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Marta Ramos

Novidades felizes do Bouquet de Liz

Estamos quase a fechar para as nossas habituais férias de Agosto, mas ainda tenho tempo para vos contar que o Bouquet de Liz  tem novidades empolgantes. Conta-nos Maria do Rosário Pinho: «Na minha aldeia de Presa, no concelho de Mira, sempre existiu um armazém que eu nunca poderia imaginar que um dia viria a ser meu. Mas assim é! Escusado será dizer que este cantinho é o lugar mais bonito de Portugal, o que me deixa ainda mais feliz com esta nova fase.»

Trata-se, então, de um novo espaço Bouquet de Liz, situado no dito armazém, que está a ser recuperado para o efeito, estando prevista a inauguração para Setembro/Outubro. Para além dos materiais da empresa e da produção floral, este será também um tecto para partilha de ideias, organização de workshops e muita interacção com pessoas criativas e interessadas em ensinar e aprender.
Sendo numa aldeia, isso não faz deste espaço menos acessível: a região de Mira, no distrito de Coimbra, é muito bem servida de estradas, e Maria do Rosário Pinheiro tem recebido noivos de todo o país, que deixam invariavelmente um feedback muito positivo acerca do local e da sua tranquilidade: «Lembro-me sempre do poema do Alberto Caeiro quando entro e saio do trabalho. E foi isso também que me incentivou a assumir este espaço também para o atendimento aos clientes e não só para armazém.»

«Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do Universo…
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer,
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura…»

Ficam já prometidos mais pormenores para a rentrée!

 

Decoração de casamento por Bouquet de Liz Decoração de casamento por Bouquet de Liz Decoração de casamento por Bouquet de LizDecoração de casamento por Bouquet de Liz Decoração de casamento por Bouquet de Liz

Vejam mais trabalhos com este toque apaixonado e elegante da Bouquet de Liz nos artigos que já lhes dedicámos; e consultem a ficha de fornecedor para verem imagens bonitas e recolherem todas as coordenadas de que necessitam para entrar em contacto com a Maria do Rosário e lhe pedir que traduza o vosso sonho em flores.

Marta Ramos

Conhecem a Ema Mota Ramos e o seu Jardin d’Époque?

«Gosto de definir o Jardin d’ Époque como um projecto descomprometido com as regras sedimentadas no mundo da arte floral e extremamente focado nas particularidades daqueles que me procuram e que confiam no meu trabalho.»  As flores sempre fizeram parte do imaginário de Ema Mota Ramos, que regressou ao Porto após anos de intensa vida académica e profissional pela Europa central, cheia de saudades do mar e com vontade de abraçar um ritmo de vida mais pausado «e de respirar coisas bonitas a cada inspiração.» O Jardin d’ Époque é o jardim sazonal onde Ema trabalha diariamente para levar a toda a gente momentos e recordações floridas – desde o mimo pontual que alegra o dia e a casa, aos projectos mais ambiciosos que decoram os dias e as cerimónias especiais, como o vosso casamento.

 

«Quando caminhava pelo campo com a minha mãe, colhíamos pequenas flores amarelas que depois, com agulha e linha, transformávamos em coroas, colares e pulseiras. Foi também com ela que aprendi a construir flores de papel, dálias e ervilhas de cheiro, com as quais eram forradas as estruturas que decoravam as festas populares e religiosas da aldeia. Mas foi quando me mudei para França que redescobri a sua importância. A aculturação perante a prática semanal de compra de flores, como o que acontece com as frutas e os vegetais, foi imediata. E perante a imagem constante de bouquets, descomprometidamente envolvidos em papel kraft que depois são moldados por quem os leva para casa, quis aprender mais sobre elas… Sobre o seu ciclo de vida, a sua sazonalidade e as formas como podem ser manipuladas e moldadas para nos abraçarem a alma e o coração! Com o meu regresso a Portugal, achei que estava na hora de deitar as mãos à obra e construir um projecto profissional que me enchesse as medidas. Que aliasse a minha formação académica nas áreas da arquitectura e do design aos sonhos e aos sorrisos que o florescer de uma flor provoca. O Jardin d’ Époque é esse mimo, que começa agora a criar raízes e a florescer devagarinho… pensado de forma sustentada mas também muito ambiciosa.»

