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Marta Ramos

Wise words: a banda sonora do dia do casamento

As nossas wise words de hoje são musicais. A música é um dos principais ingredientes de qualquer festa que se preze, quanto mais de um casamento – até porque, neste caso, estamos a falar de uma banda sonora, com todo o compromisso que isso implica. O vosso dia terá vários momentos distintos, com mais ou menos formalidade, com mais ou menos emotividade, com mais ou menos intensidade. E claro que vão querer que a música seja adequada a cada um deles.

Assim sendo, não deixem este aspecto deslizar demasiado para o fim da lista de assuntos a tratar. Os bons profissionais de animação para casamentos têm a agenda bastante carregada, por isso vão querer começar a contactar os candidatos com antecedência; e, mesmo depois de feita a vossa escolha, há muitos pormenores a definir, pelo que convém começar o quanto antes.

E começar por onde? Pela pesquisa, aconselha a Jukebox, o nosso fornecedor seleccionado designado para nos guiar neste assunto: «Antes de dirigirem um pedido de informação aos profissionais que estão a considerar, façam uma pesquisa sobre os mesmos. Ao fazer a abordagem, demonstrem algum conhecimento e refiram precisamente quais foram os aspectos que despertaram o vosso interesse neste ou naquele projecto. Comuniquem de forma clara e objectiva quais são as vossas expectativas em relação à colaboração dos profissionais em questão na vossa festa.»

Estamos a falar de uma actividade complexa e específica, rodeada de termos técnicos e de nuances – como os horários de participação dos profissionais numa festa, o tipo de equipamentos que têm disponíveis, o grau de alinhamento prévio da prestação do serviço versus os pedidos de última hora. A primeira coisa a fazer será, então, pesquisar, conhecer os diversos tipos de serviços existentes e dominar algum do vocabulário associado.

E a segunda? Definir exactamente aquilo que vocês querem. Um coro clássico na igreja, o trio de jazz a receber os convidados na festa, uma pista de dança a ferver pela noite dentro? E a abertura da pista? E o corte do bolo? Desenhem cada momento e visualizem (ou, melhor, ouçam com atenção) a música que os acompanhará na perfeição.

Há ainda um outro aspecto que devem acautelar previamente: os valores. Façam um pequeno estudo de mercado, perguntem a quem tenha casado recentemente, contactem alguns profissionais apenas com a indicação de que precisam de conhecer as balizas dos orçamentos que se praticam nos dias de hoje para se poderem guiar. Só assim estarão verdadeiramente equipados para reagir aos números que os vossos preferidos vos apresentarem.

Está então na altura de fazer os contactos. Já sabem que o nosso conselho é sempre no sentido de afunilar. Não adianta nada enviar emails impessoais a vinte fornecedores, porque nem eles serão capazes de vos responder cabalmente sem informações detalhadas nem vocês poderão avaliar o grau de adaptabilidade, de sintonia e de empenho do lado de lá. Por isso, pesquisem, peçam referências, vejam vídeos, leiam testemunhos de clientes e fixem uma mão cheia de eleitos. E, desses, contactem os três primeiros da lista com um email atencioso e bem explicadinho. Por exemplo, se não incluírem a data e o local no primeiro contacto, os fornecedores não poderão garantir-vos a sua disponibilidade. Apresentem os factos e a vossa ideia para o dia e, idealmente, agendem uma reunião presencial: «Tendo em conta que haverá certamente muito vocabulário técnico nas trocas de impressões, uma boa solução pode passar por solicitar o agendamento de uma reunião e pedir ao profissional que explique, em linguagem comum, o que representam todos os aspectos da prestação de serviços.»

 

Paulo Castro: otógrafo de casamento Norte

Paulo Castro: otógrafo de casamento Norte

Paulo Castro: otógrafo de casamento Norte

Uma das variáveis que encontrarão neste tipo de serviços é a do horário de presença dos profissionais na festa. Isto é importante? Para a Jukebox, sim: «Em Portugal, dependendo de uma série de factores, um casamento terá cerca de 12 horas de período útil, ou seja, 12 horas de aproveitamento real pelos anfitriões e convidados. Tendo isto em mente, faz sentido estabelecer os períodos de participação e as fases em que se inserem os diferentes fornecedores, acautelando os tempos de cada um. E o facto de se ter um período acordado com um limite previamente definido pode até potencializar o melhor aproveitamento desse serviço, saindo assim valorizada a prestação dos vossos fornecedores e, em última análise, a vossa festa.»

