Hello Twiggs Arquivos -  Simplesmente Branco 

0 Comentários

Wow factor, por Hello Twiggs

Hello Twiggs Fotografia de Casamento

 

Hello Twiggs Fotografia de Casamento

 

Hello Twiggs Fotografia de Casamento

 

Do calor dourado que faz o horizonte alentejano vibrar…

Fotogrfias bonitas da Cláudia Casal, Hello Twiggs.

 

0 Comentários

Hello Spring, por Hello Twiggs

A Primavera já deu um ar da sua graça e, como esta é a estação preferida da Cláudia Casal, foi esta maravilhosa (e sempre muito aguardada!) época do ano, parte da inspiração para o novo logótipo da Hello Twiggs.

 

Mas não só, como nos explicou a fotógrafa: “Sempre fui uma apaixonada por Lisboa e esta história de amor sempre me influenciou muito no que faço. A forma como me perco nos recantos da cidade e me delicio com a luz que cai sobre as colinas da forma mais bonita, as varandas pequeninas com flores, as cores dos prédios e o rio que reflecte toda esta beleza. Queria que o novo site reflectisse precisamente esta luz e as cores que procuro sempre trazer comigo. Em relação ao logo, queria que se tornasse algo próximo e intimista, daí ser escrito à mão, daí ter duas andorinhas que tanto gosto e que fazem lembrar a Primavera, a minha estação preferida.”

 

logotipo Hello Twiggs

 

homepage site Hello Twiggs

 

site Hello Twiggs com foto de noivos a beijarem-se

 

site Hello Twiggs com foto de noivos abraçados junto a parede com grafitti e mota com side car

 

site Hello Twiggs com foto de noivos sentados numa poltrona amarela

Uma bonita lufada de ar fresco para inspirar aqui!

 

Hello Twiggs é fornecedor seleccionado Simplesmente Branco. Podem encontrar mais informação e contactos detalhados na sua ficha de fornecedor, arquivada em Fotografia.

 

0 Comentários

Wow factor, por Hello Twiggs

Sessão de namoro em Lisboa, por Hello Twiggs

 

Sessão de namoro em Lisboa, por Hello Twiggs

 

Sessão de namoro em Lisboa, por Hello Twiggs

 

Oh sunny days… A mais bonita luz dourada sobre a cidade de Lisboa: o cenário mais do que perfeito para dias e momentos felizes.

A culpa é da Cláudia Casal, Hello Twiggs!

 

0 Comentários

Laura + Bruno: oh happy day!

Com um regresso real aos dias bonitos, nada mais apropriado do que entrar em sintonia e trazer-vos um casamento de verão, soltinho e feliz, cheio de conforto, descontração e muito perfeito na sua simplicidade.

É a festa da Laura + Bruno, celebrada na rústica e cenográfica Quinta dos Machados (a 40 minutos de Lisboa, a caminho de Mafra), captada pela lente da Cláudia Casal, que assina como Hello Twiggs.

A combinação deste casal com esta fotógrafa não podia ser mais certeira, porque este formato de festa, assim descontraído e pouco formal vai completamente ao encontro da postura da Cláudia Casal, igualmente descontraída e atenta ao que se desenrola à sua volta, captando o essencial de forma feliz e orgânica, sem poses, sem constrangimentos, formatações ou formalismos, apenas o mais bonito que vai acontecendo ao longo do dia.

E para comprovarem isso, dêem um pulinho ao site da Cláudia, para ver o resto das imagens deste dia e da história deste casal!

 

Casamento rústico e descontraído nos arredores de Lisboa

 

Sapatos de noivo

 

Bouquet de noiva com peónias

 

Como foi o teu pedido de casamento?

Contra todas a regras convencionais. O pedido foi feito pela Laura, no Miradouro São Pedro de Alcantâra, num lindo dia de Maio. Duas cervejas na mão e um presente para o Bruno.

 

Retrato do noivo com fato azul claro

 

Noiva com coroa de flores

 

Casamento rústico e descontraído nos arredores de Lisboa

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Inicialmente começámos por procurar um local que fosse ao encontro daquilo que pretendíamos.
Arranjámos um “livrinho” das ideias. Foi a forma mais fácil de organizar tudo o q tínhamos em mente.

