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Susana Pinto

Dicas para casar: escolher as músicas para o casamento

Nas dicas para casar de hoje, vamos falar sobre as escolhas musicais para o casamento, e connosco temos a Your Jukebox.

 

A música é um dos principais ingredientes de uma boa festa e a banda sonora do mais bonito dos dias, dos seus vários momentos que marcam o compasso da história e que culmina com a grande festa, é um assunto que merece muito a vossa atenção.

O dia terá vários momentos distintos, com mais ou menos formalidade, com mais ou menos emoção, com mais ou menos intensidade, e todos eles são uma componente da narrativa, escalando a emoção até ao sim, e, depois, navegando o mood até ao nascer do sol, em caso de festa rija.

 

E se é um factor tão importante, para a fruição e memória do dia, vamos tratá-lo com o relevo que merece. Já sabem que os bons profissionais de animação para casamentos têm a agenda bastante carregada, por isso vão querer começar a contactar os candidatos com antecedência e há aqui muito trabalho a fazer em conjunto, que se vai definindo com a aproximação da data e é necessário respiro para construir o melhor plano.

 

DJ a pôr música em casamento e convidados a dançar Jukebox - DJ para casamento

E começar por onde? Pela pesquisa, aconselha a Jukebox:

«Antes de dirigirem um pedido de informação aos profissionais que estão a considerar, façam uma pesquisa sobre os mesmos. Ao fazer a abordagem, demonstrem algum conhecimento e refiram precisamente quais foram os aspectos que despertaram o vosso interesse neste ou naquele projecto. Comuniquem de forma clara e objectiva quais são as vossas expectativas em relação à colaboração dos profissionais em questão na vossa festa.»

 

Estamos a falar de uma actividade complexa e específica, rodeada de termos técnicos e de nuances – como os horários de participação dos profissionais numa festa, o tipo de equipamentos que têm disponíveis, o grau de alinhamento prévio da prestação do serviço versus os pedidos de última hora. A primeira coisa a fazer será, então, pesquisar, conhecer os diversos tipos de serviços existentes e dominar algum do vocabulário associado.

E a segunda? Definir exactamente aquilo que vocês querem. Um coro clássico na igreja, o trio de jazz a receber os convidados na festa, uma pista de dança a ferver pela noite dentro? E a abertura da pista? E o corte do bolo? Desenhem cada momento e visualizem (ou, melhor, ouçam com atenção) a música que os acompanhará na perfeição.

 

Repetimos os nossos conselhos habituais: seleccionar, cinco fornecedores, contactar três. Não adianta nada enviar e-mails impessoais a vinte fornecedores, porque nem eles serão capazes de vos responder com rigor sem informações detalhadas, nem vocês poderão avaliar o grau de adaptabilidade, de sintonia e de empenho do lado de lá.

Nesta comunicação, incluam sempre a data, o local previsto, o número aproximado de pessoas e algum detalhe sobre o que têm em mente. Não descurem a marcação de uma reunião à posteriori:

«Tendo em conta que haverá certamente muito vocabulário técnico nas trocas de impressões, uma boa solução pode passar por solicitar o agendamento de uma reunião e pedir ao profissional que explique, em linguagem comum, o que representam todos os aspectos da prestação de serviços.»

 

Partindo da ideia inicial que têm para o vosso dia, sentem-se à conversa: nesta troca de ideias, haverá espaço para o conhecimento profissional ser bom conselheiros e os gostos pessoais e sonhos comandarem a direcção. Deste encontro de vontades e competências, vai sair a banda sonora do vosso dia.

 

Jukebox - DJ para casamento Jukebox - DJ para casamento

Jukebox - DJ para casamento

Uma das variáveis que encontrarão neste tipo de serviços é a do horário de presença dos profissionais na festa. Isto é importante?

Para a Jukebox, sim: «Em Portugal, dependendo de uma série de factores, um casamento terá cerca de 12 horas de período útil, ou seja, 12 horas de aproveitamento real pelos anfitriões e convidados. Tendo isto em mente, faz sentido estabelecer os períodos de participação e as fases em que se inserem os diferentes fornecedores, acautelando os tempos de cada um. E o facto de se ter um período acordado com um limite previamente definido pode até potencializar o melhor aproveitamento desse serviço, saindo assim valorizada a prestação dos vossos fornecedores e, em última análise, a vossa festa.»

 

Faz sentido, de facto. Estamos a falar de pessoas, logo, de recursos de energia limitados. Não adiantará grande coisa contratarem um serviço sem limite de horas se depois os profissionais estiverem exaustos e se tornarem mecanizados ou repetitivos.  Ou de contratarem 12 horas de festa, quando nem vocês nem os vossos convidados não são party animals, e sairão após o jantar.

