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Susana Pinto

Inspiração boho para casamentos intimistas

Mesmo na recta final do ano, há ainda  – e sempre – espaço para inspiração bonita.

Desta vez chega-nos pela lente da dupla Mitt Fotografia, com organização e decoração By Matilda e estacionário completo de casamento – e muito lindo – da Molde Design Weddings.

 

Volto a afirmar: os casamentos intimistas estão aí para ficar e as razões são simples. O facto de podermos elevar qualitativamente o mais bonito dos dias, do ponto de vista gastronómico, do ponto de vista decorativo, do ponto de vista da personalização e, no seu todo, do ponto de vista da experiência, são argumentos de peso para abraçarmos esta nova tendência nos casamentos. Eu aposto tudo!

 

Voltando aqui às imagens bem bonitas que nos chegaram, o mote foi explorar uma proposta mais alternativa, dentro do universo boho, com a cor do momento (e não, não estamos a falar de Pantones) – o terracota.

 

Para esta styled shoot que juntou a Mitt Fotografia e a By Matilda, a ideia surgiu da necessidade de criar um editorial para o público alternativo que geralmente não se vê representado nos casamentos comuns e tradicionais, e que procura algo à sua imagem, mais irreverente e cheio de personalidade.

Escolhemos um casal tatuado, uma cor forte para ser o ponto principal da mesa, botas para a noiva e um espaço intimista e isolado – nada mais distinto dos clássicos casamentos cheios de glamour.

 

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Esta sessão de inspiração para um casamento intimista e alternativo, pensada e concretizada pelas equipas Mitt Fotografia e By Matilda tem todo um charme e respira, de facto, a personalidade do casal.

 

Essa ideia de que ainda temos de nos vergar à opinião dos outros, pensar um dia que obedece à expectativa de terceiros e que dizer “não, obrigado”, é uma ofensa, é absolutamente falsa e equívoca.  Com carinho, boa educação e firmeza, convertem-se os mais intransigíveis, garanto-vos!

 

Casamento clássico, casamento alternativo, casamento a dois ou casamento a 80, se é a vossa cara, está tudo certo – só precisam de um bocadinho de tacto e cuidado para pensar a mensagem.

 

Organização, styling e design, By Matilda; fotografia e styling, Mitt Fotografia; espaço, Cucumbi Turismo Rural; flores, Florista o Desejo, estacionário, Molde Design Weddings; makeup e cabelo, Patz Hair & Makeup; aluguer e catering, Eventtus Catering; bolo, Migalha Doce; vestido Blanco Era uma vez; fato e acessórios, Mister Man.

Susana Pinto

À conversa com: Rituais – animação, audiovisuais e produção de eventos

Na nossa última conversa de 2020, falamos com o Luís Alves, da Rituais – animação e produção e eventos.

Conversamos sobre como ter uma bela e animada pista de dança que dá vida à vossa festa e sobre as diferenças entre os eventos profissionais e sociais – é sempre interessante!

A Rituais foi a equipa que proporcionou os três dias de entretenimento no The W Experience, com um belíssimo palco preparado para as talks e apresentações, e uma programação de animação muito entusiasmante, com performances, concertos e solos de artista. Estão, portanto, recomendadíssimos!

 

Mesmo sabendo que este conceito de festa aguarda luz verde para regressar, é sempre fantástico conhecer o trabalho dos profissionais e as pessoas que lhe dão alma!

Juntem-se a nós e descubram o trabalho da Rituais – animação e produção de eventos.

 

Rituais - animação para casamentos e DJ
Rituais - animação para casamentos e DJ
Rituais - animação para casamentos e DJ
Conte-nos um bocadinho do seu percurso, até às pistas de dança: como é que isso aconteceu?

O gosto pela música  já vem de raízes familiares.  O meu pai é saxofonista e, desde cedo, habituei-me a estar em palcos com ensaios, montagem de equipamentos de som, luz, instrumentos , convivendo com artistas e o mundo dos espectáculos.

Aos catorze anos o meu cunhado era DJ e comecei a aprender a trabalhar com ele, com os pratos technics e cassetes. Aos dezasseis, iniciei a actividade como DJ em festas de escolas, passando pelas universidades, e em bares e discotecas. Aos dezoito iniciei, paralelamente com os espaços onde trabalhava, o trabalho de DJ em casamentos.

