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Susana Pinto

Casamento no Aqueduto Eventos: Matilde + Abel

Hoje damos as boas-vindas ao verão e trazemos para vos mostrar um casamento no Aqueduto Eventos, fotografado de forma gloriosa pelos Feel Creations.

É o mais bonito dos dias da Matilde + Abel, celebrado em grande estilo junto das suas famílias e amigos, num espaço icónico, a norte.

Juntem-se a nós, parem no vestido bonito da Matilde e vibrem com a animadíssima pista de dança – um elemento sempre importante para rematar um tia tão especial.

Bom fim-de-semana!

 

Casamento no Aqueduto Eventos - Fotografia de Feel Creations Casamento no Aqueduto Eventos - Fotografia de Feel Creations Casamento no Aqueduto Eventos - Fotografia de Feel Creations Casamento no Aqueduto Eventos - Fotografia de Feel Creations

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Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

Imaginámos sempre que seria da forma que foi, podemos dizer que somos uns sortudos por ter sido tudo como queríamos.

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?

Sentimos sempre que estávamos preparados para esta aventura, para este grande passo. Este foi um sentimento que tivemos durante muito tempo, mas com o aproximar do grande dia, naturalmente que a ansiedade tomou conta de uma boa parte dos nossos pensamentos.

 

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Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?

O grande momento foi no dia que decidimos o espaço onde tudo ia acontecer, sem dúvida nenhuma.

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?

O resultado foi exactamente o esperado, para que isso fosse possível contámos com a ajuda extraordinária e dedicada da organização do nosso espaço, onde pensaram em cada detalhe do que era o nosso ideal.

 

Casamento no Aqueduto Eventos - Fotografia de Feel Creations Casamento no Aqueduto Eventos - Fotografia de Feel Creations Casamento no Aqueduto Eventos - Fotografia de Feel Creations Casamento no Aqueduto Eventos - Fotografia de Feel Creations Casamento no Aqueduto Eventos - Fotografia de Feel Creations Casamento no Aqueduto Eventos - Fotografia de Feel Creations

O que era fundamental para vocês? E sem importância?

O fundamental era todos os nossos convidados estarem confortáveis e disfrutarem ao máximo de tudo o que

preparámos para a nossa festa.

 

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

O mais fácil foi, sem dúvida, a escolha do serviço de fotografia e vídeo. Batemos à porta, sem marcação, fomos muito bem recebidos e ao fim de poucos minutos já tínhamos percebido que eram quem procurávamos.

O mais difícil foi a escolha do espaço. Visitámos vários lugares, vimos muita coisa, várias opções e maneiras muito diferentes de fazer uma festa, mas quando descobrimos o nosso espaço, tínhamos a certeza que tudo o resto já não fazia sentido continuar a procurar.

 

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Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

Sem dúvida que terá sido a nossa cerimónia. Aquele salão com uma decoração extraordinária, uma luz que nos envolveu de uma forma que pensámos, por momentos, estar noutro lugar que não este planeta, todos os nossos amigos e família presentes e nós nas extremidades daquele pedaço de céu…

 

E o pico de diversão?

Depois de comer e beber durante e algum tempo, assim que abrimos a pista de dança, foi a loucura para todos, todos quiseram dar um pezinho de dança.

 

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Um pormenor especial…

Um pormenor feito de pormenores. Em todo o lado existiam elementos que remetiam para o nosso convite, elementos esses especiais para nós.

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?

Nada. Não quereríamos mudar nada. É claro que uma coisa ou outra poderiam ter sido diferentes, mas adorámos como tudo aconteceu e não mudávamos nada.

