizes e é assim que chego a novos clientes. 90% dos novos clientes chegam até a mim porque gostaram daquela festa, da minha postura, do meu conceito. Isto é a melhor publicidade!

 

Como cria a playlist para o seu cliente? É tudo trabalho prévio ou há espaço de improviso, um pesa mais do que outro?

Cada festa é uma festa e são todas diferentes. Não tenho uma playlist para tudo, é um processo feito em tempo real e de improviso, respeitando os gostos e objetivos dos clientes. Existe sempre, também, um trabalho prévio de preparação para cada evento, e pesa significativamente, de outra maneira não fazia sentido.

 

Se voltasse a casar, com que música abria a pista?

Nat King Cole, L.O.V.E. Sempre me identifiquei com este tema e estilo musical, tem tudo haver com o momento.

 

Para fechar, qual é a música a que regressa sempre?

É um tema a que volto sempre e tem tudo relacionado com festa, amigos, dança e o quanto a vida é bela com música: Lionel Richie, All night long.

 

 

Contactem o Nuno Rodrigues, através da sua ficha de fornecedor. Espreitem as galerias e entrem em contacto, directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem e, na volta do correio, terão uma resposta simpática.

 

 

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

 

Susana Pinto

À conversa com: Sóanimarte – animação para casamentos

Hoje conversamos com o Tiago Simões, da Sóanimarte – animação para casamentos.

Começo por dar os parabéns, bem alto, a esta equipa – ontem celebraram duas mãos cheias de anos de actividade! Uma década de trabalho é coisa de gente valente e representa muito sangue, suor e lágrimas, e muitas alegrias também. É mais do que merecida esta festa e um belo abraço!

De seguida, falamos sobre o percurso deste grupo, a forma como procuram inspiração e como constroem os seus serviços e, sobretudo, sobre a importância da animação num casamento. No meio está a virtude e o Tiago explica porquê e como se prepara a animação perfeita para o mais bonito dos dias – o vosso!

Estudamos o casal com quem estamos a trabalhar, idealizamos o tipo de animação que pretendem e como podemos dar o nosso cunho à mesma. Seja levando um bocadinho do circo (do bom circo, entenda-se!), seja tornando o dia o mais simples e elegante de todos, sem nunca descurar a animação que ele merece.

 

Contem-nos um pouco da vossa viagem profissional até ao universo dos casamentos.

A nossa viagem profissional começa por ser uma viagem apenas, sem nenhum objetivo profissional. Sendo nós uma equipa de animação, a arte circense está sempre presente e foi por aí que começámos. Ainda novos, na escola, e por sermos de uma terra riquíssima em artes de rua, com o é Santa Maria da Feira, fomos tomando o gosto por manipular objectos e criar performances. Algum tempo depois, não muito, começámos a levar para os palcos (quer de anfiteatros, quer de rua) as nossas criações. Daqui até ir fazer a festa de aniversário do filho de uma amiga e começar a fazer casamentos, foi um pulo. Um pulo daqueles que damos na adolescência e nos apercebemos que rapidamente passamos a ser adultos.

 

Há quanto tempo trabalham neste mercado? E porque escolheram trabalhar em casamentos?

Eu, Tiago, trabalho na área desde 2004. A Joana, minha companheira, desde 2007. A empresa (ou equipa, como lhe gosto de chamar) começou em 2009 e fazemos 10 anos precisamente este mês de Maio. Trabalhar em casamentos nunca foi uma escolha ao início do projeto. Tinhamos tantas ideias na cabeça que criámos quatro grandes áreas de intervenção: infantil – para aniversários; noite – para discotecas e clubes; performance de rua – onde podíamos ser mais criativos, e, claro, casamentos. Mas ao longo dos tempos começámos a apercebermo-nos de que os casamentos eram realmente o palco onde nos sentíamos bem. Mais próximos das pessoas e mais envolvidos na emoção que dias como esse acarretam.

 

Qual é a vossa assinatura, o trabalho que mais vos define e separa da concorrência?