Acredito que são os pormenores que contam as estórias mais bonitas e que produzem memórias inesquecíveis… E por isso, orgulho-me muito de que o Jardin d’ Époque seja um projecto em que o mote são os pormenores, a proximidade e cumplicidade que pensá-los permite na relação com os meus clientes.

Vejam a Ema em acção, aqui fotografada por Inga Freitas a preparar o cenário de um casamento sumptuoso no Palácio do Freixo.

 

Leiam também a entrevista que a Ema deu à Susana e consultem a ficha de fornecedor seleccionado do Jardin d’Époque, onde encontrarão mais informação e uma bonita selecção de imagens. E, para saberem mais sobre aquilo que a Ema pode fazer pelo vosso dia feliz, contactem-na através do nosso formulário e deixem a magia acontecer.

Marta Ramos

As flores do Verão, por KCKliKO

Têm nome de papoila (do francês, coquelicot), o que sugere de imediato um misto de delicadeza e força, de natureza selvagem com sofisticação. É uma boa forma de descrever o trabalho da Albane e do Luís, o casal KCKliKO. Inspirados pelas estações do ano, concebem ramos de flores espontâneos e bravios, com ênfase em espécies singulares, valorizando os recursos naturais e locais. Respeitam sempre a sazonalidade das plantas. Gostam de misturar flores grandes com outras mais pequenas, flores de cultivo e silvestres, tanto abertas como em botão e por vezes carregadas das suas sementes, permitindo ao ramo continuar a evoluir. As sementes e algumas das plantas que usam podem ser semeadas ou plantadas mais tarde.
Em dia de Santo António, quando já sentimos o Verão ali mesmo ao virar da esquina, fomos saber junto da Albane quais são as flores que exibem o seu melhor na altura mais quente do ano:
«Sob o sol do Verão, no meio do zumbido dos insectos, ouve-se estalar o fruto do rícino, planta mágica, que liberta uma semente marmoreada. A scabiosa e o gerânio de jardim, quase pretos, casam-se lindamente com as hortênsias lilases ou azuis. A sinuosa madressilva parece dançar. Os românticos lisianthus com filas de pétalas infinitas e a sua paleta de cores muito variada juntam-se à neblina branca da flor de ammi majus e à amarela do funcho… As formas redondas da folha acinzentada do eucalipto, da folha verde tenro da olaia, da moeda-do-papa fresca ou do dente-de-leão ainda por soprar unem-se com harmonia ao rícino de folhas dentadas vermelhas ou verdes.»

 

Ramo de verão, por KCKLIKO

Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado da KCKliKO para ficarem a conhecer melhor a Albane, o Luís e o seu trabalho. E falem com eles, aconselhem-se acerca das melhores flores para usar na época do vosso casamento.
Acompanhem também os artigos que vamos publicando acerca do trabalho magnífico da KCKliKO.

Marta Ramos

Ana, Emanuel e A Pajarita: um casamento feliz

Hoje damos a palavra à Ana, que casou com o Emanuel em Outubro de 2018, e que encontrou no trabalho da Alexandra Barbosa — A Pajarita — a expressão exacta de todas as emoções que sentiu, que sentiram ambos, nessa fase bonita das suas vidas:

«Sempre sonhei, como qualquer mulher, casar. O Emanuel, nos seis anos de namoro, nunca me falou no casamento, sendo que eu sabia que algum dia iria chegar o anel. E chegou, no dia do meu aniversário. Nervoso, com o anel no bolso, o Emanuel soltou uma frase no fim do almoço que até hoje creio ser a coisa mais bonita que ouvi dele: “Queres ser a mãe dos meus filhos?”

Mais do que afirmar junto de quem mais gostamos o compromisso de nos amarmos e respeitarmos para o resto da vida, acho que o casamento teve um significado particular para nós. Sempre quisemos juntar numa sala todos aqueles que eram a nossa “família”. E assim foi, juntámos cerca de 168 pessoas numa sala para comemorar o que temos de melhor, a “família” e o AMOR que sentimos uns pelos outros.»