 

Casamento rústico ao ar livre em Lisboa

 

Bouquet de noiva com peónias

 

Casamento rústico ao ar livre em Lisboa

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Sempre quisemos criar um ambiente rústico, com traços bem portugueses, mas sempre num ambiente acolhedor… O local que escolhemos é realmente predestinado para um “boho wedding”.

 

Casamento rústico ao ar livre em Lisboa

 

Casamento rústico ao ar livre em Lisboa

 

Casamento rústico ao ar livre em Lisboa

 

Naked cake com frutos vermelhos

 

Casamento rústico ao ar livre em Lisboa

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Como somos os dois designers, esta questão do DIY era uma questão de honra. Experimentar, alterar, pintar e ilustrar.

 

Tiveste ajuda?

Não.

 

Casamento rústico ao ar livre em Lisboa

 

Casamento rústico ao ar livre em Lisboa

 

Casamento rústico ao ar livre em Lisboa

 

Casamento rústico ao ar livre em Lisboa

 

O que era o mais importante para ti?

O mais importante era conseguir reunir duas culturas completamente distintas. Portugueses e alemães, família e amigos num ambiente familiar, sem muita etiqueta, somente criar um ambiente para uma grande festa.

 

E secundário?

A abundância de comida que normalmente é servida nos casamentos portugueses. Aquela ideia de que se está num casamento para “comer até cair”.

 

Casamento rústico ao ar livre em Lisboa

 

Casamento rústico ao ar livre em Lisboa

 

Casamento rústico ao ar livre em Lisboa

 

Casamento rústico ao ar livre em Lisboa

 

Casamento rústico ao ar livre em Lisboa

 

Onde gastaste mais dinheiro?

No espaço e no catering.

 

Onde gastaste menos?

Vestido da noiva e fato do noivo!

 

Casamento rústico ao ar livre em Lisboa

 

Casamento rústico ao ar livre em Lisboa

 

Casamento rústico ao ar livre em Lisboa

 

Casamento rústico ao ar livre em Lisboa

 

O que foi mais fácil?

Desde o início que tivemos uma ideia da estética e do look que procurávamos para concretizar “o dia perfeito”.

 

O que foi mais difícil?

Coordenar as expectativas das pessoas que viajaram de tão longe. A mistura de culturas, interacção entre as mesmas e a normal burocracia ligada ao matrimónio.

 

 

Casamento rústico ao ar livre em Lisboa

 

Casamento rústico ao ar livre em Lisboa

 

O que te deu mais prazer criar?

Toda a decoração! Desde a numeração das mesas, aos convites impressos serigrafia, ementas, etc.

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

Correu tudo como planeado.

 

Um pormenor especial?

Os votos foram feitos pela Laura em português e pelo Bruno em alemão. Foi um momento muito bonito.

 

Casamento rústico ao ar livre em Lisboa

 

Casamento rústico ao ar livre em Lisboa

 

Casamento rústico ao ar livre em Lisboa

 

Casamento rústico ao ar livre em Lisboa

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Não.

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

O dia passa a correr. Bebam qualquer coisa logo pela manhã, relax, boa disposição, aproveitem todos os momentos… é realmente um dia único e especial!

 

 

Os nossos fornecedores:

 

convites e materiais gráficos: os noivos;

local: Quinta dos Machados;

catering e bolo: Catering Império;

fato do noivo e acessórios: fato Zara; sapatos Melvin&Hamilton; laço A. Christensen Sweden;

vestido de noiva e sapatos: vestido Mango; sapatos Prada; cinto Etsy;

maquilhagem: feita por uma amiga da noiva;

cabelos: Cristina Cabeleireiros;

flores: Anaflor (Arte Floral);

ofertas aos convidados: Hema

fotografia: Hello Twiggs;

video: Nelson Chantre e Celso Leite;

luzes, som e Dj: La Boheme.

 

Save

Save

Save

Save

Save

0 Comentários

Anabelle + Yves Noel, celebrar o amor em Lisboa

Fechamos mais uma semana a caminho da Primavera, com uma bela festa com sabor a Verão!

Fiquem com o casamento bonito e pouco convencional da Anabelle + Yves Noel, em Lisboa, com passeio de tuk-tuk, gelados Santini, pista de dança da Jukebox num palacete em ruínas, tudo lindamente fotografado pela Hello Twiggs!