Planeiem o vosso dia tal como querem que aconteça e de acordo com a vossa natureza (e das vossas pessoas), pensem nos vários momentos que querem assinalar, da entrada da noiva, passando pela cerimónia, o cocktail, o corte do bolo do noivos e culminando com a abertura da pista, articulem com o espaço a questão dos horários e apresentem essa informação devidamente organizada aos profissionais de animação com que forem reunir.

Não se esqueçam de incluir as vossas preferências musicais e a caracterização do conjunto dos vossos convidados. Quanto mais informação transmitirem aos profissionais, melhor eles poderão ajustar o seu alinhamento ao perfil da festa que vocês desejam.

 

Este esforço de planeamento é recompensado com tranquilidade, no dia do casamento. Quanto mais detalhado for o trabalho prévio, quanto mais sintonizados estiverem os animadores com as vossas expectativas, mais se poderão libertar de preocupações no grande dia e serem simplesmente os anfitriões simpáticos e felizes.

Preparem com esmero a primeira dança, dando o devido relevo ao momento – seja qual for o vosso gosto musical! Façam-se anunciar e ao fim de alguns momentos, chamem os convidados à pista, envolvam-nos de forma feliz e divertida. Que tal combinar com o DJ uma música para os pais, outra para os padrinhos e ainda para os amigos? Façam as devidas introduções e convites para dançar e apresentem-nos com umas palavrinhas simpáticas.

Aqui, estamos a falar já de outra camada de detalhes, os mais especiais e queridos. Depois de contratado o vosso profissional de eleição e de definidas as guidelines para a animação musical de todo o dia, que tal surpreender a cara-metade com aquela canção? Ou surpreender os vossos pais, convidando-os para dançar ao som da música ‘deles’…  Ou aquela música das grandes noites de verão nas discotecas, que os vossos amigos vão reconhecer imediatamente?

 

Planeiem, planeiem, planeiem – improvisos de última hora e interrupções do alinhamento dos profissionais não são boa ideia para ninguém. Mas, com tudo devidamente arrumado com antecedência, o céu é o limite! E uma grande festa criará grandes memórias!

Ainda se lembram do primeiro passo? Pesquisar: e é aqui que devem começar.

 

Sobram dúvidas? Falem connosco! E não deixem de acompanhar todas as dicas para casar que vamos publicando, sempre à segunda-feira, que vos ajudarão a trilhar este caminho até ao mais bonito dos dias, de forma sabedora e tranquila!

 

 

Susana Pinto

Casamento no Castelo de Marvão: Rita + Martim, um dia épico!

Hoje partilhamos convosco um casamento no Castelo de Marvão, no coração do Alto Alentejo: é o mais bonito dos dias da Rita + Martim.

A ajudá-los a por de pé este dia épico, estiveram os fornecedores seleccionados cá de casa, Hugo Coelho Fotografia, Every Heart e Jukebox. Na logística de montar uma festa fantástica num castelo no topo do monte e servir um belo jantar, esteve a Imppacto.

O vestido da Rita, feito à sua imagem, saiu das mãos da Madalena Braga, da Mad Bridal, e os sapatos de noiva são de uma das nossas marcas favoritas: Flor de Asoka.

 

Que aventura esta, feita de vontade, persistência e confiança na equipa escolhida! Deliciem-se com o que nos contam os noivos e com o bonito vídeo da Every Heart. É disto que se faz o mais bonito dos dias!

O pico sentimental do dia foi o momento da cerimónia mesmo! Chegar e ver todas as pessoas de quem gostamos juntas pelas primeira vez… É qualquer coisa de surreal!

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

Na verdade, já tínhamos decidido onde queríamos casar, era no L’AND VINEYARDS. Tivemos lá o casamento de uns amigos e adorámos o espaço. Gostámos também muito da ideia de ser um espaço com alojamento para podermos estar com as pessoas mais tempo e transformar o dia do casamento num fim de semana de casamento. Aconteceu que o valor do espaço tinha duplicado de um ano para o outro e, para além disso, tinham alguns condicionantes novos que não nos agradaram. Depois deste “balde de água fria” inicial, começamos a ver outros espaços e nunca imaginámos que o local escolhido acabasse por ser o Castelo de Marvão, que descobrimos 4 meses depois.

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?

Eu estava sempre a brincar, a dizer que já tinha tudo pensado, que no dia que fosse pedida, era só reservar e adjudicar fornecedores… Na realidade não foi nada assim! A única coisa que foi fácil foi o vestido. A única estilista que consultei foi a Madalena e ela soube exactamente aquilo que eu queria! Também já tinha ideia de quem queria para fotógrafo… e felizmente o Hugo Coelho tinha disponibilidade para o nosso dia. Foram os fornecedores que fechámos mais cedo. Tudo o resto demorou muito… O facto de ser no Castelo de Marvão dificultou bastante as coisas, a logística era muito complicada, não havia electricidade nem acesso automóvel ao espaço. Vários fornecedores recusaram fazer o nosso casamento por estes motivos. Foram precisas muitas visitas ao espaço, muitas reuniões com a câmara municipal, com organizadores e fornecedores até sentirmos que ia acontecer. Mesmo assim até ao final havia receio de que algo não corresse tão bem, que chovesse ou fizesse frio…

 

 

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?