 

Casamento no Aqueduto Eventos - Fotografia de Feel Creations Casamento no Aqueduto Eventos - Fotografia de Feel Creations Casamento no Aqueduto Eventos - Fotografia de Feel Creations Casamento no Aqueduto Eventos - Fotografia de Feel Creations Casamento no Aqueduto Eventos - Fotografia de Feel Creations Casamento no Aqueduto Eventos - Fotografia de Feel Creations Casamento no Aqueduto Eventos - Fotografia de Feel Creations

Algumas words of advice para as próximas noivas…

Não compliquem, disfrutem dos momentos, só vai acontecer uma vez…

 

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Os fornecedores envolvidos:

 

convites, materiais gráficos e ofertas aos convidados: Loja Texturas-Maia;

espaço, catering, bolo dos noivos e decoração: Aqueduto Eventos;

fato do noivo e acessórios: Happy Hours;

vestido de noiva e sapatos: vestido de noiva Jesus Peiró, sapatos Mango;

maquilhagem: Daniel Vaz;

cabelos: Diogo Cerqueira e Judite Dias Cabeleireiros;

barbeiro: Barbershop Valongo;

bouquet de noiva: Soledade Florista;

música ao vivo: DuoArt;

babysitter e animação infantil: Ydyal Eventos;

fotografia e vídeo: Feel Creations;

luzes, som e Dj: Party Sound by Renato Mota.

 

Marta Ramos

Signed, sealed, delivered: por Molde Design Weddings

Hoje desvendamos mais um detalhe bonito e delicado da Molde Design Weddings, que consiste no modo como fecham o envelope dos vossos convites de casamento. Há sempre espaço para personalizar o vosso dia e tudo começa na forma como o comunicam àqueles que escolheram para o passarem convosco.

Lembram-se dos selos de lacre de antigamente? A Joana Duarte recupera essa tradição romântica e aplica-a aos convites que cria, dando-lhe inúmeros formatos. Podem ser corações, vieiras ou outros objectos que vos digam algo; podem ser selos de lacre com um sinete a imprimir-lhes uma imagem que queiram associar à vossa união; ou, tal como nos tempos das cartas escritas com pena e tinta, um lacre com sinete personalizado (com o vosso monograma, por exemplo). A imaginação é o limite. Vejam os exemplos que reunimos nas imagens abaixo e depois discutam as vossas ideias com a Joana, que terá todo o prazer em criar um selo à vossa imagem.

 

A Molde Design Weddings é, sobretudo, vossa conhecida por criar convites de casamento muito especiais. Elegantes, com a mistura perfeita entre design e sofisticação, são o resultado da flexibilidade e dedicação da Joana Duarte, que acredita em resultados únicos, dedicados, feitos à sua medida: “Basta que nos digam, nós fazemos o resto!”
Mas contem também com a criatividade desta marca para os livros de honra, peças decorativas, cake toppers, acessórios e muitas outras coisas que, sempre que surgem, nos surpreendem.
Não deixem de acompanhar os nossos posts acerca do trabalho Molde e falem com a Joana, que está à vossa espera para criar detalhes bonitos – a condizer convosco.

Susana Pinto

À conversa com: Diana Nobre – fotografia de casamento

Hoje conversamos com a Diana Nobre, que faz fotografia de casamento a partir do Porto, para todo o país.

Sempre bem disposta, com um sorriso contagiante e uma doçura muito própria, a Diana tem esta capacidade inata de captar com a sua lente toda aquela energia fervilhante e cheia de amor que se propaga no mais bonito dos dias, o do vosso casamento. Basta espreitarem o seu portefólio para constatarem este facto!

Juntem-se a nós e fiquem a conhecê-la melhor: como chegou até aqui, o que mais gosta de fazer e o que a move e desafia nesta profissão.

Posso dizer que sou bem feliz naquilo que faço, fotografo da forma como gosto, como me faz sentir algo, e espero que quem vê sinta algo com as minhas imagens: conseguir despertar sentimentos dentro de quem olha para o meu trabalho, é fazer arte!

Conta-nos um pouco da tua viagem profissional até aqui, à fotografia de casamento.

Sempre quis fotografar moda e, no meu processo de procura de emprego, concorri para a Fnac. Quem recebeu a minha candidatura foi o fotógrafo João Almeida, que precisava de alguém para o acompanhar e comecei com ele. Estive em imensas empresas de fotografia de casamentos, chamava-me a mim própria a biscateira da fotografia, e se calhar foi o que me trouxe até aqui: ouvi muitas críticas, muitos raspanetes, mas também recebi muitos elogios. Cresci com essas críticas, que sempre entendi como construtivas, de modo a focar-me na correcção desses erros que me eram apontados.