 

 

 

 

 

Como foi o teu pedido de casamento?

O pedido de casamento foi feito na Islândia, numa praia de areia preta em Vík í Mýrdal, no dia 9 de Maio de 2012. O Yves tinha comprado um anel de noivado da Tiffany em França, e fomos 15 dias de férias até a Islândia. Íamos festejar o nosso aniversário e fomos à procura de qualquer garrafa de espumante para festejar No final, ele deu-me um presente com uma carta e pediu-me em casamento. Foi mesmo romântico naquela praia onde estávamos sozinhos. A seguir, escolhemos a data para casar e vimos que o próximo 9 de Maio calhava num sábado, e foi assim que marcámos o dia.

 

 

 

 

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Começámos a procurar o espaço e levámos quase 2 anos para encontrar o local que era mesmo a nossa cara. Não queríamos um casamento tradicional, queríamos um espaço original e ao mesmo tempo simples onde se pudéssemos fazer uma festa descontraída, mas também um pouco chic. Como a maioria dos convidados vinha de França, queríamos que fosse no centro de Lisboa para facilitar a logística. Visitámos muitos espaços e no final decidimos casar no Carpe e Diem, Arte e Pesquisa. É um antigo palácio, restaurado, com um charme decadente: correspondia exactamente ao que procurávamos, representando Lisboa, que adoramos, e a minha cultura portuguesa.

Decidimos organizar a cerimónia civil no interior do palácio, na escadaria, e festa no jardim. Gerimos tudo à distância porque vivíamos em França.

 

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Queríamos criar um ambiente de festa boémia e elegante. Para isso, fiz muita pesquisa na internet para ter inspiração, utilizei imenso o Pinterest para procurar e selecionar ideias para tudo (decoração, convites, vestido da noiva, penteado, sapatos, etc).

 

 

 

 

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

A opção “feito por mim” surgiu por causa dos orçamentos dos wedding planners que tínhamos contactado. Era mesmo muito dinheiro e preferimos utilizar esse valor para oferecer surpresas aos convidados. Por exemplo, entre a cerimónia civil e a festa, demos uma volta pela cidade em tuk-tuks com os convidados. Foi mesmo uma festa e os convidados adoraram! Também contratámos um carrinho de gelados da Santini, para depois do jantar.

Escolhemos todos os detalhes, pormenores, fornecedores e contratámos tudo. A minha testemunha e melhor amiga, que tem muito jeito para fazer coisas com as mãos, fez-nos uma caixinha para as alianças.

 

 

 

 

 

Tiveste ajuda?

Não tive ajuda porque também não queríamos envolver os amigos e família. Queríamos que o casamento fosse a nossa cara, sem ter influência de outras pessoas.

 

O que era o mais importante para ti?

O mais importante para era que os convidados se divertissem e se lembrassem de um fim-de-semana muito giro em Lisboa. Para isso, decidimos fazer um jantar na praia, na véspera do dia do casamento: as pessoas puderam conhecer-se e conversar. Na segunda-feira depois do casamento, fomos passear até Sintra com as pessoas que quiseram passar mais dias em Lisboa.

 

 

 

 

 

E secundário?

O vídeo do casamento (preferimos optar só pela fotografia), e a minha maquilhagem: como eu não costumo estar muito maquilhada, pedi à minha irmã para o fazer.

 

Onde gastaste mais dinheiro?

No espaço, porque tivemos de alugar uma tenda caso chovesse. Tínhamos medo que a chuva estragasse a festa, porque estávamos no jardim cá fora.

 

 

 

 

 

Onde gastaste menos?

Na coordenação.

 

O que foi mais fácil?

A escolha do catering, porque sabíamos exactamente o que queríamos. Nós adoramos a cozinha que o Chefe Hugo Nascimento faz na Tasca da Esquina. São petiscos e pratos portugueses re-inventados. Quando perguntámos se faziam catering para casamentos e ele nos disse que sim, ficámos mesmo felizes, porque queríamos fazer com que os convidados também descobrissem a gastronomia portuguesa através deste chef.

 

 

 

 

 

 

O que foi mais difícil?