Acho que só na semana do casamento é que caímos na realidade de que ia mesmo acontecer! Até lá parecia sempre distante e não sabíamos se íamos conseguir ter tudo! Com as dificuldades todas de logística, até à última da hora estávamos basicamente em pânico! Só quando lá chegámos e começámos a ver as coisas montadas é que sentimos que ia ser possível e que era mesmo aquilo que tínhamos idealizado.

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?

Bom, como o espaço mudou, acho que o conceito do casamento teve de mudar um pouco. A partir do momento em que o espaço ficou decidido acho que o resultado acabou por ser fiel ao que tínhamos pensado. Conseguimos separar a cerimónia, o cocktail e o jantar em três áreas diferentes do castelo, fazer o corte do bolo (folhado de camarão) no início do cocktail, ter um momento musical durante o jantar e conseguimos ainda encontrar quem nos montasse uma tenda! Tudo o resto, como flores, decoração e mobiliário foi selecionado com a Imppacto e acabou por ir mais ou menos ao encontro do que tínhamos idealizado. O nosso padrinho António ajudou muito e foi absolutamente essencial em todo o processo, com apoio moral mas também de logística! Foi connosco ao espaço e a várias visitas e reuniões! Sem ele não sei se teríamos conseguido.

 

O que era fundamental para vocês? E sem importância?

O que era fundamental para nós e que felizmente conseguimos, era que as pessoas estivessem bem, felizes e confortáveis. Tínhamos muitas preocupações com as pessoas mais velhas (por causa dos acessos), com as grávidas (porque as casas de banho não eram assim tão próximas do espaço de jantar) e com as crianças (por causa das muralhas). Estas preocupações foram motivo de stress durante todos os meses de organização! Para além disso havia a questão do tempo… Marvão é a quase mil metros de altitude, é geralmente frio e ventoso! Contratámos aquecedores e a tenda e comprámos mantas, mas felizmente estava uma noite espectactular!

Acho que não havia nada sem importância… O Martim não ligou muito às flores, mas para mim era um aspecto muito importante também!

 

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

Durante o processo de organização, o mais fácil para nós foi convidar e organizar as pessoas. Não tínhamos dúvidas neste aspecto e não precisámos nem tivemos de cortar ninguém. O mais complicado foi toda a logística extra a que o espaço obrigou (nomeadamente colocar um gerador fora da vila, com cabos pela montanha!).

No próprio dia, havia muito nervosismo antes da cerimónia, mas depois fomos ficando mais calmos. No entanto, acho que só relaxámos totalmente depois da dança e abertura da pista.

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

O pico sentimental do dia foi o momento da cerimónia mesmo! Chegar e ver todas as pessoas de quem gostamos juntas pelas primeira vez… É qualquer coisa de surreal!

 

E o pico de diversão?

Provavelmente a dança e toda a festa depois! Ensaiámos muito a dança, mas era complicada, sobretudo para nós que temos pouco jeito. Para além disso era bastante contemporânea e tinha movimentos que ficam super bem no “So You Think You Can Dance” mas que em nós podiam ficar só ridículos! Estavamos muito nervosos e acho que errámos muitos passos mas foi muito divertido! Na última parte da música os convidados juntaram-se na pista de dança!

 

Um pormenor especial…

Houve um pormenor que acho que todas as pessoas gostaram muito. Nós queríamos fazer umas ofertas personalizadas e não sabíamos bem o quê. Tudo nos parecia caro e sem grande piada! Às tantas tivemos a ideia de conjugar as ofertas com as mensagens de agradecimento e acabámos por pedir a um padrinho com muito jeito para o desenho que fizesse o retrato de cada um dos convidados! Colámos em cartão rígido, encaixado em bases de troncos de madeira (apanhados e cortados por nós) e atrás escrevemos uma mensagem de agradecimento personalizada para cada convidado. Cada retrato estava colocado no lugar onde cada pessoa se deveria sentar! Com cerca de 160 convidados, o efeito era muito giro!

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?

Adorámos cada momento! Gostávamos de ter tido mais tempo para falar com toda a gente, mas acho que é sempre assim…

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…

Hmmm… Eu gostava de dizer que não vale a pena stressar nem discutir, nem ter crises de nervos por causa da organização do casamento, mas sinceramente acho que é inevitável e faz parte do processo. Acho que o melhor conselho que me deram a mim foi organizar tudo com a maior antecedência possível! Em relação ao dia, acho que o mais importante é aproveitar ao máximo e esquecer qualquer preocupação, qualquer falha ou qualquer pormenor que não está perfeito!