No seguimento da história que vos contava na pergunta anterior, percebemos cedo que para sermos quem sempre sonhámos ser – aquela equipa criativa e cheia de ideias –, tínhamos de levar um bocadinho dessa génese para os casamentos e essa é a nossa assinatura. Estudamos o casal com quem estamos a trabalhar, idealizamos o tipo de animação que pretendem e como podemos dar o nosso cunho à mesma. Seja levando um bocadinho do circo (do bom circo, entenda-se!), seja tornando o dia o mais simples e elegante de todos, sem nunca descurar a animação que ele merece.

 

Sóanimarte - animação para casamentos Sóanimarte - animação para casamentos
Animação para casamentos no Porto: Só Animarte

Existem fórmulas vencedoras que aplicam, ou cada evento é pensado totalmente de raiz?

É comum achar-se que existe essa fórmula vencedora e muitos trabalham arduamente para a encontrar e a poder aplicar nos eventos seguintes, tornando assim tudo mais fácil. Mas, na verdade, que piada tem se isto for tudo mais fácil? Para nós, os eventos devem ser sempre pensados de raíz e para aquele casal em particular. Não quer isto dizer que a nossa experiência não nos sirva como base para sugerir aos noivos o que consideramos mais eficaz para um resultado ultra-positivo, mas não queremos confundir experiência com fórmula vencedora.

 

Onde buscam inspiração para cada nova temporada de trabalho?

Sempre na temporada actual ou anterior. As tendências mudam e baseiam-se em paletas de cores, tipos de letra, cenários específicos. No nosso caso, na animação, há uma barreira que nos impede de aproveitar esse sumo para ser criativo, porque sejamos sinceros, apenas na música as tendências são evidentes, no resto das acções de animação temos sempre a tela em branco para poder criar, logo, durante as temporadas passadas estivemos atentos ao que nos dizia o mercado, o convidado, o noivo e, do nada, vão surgindo novas ideias. É um bocadinho como as bandas que andam na estrada em tour com um novo álbum, mas a aproveitar essa experiência para escrever um álbum novo que sairá dois anos depois.

 

Quando precisam de fazer reset, para onde olham, o que fazem?

Fazemos uma pequena introspecção. Tentamos perceber se nos sentimos bem a fazer o que fazemos nesse momento ou se precisamos de mudar. Somos um equipa numerosa, com ideias vincadas e onde todos temos uma opinião valiosa: colocamos essas opiniões em cima da mesa e de forma descontraída, estudamos o que devemos fazer. Se o resultado tiver de ser uma mudança radical, viajamos e, no regresso, metemos mãos à obra.

 

Sóanimarte - animação para casamentos Animação de casamentos no Porto: Só Animarte Animação de casamentos no Porto: Só Animarte

Qual é a importância da animação na grande lista de itens e tarefas que compõem o casamento?

Logicamente, para nós, tem sempre uma importância acrescida, mas de forma genérica consideramos que há três grandes itens que fazem toda a diferença no casamento: o local/catering, os fotógrafos/videógrafos e a animação. Se alguns deste itens falha, torna-se logo um marco nesse casamento. Contudo, a animação está a passar por um processo de difícil entendimento no mercado nos casamentos, isto na minha modesta opinião. Existem, felizmente, inúmeras empresas de animação, de diversos estilos diferentes, mas se bem analisarmos os casamentos em Portugal (e não só), há dois pólos: os que têm animação do início ao fim, o que se torna massacrante; e os que têm apenas DJ (ou banda) porque não querem correr o risco de aborrecer o casamento. O meio-termo não existe, é logo excluído. O nosso trabalho tem sido mostrar a todos que esse meio-termo é talvez a melhor opção de todas: animação, q.b.

 

Qual é o vosso processo de trabalho, como acontece a ligação ao cliente?