Toda a organização do dia do casamento. Tinha combinado com um fornecedor que se ocuparia de coordenar os diferentes fornecedores e ele não o fez. Felizmente, a responsável pelo espaço e a fornecedora das flores trataram de toda a decoração desse dia. Graças a elas tivemos o casamento que tínhamos imaginado, todos os detalhes estavam lá.

 

 

 

 

 

O que te deu mais prazer criar?

Toda a decoração e convites. Adorei mesmo procurar, escolher os detalhes.

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

O casamento corresponde exactamente à nossa cara. A única cedência foi ao número de convidados. Gostaríamos ter convidado mais pessoas, mas não foi possível devido ao budget que tínhamos, portanto só convidámos a família e amigos próximos.

 

 

 

 

 

 

Um pormenor especial?

Criámos uma conta de Instagram 3 meses antes do dia do casamento para servir como “tease” e mostrámos fotos dos preparativos para criar expectativa nos convidados (sem divulgar as partes essenciais). Os convidados adoraram e fez com que as pessoas se sentissem envolvidas na festa. E outro detalhe especial foi uma surpresa que ofereci ao meu marido: uma obra de um artista de street art de Lisboa, que ele adora, chamado Dalaiama. Ficou muito emocionado!

 

 

 

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Não mudaria nada, mesmo nada (vá… talvez contratar uma pessoa para coordenar os diferentes fornecedores no dia do casamento).

 

 

 

 

 

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

Aconselho mesmo que façam uma festa à vossa imagema. Não se deixem influenciar pelos que vos são mais próximos. Às vezes é difícil, mas no final vale a pena!

 

Os nossos fornecedores:

 

convites : My dear paper

local : Carpe Diem Arte e Pesquisa

catering : Vitor Sobral

fato do noivo: fato The Kooples, sapatos Santoni

vestido de noiva: vestido Lambert Creations, sapatos Patricia Blanchet

maquilhagem: a minha irmã

cabelos : Tony & Guy

flores: Flow

ofertas aos convidados e materiais gráficos: Monsieur plus Madame

fotografia: Hello Twiggs

luzes, som e DJ: Jukebox

aluguer de tuk tuk: Tuk on me

aluguer do carrinho dos gelados: Santini

 

2 Comentários

Patrícia + Ricardo, a perfeição passa por aqui!

Hoje trazemos o casamento da Patrícia + Ricardo, que é, logo à partida muito especial, já que é esta maravilhosa noiva que está na capa do nosso Queres casar comigo? – guia prático para um dia muito feliz.

Deliciem-se com todos os detalhes e com a fotografia da Cláudia Casal, da Hello Twiggs. Para este resultado final maravilhoso, contaram também a maquilhagem da Joana Moreira e com o fantástico espaço e serviço da Quinta do Hespanhol, tudo fornecedores recomendados pelo Simplesmente Branco!

 

 

 

 

 

Como foi o teu pedido de casamento?

Após 11 anos de namoro, obviamente o tema casamento que já tinha surgido em conversa e sabíamos que era algo que ambos queríamos. No entanto, o noivo tentou que fosse o mais inesperado possível. No dia em que íamos de férias, sem eu suspeitar de nada, o Ricardo fez um desvio para um fim de semana romântico em Mafra, onde nos conhecemos. Foi um momento bastante íntimo e nostálgico, recordando esses tempos e tudo o que vivemos juntos desde então.

 

 

 

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Começamos a organizar tudo com mais ou menos um ano de antecedência. Como tínhamos muitos convidados e uma ideia muito concreta do que queríamos, o mais importante foi escolher a quinta e o fotógrafo. Com esses dois pontos-base definidos, só começámos a tratar do resto cerca de 6 meses antes do casamento.

 

 

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Quisemos criar um ambiente rústico, romântico e descontraído. Algo com que nos identificássemos e as outras pessoas nos reconhecessem. Para isso tivemos a ajuda de pessoas espetaculares, que nos ajudaram imenso e perceberam exatamente o que queríamos.

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Por ser mais em conta e ao mesmo tempo mais personalizado.

 

 

 

 

 

Tiveste ajuda?

Muita! Família, amigos e o melhor de tudo, profissionais que eram amigos

 

O que era o mais importante para ti?