 

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e materiais gráficos: feitos pela noiva;

espaço: Castelo de Marvão;

catering e bolo dos noivos: Imppacto;

fato do noivo e acessórios: Tom Ford;

vestido de noiva e sapatos: vestido Madbridal e sapatos Flor de Asoka;

maquilhagem de noiva e penteado: Ivan Moraes;

bouquet de noiva: Lizgarden;

decoração: Imppacto e Lizgarden;

fotografia: Hugo Coelho Fotografia;

vídeo: Every Heart;

luzes: Magic Hand Iluminação;

som e Dj: Jukebox.

Susana Pinto

Casamento na Torre de Palma: Maria + Pascal, no coração do Alentejo

Quem adora casamentos no coração do Alentejo?

Eu, certamente, e também a Maria + Pascal, que escolheram o Torre de Palma Wine Hotel para celebrar o seu casamento, rodeados de família e amigos vindos de todo o mundo.

 

Fãs de vinho e do Alentejo, procuraram um espaço que pudesse acomodar tudo e todos com conforto, o que é essencial numa festa com convidados que vêm de longe. Estas horas a mais que são passadas na companhia das nossas pessoas, de forma descontraída e brincalhona – como sempre acontece num destination wedding-, têm um efeito imediato na energia da festa e isso é sempre bonito de se ver.

 

Com a Maria + Pascal, estiveram os nossos fornecedores seleccionados Every Heart, no vídeo, Amor e Lima, nos convites de casamento e estacionário, e Jukebox, com a sua habitual pista de dança animadíssima.

Viva o sol e as noites estreladas do Alentejo!

 

 

 

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

Não tínhamos uma ideia pré-definida. Apesar de já termos falado algumas vezes de como seria o nosso casamento, nunca tínhamos sido muito específicos. O mais importante para nós era termos um sítio incrível, que nos representasse (no nosso caso, adoramos vinho e o Alentejo), e que fosse um hotel em que os nossos convidados, que vieram do estrangeiro, pudessem ficar.

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?

Não sei se alguém estará realmente preparado para organizar um casamento, mas acho que para nós não foi um processo muito stressante. Fomos muito organizados, marcámos imensas viagens a Portugal para tratar de todos os pormenores e, acima de tudo, fomos flexíveis um com o outro e tentámos sempre distinguir o que é realmente importante do que é acessório.

 

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?

Tivemos esse momento várias vezes ao longo da organização! Quando vimos o hotel Torre de Palma, quando vimos a proposta da decoração das mesas, as ofertas dos convidados finalizadas… mas talvez o momento em que sentidos mais «é mesmo isto» foi quando os RSVPs começaram a chegar. Nós já vivemos em imensos sítios e saber que os nossos amigos, por exemplo, de Hong Kong, vinham a Portugal só para estar connosco no nosso dia foi um sentimento mesmo especial, e que nos fez sentir que todo o trabalho estava a valer a pena!

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?

Eu acho que o resultado foi melhor do que alguma vez esperávamos! Tivemos alguma ajuda das nossas famílias e dos nossos amigos, mas sinto que a organização do casamento acabou por ser um processo muito nosso, em que  o mais importante para nós era que o casamento fosse um reflexo de quem somos.

 

O que era fundamental para vocês? E sem importância?

O mais fundamental para nós era que a experiência para os nossos convidados fosse a mais cómoda possível. Como já referi acima, metade dos nossos convidados vieram do estrangeiro, e era muito importante para nós garantir que logo que aterrassem em Portugal nós trataríamos do resto. Sem importância para nós talvez os convites de casamento, foi algo que não tivemos em papel – decidimos fazer tudo online, e através do nosso site.

 

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

O mais fácil foi escolher os nossos fornecedores. Tivemos imensas recomendações de amigos, ou trabalhámos com fornecedores que já conhecíamos de casamentos onde tínhamos estado, por isso confiámos sempre totalmente em quem escolhemos. O mais difícil foi o organização de toda a logística dos convidados. Por exemplo, no dia do casamento tínhamos vários mini-bus a irem levar os convidados aos seus hotéis onde estavam a ficar de hora a hora, em várias direcções.

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

Acho que existiram dois. Logo a seguir ao pequeno almoço, quando nos despedimos um do outro e sabíamos que só nos iríamos voltar a ver na igreja. E durante a cerimónia religiosa, na altura do consentimento.

 

E o pico de diversão?

Quando fizemos a entrada para o jantar com uma música super animada!

 

Um pormenor especial…

Tudo no nosso casamento representou de onde vimos, e onde já vivemos. As nossas mesas tinham o nome dos nossos restaurantes preferidos das cidades onde vivemos, o “cheirinho” dos cafés que servimos trouxemos da Áustria, e todos os menus e missais estavam em Português e Alemão.