Hoje em dia faço a gestão de vários DJ’s da Rituais para os nossos eventos e,  pessoalmente, alguns trabalhos em cocktailssunsets e festas da Rádio Remember.

 

Animação nocturna e casamentos –  sendo a música um assunto transversal, esta é uma ligação natural e inevitável?

O tipo de trabalho nocturno em discotecas é completamente diferente dos casamentos, normalmente está associado a um tipo de música e de público especificos.

Inevitavelmente a animação nocturna é uma boa escola para os DJ’s  fazerem a ponte para os casamentos, que na minha óptica são mais exigentes devido a trabalharmos com públicos completamente diferentes, quer na classe social, idade, gosto e disposição para dançar. Temos que ser mais flexíveis, ter um vasto conhecimento musical e disponibilidade física e mental para estarmos imensas horas a trabalhar.

 

O que ouve quando não está a trabalhar? Separa lazer e profissão?

Oiço um pouco de tudo, depende do espírito no momento, adoro música e tem que estar sempre presente, quer no escritório, carro ou em casa.  Soul, funk, soulful e deep house, passando pela música tradicional cubana, reggae e também na rádio online que temos  – Remember anos 70, 80 e 90’s os hits destas décadas.
Separo na medida em que quando estou a trabalhar estou concentrado no que estou a fazer, analisando a pista de dança, e em lazer apenas quero relaxar com a música que passa na rádio ou no Spotify da Rituais.

 

Rituais - animação para casamentos e DJ Rituais - animação para casamentos e DJ Rituais - animação para casamentos e DJ

Gosta dançar ou prefere ouvir? Como se mantém actualizado?

Apesar de gostar de dançar, prefiro ouvir música.

Em diversos canais, como por exemplo rádio, charts internacionais,  internet em sites de compra de música, entre outros.

 

Trabalha com clientes corporativos e com clientes particulares: na pista somos todos iguais ou o vibe da festa é muito diferente?

A música, quando devidamente tocada, é bem recebida por todos os públicos, no entanto o universo corporativo é mais selectivo e discreto no início, mas rapidamente o público começa a  descontrair e ter a mesma vibe do cliente particular.

 

O que faz uma grande noite (ou pista de dança)?

Uma boa selecção musical e saber ler a pista de dança.

 

Qual é o seu processo de trabalho, como acontece a ligação aos vossos clientes?

Através da Rituais, que promove o meu trabalho e que faz todo o processo comercial com os clientes.

 

Rituais - animação para casamentos e DJ Rituais - animação para casamentos e DJ Rituais - animação para casamentos e DJ

Como cria a playlist para o seu cliente? É tudo trabalho prévio ou há espaço de improviso, um pesa mais do que outro?

Há sempre um trabalho prévio preparando e adequando o estilo musical ao tipo de evento e cliente. No decorrer da festa também percebemos a vibe da pista de dança e improvisamos com alguns temas que nos vão pedindo.

 

Se se casasse, com que música abria a pista?

“September”, Earth, Wind & Fire

 

Para fechar, qual é a música a que regressa sempre?

Normalmente não repetimos músicas que já foram tocadas, só em situações especificas em que o cliente nos pede para o fazer.
Uma das músicas de eleição para repetir e apesar de oldie é  “Show me love”, de Robin S.

 

 

 

Contactem a Rituais através da sua ficha de fornecedor. Espreitem as galerias, feita de belas imagens e vídeos, e entrem em contacto directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática do Luís Alves.

 

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

 

Susana Pinto

Um safari na lua-de-mel: sugestões I Go Travel

A I Go Travel tem-nos feito muitas sugestões belíssimas para a viagem de lua-de-mel.

E mesmo com este contexto maluco, esta viagem de sonho merece ser planeada com tempo, de forma a explorar as várias alternativas e a combiná-las com as expectativas e sonhos dos noivos.

 

Hoje somamos mais uma bela sugestão: um safari de lua-de-mel, pelas paisagens africanas do Quénia, Tanzânia, Botswana, África do Sul e Namíbia.