O mais importante era celebrarmos o nosso amor e proporcionar um dia fantástico e especial a todos os que amamos.

 

 

 

 

 

E secundário?

Nada!

 

Onde gastaste mais dinheiro?

Na quinta.

 

 

 

 

 

Onde gastaste menos?

No material gráfico e vídeo.

 

O que foi mais fácil?

Escolher a quinta. Foi a primeira que fomos visitar e foi amor à primeira vista. Fomos ver outra a seguir, mas achamos que não valia a pena ver mais nada, já estávamos conquistados.

 

 

 

 

 

 

 

O que foi mais difícil?

Os últimos dias antes do casamento. Muitos pormenores para terminar e o relógio não pára.

 

O que te deu mais prazer criar?

A cortina de tsurus, que estava no painel atrás da mesa dos noivos, e a montagem dos convites e lembranças.

 

 

 

 

 

 

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

Completamente a nossa cara.

 

Um pormenor especial?

Para os noivos é sempre tudo especial. Cada pormenor que idealizámos tinha uma mensagem e valor pessoal. No entanto, para mim dois pormenores fundamentais foram: a medalha no bouquet, que a minha irmã me ofereceu, com uma fotografia minha e do meu pai, e os nossos noivos personalizados (dois meninos fardados, simbolizando uma etapa muito importante da nossa vida e durante a qual nos conhecemos).

 

 

 

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Não mudava nada. No dia choveu e a quinta teve de por em prática o plano b para a recepção aos convidados. Na altura fiquei um bocadinho desanimada, mas, olhando em retrospectiva, acho que nem isso mudava… como diz o ditado: “Casamento molhado, casamento abençoado”!

 

 

 

 

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

Escolham os profissionais com quem mais se identificam e nos quais confiam. Assim, poderão relaxar e aproveitar a viagem. No final, tudo irá ao encontro do que imaginaram.

 

 

 

 

 

Os nossos fornecedores:

 

convites e materiais gráficos: os nossos amigos Eurico Fernandes e Carina Sousa, responsáveis também pelo cake topper personalizado

local, catering e bolo: Quinta do Hespanhol

fato do noivo e acessórios: fato Sacoor, sapatos Aldo, gravata Giovanni Galli

vestido de noiva e sapatos: vestido Penhalta (com alterações idealizadas pela noiva), sapatos SoftGrey

maquilhagem: Joana Moreira

cabelos: Ana Rita Vicente

flores: Flow, Flower Design (bouquet e coroa de flores)

ofertas aos convidados: bolo típico da terra do noivo

fotografia: Cláudia Casal, Hello Twiggs

video: Os nossos amigos Francisco Brandão e Sandra Fernando

luzes, som e Dj: Banda e Dj da Quinta do Hespanhol

 

0 Comentários

Helena + Lino, o amor é paciente

Hoje trazemos a festa da Helena + Lino, com fotografia da Hello Twiggs, o nome artístico da Cláudia Casal.

Chegar a este dia não foi fácil, a Helena é de Curitiba e o Lino, da Madeira, e por muito tempo, houve um oceano a intrometer-se pelo meio. Mas o amor é paciente e tudo vence.

Deixem-se levar por toda esta doçura e se quiserem, depois, espreitem o vídeo da dupla Maria Imaginária, que já publicámos por aqui.

 

 

 

 

 

Como foi o teu pedido de casamento?

Nosso primeiro beijo foi na paragem do autocarro em frente ao Mosteiro dos Jerônimos. E foi lá que ele me pediu para casar com ele. Foi em Novembro de 2010. Em um mês eu voltaria para o Brasil para acabar de escrever a minha tese de mestrado e ficaria mais ou menos um ano por lá. Não sabíamos se ficaríamos juntos este tempo todo afastados e foi um período confuso por não saber como ficaria a nossa relação.

No dia do pedido fiquei fazendo pesquisa na faculdade e ia me encontrar com o Lino na baixa de Lisboa para jantarmos. A sobremesa seria nos Pastéis de Belém, mas quando descemos do autocarro não fomos para lá. Sentámos na paragem do Mosteiro e ele disse que a relação entre portugueses e brasileiros começou há muito tempo com as caravelas e que eu e ele deveríamos ficar juntos para sempre para dar continuidade. Ele ficou vermelho e envergonhado, como não é costume, e fez o pedido com um anel que tirou do bolso. Aceitei na hora!