Faz sentido, de facto. Estamos a falar de pessoas, logo, de recursos de energia limitados. Não adiantará grande coisa contratarem um serviço sem limite de horas se depois os profissionais estiverem exaustos e se tornarem mecanizados ou repetitivos. Planeiem o vosso dia tal como querem que aconteça, articulem com o espaço a questão dos horários (até que horas é possível ter uma pista de dança a bombar) e apresentem essa informação devidamente organizada aos profissionais de animação com que forem reunir. Não se esqueçam de incluir as vossas preferências musicais e a caracterização do conjunto dos vossos convidados. Quanto mais informação transmitirem aos profissionais, melhor eles poderão ajustar o seu alinhamento ao perfil da festa que vocês desejam.

Este esforço de planeamento é recompensado com tranquilidade, no dia do casamento. Quanto mais detalhado for o trabalho prévio, quanto mais sintonizados estiverem os animadores com as vossas expectativas, mais se poderão libertar de preocupações no grande dia e serem simplesmente os anfitriões simpáticos e felizes. O resto rola por si.

Preparem com esmero a primeira dança, dando o devido relevo ao momento – seja qual for o vosso gosto musical! Façam-se anunciar e ao fim de alguns momentos, chamem os convidados à pista, envolvam-nos de forma feliz e divertida. Que tal combinar com o DJ uma música para os pais, outra para os padrinhos e ainda para os amigos? Façam as devidas introduções e convites para dançar e apresentem-nos com umas palavrinhas simpáticas. – Queres Casar Comigo?

Paulo Castro: otógrafo de casamento Norte

Paulo Castro: otógrafo de casamento Norte

Paulo Castro: otógrafo de casamento Norte

Os detalhes, claro! Ficou para o fim mas não é de todo um assunto menor. É apenas aquele a que se poderão dedicar com atenção, depois de contratado o vosso profissional de eleição e de definidas as guidelines para a animação musical de todo o dia. Se um de vocês quiser surpreender o outro com uma canção; se andaram a ensaiar uma dança de arrasar para surpreenderem tudo e todos na abertura da pista; se têm uma memória bonita de um filme e querem reproduzir o mesmo ambiente numa ocasião que seja importante para vocês, como a entrada na igreja ou o corte do bolo; se gostavam de surpreender os vossos pais, convidando-os para dançar ao som da música ‘deles’… Vale tudo para que o sonho se concretize. Planeiem, planeiem, planeiem – improvisos de última hora e interrupções do alinhamento dos profissionais não são boa ideia para ninguém. Mas, com tudo devidamente arrumado com antecedência, o céu é o limite!

Uma última ideia, que não tem a ver com estes profissionais especificamente mas sim com a noção de banda sonora do vosso dia: não se esqueçam de conversar com os vossos videógrafos sobre o estilo de música a escolher para o vosso filme. Afinal, essa banda sonora é mesmo para sempre.

Ainda se lembram do primeiro passo? Pesquisar: e é aqui que devem começar.

 

As imagens que ilustram este artigo são do nosso fornecedor seleccionado Paulo Castro Photography. Sobram dúvidas? Falem connosco, têm a caixa dos comentários inteiramente à vossa disposição. E não deixem de acompanhar todos os artigos de wise words que vamos publicando, sempre à segunda-feira.