 

O continente Africano é um tesouro, no que toca à natureza e reino animal e os vários projectos de conservação que fazem a gestão dos imensos parques naturais tornam possível vermos estes grandiosos animais ao vivo, no seu habitat natural, selvagens, imponentes e majestosos… se os documentários de vida animal fazem parte da nossa juventude e nos enchem de espanto ainda, a oportunidade de visitar estes locais será ainda mais incrível!

Regressarão do vosso safari de lua-de-mel cheios de histórias para contar e carregados de fotografias espantosas.

 

Safari de lua-de-mel, com a I go Travel Safari de lua-de-mel, com a I go Travel Safari de lua-de-mel, com a I go Travel Safari de lua-de-mel, com a I go Travel

A equipa I Go Travel garante que vão adorar os safaris nas savanas africanas, guiados em carros abertos que desbravam caminhos e surpreendem a vida selvagem presente na sua mais bela naturalidade. Sem dúvida, irão tirar muitas fotos com os Big 5 (leão, leopardo, elefante, búfalo e rinoceronte) para levar de recordação para casa.

As reservas naturais e privadas em África têm uma magnifica selecção de acomodações de luxo onde poderão pernoitar sob o mais incrível céu estrelado.

 

Entre elas, destacam-se:

Sanctuary Retreats (Botswana, Quénia, África do Sul, Tanzânia), com um portefólio de luxuosos safaris e navios de expedição que proporcionam uma experiência boutique, com autenticidade. Localizados em alguns dos spots mais impressionantes do mundo, cada propriedade é completamente individual no seu design e de acordo com a filosofia “Luxo, naturalmente”.

 

andBeyond (África do Sul, Namíbia, Botswana, Quénia), uma empresa pioneira nas viagens de experiência, oferece aos viajantes roteiros personalizados e luxuosos por África, que mostram a maravilhosa diversidade de paisagens, vida selvagem, cultura, história e bem-estar que este continente fantástico tem para oferecer.

 

Elewana Collection (Tanzânia e Quénia), uma coleção de dezasseis hotéis boutique e acampamentos, conhecida pelas suas acomodações exclusivas em locais icónicos do Quénia e da Tanzânia. Proporciona experiências de safari autênticas e memoráveis, oferecendo a mais alta qualidade de luxo e conforto. A hospitalidade calorosa e genuína da África Oriental são a assinatura deste operador, que presenteia os seus hóspedes com uma estadia luxuosa e personalizada. Todas as propriedades do Elewana Collection partilham o mesmo ethos – gestão de alta qualidade e serviço profissional, atenção aos detalhes, deliciosas criações culinárias, localizações privilegiadas, tamanho pequeno e intimista, com actividades de primeira classe inteligentemente combinadas com turismo de baixo impacto.

 

 

Já estão a suspirar? Deixo-vos algumas instruções adicionais para a preparação de uma viagem até estes destinos exóticos.

 

A Consulta do Viajante é fundamental, para se informarem sobre vacinas, riscos, e medidas preventivas a adoptar antes, durante e depois da viagem.

Não beber nada que não seja engarrafado e ter atenção ao gelo, não comer alimentos crus ou mal cozinhados são também as regras habituais, que devem ser aplicadas.

 

Quanto ao guarda-roupa, peças leves, confortáveis, de cores neutras e compridas – mangas e pernas, por causa da bicharada, e, claro, repelente em quantidade generosa.

Last but not least, e que temos vindo a insistir, a conselho da I Go Travel, um seguro de viagem.

 

E em contexto Covid-19, para viajar até ao Quénia, é necessário um teste negativo até 96h antes do embarque, para viajar até à África do Sul ou Namíbia, é necessário um teste negativo até 72h antes do embarque, para viajar até à Tanzânia não é necessário nenhum teste e o Botswana está com as suas fronteiras parcialmente abertas, sendo obrigatória a quarentena.

 

Ponham-se à conversa com a I Go Travel e desenhem o vosso safari de lua-de-mel à medida Será inesquecível!