Levo a minha máquina comigo para todo o lado e aprendi a ser muito exigente comigo própria, a puxar por mim ao máximo.
Durante este percurso, fiz, também, muitos álbuns de casamento para várias empresas: isso confrontou-me com muitos estilos diferentes de fotografia, muitos pontos de vista, os momentos importantes para cada fotógrafo. Absorvi tudo isso e desde sempre quis ter o meu negócio, a minha marca, fazer as coisas à minha maneira, como eu gostava. Para isso acontecer, tinha de aprender o máximo que podia com quem trabalhava, por isso devo muito a quem me ajudou, e tive muita sorte, foram muito bons nomes da fotografia de casamentos do nosso país.
Hoje em dia, tenho as minhas marcas, Diana Nobre e Little Joy, sou feliz com o trabalho que faço, com todo o meu percurso (tive quedas muito grandes, mas tive reviravoltas melhores ainda).

Continuo a falhar, a corrigir erros, a ser perfeccionista, demasiado exigente comigo própria. Tenho a sorte de ser casada com um fotógrafo e videógrafo que me ajuda a ver o que me escapa no meu trabalho (tanto para o bom como para o mau), e que me ensinou a fotografar por mim e para mim, mesmo que esteja a trabalhar para um casal – se eles vieram ter comigo, é porque gostaram do meu trabalho, e esse mesmo trabalho foi feito de dentro para fora, segundo os meus padrões de gosto, de feeling.

Posso dizer que sou bem feliz naquilo que faço, fotografo da forma como gosto, como me faz sentir algo, e espero que quem vê sinta algo com as minhas imagens: conseguir despertar sentimentos dentro de quem olha para o meu trabalho, é fazer arte!
Mesmo que tenha caído nesta profissão por acidente, adoro aquilo que faço. Adoro estar presente num dia tão feliz da vida das pessoas, gosto de ver os vários tipos de amor diferentes, as várias formas como o ser humano cuida e ama. Adoro fotografar seres humanos!

 

Sessão fotográfica de Diana Nobre | Vestido de noiva Immaclé (10) Sessão fotográfica de Diana Nobre | Vestido de noiva Immaclé (7) Sessão fotográfica de Diana Nobre | Vestido de noiva Immaclé (2)

Há quanto tempo fotografas? E porquê casamentos?

Faço casamentos há cerca de nove anos. Aconteceu por acaso, ao trabalhar com outro fotógrafo, fui fotografando para várias empresas em simultâneo e comecei a ter os meus próprios clientes.

Não foi uma profissão que escolhi, eu é que acabei por ser escolhida por ela!

 

Nestes tempos globais, em que as imagens circulam a uma velocidade vertiginosa e todos temos acesso a tudo, a qualquer hora, onde vais buscar inspiração?

Sou viciada em imagens! De outros fotógrafos, do Pinterest, Instagram, revistas, filmes, em todo o lado que possa ter cultura visual eu perco horas diariamente, a navegar só porque sim, não procuro algo específico, gosto simplesmente ver muita coisa.

 

Como construíste essa tua assinatura, como te defines?

Surgiu tudo de uma forma muito natural, muito genuína, não andei muito à procura de algo, simplesmente deixei fluir e procurei sempre fazer aquilo que realmente quero, gosto, e o que me faz sentir algo cá dentro, acho que é esse o intuito de uma imagem, transmitir algo.

 

E-Session fotografada por Diana Nobre E-Session fotografada por Diana Nobre E-Session fotografada por Diana Nobre

Achas que o ponto de vista feminino, os detalhes que escolhes fotografar e como o fazes, a narrativa que constróis, é diferente das escolhas que vês num trabalho de um profissional masculino?

Nunca pensei muito nisso, honestamente, acho que o que tem muita influência, é o facto de eu trabalhar em moda, que faz com que seja muito perfeccionista. Quando faço editoriais, tudo é preparado uma forma estudada, com moodboards e escolha de vestidos e makeup, mas também sigo muito o instinto do que sinto no momento. Acho que isso é igual tanto para homem como para mulher, não faço distinção de género, à sua maneira, os homens também têm o seu gosto, a sua leitura, a sua forma de ver o mundo.