Do mais simples que pode existir, sem barreiras linguísticas, burocráticas ou sociais. O casamento é uma festa que envolve um grupo de pessoas próximas do casal, que nós não conhecemos ou com quem não temos qualquer relação. O nosso processo de trabalho é conhecer os noivos, de forma a podermos estar incluídos nesse grupo e esse grupo aceitar a nossa adição. Só assim os podemos animar a todos, de forma simples, personalizada e eficaz. Não queremos nunca que os noivos sintam que não nos conhecem.

 

Qual é a melhor parte de trabalhar em casamentos? E o mais desafiante e difícil?

A melhor parte é, sem dúvida, conhecer pessoas, viver e experienciar essa emoção e partilhá-la num dia que é sempre vivido intensamente. De tal forma que se constroem amizades que duram uma vida (há uma bela percentagem do nosso grupo de amigos, que foram em tempos nossos noivos). A mais difícil é combater por um mercado mais justo, quer aos olhos dos noivos quer aos olhos das restantes empresas. Fazer entender a nossa posição/visão sem parecer presunçoso torna-se desafiante!

 

Escolham um momento ou serviço favorito, e contem-nos porquê :

 

Existem tantos momentos favoritos que é difícil escolher um, mas se há história que gosto de contar é aquela que melhor se identifica com quem nós somos e como gostamos de estar. Em 2013 decidimos organizar um desfile de moda performativo, a convite de uma colega do grupo. Nesse mesmo desfile tratámos da produção toda, incluído castings de manequins e afins. Após 3 meses de preparativos, a colega que nos convidou para organizar apaixonou-se por um dos manequins. Cinco anos depois decidem casar, organizámos a festa e está estampada na minha cara (como podem ver na foto, o barbudo), a felicidade de tal momento. Como fica sempre, de evento para evento, de casal para casal, de amigos para amigos. Resumindo: o nosso momento favorito é sempre que vemos todos assim: emocionalmente sorridentes!

 

 

Contactem a Só Animarte, através da sua ficha de fornecedor. Espreitem as galerias e entrem em contacto com o Tiago Simões, directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem e, na volta do correio, terão uma resposta simpática.

 

 

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

 

Susana Pinto

À conversa com: DJ Rui Almeida – DJ para casamentos

Hoje conversamos com o DJ Rui Almeida, DJ de casamentos, com base em Guimarães.

O Rui conta-nos como foi o seu percurso profissional, que começou na rádio, passou pelos espaços nocturnos e cresce, saudávelmente, pelos casamentos animados que vai criando.
Nesta conversa há espaço para percebermos em detalhe o que faz uma boa pista de dança, e a importância que um verdadeiro profissional tem, como condutor da noite e da animação: a percepção e capacidade de leitura de pista, o conhecimento profundo sobre o o cliente e os seus convidados, e o equilíbrio saudável e frutuoso entre o improviso e o trabalho de casa.

Juntem-se a nós!

A audiência é a minha prioridade e coloco a música que eles mais gostam. Existem mil e uma maneiras de o fazer e ao longo de uma festa com muitas horas, há sempre tempo para construir um alinhamento musical completo e distinto, que agrade até aqueles que têm um gosto musical mais eclético. Ao mesmo tempo, tento enriquecer o alinhamento musical, para que os meus clientes tenham um serviço com valor acrescentado.

Conte-nos um bocadinho do seu percurso, até às pistas de dança: como é que isso aconteceu?

O meu percurso começou na rádio, onde durante quatro anos tive um programa de música de dança em que semanalmente revelava algumas das novidades  da “House Music”, género musical que continua a ser um dos meus preferidos. Isto aconteceu entre 1994 e 1998, quando a internet não estava democratizada como está hoje e por isso o acesso à musica nova não acontecia à velocidade atual.

O programa era emitido em direto e todo misturado em suporte de vinil. Durante este período também coloquei música em algumas festa de “House Music” que se faziam com alguma frequência, e em alguns bares e discotecas.