Susana Pinto

Casamento na Quinta da Bichinha: Cláudia + Mário

Cláudia + Mário casaram num dia dourado de outono, em Alenquer, na Quinta da Bichinha. A registar memórias para as gerações futuras, esteve o Gustavo Simões Photography, que guardou esta luz doce como caramelo.

 

Em plena pandemia, muitos foram os desafios complexos que estes noivos tiveram de superar, processar, decidir. O caminho não foi fácil, mas o dia foi o justo prémio pela perseverança e fé com que conduziram tudo a bom porto. É disto que é feito o mais bonito dos dias e as imagens captadas pelo Gustavo Simões são de uma beleza deslumbrante – fiquem de olho no seu trabalho!

 

Casamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões Photography Casamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões Photography Casamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões Photography Casamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões Photography Casamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões Photography Casamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões Photography Casamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões Photography Casamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões Photography Casamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões Photography

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

Imaginámos que seria um dia único e especial, e, principalmente ,que fosse partilhado pelas nossas famílias e amigos mais próximos. Sempre quisemos que um dia descontraído e cheio de felicidade, acima de tudo!

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?

Sim sentíamo-nos bastante preparados, claro que na semana antes começámos a sentir alguns nervos e a situação da pandemia também não ajudou nada, gerando bastante ansiedade.

 

Casamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões Photography Casamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões Photography Casamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões Photography Casamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões Photography Casamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões Photography Casamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões Photography Casamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões Photography Casamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões Photography Bouquet de noiva campestre com oliveira

Perante a mudança de cenário, em que momento começaram a repensar o plano?

Tendo em conta que o nosso casamento seria em Outubro, tivemos sempre esperança que fosse possível acontecer. No entanto, em Junho começámos a investigar o que poderíamos fazer, caso fosse necessário alterar a data e começámos a questionar a alguns dos fornecedores contratados sobre o que seria possível fazer, tendo em conta a situação.

 

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Como geriram esse processo e tomada de decisão? Foi mais difícil o processo logístico ou a decisão pessoal?

Foi um processo que criou alguns nervos porque tudo mudava quase diariamente, impossibilitando que conseguíssemos o que poderíamos ou não ter de fazer. Estivemos até meados de Agosto a ponderar o que iríamos fazer e foi quando decidimos que não queríamos adiar e estávamos determinados a fazer o que fosse possível para o nosso casamento acontecer. Tivémos muita sorte com a escolha dos nossos fornecedores, que estavam 100% preparados para a situação pandémica e por isso o processo logístico foi relativamente tranquilo. Penso que a decisão pessoal foi mesmo a mais difícil porque estávamos sempre ansiosos e com medo que alguém ficasse doente por nossa causa, que alguém importante para nós não pudesse estar presente ou até mesmo nós próprios!

 

Casamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões PhotographyCasamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões PhotographyCasamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões PhotographyCasamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões PhotographyCasamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões PhotographyCasamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões PhotographyCasamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões PhotographyCasamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões PhotographyCasamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões Photography

 O resultado é fiel às ideias iniciais ou a experiência acaba por ser muito diferente?

Achamos que depende muito da capacidade de adaptação de cada um e do que são as suas prioridades. Claro que existiram diferenças (como teria de ser para ser seguro), não foi possível ter a parte da dança com todos os convidados devido à questão dos ajuntamentos e tivemos de ter cuidado com os abraços e beijinhos com pessoas que não estávamos tão frequentemente, reduzimos o número de convidados, mas nada de especial tendo em conta que era um casamento já à partida pequeno. No entanto, achamos que nas partes realmente importantes não sentimos que estivéssemos a perder alguma coisa, foi um dia muito feliz e achamos que as pessoas que estavam presentes também viveram este momento com muito mais intensidade devido à situação actual.

 

Para vocês, o que era fundamental? E sem importância?

Era fundamental que estivessem presentes as pessoas que nos eram mais importantes, e era também importante que as pessoas se sentissem seguras e bem. Sem importância, é difícil porque acho que naquela altura tudo se tornou importante, mas talvez o facto de existirem regras relativamente à colocação das mesas e organização do buffet fez com que algumas coisas tivessem menos importância e impacto, sinceramente nem sentimos que faltasse alguma coisa.