 

Quando precisas de fazer reset, para onde olhas, o que fazes?

Tenho um pouco dificuldade em fazer reset. No quotidiano, a minha cabeça não pára de imaginar fotografias, tipos de luz, cores, etc.. Quando preciso mesmo, desligo do mundo, sem redes sociais, sem revistas, apenas com os meus livros. É a melhor forma de olhar para dentro e desligar.

 

O mundo no Porto ou Portugal de lés-a-lés: fotografar estrangeiros é diferente de fotografar casamentos nacionais?

Para mim é igual, são duas pessoas a celebrar o amor, mesmo que numa língua diferente. Podem mudar os costumes, as roupas, a celebração em si, mas a essência do momento é a mesma.

 

Qual é o teu processo de trabalho, como acontece a ligação com os teus clientes?

Quando fotografo um casamento, o meu objectivo é deixar o casal feliz com o resultado, mantendo-me sempre fiel a mim naquilo que gosto de fazer, na forma como gosto de fotografar, na minha linha estética e ponto de vista.
Quando aparece um cliente que tem já muito definido aquilo que procura e, a meu ver, eu não me enquadro, digo isso mesmo. Não é arrogância, é porque o dia mais feliz da vida de alguém merece ter tudo da forma como foi idealizado. Se se o meu trabalho não se enquadra, eu prefiro dizê-lo e perder um potencial cliente, a ganhar o dinheiro e no fim ter um casal desgostoso com o resultado, isso não faz sentido nenhum para mim, por isso tento dar aos clientes que cá chegam aquilo que gostava que fizessem comigo: se me enquadro, ok, vamos lá fazer gente feliz, se não sou a combinação certa, prefiro que contratem outro colega.

 

Casamento no Palácio de São Marcos em Coimbra, com fotografia de Diana Nobre Casamento no Palácio de São Marcos em Coimbra, com fotografia de Diana Nobre Casamento no Palácio de São Marcos em Coimbra, com fotografia de Diana Nobre

Casamentos grandes ou pequeninos, nacionais ou estrangeiros, cerimónias emotivas, festas de arromba – qual é o tipo de festa que mais gostas de fotografar?

Aquelas que são mesmo difíceis de apanhar, os casamentos alternativos planeados com um mês de antecedência, em que é tudo descontraído, com churrasco e pé descalço! Adoro!

 

Qual é a melhor parte de ser um fotógrafo de casamento? E o mais desafiante e difícil?

Sou uma pessoa muito sensível, adoro seres humanos, adoro observar a forma como se tratam, cuidam, relacionam, e num casamento vemos todo o tipo de relações: as amorosas, as familiares, as de amizade, e adoro ver como as pessoas cuidam umas as outras.

Falando por mim, acho que os casamentos me acrescentam algo como ser humano, puxando em mim o lado mais humano. No fundo, queremos todos o mesmo: amar e ser amados.

O mais desafiante é termos que nos desenrascar com as condições que temos, casas e igrejas pequenas e, escuras, locais que não têm graça ou fotogenia, tudo a acontecer muito rapidamente e não podemos pedir ao padre para repetir o momento das alianças ou o beijo dos noivos, simplesmente temos que correr e estar sempre com as antenas bem ligadas para que nada escape.

Todos estes desafios obrigam a puxar mais pela cabeça, obrigam a fazer magia. Umas vezes corre melhor do que outras, mas é isso que faz a experiência e o que vai formando essa linguagem que é tua, mais ninguém irá ver o mundo igual a ti, porque somos todos seres humanos e diferentes, todos vemos o mundo ao nosso jeito.

O mais difícil… quando sinto que não há amor entre o casal, quando me apercebo, no decorrer do dia, que há algo que não está lá, que aquele casamento está acontecer por muitos motivos menos por amor verdadeiro: isso é, para mim, muito difícil, não gosto de ver dois seres humanos a não se tratarem como os seus maiores heróis.

 

 

Contactem a Diana Nobre, através da sua ficha de fornecedor. Espreitem as galerias e entrem em contacto, directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem e, na volta do correio, terão uma resposta simpática.