Marta Ramos

Wise words: 5 regras para bem cuidar do fato do noivo

No nosso artigo de wise words da semana passada, ajudámos-vos na tarefa de escolher o fato do noivo. Para tal,  inspirámo-nos nos conselhos de um especialista na matéria, a Bespoke Edge, uma empresa familiar do estado norte-americano do Colorado que reúne o muito experiente pai, Ron Wagner, e os seus dois filhos empreendedores, Ryan e Brett Wagner, num negócio totalmente dedicado à personalização do vestuário masculino.
Hoje regressamos ao Colorado para vos transmitir os conselhos da família Wagner no que diz respeito à conservação do fato do noivo. Queremos que estejam no vosso melhor no grande dia, e que possam manter o vosso fato impecável durante muito tempo. Para conseguirem isso, todos os pormenores contam!
Podemos resumir os cuidados essenciais para uma vida longa e saudável do vosso fato especial em 5 regras:
. Pendurar o fato num cabide de madeira bastante robusto;
. Não recorrer à limpeza a seco (pelo menos, não com frequência, e sobretudo do casaco);
. Escovar o fato regularmente e usar um rolo adesivo para completar a limpeza do fato;
. Arejar o fato;
. Usar uma máquina de engomar a vapor para eliminar vincos (e não um ferro de engomar).
Se cumprirem estas linhas de orientação, estarão garantidamente impecáveis no dia do casamento e em todas as ocasiões em que queiram voltar a usar o vosso fato, durante muito tempo.
Vejamos então estas regras com mais atenção. O cabide no qual penduram o vosso fato é extremamente importante, porque sustenta os ombros, que são como que a estrutura essencial para garantir a elegância do vosso casaco. Garantam que o cabide que escolhem é suficientemente largo para chegar mesmo até ao fim dos ombros do casaco – isto é fundamental -, e que é robusto, para ocupar espaço dentro do casaco, distribuindo correctamente o peso do tecido. Assim, evitam desequilíbrios que podem criar foles e marcas no casaco. Também será importante deixar alguns centímetros de intervalo entre o fato e as restantes roupas penduradas, de modo a que possa respirar. E escolham sempre o cabide, mesmo que seja apenas por umas horas, em vez das costas de uma cadeira ou de outro repouso provisório improvisado. Só assim o vosso casaco estará direito na altura de voltar a vesti-lo.
Se não usarem o fato com regularidade, será importante retirá-lo ocasionalmente do roupeiro para o inspeccionar e para que possa apanhar ar.
Conhecem as máquinas de engomar a vapor? Pode ser um bom investimento agora que estão a começar uma vida nova a dois – e a vossa cara metade também lhe dará muito uso, acreditem! Estas máquinas permitem eliminar rugas e vincos da roupa apenas com o contacto com o vapor, sem terem que lhes encostar um ferro de engomar quentíssimo, que pode causar danos irreparáveis aos tecidos (e deixar aquele brilho irritante). Para além disso, opera-se como se fosse uma espécie de mangueira, o que permite chegar a todo o lado e «engomar» a roupa pendurada num cabide. É perfeito para manter o vosso fato longe da lavandaria o máximo de tempo possível, e ainda refresca os tecidos, graças à acção do vapor. E porque é que insistimos na questão de evitar a lavandaria? Claro que terão que recorrer à limpeza a seco de vez em quando, mas a ideia é reduzir essas visitas ao mínimo indispensável. Os produtos químicos usados nestes sistemas de limpeza danificam as fibras naturais dos tecidos, pelo que quanto menos, melhor. O teste final para determinar se não há volta a dar é o cheiro. Se detectarem que o vosso fato tem um cheiro esquisito, mesmo depois de um dia inteiro a arejar, então está na altura de o levar a limpar a seco. As nódoas também serão um motivo de peso!
Para eliminar pó, cabelos, pelos dos animais de estimação, etc, a combinação entre um rolo adesivo e uma escova adequada tratará do assunto com eficácia. Bastará pendurar o casaco e percorrê-lo de cima a baixo com o rolo e a escova.

E no dia do casamento? Bem, o ideal será recorrer a uma combinação de todas estas regras – às quais acresce uma: a de usarem um saco para o transporte do fato que não seja de plástico, mas sim de um material respirável. Deixem o fato pendurado num cabide adequado – e fora do saco – durante a noite. Mesmo que vos pareça que se amarrotou no transporte, o mais provável é que recupere a sua forma durante a noite. Se restarem alguns vincos na manhã seguinte, pois então estará na altura de recorrer à vossa máquina de engomar a vapor novinha em folha!
Estão agora prontos para brilhar no vosso grande dia. Não se esqueçam de usar um belo sorriso a condizer com o fato novo. E lembrem-se de que, para as coisas durarem, temos que cuidar delas com atenção e carinho. Isto vale para o fato do noivo e para praticamente tudo!