 

Casamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões Photography Casamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões Photography Casamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões Photography Casamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões Photography Casamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões Photography Casamento de outono na Quinta da Bichinha, com fotografia de Gustavo Simões Photography

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

Mais fácil foi reorganizar mesas pelo agregado familiar e ceder em alguns pontos da decoração, como não ter os talheres expostos (estavam envoltos em tecido). O mais difícil, foram sem dúvida, as máscaras porque apesar de tudo é sempre mais difícil captar as emoções e também o facto de não termos tido a parte da dança com todos os convidados.

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

Para nós foi mesmo a parte do casamento na igreja, a altura em que verbalizámos os votos um ao outro. No meu caso, Cláudia, foi também antes de entrar na igreja, a altura em que parece que caímos na realidade e pensamos que vamos iniciar naquele momento um dos dias mais importantes da nossa vida. No caso do Mário, foi também ver o nosso filho a entrar na igreja com a caixinha das alianças!

 

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Um pormenor especial…

No dia do nosso casamento estava vento e chuva de manhã, mas na altura em que nos casámos, parou de chover e ficou uma luz incrível. Para além disso, consideramos que tivemos muita sorte por termos conseguido o nosso dia, tendo em conta a época que estamos a viver. O dia do nosso casamento foi no dia dos anjos da guarda!

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…

Aproveitem o dia porque passa mesmo rápido e não fiquem stressados com tudo! Tenham consciência de que nem tudo vai correr como imaginámos, mas que isso não terá importância no final do dia. E divirtam-se muito!

 

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e materiais gráficos: feitos pelos noivos em conjunto com Palavras com Papel;

espaço, decoração, bouquet de noiva, catering e bolo dos noivos: Quinta da Bichinha;

fato do noivo e acessórios: Dielmar

vestido de noiva e sapatos: vestido Nova Noiva e sapatos Atelier Fátima Alves;

maquilhagem: Sparkl;

cabelos: Perfil 36;

ofertas aos convidados: feitas pelos noivos;

fotografia: Gustavo Simões Photography;

luzes, som e Dj: Mc Eventos.

Susana Pinto

Como se faz um convite de casamento, com a Pajarita

O processo criativo de um artista é sempre fascinante. Mais do que o resultado, é a viagem que nos mostra a alma, os gestos, a ideia a tomar forma, perante o nosso olhar incrédulo, já que tal talento não nos assiste. É quase um acto de magia e encantamento.

 

E é disso mesmo que se trata este filme sobre o processo criativo da Alexandra Barbosa, artista gravadora, que conhecem como A Pajarita, e que cria estacionário de casamento, com processos manuais. Desenho, pintura a aguarela, gravura, são alguns dos meios escolhidos para trabalhar sobre papel de alta qualidade. O resultado é sempre uma pequena e única obra de arte: o diálogo entre entre as vossas expectativas, sonhos e desejos, e a alma, cabeça e mãos da Alexandra.

Esta dança entre a escuta e a resposta é o que vamos ver neste filme tão bonito e tão fiel à essência de A Pajarita.

 

Aposto que estão encantados!

 

Se o mais bonito dos dias está no vosso horizonte, entrem em contacto com a Alexandra Barbosa, de A Pajarita, para conversar sobre estacionário de casamento. O seu trabalho é radioso e muito singular, de uma beleza discreta e intemporal. Afinal, no dia do casamento, os noivos são o mais importante, tudo o resto acompanha e suporta no seu papel de actor secundário, somando beleza, encanto e ambiente.

Susana Pinto

À conversa com: Feel Creations – fotografia e video de casamento

Hoje conversamos com o trio Feel Creations, que faz fotografia e video de casamento a partir do Porto, para todo o país.

Falamos com a Marta e o Bruno sobre o seu percurso até aqui, de onde vem este ponto de vista e toda esta qualidade atenta, doce e meiga que o seu trabalho transmite.