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?

Talvez a única coisa que mudava era ter tido mais algumas mantinhas para durante o jantar. Apesar do casamento ter sido do Alentejo em Julho, durante a noite esteve algum vento e, tendo em conta que o nosso jantar foi ao ar livre, alguns convidados ficaram com frio e nós já não tínhamos mantinhas suficientes.

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…

Tentem fazer com que o casamento seja uma representação de quem vocês são. Ter detalhes no vosso casamento que os convidados  e a vossa família reconhecem como vossos e depois vos dizem “Ah, não acredito que se lembraram disto!” é a melhor sensação do mundo!

 

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e materiais gráficos: Amor e Lima;

espaço de casamento, catering, decoração e bouquet de noiva: Torre de Palma Wine Hotel;

bolo: Berner Mandelbärli;

fato do noivo e acessórios: Boggi Milano, Le Majordome;

vestido de noiva e sapatos: vestido  de noiva Pureza Mello Breyner, sapatos Stuart Weitzman;

maquilhagem: Miguel Stapleton;

cabelos: Maria Estevão;

ofertas aos convidados: Value Ceramic;

fotografia: Storypics;

vídeo: Every Heart;

luzes, som e Dj: Jukebox.

 

Não deixem de espreitar os últimos casamentos filmados pelo Every Heart e as cerimónias bonitas com dedo da Amor e Lima. Se gostam do seu trabalho, contactem-nos através da sua ficha de fornecedor seleccionado!

Susana Pinto

Casamento no Rio do Prado: Pippa + Josep

É com um animadíssimo casamento no Rio do Prado que fechamos esta semana em que o Outono se instalou.

É o mais bonito dos dias da Pippa + Josep, Portugal e Espanha de mãos dadas, captado por Little Joy e com animada pista de dança a cargo da Jukebox, ambos fornecedores seleccionados Simplesmente Branco.

Estes noivos queriam um dia solto, sem formalismos, muito emotivo e simbólico – conseguiram-no, encontrando o espaço certo, em redor do qual tudo o resto se foi encaixando na perfeição.

Vamos a isto? tenham um óptimo fim-de-semana!

 

Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

Acho que o imaginámos como foi, mas não tão tão bom, foi ainda melhor! Rodeado das pessoas que amamos, muito descontraído, bonito, sincero, muito autêntico e natural, com toda a gente na mesma onda, a divertir-se, sem formalismos nem momentos de “tem de ser”. Tudo completamente à vontade, e todos a desfrutarem de momentos óptimos.

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?

Mais ou menos. Como a noiva não queria nada parecido com o típico casamento, os nervos foram alguns, mas trabalhámos com os parceiros certos que nos ajudaram muitíssimo ao longo dos preparativos.

 

Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?

Encontrar o sítio ideal que fosse a nossa cara, para organizar a festa, já foi um primeiro momento de tranquilidade. Isso aconteceu assim que conheci o Telmo, do Rio do Prado. O conceito deles estava perfeitamente alinhado com o que pretendíamos.

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?

Completamente fiel, apesar de muito ter sido criado e decidido ao longo dos preparativos. Mas o resultado foi muito além e precisamente alinhado com o que tínhamos imaginado.

 

Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy

O que era fundamental para vocês? E sem importância?

Fundamental era ser descontraído, natural, sem exageros, com qualidade mas sem formalismos. Respeitar o meio ambiente o mais possível num cenário de natureza sem estragar nada, comida de boa qualidade, portuguesa com um twist, ingredientes de grande qualidade e tanto quanto possível de proveniência local, ou pelo menos com um significado que fizesse sentido (vinho dos pais da noiva, outro vinho de produção de amigos da Catalunha, presunto da terra do noivo).

Também na fotografia era fundamental que fosse natural, tudo autêntico tal como é, nada forçado, enfoque nos detalhes, pois muita coisa foi pensada ao pormenor para reflectir bem a nossa história (fotos penduradas de pessoas queridas que não puderam estar presentes, gifts de oliveirinhas-bebé colocadas junto a uma oliveira, mesas com nomes específicos e escritos a mão, tabuletas a contar a história dos vinhos e do presunto). Para nós não era importante enaltecer o nosso protagonismo (parece um comentário sem importância, mas normalmente nos casamentos a realidade é outra), não ter grande decoração e deixar tudo ao natural (o sitio em si já era lindo, acentuá-lo mais só iria causar o efeito oposto), não era também importante ter fotografias com toda a gente e toda a família, etc.