Em 1998 surgiu o primeiro convite para assumir uma residência noturna, acabei por deixar a rádio e até 2004 fui DJ residente de alguns espaços nocturnos. Esta experiência noturna foi extremamente importante, porque cresci enquanto Disc-Jockey, a minha cultura musical aumentou consideravelmente, outros géneros musicais começaram a fazer parte dos meus repertórios e aprendi a interpretar uma pista de dança e a saber geri-la durante umas horas.

 

Animação noturna e casamentos –  sendo a música um assunto transversal, esta é uma ligação natural e inevitável?

É uma ligação natural, mas não inevitável. Nem todos os Disc-Jockeys “noturnos” acabam por fazer animação de casamentos, porque não têm perfil para fazer este trabalho ou porque simplesmente não gostam de o fazer.

Também não é uma ligação natural, porque existem muitos “animadores de casamentos”, cujo  percurso começou precisamente na animação de casamentos. Obviamente não estão tão bem preparados para fazer este trabalho. Por muitos anos de experiência que consigam acumular, terão muita mais dificuldade em enfrentar uma pista de dança difícil. Sim, porque este é um trabalho muito exigente. De uma forma geral, os clientes têm a expectativa de ter uma festa longa, até de manhã se possível. Ora, para conseguir fazer uma festa com muitas horas de dança, tendo em conta que temos habitualmente cerca de uma centena de convidados, é preciso conhecimento e larga experiência..

Nenhuma festa é igual à anterior, temos um número limitado de convidados para dançar, com diferentes idades e muitas vezes com diferentes gostos musicais e é preciso agradar a todos.

Por isso é importante que os noivos tenham plena noção de quem estão a contratar e se essa pessoa será capaz de assumir a responsabilidade de colocar música num dos dias mais importantes das suas vidas.

 

Rui Almeida - DJ para casamentos Rui Almeida - DJ para casamentos Rui Almeida - DJ para casamentos

O que ouve quando não está a trabalhar? Separa lazer e profissão?

Ouço um pouco de tudo, embora a música Soul, Jazz, Funky e alguma Música Electrónica sejam as que reúnem as minhas preferências.

Contudo trabalho é trabalho, e quando assim é, a audiência é a minha prioridade e coloco a música que eles mais gostam.

Existem mil e uma maneiras de o fazer e ao longo de uma festa com muitas horas, há sempre tempo para construir um alinhamento musical completo e distinto, que agrade até aqueles que têm um gosto musical mais eclético. Não gosto de ir pelo caminho vulgar de desbobinar somente música comercial. Coloco-a, é claro, nos momentos necessários, mas tento ao mesmo tempo enriquecer o alinhamento musical, para que os meus clientes tenham um serviço com valor acrescentado.

 

Gosta dançar ou prefere ouvir?

Estou mais habituado a ouvir do que a dançar, o que acaba por ser normal, uma vez que numa festa estou quase sempre do lado de dentro da cabine de DJ. Contudo, mesmo do lado de dentro não estou parado, acabo sempre por dançar, porque também me divirto com o que estou a fazer e no fundo faz parte da performance um DJ transmitir boa disposição para a pista de dança.

 

Como se mantém actualizado?

De muitas formas, através da rádio, da internet, com algumas saídas noturnas e através da partilha com outros amigos DJ.

 

Trabalha com clientes corporativos e com clientes particulares: no dance floor somos todos iguais ou o vibe da festa é muito diferente?

Normalmente uma festa de casamento tem uma vibe bem diferente da de um evento corporativo.

É uma festa de família e amigos em que se comemora um dia muito especial, por isso é normal que tenham uma atmosfera mais solta do que a de um evento corporativo.  Mas, é claro que tenho muitos eventos corporativos que são uma grande festa, super animada.

 

Rui Almeida - DJ para casamentos Rui Almeida - DJ para casamentos Rui Almeida - DJ para casamentos

O que faz uma grande noite (ou pista de dança)?

Um público divertido, noivos presentes na pista, uma boa sintonia entre o público e o DJ, e temos festa até de manhã.