Vibramos com todo o tipo de casamentos! Se são emotivos, a Marta quase chora, se são festas de arromba, só falta mesmo sermos os “reis da pista”, se são grandes temos mais gente para registar e para trocar dois dedos de conversa, se são pequeninos recebem-nos como se fôssemos familiares. Por isso, não temos qualquer tipo de preferência. Acreditamos que quem faz a festa são as pessoas e, além disso, são essas mesmas pessoas que nos fazerem querer continuar a fotografar e filmar casamentos.

Contem-nos um pouco da vossa viagem profissional até aqui, à fotografia e vídeo de casamento.

Esta viagem tem sido bastante gratificante.

Estudámos juntos na faculdade. A Marta e o Bruno, ao longo da vida académica, já tinham uma pseudo-empresa a partir da qual faziam alguns trabalhos na área do design e, de vez em quando, de vídeo. Após a licenciatura quisemos tornar a situação mais real e séria. O nosso objectivo sempre foi trabalhar na área da fotografia e do vídeo. Tentámos direccionar todo o projecto para essa vertente e, após algum tempo e insistência, conseguimos. E conseguimos até hoje! Cada vez melhores, mais ambiciosos e sempre com fome de aprender mais e melhor.

 

 

Há quanto tempo captam imagens? E porquê casamentos?

Em Março a Feel Creations faz cinco anos de existência. Não foi um percurso muito fácil, mas cá estamos com toda a força e vontade.
Entrámos no mundo dos casamentos muito por culpa de um casal amigo. Na recta final do nosso estágio de faculdade, estes nossos amigos iam casar e queriam que fossemos nós a fotografar e a filmar no casamento deles. Inicialmente recusámos, pois não era esse o percurso que queríamos fazer e, além disso, não percebíamos rigorosamente nada de casamentos.

Insistiram bastante até que acabámos por aceitar o desafio. E ainda bem que o fizemos, pois adorámos a experiência! Compreendemos que o registo de um casamento não teria de ser feito obrigatoriamente de uma forma tradicional. Podíamos criar a nosso própria visão dos acontecimentos e não fazer acontecer, parecendo artificial. Afinal, podíamos ser criativos!

A partir desse momento arriscámos tudo. Começámos a repensar e a direccionar o nosso projecto para a área dos casamentos onde poderíamos ser livres na criação e aplicar a nossa própria visão. E aqui estamos! Prontos para novos desafios e ansiosos por cada casamento!

 

Nestes tempos globais, em que as imagens circulam a uma velocidade vertiginosa e todos temos acesso a tudo, a qualquer hora, onde vão buscar inspiração?

Com o acesso bastante facilitado a diferentes tipos de conteúdos, sejam eles ao nível da imagem e do áudio, acaba por ser algo muito importante para nós na hora de ir buscar inspiração.

Acabamos sempre por encontrá-la naqueles dias que ficamos por casa a devorar filmes e muitas séries, e, sem dúvida nenhuma, na música, nas viagens que fazemos e, claro, no trabalho de outros fotógrafos e videógrafos que admiramos!

 

 

Como construíram a vossa assinatura, como a definem?

Sempre defendemos que temos de captar o que vemos e não o que os outros gostariam de ver.

Fazemos questão de ser discretos e deixar os momentos acontecerem, sem ter qualquer tipo de intervenção, pois achamos que o que é realmente bonito são aqueles sorrisos espontâneos ou aquele abraço sentido depois da cerimónia. E isso, como é óbvio, não se pede.

Tudo isto aliado à nossa forma de ser e fazer, com um olhar sempre atento aos pormenores e gestos e aos nossos gostos, acabam por dar o nosso estilo e estética da Feel Creations.

 

Quando precisam de fazer reset, para onde olham, o que fazem?

Viajar é o melhor “botão” para fazer alguns resets. Sair por uns tempos da nossa zona de conforto, conhecer novas culturas e ter experiências completamente diferentes das a que estamos habituados a ter. Pensamos que é a melhor forma de renovar energias e inspiração. Claro que nem sempre dá para o fazer, mas aí tentamos fazer de uma outra forma. Viajar dentro do nosso país, que tem paisagens absolutamente incríveis.