Encontrei por acaso a página d’ A Pajarita e senti que era mesmo o estilo que me cativava, simples, requintado e subtil. Para além do bom trabalho que é desempenhado, a querida Alexandra é uma pessoa fácil de se gostar.

«Imaginámos de imediato como seria o convite. Leve, claro e com um toque especial. E aí estava, o convite que idealizei e de que tanto gostamos, com um “esfumado” que revela a magia que este sonho representava para nós. De imediato percebi que teria que ser a Alexandra a encarregar-se também das flores. Confiei cegamente no seu trabalho, e hoje acho que foi o bouquet perfeito para mim. Desde o bouquet aos arranjos florais da igreja, senti que tudo tinha um “cunho” especial, cheio de carinho e dedicação, o que me fez sentir um bem-estar no dia mais especial da minha vida.»

Vamos ver o resultado final? As fotos são assinadas por Love and Thanks.

 

«Depois do “sim”, ali estávamos nós, casados e prontos para celebrar. O sonho tornou-se real e todos os de quem mais gostávamos estavam ali sentados, numa sala. Ficou na memória o rosto de cada convidado que transbordava felicidade e carinho por nós. Ficam as memórias, as fotografias e a alegria de ter feito o casamento dos meus sonhos e com as pessoas que hoje são a nossa FAMÍLIA. Obrigada!»

Todo o estacionário (convites, menus, etiquetas para as canecas do seating plan, cones), o porta-alianças, as flores e o bouquet têm assinatura A Pajarita . A fotografia e o vídeo ficaram a cargo de Love and Thanks. O espaço do casamento foi a Quinta Cristalina e a noiva vestia Pronovias, enquanto que o noivo vestia Prassa.

Não deixem de ler todos os artigos que já publicámos sobre o trabalho d’A Pajarita. E falem com a Alexandra sobre o tipo de casamento que imaginam; ela terá muito gosto em inspirar-se nos vossos desejos para dar asas à criatividade.

Marta Ramos

Primavera, por Jardin d’Époque

Nas vésperas da chegada oficial da Primavera, a Quinta Casa Grande acolheu um Open Day que contou com a colaboração de alguns fornecedores seleccionados Simplesmente Branco. Como o Jardin d’ Époque, cuja participação vimos hoje mostrar-vos. «Desta vez», conta-nos Ema Ramos, «para além das flores, pensámos todo o styling da mesa de jantar que apresentámos.»

A Primavera deu-nos o mote, com as pequenas flores de pessegueiro que espreitam pelos quintais. A elas, juntámos flores mais nobres, sempre num registo ‘despenteado’, orgânico e, acima de tudo, intuitivo. Foi um processo mesmo muito especial, porque trabalhámos com tudo aquilo de que gostamos e demos forma a uma composição que espelha a nossa linguagem e a nossa identidade.

Ema convidou a Oceânica Photography para registar o processo e o resultado do projecto que pensou para aquele dia. Acontece que, no dia seguinte, ainda sob o efeito da magia das rosas café au lait, foram procurar antigos lavadouros comunitários na zona rural de Vila Nova de Gaia para experimentar novas composições e cenários alternativos: «Estes momentos de criação e experimentação alimentam-nos a alma e dão-nos um novo fôlego para nos superarmos.»
Fiquem então na companhia das bonitas imagens da Oceânica Photography, que nos guia ao longo da criação do Jardin d’Époque para o evento da Quinta Casa Grande, terminando com uma espreitadela às experiências criativas do dia seguinte. Uma boa escapadinha para a hora de almoço deste dia cinzento!

 

Flores Jardin d'Époque - Fotos Oceanica Photography Flores Jardin d'Époque - Fotos Oceanica Photography Flores Jardin d'Époque - Fotos Oceanica Photography Flores Jardin d'Époque - Fotos Oceanica Photography Flores Jardin d'Époque - Fotos Oceanica Photography Flores Jardin d'Époque - Fotos Oceanica Photography Flores Jardin d'Époque - Fotos Oceanica Photography Flores Jardin d'Époque - Fotos Oceanica Photography Flores Jardin d'Époque - Fotos Oceanica Photography Flores Jardin d'Époque - Fotos Oceanica PhotographyFlores Jardin d'Époque - Fotos Oceanica Photography Flores Jardin d'Époque - Fotos Oceanica Photography

Os contactos detalhados da Jardin D’ Époque estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, vejam as imagens bonitas e contactem directamente a Ema Ramos através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.
E acompanhem todos os nossos artigos acerca do seu trabalho, sempre delicado e encantador.