 

Como cria uma playlist para os seus noivos? É tudo trabalho prévio ou há espaço de improviso? Um pesa mais do que outro?

Tento conhecer ao máximo o gosto musical dos noivos e o que eles pretendem para a festa do seu casamento, que muitas vezes é uma coisa bem diferente dos seus gostos musicais.

Gosto  também de perceber previamente como é composto o grupo de convidados e também o que estes apreciam.

O trabalho, obviamente só faz sentido em direto, a sentir constantemente a reacção da audiência, contudo, se for bem preparado é geralmente mais bem sucedido.

Sou também um pouco selectivo na gestão da minha agenda para assim ter tempo para preparar o trabalho.

Existe por isso trabalho prévio e espaço para improviso, porque o trabalho do DJ também é isso.

Gosto de agir por antecipação e não por reacção. Não espero que saiam pessoas da pista para mudar de género musical, mudo atenpadamente para as agradar constantemente, para as surpreender pela positiva e para lhes dar constantemente motivo para estarem presentes na pista de dança.

Como os noivos e os seus convidados não são todos iguais, não faria sentido ter uma playlist igual para todas as festas. Isso não resultaria. Existe, sim, uma identidade musical no meu trabalho e um fio condutor que tem como objectivo guiar a festa pela noite dentro, durante algumas horas, e onde deve haver  espaço para um repertório musical variado que agrade a todos os presentes.

Como tenho uma cultura musical abrangente, consigo fazê-lo com alguma facilidade. Este alinhamento musical tem também, obviamente, de ser um reflexo do gosto musical dos noivos ou do que estes pretendem que seja.

Um trabalho personalizado é a chave para o sucesso e é isso que gosto de proporcionar aos meus clientes.

 

Rui Almeida - DJ para casamentos Rui Almeida - DJ para casamentos Rui Almeida - DJ para casamentos

Se se casasse, com que música abria a pista?

Já me casei e como sou adepto de clássicos em momentos que queremos eternizar, foi com o Wonderful Tonight, num dueto do Ivan Lins com o Michael Bublé, que abrimos o baile.

 

Para fechar, qual é a música a que regressa sempre?

Confesso que não tenho uma música à qual regresso sempre, da mesma forma que não tenho uma música preferida. Ambas as coisas seriam muito redutoras e não fariam sentido entre tantas músicas que aprecio e que merecem lugar de destaque.

 

 

Contactem o Rui Almeida, através da sua ficha de fornecedor. Espreitem as galerias e entrem em contacto directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática do Rui Almeida.

 

 

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Susana Pinto

À conversa com: PortoFesta – animação de eventos

Hoje conversamos com a PortoFesta, uma conceituada empresa de animação de eventos que anda a fazer gente feliz desde 2007, segundo as palavras do DJ Tiago Baptista.

Falamos do seu percurso e do que faz uma bela pista de dança num evento – e as diferenças entre momentos de trabalho e momentos de lazer.

Juntam-se a nós?

Uma pessoa com experiência de leitura de pista num espaço nocturno tem muito mais bagagem para interpretar as reacções das pessoas, os seus gostos e para que direcção deve encaminhar o percurso musical da festa.

 

Conte-nos um bocadinho do seu percurso, até às pistas de dança: como é que isso aconteceu?

Comecei a pôr musica aos 13 anos de idade. Um amigo da família tinha uma empresa de som e luz e com ele comecei a desenvolver o gosto pela música e pela técnica. Na altura comprei uns giradiscos Technics Profissionais, que só algumas discotecas tinham, que eram para fazer as edições de audio para as passagens de modelos e esse foi o meu primeiro contacto com esta área, teria uns 12 anos. Entretanto comecei a pôr musica num bar que existia no Foco, no Porto, o Bib’ó Porto, e assim nunca mais parei, trabalhando em algumas das discotecas mais conceituadas do Norte incluíndo no percurso a gravação de um CD duplo que foi disco de prata juntamenten com dois conceituados DJ’s da nossa praça.