 

 

 

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Como fui para o Brasil logo depois e não tinha previsão de voltar para Lisboa, comecei a ver algumas coisas de forma genérica, pois não sabia se a festa seria aqui ou em Curitiba, minha cidade natal. Vim para Lisboa no fim de 2011 para apresentar a tese e fiquei até ao começo de 2012, procurando emprego. Como não consegui, voltei para o Brasil.

Lá comecei a trabalhar e a procurar alguns fornecedores, mas sem muito empenho, porque ainda não tínhamos decidido se o casamento seria aqui ou lá. O tempo foi passando e tínhamos de decidir o que fazer. Em meados de 2013 decidimos que seria em Lisboa. Procurávamos juntos na internet algumas opções e depois o Lino ia visitar. Tinha que ser um lugar onde coubessem 50 pessoas e não fosse muito grande para deixar a festa mais aconchegante. De preferência com um espaço exterior e tinha que ser em Lisboa, porque queria facilitar a logística de transporte dos convidados, já que a maioria era do Brasil e da Madeira.

Optamos pela Estufa Real, no Jardim Botânico da Ajuda mesmo sem eu ter visto o espaço ao vivo. O lugar é lindo, pelo tamanho e estrutura era perfeito para a festa que tínhamos em mente. Tem uma vista linda para a ponte 25 de Abril e para o Tejo, e os pavões que ficam nos jardins davam um charme a mais. Fomos lá algumas vezes para tratar dos detalhes da festa e vimos os pequeninos (pavões), que andavam sempre atrás da mãe, crescerem. Foi muito giro!

Mandei fazer os convites em Curitiba, entreguei para os mais próximos e os demais deixei prontos para a minha mãe entregar mais perto da data. Mudei-me para Lisboa em maio de 2014 e o casamento foi em Setembro.

Não tinha ideia de fornecedores e o que eu encontrava na internet não me agradava. Isso me deixou um pouco nervosa porque não queria contratar ninguém. Isto tudo seria muito mais fácil em Curitiba, porque eu já sabia quem fazia o que eu gostava, da decoração aos doces. Com a ajuda da Guiomar e da Orlanda, da Estufa Real, e depois de achar o Simplesmente Branco, a esperança voltou. Vi que quem fazia parte destes sites tinha um trabalho alinhado com o nosso gosto e que faria um trabalho do jeito que queríamos.

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Queria um casamento pequeno, para os mais próximos, e com quem realmente esteve presente nas nossas vidas. Decidimos que seriam 50 pessoas. Fazer esta lista foi difícil e convidámos 130 pessoas. Por ser um casamento que implicava em viagem, muitos não puderam vir e foram exactamente 50 pessoas que estiveram no dia connosco.

A ideia era ter um ambiente aconchegante e deixar as pessoas à vontade, sem as formalidades habituais. Queria uma grande mesa comprida para que todos pudessem se conhecer e interagir. Por causa do espaço fizemos duas mesas e não estabelecemos lugares para justamente as pessoas se misturarem. Acho que a ideia deu certo.

 

 

 

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Não foi extamente uma festa DIY, pois tivemos um mini DIY com as lembranças, mas amigos participaram ativamente em diferentes partes do processo.

Queríamos uma cerimónia simples, mas charmosa. Pequena, para termos junto de nós quem realmente convivia connosco. Era importante podermos conversar com todos os convidados e fazê-los se sentirem numa festa casual e se divertirem.

Como casámos no civil em Maio e não somos religiosos, um amigo nosso fez a cerimónia. Ele é repórter de TV no Brasil, então tem desenvoltura e texto muito bons, era a pessoa perfeita para a função.

Meu vestido foi desenhado por uma amiga minha de infância e a costureira era a mãe de uma amiga da minha mãe.

O bouquet foi feito por uma amiga da família que mora em Lisboa.

Uma amiga minha do Brasil fez um caderno personalizado para os convidados escreverem e colocarem as fotos que tiraram na hora. Ficou a nossa cara porque os detalhes dos desenhos da capa remetiam para a nossa relação.