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

 

Marta Ramos

Unique Moments: uma trilogia de diamantes Romantis

Todos sabemos que os diamantes fazem parte da mística do casamento e do compromisso, sobretudo desde que a De Beers, a maior produtora de diamantes do mundo, criou o slogan “Um diamante é para sempre”. Estávamos em 1940, e a partir daí a ideia ecoou largamente no cinema e na música, tornando-se universal. Mas a história do anel de noivado com um ou mais diamantes é ainda mais antiga. O primeiro registo de um anel desta natureza remonta a 1477 e terá sido oferecido pelo Arquiduque Maximiliano da Áustria, ao pedir a Condessa de Borgonha em casamento. Outro marco incontornável neste percurso assinala-se em 1866, quando a Tiffany & Co. lançou o Tiffany Setting, criando o arquétipo do anel de noivado, que ainda perdura: um diamante solitário, elevado do anel num engenhoso suporte que lhe permite brilhar em todo o seu esplendor.

A Romantis inclui nas suas colecções vários anéis de noivado com diamantes, mas hoje queria falar-vos de uma proposta deste nosso fornecedor seleccionado que vai para além da clássica jóia para usar no dedo anelar.

Apresento-vos a trilogia Unique Moments, composta por anel, colar e brincos: um conjunto perfeito para uma verdadeira apaixonada por diamantes.Anel de diamantes Romantis Colar de diamantes Romantis Brincos de diamantes Romantis

Nascida no seio de uma empresa joalheira portuguesa com meio século de história, a Romantis é uma marca de jóias que apresenta colecções particularmente românticas, destacando-se as alianças de casamento e anéis de noivado. A alta qualidade, o desenho moderno, a cravação perfeita, as formas volumosas e o acabamento cuidado são os argumentos principais para a distinção desta marca. As alianças de casamento e os anéis de noivado Romantis são produzidos em diferentes metais e com diferentes tons: ouro branco, amarelo e rosa, com ou sem diamantes e diversas texturas.

Para além das colecções que a marca vai lançando, poderão sempre confiar-lhes a criação de peças personalizadas. Únicas. Perfeito, não vos parece? Falem com eles!

Marta Ramos

Hello Twiggs, um fornecedor seleccionado Simplesmente Branco

Hoje quero chamar-vos a atenção para o trabalho da Hello Twiggs, a marca com que assina a Cláudia Casal, fotógrafa que vive apaixonada por Lisboa e pelas histórias de amor que tem a felicidade de testemunhar. Sensível à luz, às cores e aos detalhes que contam uma história, gosta de saber que as fotografias que tira são pedaços da história de alguém, e que essas fotografias vão ajudar a sorrir, a relembrar, a reviver e talvez a chorar. Serão o retrato de uma vida. A verdade é que o que levamos desta vida são as histórias e as memórias.

A Cláudia acha que o dia de casamento é um dos dias mais felizes, com todas as pessoas que são importantes na vida daquelas duas pessoas presentes e a celebrar o que há de mais bonito – o AMOR. E gosta de saber que, através da sua perspectiva, vão poder guardar aqueles momentos para o resto das suas vidas e passá-los às futuras gerações. Orgulha-se de não ser apenas a fotógrafa daquele dia, mas uma pessoa que acompanha o casal durante o dia todo, que os aconselha, que os ajuda a fazer daquele dia um dia mais feliz, tranquilo e bonito! E, claro, de prestar atenção a todos os detalhes que lhe contam, para que esses detalhes façam parte da história.

Julgo que a natureza é das minhas maiores inspirações. As cores e a luz que mudam de estação para estação; e de como, independentemente de tudo o resto, a natureza está sempre em constante mudança. E depois, claro, a cidade em que vivo, com a luz mais bonita do mundo, que me inspira também tanto!

Hello Twiggs - fotografia de casamentoHello Twiggs - fotografia de casamentoHello Twiggs - fotografia de casamentoHello Twiggs - fotografia de casamento

Se gostaram desta amostra, mais ainda gostarão de navegar demoradamente pela galeria completa. Aconselhamos, também, que releiam todos os artigos que já publicámos acerca da Hello Twiggs e que falem com a Cláudia, que está à vossa espera para vos ajudar a contar a vossa história.