 

Animação noturna e casamentos – sendo a música um assunto transversal, esta é uma ligação natural e inevitável?

Pode não ser, mas considero que, obviamente, uma pessoa com experiência de leitura de pista num espaço nocturno tem muito mais bagagem para interpretar as reacções das pessoas, os seus gostos e para que direcção deve encaminhar o percurso musical da festa.

 

O que ouve quando não está a trabalhar? Separa lazer e profissão?

É quase impossível separar. Inevitavelmente, até quando estou numa esplanada, se ouço um tema que me agrada, adiciono ao arquivo. Tento ouvir um bocado de tudo, não tenho preconceitos musicais.

 

Gosta dançar ou prefere ouvir? Como se mantém actualizado?

Prefiro ouvir mas também gosto de dançar. Normalmente mantenho-me actualizado a partir da plataformas digitais.

 

Portofesta - DJ para casamentos Portofesta - DJ para casamentos Portofesta - DJ para casamentos

Trabalha com clientes corporativos e com clientes particulares: no dance floor somos todos iguais ou o vibe da festa é muito diferente?

O vibe da festa é diferente, algumas pessoas, em ambiente profissional e com colegas de trabalho, não se desinibem totalmente estão sempre condicionadas pelo que os outros possam pensar. Num ambiente familiar tudo é diferente.

 

O que faz uma grande noite (ou pista de dança)?

Em primeiro lugar a música, depois, no caso de um casamento, os convidados, e numa discoteca, os clientes.

 

Qual é o seu processo de trabalho, como acontece a ligação aos vossos clientes?

No caso da Portofesta, em que já estamos implantados no mercado há 12 anos, os pedidos surgem maioritariamente por “passa a palavra”, clientes satisfeitos que passam o nosso contacto a amigos. É claro que plataformas como o Simplesmente Branco nos ajudam a divulgar o nosso trabalho e aumentam a nossa visibilidade.

Normalmente, os noivos contactam-nos, expõe as suas necessidades e, em função das mesmas, apresentamos um orçamento.

Na fase seguinte marcamos uma reunião onde normalmente são discutidos todos os pormenores.

 

Portofesta - DJ para casamentos Portofesta - iluminação para casamento

Como cria a playlist para o seu cliente? É tudo trabalho prévio ou há espaço de improviso, um pesa mais do que outro?

Normalmente pedimos uma lista dos temas e bandas preferidas dos noivos, assim como alguns temas que os tenham marcado. Existe um trabalho prévio na preparação dos temas para os momentos especiais e da playlist para o baile, tentamos fazer a melhor junção possível de músicas que sabemos que à partida podem funcionar com aqueles sugeridos pelos noivos, juntando assim o útil ao agradável, criando um cocktail explosivo de diversão.

 

Se se casasse, com que música abria a pista?

Como elas é que mandam, deixava a noiva escolher!

 

Para fechar, qual é a música a que regressa sempre?

Dancing Queen, dos ABBA.

 

 

Contactem a Paula Gomes, da PortoFesta, através da sua ficha de fornecedor. Espreitem as galerias e entrem em contacto directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática da Paula Gomes.

 

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Susana Pinto

À conversa com: Rituais – animação, audiovisuais e produção de eventos

Hoje conversamos com o Luís Alves, da Rituais – animação, audiovisuais e produção e eventos.

Falamos sobre como ter uma bela e animada pista de dança que dá vida à vossa festa e sobre as diferenças entre os eventos profissionais e sociais – é sempre interessante!

Juntem-se a nós e descubram o trabalho deste fornecedor seleccionado Simplesmente Branco!

 

Rituais - animação para casamentos e DJ
Rituais - animação para casamentos e DJ
Rituais - animação para casamentos e DJ
Conte-nos um bocadinho do seu percurso, até às pistas de dança: como é que isso aconteceu?

O gosto pela música  já vem de raízes familiares.  O meu pai é saxofonista e, desde cedo, habituei-me a estar em palcos com ensaios, montagem de equipamentos de som, luz, instrumentos , convivendo com artistas e o mundo dos espectáculos.