Por vezes, temos de perceber que trabalhar nesta área não é equiparável a um outro trabalho. Não podemos ficar presos à frente de um computador todos os dias, pois não é essa a nossa fonte de inspiração. Temos de ser criativos e, para isso, temos de cultivar métodos para o fazer/ser. E isso faz toda a diferença no resultado de cada trabalho.

 

Do Porto para o mundo, ou Portugal de lés-a-lés: fotografar e filmar casamentos estrangeiros é diferente de fotografar e filmar casamentos nacionais?

Todas as pessoas são diferentes e cada casamento tem uma história diferente para contar. Tudo depende das personalidades, da entrega dos noivos e do que sonham para o seu grande dia.

Acreditamos que os portugueses gostam de aproveitar tudo até à última. Estes são definitivamente mais longos e muito mais dinâmicos. Um casamento estrangeiro tem tendência a ser mais curto e mais intimista. Felizmente já tivemos a oportunidade de fotografar/filmar alguns e temos essa ideia. Contudo, nada muda na hora de contar a história de um casamento. Sendo o nosso registo documental, o processo acaba por ser idêntico, quer seja um casamento português
ou estrangeiro.

 

 

Qual é o vosso processo de trabalho, como acontece a ligação aos vossos clientes?

Em todos os casos tentamos ter sempre uma ligação muito próxima ao nosso cliente. A nossa abordagem é sempre o mais descontraída possível para quebrar de imediato alguma barreira que possa existir. Achamos que é essencial aproximarmo-nos deles através da sua história e, dessa forma, conhecê-los o melhor possível. Afinal de contas, iremos estar presentes num dos dias mais importantes das suas vidas.

 

Casamentos grandes ou pequeninos, nacionais ou estrangeiros, cerimónias emotivas, festas de arromba – qual é o tipo de festa que mais gostam de registar?

Vibramos com todo o tipo de casamentos! Se são emotivos, a Marta quase chora. Se são festas de arromba, só falta mesmo sermos os “reis da pista”. Se são grandes temos mais gente para registar e para trocar dois dedos de conversa. Se são pequeninos recebem-nos como se fôssemos familiares. Por isso, não temos qualquer tipo de preferência. Acreditamos que quem faz a festa são as pessoas e, além disso, são essas mesmas pessoas que nos fazerem querer continuar a
fotografar e filmar casamentos.

 

Qual é a melhor parte de ser um fotógrafo e videógrafo de casamento? E o mais desafiante e difícil?

A melhor parte é ter a sorte de poder registar e assistir a um momento tão importante da vida de um casal. É do coração. Ficamos sempre muito felizes por ver a felicidade e a emoção dos noivos e das suas famílias.

Fazer o que gostamos e sermos felizes em cada casamento é o que é mais gratificante.

O mais desafiante é conseguir fazer sempre algo diferente e melhor.

O mais difícil é conseguir gerir o cansaço que se vai sentindo ao longo do dia de um casamento.

 

 

Contactem a Feel Creations através da sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, feita de belas imagens e vídeos, e entrem em contacto directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática deste trio criativo.

 

Aproveitem para espreitar os seus últimos casamentos que publicámos por aqui. O meu favorito é o mais bonito dos dias da Sara + Nuno, que casaram em casa, no coração do Porto: uma doçura só!

 

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

 

Susana Pinto

Lua-de-mel sustentável

Sustentabilidade tem sido um assunto premente nos últimos anos e todos os relatórios apontam para a necessidade de uma mudança radical e urgente na forma como consumimos os recursos do planeta.

 

Há muito por onde arregaçar as mangas e está ao alcance de cada um de nós implementar pequenos ou grande hábitos com impacto. Viajar é um deles e o assunto de hoje, com as dicas da I Go Travel, o nosso fornecedor seleccionado especialista em viagens.

 

Vamos conhecer alguns destinos de lua-de-mel (ou simples viagem de férias) que são pensados de forma sustentável, bem como algumas dicas e sugestões para viajar de forma mais consciente e amiga do ambiente.

 

Lua-de-mel nas Maldivas, com a I Go Travel Lua-de-mel nas Maldivas, com a I Go Travel Lua-de-mel nas Maldivas, com a I Go Travel Lua-de-mel nas Maldivas, com a I Go Travel

As Maldivas continuam a estar no topo da lista dos favoritos da I Go Travel, por muitas razões, inclusive a sua sustentabilidade natural e empenho na criação de boas práticas junto das comunidades, factores que este nosso fornecedor procura junto dos seus parceiros locais.