Optámos por deixar as coisas acontecerem e, por isso, preferimos ter tudo ao natural ainda que possam faltar registos fotográficos de algumas pessoas, do que despender muito tempo com filas e fotos posadas sem fim…

 

Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

Foi fácil o setup da festa excepto a cerimónia. Foi fácil escolher os fotógrafos e o DJ. Foi fácil também escolher o menu. Foi difícil definir o alinhamento da cerimónia pois queríamos realmente algo diferente, informal, com significado (o circulo, we are one, a conectividade sem hierarquias nem partidos). Foi difícil saber como iria ser o vestido da noiva. Foi difícil achar uma solução para o momento do bolo, pois a noiva não queria nada que lembrasse o típico casamento e é difícil fazer algo totalmente diferente em relação ao bolo que tantas pessoas valorizam… E foi muito trabalhoso decidir as mesas, exactamente onde sentar toda a gente. Mas no final este esforço foi reconhecido por muitos convidados, o que nos deixa radiantes.

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

O primeiro pico sentimental da noiva foi um presente oferecido enquanto se arranjava… Eram objectos dos avós paternos que já não não estão vivos. O anel de rubis acabou por ser usado pela noiva durante todo o casamento. Também, claro, a nossa chegada à cerimonia, sendo que os noivos chegaram ao mesmo tempo e acompanhados das três filhas (biologicamente só do noivo, daí também o grande significado de duas delas acompanharem a noiva). Ver a compilação de vídeos que o pai da noiva teve tanto trabalho e dedicação a criar e que gerou um monte de comentários divertidos por parte dos convidados.  A parte em que a noiva cantou foi outro pico sentimental para os dois e o terceiro pico foi quando uma nossa amiga cantou inesperadamente à capela.

 

Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy

E o pico de diversão?

Dançar, entre os noivos, com as nossas filhas, amigos. Conversar, rir, fazer palhaçadas e estar com amigos que não víamos há muito tempo, que vivem do outro lado do mundo. A sessão fotográfica a dois foi também super divertida e uma desculpa para estarmos juntos. E, para a noiva, cantar foi também um pico de diversão.

 

Um pormenor especial…

Termos inesperadamente aparecido no princípio da festa com outra roupa e depois às escondidas trocar de roupa e ir para o meio do pomar sem que o noivo e a noiva se vissem. Os discursos dos nossos três queridos amigos e o partir do copo, parte da tradição judaica da família da noiva.

 

Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?

Nem por isso… Podíamos ter treinado a dinâmica da cerimónia, para saber melhor o que acontece e quando, entre a conservadora, os meninos das alianças, as músicas…

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…

De um modo geral diria, escolham os parceiros certos, pelo feeling e menos por portefolios que possam ver. Trust your guts!

Encontrar o espaço certo, de acordo com o que imaginaram, é essencial e meio caminho andado para ser o vosso casamento de sonho.

 

Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e materiais gráficos: tudo handmade pelos noivos, mas muito minimalista e prático;

espaço para casamento, catering, decoração e bolo dos noivos: Rio do Prado;

bolo dos noivos: Teresa de Óbidos;

vestido de noiva e sapatos: By Ana Menezes;

maquilhagem e cabelos: Milen Lopez & Carolina;

ofertas aos convidados: Planfor;

fotografia e vídeo: Little Joy;

música ao vivo: violino e toda a organização foi feita pela Maria da Rocha Gonçalves e a banda “Mary and the Freak Brothers”;

luzes, som e Dj: Jukebox.

Marta Ramos

Já escolheram as músicas para o vosso casamento?

A Jukebox publica regularmente no Spotify playlists criadas pelos seus DJs, pensadas em modo temático, que podem ser listas alusivas a eventos de impacto no panorama actual, selecções de temas catalogados por géneros musicais ou ano, ou sugestões para momentos musicais específicos da vossa festa.

«O Spotify tem sido uma das plataformas de streaming com maior sucesso nos últimos anos e a Jukebox rendeu-se ao seu potencial», conta-nos João Marques. «Não apenas porque disponibiliza uma vasta colecção musical, que permite ao público-alvo o acesso imediato a grande parte da música disponível no mercado, mas também porque nos permite, enquanto profissionais da área musical, uma comunicação e organização de sugestões genéricas criadas especificamente para as pessoas que nos queiram conhecer um pouco melhor antes da nossa participação nas suas festas, ou simplesmente para quem esteja curioso.»

Hoje queremos destacar as playlists da Jukebox criadas especificamente para servirem de banda sonora às ocasiões mais importantes do dia do vosso casamento: um excelente ponto de partida para vos ajudar nas vossas escolhas! As opções disponíveis são dedicadas à entrada dos noivos, à cerimónia propriamente dita, à libertação do bouquet, ao corte do bolo e à primeira dança.