Aos catorze anos o meu cunhado era DJ e comecei a aprender a trabalhar com ele com os pratos technics e cassetes. Aos dezasseis, iniciei a actividade como DJ em festas de escolas, passando pelas universidades e em bares e discotecas. Aos dezoito iniciei, paralelamente com os espaços onde trabalhava, o trabalho de DJ em casamentos.

Hoje em dia faço a gestão de vários DJ’s da Rituais para os nossos eventos e  pessoalmente alguns trabalhos em cocktailssunsets e festas da Rádio Remember.

 

Animação nocturna e casamentos –  sendo a música um assunto transversal, esta é uma ligação natural e inevitável?

O tipo de trabalho nocturno em discotecas é completamente diferente dos casamentos, normalmente está associado a um tipo de música e de público especifico.

Inevitavelmente a animação nocturna é uma boa escola para os DJ’s  fazerem a ponte para os casamentos, que na minha óptica são mais exigentes devido a trabalharmos com públicos completamente diferentes, quer na classe social, idade, gosto e disposição para dançar. Temos que ser mais flexíveis, ter um vasto conhecimento musical e disponibilidade física e mental para estarmos imensas horas a trabalhar.

 

O que ouve quando não está a trabalhar? Separa lazer e profissão?

Oiço um pouco de tudo, depende do espírito no momento, adoro música e tem que estar sempre presente, quer no escritório, carro ou em casa.  Soul, funk, soulful e deep house, passando pela música tradicional cubana, reggae e também na rádio online que temos  – Remember anos 70, 80 e 90’s os hits destas décadas.
Separo na medida em que quando estou a trabalhar estou concentrado no que estou a fazer, analisando a pista de dança e em lazer apenas quero relaxar com a música que passa na rádio ou no Spotify da Rituais.

 

Rituais - animação para casamentos e DJ Rituais - animação para casamentos e DJ Rituais - animação para casamentos e DJ

Gosta dançar ou prefere ouvir? Como se mantém actualizado?

Apesar de gostar de dançar, prefiro ouvir música.

Em diversos canais, como por exemplo rádio, charts internacionais,  internet em sites de compra de música, entre outros.

 

Trabalha com clientes corporativos e com clientes particulares: no dance floor somos todos iguais ou o vibe da festa é muito diferente?

A música quando devidamente tocada é bem recebida por todos os públicos, no entanto no universo corporativo é mais selectivo e discreto no início da pista de dança, mas rapidamente o público começa a  descontrair e ter a mesma vibe do cliente particular.

 

O que faz uma grande noite (ou pista de dança)?

Uma boa selecção musical e saber ler a pista de dança.

 

Qual é o seu processo de trabalho, como acontece a ligação aos vossos clientes?

Através da Rituais que promove o meu trabalho e que faz todo o processo comercial com os clientes.

 

Rituais - animação para casamentos e DJ Rituais - animação para casamentos e DJ Rituais - animação para casamentos e DJ

Como cria a playlist para o seu cliente? É tudo trabalho prévio ou há espaço de improviso, um pesa mais do que outro?

Há sempre um trabalho prévio preparando e adequando o estilo musical ao tipo de evento e cliente. No decorrer da festa também percebemos a vibe da pista de dança e improvisamos com alguns temas que nos vão pedindo.

 

Se se casasse, com que música abria a pista?

“September”, Earth, Wind & Fire

 

Para fechar, qual é a música a que regressa sempre?

Normalmente não repetimos músicas que já foram tocadas, só em situações especificas em que o cliente nos pede para o fazer.
Uma das músicas de eleição para repetir e apesar de oldie é  “Show me love”, de Robin S.

 

 

 

Contactem a Rituais através da sua ficha de fornecedor. Espreitem as galerias, feita de belas imagens e vídeos, e entrem em contacto directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática do Luís Alves.

 

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!