Para as lembrancinhas queríamos algo que ficasse mesmo na memória e não guardado no fundo da gaveta. Decidimos fazer caixinhas com ovos moles de Aveiro. Brasileiros e portugueses adoraram!

Fiz um carimbo com os nossos nomes, comprei papel e com um cortador fiz as etiquetas. Minha mãe comprou as caixinhas no Brasil e trouxe uns dias antes do casamento. Eu e a minha madrinha montámos as caixas, colocámos os doces dentro, amarrámos e colocámos os raminhos de oliveira, que o Lino tinha colhido. Foi um momento divertido! Os raminhos também foram para a decoração da mesa. Resolvemos colocar um em cada guardanapo.

 

 

 

 

Tiveste ajuda?
Sim. Como os convites e vestido foram feitos no Brasil, minha mãe ajudou e deu palpites. Aqui em Lisboa, o Lino foi ótimo, principalmente quando procurou sózinho os lugares. E na semana antes do casamento, na correria para ter tudo pronto.

 

O que era o mais importante para ti?

O mais importante era estar com quem gostamos. Já estávamos casados há alguns meses, mas queríamos que os amigos e a família também partilhassem da nossa felicidade. Tenho como a imagem disso a minha avó, de 80 anos, dançando muito na pista com um amigo meu!

Queríamos que fosse tudo como idealizámos e a decoração da mesa era algo que transmitiria o cuidado que tivemos para recebê-los. Mas também queríamos poder recordar daqui a alguns uns anos com fotos e vídeo bonitos.

 

 

 

 

E secundário?

Papelaria. Acho lindo e adoro! Mas optámos por não ter save the date, menu impresso, etiqueta com nome dos convidados, etc.

 

Onde gastaste mais dinheiro?

Foi nao espaço e no jantar. Mas ter uma comida boa e o lugar bonito era fundamental para termos a festa que queríamos.

 

 

 

 

 

Onde gastaste menos?

Na papelaria.

 

O que foi mais fácil?

Decidir as lembrancinhas.

 

 

 

 

 

O que foi mais difícil?

Decidir o lugar da festa sem eu ter visitado.

 

O que te deu mais prazer criar?

Fiz um board no Pinterest com as ideias que gostava. Como demoramos três anos para concretizar a festa, as ideias que antes eram brilhantes passaram a não ser mais. Definir a decoração foi muito bom, mas tivemos também que adaptar de acordo com o que os fornecedores tinham disponível.

 

 

 

 

 

 

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

Foi a nossa cara e também fizemos cedências, tanto por causa do orçamento quanto pelo que os fornecedores tinham ou deixavam de ter. Queria mesas de madeira de demolição, bem rústicas com pratos com cara de antigos. Como não tinham as mesas, escolhemos toalhas de linho cru e adorámos.

 

 

 

 

 

Um pormenor especial?

Deixamos uma máquina fotográfica instantânea junto com o caderno para os convidados escreverem e colarem as fotos. Uma amiga fez este caderno personalizado para nós e é muito bom ter esta lembrança. O cuidado do caderno em si, as fotos e mensagens que as pessoas nos deixaram. Hoje continuamos a colar nossas fotos, agora como casados.

 

 

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Me preocuparia menos na semana anterior.

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

Muita gente vai dizer como deve ou não fazer seu casamento. Faça de acordo com as ideias do casal, mas claro que deve levar em consideração alguns fatores como orçamento, principalmente se você tem ajuda de outras pessoas. Casar exige diplomacia.

 

 

 

 

 

Os nossos fornecedores:

 

convites e materiais gráficos: PG Convites (Curitiba-Brasil)

local, catering e bolo: Estufa Real

fato do noivo e acessórios: Zara

vestido de noiva e sapatos: desenho de Maria Júlia Cançado Kac e executado por Elina Ogrodovski. Sapatos Santa Lola. Detalhe do cabelo Ayajewellery (no Etsy). Jóias de família

maquilhagem e cabelo: Natural Hair SPA

flores: Decoflorália e bouquet de Jacqueline Daher, amiga da família

ofertas aos convidados: ovos moles de Aveiro

fotografia: Hello Twiggs

video: Maria Imaginária

luzes, som e Dj / Francisco Herédia

assessoria, decoração e aluguer: Festa Aluga