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Marta Ramos

Wise words: o fato do noivo

Hoje falamos para eles. O dia do casamento é a grande oportunidade de estarem no vosso melhor, de usarem o melhor fato de sempre, que vos assente que nem uma luva e que vos faça sentir fantásticos. Se ainda não começaram a tratar deste assunto e têm casamento marcado para este ano, então está na altura de meter mãos à obra.
Para ajudar na tarefa de escolher o fato do noivo, inspirámo-nos nos conselhos de um especialista na matéria, a Bespoke Edge, uma empresa familiar do estado norte-americano do Colorado que reúne o muito experiente pai, Ron Wagner, e os seus dois filhos empreendedores, Ryan e Brett Wagner, num negócio totalmente dedicado à personalização do vestuário masculino. No ano passado, depois dos casamentos do seu irmão e do seu melhor amigo, Ryan Wagner decidiu que fazia falta um guia para planear o casamento dirigido aos noivos. Reuniu informações e testemunhos e acabou por publicá-lo no blog da empresa – podem lê-lo aqui. E um dos assuntos a que se dedica é, claro, o do fato do noivo, ou não fosse esse o negócio da sua família.
A ideia central é a de que, independentemente do estilo escolhido, todos os noivos podem (e devem) estar elegantes no dia do casamento. O segredo está nas medidas.

No que diz respeito às calças, o comprimento deverá ser ajustado de modo a que não haja folga nenhuma no cair do tecido. Qualquer centímetro de tecido a mais junto aos sapatos está ultrapassado, e fará com que pareçam mais baixos do que são na realidade.
Falando agora da camisa – não é uma peça de vestuário que normalmente se pense em ajustar à medida. No entanto, na mente de um alfaiate nada fica de fora até que o resultado seja como que uma segunda pele para o cliente. E a camisa não é excepção. Um dos pormenores a ter em conta será eliminar o excesso de largura, para que a camisa assente bem, sem ficar folgada, assim como acertar devidamente o comprimento da manga. Ainda nas mangas, os punhos duplos ou franceses são sempre uma escolha garantidamente elegante – mas convém praticarem a dobra do punho e a colocação dos botões de punho algumas vezes, para que não seja uma fonte de stresse no grande dia.
Ora bem, estamos então a assumir que vão usar um fato ou um smoking. Outras hipóteses serão abordadas em futuros artigos de wise words, mas por hoje foquemo-nos nas escolhas mais tradicionais. Está então na altura de falarmos do casaco. Esta é ‘a’ peça do vosso look, aquela que vai definir o resultado final, e é fundamental que esteja completamente ajustada à vossa fisionomia. Um casaco largo ou comprido arruína qualquer tentativa de ficar bem na fotografia! O comprimento do casaco não deverá ultrapassar os primeiros nós dos vossos dedos, quando estenderem os braços ao lado do corpo. As mangas deverão deixar ver no máximo um centímetro do punho da camisa: é esse pormenor que dará o enquadramento perfeito com o lenço a espreitar do bolso.
Quando o botão de cima estiver apertado, a lapela do casaco não deverá ter tendência a abrir ou dobrar, mas sim manter-se bem direita, junto ao peito. E a prova final: coloquem-se em frente ao espelho, de casaco apertado e braços estendidos ao lado do corpo. Se conseguirem ver um pequeno intervalo entre o tecido das mangas e o tecido do corpo, na zona da cintura, então o vosso casaco está decididamente a cumprir a missão.