Marta Ramos

As flores da Primavera, por KCKliKO

Têm nome de papoila (do francês, coquelicot), o que sugere de imediato um misto de delicadeza e força, de natureza selvagem com sofisticação. É uma boa forma de descrever o trabalho da Albane e do Luís, o casal KCKliKO. Inspirados pelas estações do ano, concebem ramos de flores espontâneos e bravios, com ênfase em espécies singulares, valorizando os recursos naturais e locais. Respeitam sempre a sazonalidade das plantas. Gostam de misturar flores grandes com outras mais pequenas, flores de cultivo e silvestres, tanto abertas como em botão e por vezes carregadas das suas sementes, permitindo ao ramo continuar a evoluir. As sementes e algumas das plantas que usam podem ser semeadas ou plantadas mais tarde.
Agora que damos as boas-vindas à Primavera, fomos saber quais são as flores desta primeira estação do ano:
«A Primavera, com a sua exuberância de flores, traz cores e perfumes que nos enchem de alegria. A papoila, de aparência frágil que perde rapidamente as suas pétalas se a colhermos, regala os olhos salpicando do seu carmim os campos!As ervilhas-de-cheiro violáceas, as papoilas-da-califórnia laranjas, o jasmim e os trevos, tal como as anémonas, as frésias e os ranúnculos multicores misturam-se com os milhares de pequenos detalhes verdes das gramíneas. A dramática e fascinante nigella também faz parte da paisagem desta estação. As esplêndidas peónias despertam só durante um mês debaixo de uma chuva de pétalas de rosas cor-de-rosa.»
Inspirem-se nas bonitas fotografias de arranjos KCKliKO.

 

Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado da KCKliKO para ficarem a conhecer melhor a Albane, o Luís e o seu trabalho. E falem com eles, aconselhem-se acerca das melhores flores para usar na época do vosso casamento.
Acompanhem também os artigos que vamos publicando acerca do trabalho magnífico da KCKliKO.

Marta Ramos

As cores do entardecer, por A Pajarita

No passado fim-de-semana, Alexandra Barbosa levou A Pajarita a um evento de apresentação de serviços para casamentos em Lousada e, para nossa sorte, os fotógrafos da Lovati Photography registaram minuciosamente a sua presença.

Esta foi a minha proposta, longe do Pantone do ano: cores mais escuras e fortes, típicas de um entardecer, e papéis manuais, tinta-da-china e aguarela. O papel de inspiração foi um floral pictórico que recorda uma bela natureza morta a óleo. A decoração floral, pitoresca, prima pelas texturas.

Pajarita é uma palavra espanhola que define origami em forma de pequeno pássaro, gravata borboleta ou a planta Linaria Vulgaris. Uma palavra tão versátil como a equipa d’A Pajarita, composta por diversas mãos talentosas que ajudam Alexandra Barbosa, a directora criativa, a criar o estacionário, a decoração e todos os outros detalhes para o vosso dia.
A Alexandra é formada em Arte e fascinada pela perfeição, e começa sempre todos os seus projectos do zero, longe da estandardização e à imagem de quem comemora o que de mais belo a vida tem.
Vamos ver as imagens desta proposta quente e texturada da Alexandra?

Não deixem de ler todos os artigos que já publicámos sobre o trabalho d’A Pajarita: para além de haver muita coisa bonita de se ver, há também bons conselhos e reflexões importantes: «Eu tenho alguns problemas com o desperdício, evito-o tanto a nível pessoal como profissional, por isso, tenho sempre especial atenção à gestão dos materiais e à qualidade dos mesmos. No estacionário, só usamos papeis livres de ácidos e gerimos a produção de modo a minimizar ao máximo o desperdício de papel, aconselhando sempre medidas que optimizam a área de impressão.»
E falem com a Alexandra sobre o tipo de casamento que imaginam: a equipa d’ A Pajarita terá muito gosto em inspirar-se nos vossos desejos para dar asas à criatividade.