 

DJ a pôr música em casamento e convidados a dançar Jukebox | Animação para Casmaento (2)

Jukebox é sinónimo de produção audiovisual e animação musical de eventos. Mas também de diversão pura! A equipa técnica e artística da Jukebox excede sempre as melhores expectativas, com o seu profissionalismo, a sua criatividade e a sua dedicação. Além dos serviços musicais de DJs e Live Acts de Instrumentistas, dispõe dos recursos técnicos necessários para a produção audiovisual de qualquer evento – som, luz, imagem, estruturas e pistas de dança. A escolha é vossa.

Leiam também outros posts que temos publicado sobre a Jukebox e conheçam as vários formas que esta equipa assume para vos proporcionar momentos de pura diversão. E, já sabem, para esclarecer qualquer dúvida e trocar impressões, falem com eles.

Susana Pinto

Casamento na Quinta de Sant’Ana: Maria + David, um amor palpável

E regressamos aos casamentos nacionais bonitos e doces que nos preenchem as sextas-feiras, depois de uma dose generosa e diária de real weddings estrangeiros por esse mundo fora que vos mostrámos em Agosto!

Abrimos o doce Setembro com um casamento na Quinta de Sant’Ana, no Gradil, captado de forma intimista e luminosa pelo sempre genial Hugo Coelho: é o mais bonito dos dias da Maria + David.

O amor entre os dois é tão visível que se torna palpável: da energia nervosa e irrequieta no início, ao toque seguro e tranquilo das últimas imagens, está tudo aqui guardado para as gerações e memória futuras.

E que bonito e mágico que tudo isto é, venham comigo ver!

Bom fim-de-semana!

 

Casamento na Quinta de Santana, no Gradil, com fotografia de Hugo Coelho.

Casamento na Quinta de Santana, no Gradil, com fotografia de Hugo Coelho.

Casamento na Quinta de Santana, no Gradil, com fotografia de Hugo Coelho. Tocado de noiva com flores naturais. Vestido de noiva UHMA Casamento na Quinta de Santana, no Gradil, com fotografia de Hugo Coelho. Bouquet de noiva campestre e rústico. Casamento na Quinta de Santana, no Gradil, com fotografia de Hugo Coelho. Casamento na Quinta de Santana, no Gradil, com fotografia de Hugo Coelho. Casamento na Quinta de Santana, no Gradil, com fotografia de Hugo Coelho. Casamento na Quinta de Santana, no Gradil, com fotografia de Hugo Coelho. Casamento na Quinta de Santana, no Gradil, com fotografia de Hugo Coelho. Casamento na Quinta de Santana, no Gradil, com fotografia de Hugo Coelho. Casamento na Quinta de Santana, no Gradil, com fotografia de Hugo Coelho. Casamento na Quinta de Santana, no Gradil, com fotografia de Hugo Coelho.

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

Cheio de momentos íntimos, apenas com as pessoas mais próximas de nós, rodeados de natureza e num sítio antigo e cheio de boas energias.

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?


Super preparados, mas cientes da responsabilidade deste novo passo e da organização deste evento tão especial.

 

Casamento na Quinta de Santana, no Gradil, com fotografia de Hugo Coelho. Casamento na Quinta de Santana, no Gradil, com fotografia de Hugo Coelho. Casamento na Quinta de Santana, no Gradil, com fotografia de Hugo Coelho. Casamento na Quinta de Santana, no Gradil, com fotografia de Hugo Coelho. Casamento na Quinta de Santana, no Gradil, com fotografia de Hugo Coelho. Casamento na Quinta de Santana, no Gradil, com fotografia de Hugo Coelho. Casamento na Quinta de Santana, no Gradil, com fotografia de Hugo Coelho. Casamento na Quinta de Santana, no Gradil, com fotografia de Hugo Coelho. Casamento na Quinta de Santana, no Gradil, com fotografia de Hugo Coelho. Casamento na Quinta de Santana, no Gradil, com fotografia de Hugo Coelho.

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?

Foram vários, aos poucos: quando fechámos o mood gráfico, quando enviámos os convites, quando falávamos com as pessoas mais próximas de nós e víamos que a motivação para este momento era mútua, e quando ultimámos os detalhes dos momentos (religioso e da festa).

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?

Super fiel às ideias iniciais, com uma concretização maravilhosa. Os nossos pais e padrinhos (e os colaboradores, claro!) deram uma mãozinha nalguns pormenores que lhes pedimos, mas de resto fomos apenas nós: era esse o objectivo.

 

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O que era fundamental para vocês? E sem importância?


Fundamental: muito amor, felicidade e partilha nesta festa e celebração.

Sem importância: tradições só por serem tradições. As que fizemos foi porque faziam sentido na nossa forma de ver a vida, na dinâmica de casal e neste dia. As que não cumprimos, explicámos às pessoas mais reticentes o porquê de não as fazermos.

Por exemplo, para o David era importante relaxarmos juntos na manhã do nosso dia, na nossa casinha sem mais pessoas, prepararmo-nos um ao outro e irmos juntos para a cerimónia. E assim foi…!