Marta Ramos

Luísa e Anders rock!, por Lemonview

A Luísa e o Anders vieram da Noruega a Portugal para casar, mas não vieram de mãos a abanar: trouxeram a sua banda de rock e um dos momentos altos do casamento foi uma bela demonstração, ao vivo, do poder da música e da amizade.
Este filme da Lemonview é delicioso. Ficamos a adorar a Luísa e o Anders e os familiares e amigos que se lhes juntaram neste dia tão feliz, celebrado com tanta garra, com tanto amor, tanto kjærlighet. E há ali imagens sublimes, vistas sobre o Douro de ângulos curiosos, uma linha de caminhos-de-ferro que se torna numa poética tela.
Têm de ouvi-lo com tanta atenção quanta dedicarem à visão, porque, entre palavras, músicas, música ao vivo, a banda sonora é perfeita e leva-nos numa montanha-russa de emoções, com um magnífico final na voz de Luísa a dizer Sophia (um dos poemas da minha vida, por sinal, “Para atravessar contigo o deserto do mundo”). O som é fundamental no cinema, todos os verdadeiros apreciadores da  7ª Arte o sabem (não é à toa que se chama, a esta arte, audiovisual). E a Joana e a Sofia, a dupla Lemonview, dominam com muita pinta esta combinação de sentidos.

Preparem-se para uns excelentes quase quatro minutos:

 

 

Joana Deusdado e Sofia Miranda juntaram as suas paixões pela fotografia e pelo vídeo e criaram a Lemonview. Acreditam que é nos pequenos pormenores que encontram significado. Coisas simples. Bonitas. Captar aquele momento, aquela fotografia que valerá mais do que todas as palavras. Guardam memórias por imagens. A sua máxima, aplicável a tudo o que fazem, é que a realidade, com todas as suas imperfeições e surpresas, é muito mais interessante do que qualquer ficção.
Acompanhem os nossos posts acerca do trabalho da dupla Lemonview, tanto em vídeo como em fotografia – e falem com a Joana, que está à vossa espera para captar as vossas emoções.

Marta Ramos

As flores do Verão, por KCKliKO

Têm nome de papoila (do francês, coquelicot), o que sugere de imediato um misto de delicadeza e força, de natureza selvagem com sofisticação. É uma boa forma de descrever o trabalho da Albane e do Luís, o casal KCKliKO. Inspirados pelas estações do ano, concebem ramos de flores espontâneos e bravios, com ênfase em espécies singulares, valorizando os recursos naturais e locais. Respeitam sempre a sazonalidade das plantas. Gostam de misturar flores grandes com outras mais pequenas, flores de cultivo e silvestres, tanto abertas como em botão e por vezes carregadas das suas sementes, permitindo ao ramo continuar a evoluir. As sementes e algumas das plantas que usam podem ser semeadas ou plantadas mais tarde.
Em dia de Santo António, quando já sentimos o Verão ali mesmo ao virar da esquina, fomos saber junto da Albane quais são as flores que exibem o seu melhor na altura mais quente do ano:
«Sob o sol do Verão, no meio do zumbido dos insectos, ouve-se estalar o fruto do rícino, planta mágica, que liberta uma semente marmoreada. A scabiosa e o gerânio de jardim, quase pretos, casam-se lindamente com as hortênsias lilases ou azuis. A sinuosa madressilva parece dançar. Os românticos lisianthus com filas de pétalas infinitas e a sua paleta de cores muito variada juntam-se à neblina branca da flor de ammi majus e à amarela do funcho… As formas redondas da folha acinzentada do eucalipto, da folha verde tenro da olaia, da moeda-do-papa fresca ou do dente-de-leão ainda por soprar unem-se com harmonia ao rícino de folhas dentadas vermelhas ou verdes.»

 

Ramo de verão, por KCKLIKO

Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado da KCKliKO para ficarem a conhecer melhor a Albane, o Luís e o seu trabalho. E falem com eles, aconselhem-se acerca das melhores flores para usar na época do vosso casamento.
Acompanhem também os artigos que vamos publicando acerca do trabalho magnífico da KCKliKO.