 

Kudadoo Maldives é uma ilha privada que oferece uma experiência totalmente inclusiva. Com dedo do arquitecto japonês Yuji Yamazaki, Kudadoo define um novo padrão de hospitalidade de luxo sustentável. Foi considerado o Melhor Hotel de Luxo do Mundo em 2018, pela Luxury Travel Intelligence, Best Island Resort 2019 por Robb Repport e vencedor do Prestigious 2019 Hospitality Design Award, na categoria “Sustainable Resort”.

 

Soa-me tudo lindamente, verdade?

 

Lua-de-mel no Cambodja, com a I Go Travel Lua-de-mel no Cambodja, com a I Go Travel Lua-de-mel no Cambodja, com a I Go Travel Lua-de-mel no Cambodja, com a I Go Travel

No exótico Cambodja, a aposta vai para um dos primeiros hotéis de luxo em Siem Reap, Belmond la Rèsidence d’ Angkor, com uma localização invejável à beira do rio, a poucos metros dos templos de Angkor Wat.

As suites, com um design tradicional, despontam por entre a flora exuberante do local e a piscina de água salgada pede um mergulho, enquanto o Kong Kea Spa espera por vocês para uns momentos de relax total.

 

Lua-de-mel na Costa Rica, com a I Go Travel Lua-de-mel na Costa Rica, com a I Go Travel Lua-de-mel na Costa Rica, com a I Go Travel Lua-de-mel na Costa Rica, com a I Go Travel

Na Costa Rica, que pede uma abordagem “slow travel“, a natureza manifesta-se em todo o seu esplendor. Os imensos parques naturais, reservas biológicas e zonas protegidas são a grande atracção para quem abraça o eco-turismo.

Por entre florestas, rios e lagos, perfeitos para rafting e kayak, uma viagem pelos canais é uma aventura na selva, com a oportunidade para observar de forma segura crocodilos, preguiças, lontras… No Parque Nacional Torturego as tartarugas marinhas desovam e há canais naturais que abrigam espécies ameaçadas.

 

Para pernoitar, escolhemos o Kura Boutique Hotel, o “resort romântico mais glamouroso da Costa Rica“, segundo a revista Forbes, com apenas 8 suites na propriedade, perfeito para um jovem casal em lua-de-mel.

 

Que destinos, não?

Se ficarmos por cá, Portugal tem também uma belíssima oferta no que toca a turismo sustentável, compatível com o ambiente especial e memorável que se quer de uma lua-de-mel, de norte a sul do país, ilhas incluídas – e já falámos sobre os Açores e a Madeira, por aqui.

 

Sustentabilidade e turismo devem andar de mãos dadas, como um par perfeito. Estas são as dicas I Go Travel que cada um de nós pode pôr em prática nas suas viagens, com impacto ambiental e social:

 

// valorizem o comércio local do destino que visitam e contribuam para a sua economia;

 

// na escolha do hotel, informem-se sobre as suas práticas de sustentabilidade, levem os vossos próprios produtos de higiene (champô, gel, sabonete ), evitando o desperdício;

 

// incluam na mala o já costumeiro saco de pano que vos acompanha nas voltas do quotidiano e dispensem os sacos de plástico nas vossas compras locais;

 

// em destinos seguros, levem a vossa própria garrafa reutilizável, dispensando o plástico descartável;

 

// é comum os hotéis terem uns chuveiros maravilhosos, mas tentem não ceder à tentação de demorar mais do que o essencial no vosso banho, e desliguem as electrónicas quando sairem do quarto;

 

// para passear e conhecer em detalhe o vosso destino, contratem guias locais, sabedores e experientes, que vos proporcionarão uma visita mais autêntica;

 

// sempre que possível, comprem voos directos e procurem destinos menos massificados, o turismo tem uma pegada imensa e devemos fazer escolhas em consciência.

 

 

Precisam de ajuda para pôr de pé a melhor das viagens? Falem com a I Go Travel!