 

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O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

O mais fácil foi escolher o local e o fotógrafo. Sabíamos bem o que queríamos. O mais difícil foi garantir que tudo o que queríamos estava disponível para a nossa data. Quando se criam expectativas, temos sempre medo da desilusão.

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

Provavelmente foi a saída da igreja, poder partilhar aquele momento com todos, poder trocar palavras de carinho com todas as pessoas que nos são próximas, e perceber a felicidade que todos sentíamos.

 

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E o pico de diversão?

Quando a Maria foi vendada e fez uma “dança” para atribuir o bouquet a uma solteira. Foi muito divertido ver a reação das pessoas de cada vez que alguém era “eliminado” e, claro, a expectativa de quem ficava no jogo!

 

Um pormenor especial…

As ofertas aos convidados ser uma coisa feita por nós, feita de uma combinação das nossas valências mais criativas: a fotografia e a caligrafia. Combinaram de maneira muito personalizada.

 

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Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?

Não. Temos é vontade de repetir e voltar a passar aqueles momentos com aquelas pessoas.

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…

Divirtam-se muito, tentem que seja mais pessoal e não apenas a expectativa dos vossos amigos ou familiares. Façam mesmo o vosso casamento, e não o de outra pessoa só porque têm medo do que os outros possam pensar.

 

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Os fornecedores envolvidos:

 

convites de casamento, materiais gráficos e ofertas aos convidados: Maria e David, os noivos!

espaço de casamento, decoração, bouquet de noiva, catering e bolo dos noivos: Quinta de Sant’Ana;

fato do noivo e acessórios: Sacoor Brothers;

vestido de noiva e sapatos: UHMA e Pull & Bear;

maquilhagem e cabelos: Cati Beauty;

fotografia: Hugo Coelho Fotografia;

vídeo: Vanessa e Ivo;

luzes, som e Dj: Jukebox.

 

Bonito, não? Se precisam de inspiração real, bons conselhos e palavras sábias, espreitem os casamentos que publicamos por aqui.

Marta Ramos

Já conhecem as playlists da Jukebox no Spotify?

A Jukebox publica regularmente no Spotify playlists criadas pelos seus DJs, pensadas em modo temático, que podem ser listas alusivas a eventos de impacto no panorama actual, selecções de temas catalogados por géneros musicais ou ano, ou sugestões para momentos musicais específicos da vossa festa.

Hoje queremos partilhar convosco uma playlist super bem disposta, dançável e veranil (como se diz no Brasil), criada por LuiDJi: «Tive vontade de trazer novas faixas dos nossos irmãos brasileiros porque estão a produzir grandes hits e o público adora!»

Vamos a isto? É só carregar no play — e esperar que o grande chamamento do Sol que é o primeiro tema resulte!

 

Jukebox no Spotify«O Spotify tem sido uma das plataformas de streaming com maior sucesso nos últimos anos e a Jukebox rendeu-se ao seu potencial», conta-nos João Marques. «Embora manifestássemos alguma desconfiança e resistência durante algum tempo, porque inicialmente foi tido por nós – enquanto coleccionadores de Música – como uma opção redundante e que vulgarizava o acesso a conteúdos musicais de que já dispúnhamos, hoje é inequivocamente considerado como uma ferramenta de uma importância crescente no workflow diário do colectivo e na partilha de informação com o cliente.
Não apenas porque disponibiliza uma vasta colecção musical, que permite ao público-alvo o acesso imediato a grande parte da música disponível no mercado, mas também porque nos permite, enquanto profissionais da área musical, uma comunicação e organização de sugestões genéricas criadas especificamente para as pessoas que nos queiram conhecer um pouco melhor antes da nossa participação nas suas festas, ou simplesmente para quem esteja curioso.
Com efeito – e embora o Spotify não seja substitutivo da presença de um DJ num evento – a Jukebox ambiciona fazer desta, uma plataforma de comunicação adicional para promover os seus conteúdos. Não sendo um recurso viável como fonte de conteúdos nas suas participações criativas, compromete-se assim a instrumentalizá-lo enquanto canal de divulgação dos seus conteúdos.»

 

Jukebox é produção audiovisual e animação musical de eventos. Mas também é diversão pura! A equipa técnica e artística da Jukebox excede sempre as melhores expectativas, com o seu profissionalismo, a sua criatividade e a sua dedicação. Além dos serviços musicais de DJs e Live Acts de Instrumentistas, dispõe dos recursos técnicos necessários para a produção audiovisual de qualquer evento – som, luz, imagem, estruturas e pistas de dança. A escolha é vossa.

Leiam também outros posts que temos publicado sobre a Jukebox e conheçam as vários formas que esta equipa assume para vos proporcionar momentos de pura diversão. E, já sabem, para esclarecer qualquer dúvida e trocar impressões, falem com eles.  Let’s dance!