A decisão final: gravata ou laço? Há duas ideias que actualmente pendem a favor do laço – a de que esse é o acessório mais elegante e a de que está na moda. Mas pensem bem antes de escolher o laço, sobretudo se não costumam usá-lo. Na verdade, a elegância tem muito mais a ver com sentirem-se bem do que com ideias pré-concebidas. Não tentem começar a usar laço no dia do vosso casamento. Se optarem por usá-lo, então garantam que aprendem a dar o nó correctamente.
Para um toque extra de formalidade, um pequeno quadrado impecavelmente branco no bolso do casaco é garantido. No entanto, se optarem por cores ou padrões, poderão obter um resultado igualmente charmoso. A regra de ouro – nunca escolher um lenço de bolso com o mesmo padrão da gravata. Procurem coordenar, ou apostar numa das cores da gravata, e pronto. Prevejam também, atempadamente, se haverá uma boutonnière à vossa espera (um pequeno apontamento floral na lapela, a condizer com o bouquet da noiva).
E pronto. Quando a medidas, estamos conversados. Com estas pequenas directrizes já serão capazes de avaliar os trabalhos de ajustamento que forem feitos no vosso fato. Claro que quanto mais experiente for o profissional a que recorrerem, melhores resultados obterão. Conhecem a Alfaiataria Lusa? Não se inibam de fazer perguntas e pedir opiniões: afinal, a classe está nos pormenores!

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Marta Ramos

Wise words: os discursos de casamento

Há duas semanas, falei-vos sobre os votos de casamento, chamando-vos a atenção para vocês os dois, o casal, e para aquilo que têm a dizer um ao outro no dia do vosso casamento. Os discursos são, na verdade, mais a pensar nos outros – ou seja, servem para vocês darem as boas-vindas a todos os convidados e para algumas das pessoas mais importantes das vossas vidas poderem deixar o seu testemunho na vossa festa.
A tradição dos discursos de casamento é muito mais acentuada nos países anglo-saxónicos do que entre nós, mas como é precisamente desses países que vem muita da inspiração que todos nós consultamos na hora de organizar o casamento, também este hábito tem vindo a tornar-se cada vez mais comum por cá. Eu sou particularmente apreciadora de discursos e de votos de casamento. Ao contrário de outros hábitos que dispensaria de boa vontade, pormenores meramente folclóricos, por exemplo, acrescentar palavras bem medidas e anda mais bem sentidas num dia de tantas emoções parece-me uma combinação extremamente feliz.
Assim sendo, recomendo que considerem introduzir discursos de casamento no vosso grande dia – é sobre eles que falam as nossas wise words de hoje.
Reconhecendo que existe uma tradição e um figurino no que respeita aos discursos, irei abordá-los, mas, como em tantos outros aspectos da organização do vosso casamento, a palavra de ordem é «vosso». Adaptem, moldem, ajustem à vossa vontade e à vossa realidade. O que importa verdadeiramente é que possam todos ouvir as palavras de algumas das pessoas mais importantes para o casal, momentos que ficarão registadas para sempre em fotografias e vídeo. Garantidamente alguns dos minutos mais preciosos que ficarão para sempre nas vossas memórias, assim como nas de todos os presentes.
Convencionalmente, os principais oradores são o padrinho do noivo e a madrinha da noiva, os pais dos noivos e, claro, o próprio casal. Agora, estamos a falar do padrão. Os discursos decorrem pelo final da refeição, momento propenso a brindes, e quem abre o palco, digamos assim, é o anfitrião. Lá está, tradicionalmente este papel cabe aos pais da noiva, mas se são vocês os responsáveis máximos pela festa, então deverão ser vocês os primeiros a falar. A ideia é celebrar a união das duas famílias, agradecer a presença dos convidados e dizer algumas palavras simpáticas sobre os recém-casados. Passa a palavra para o padrinho do noivo, seguido da madrinha da noiva e, a finalizar, fala o noivo (ou ambos). Padrinhos e madrinhas contam, normalmente, histórias divertidas sobre o casal, rematando com algum sentimentalismo. E a vocês cabe-vos fechar o microfone com agradecimentos generalizados, algumas respostas aos desafios deixados nos discursos anteriores, e palavras doces para a vossa cara-metade. Podem finalizar com o convite para o corte do bolo, por exemplo.
Este é o croquis de base. A partir daqui, risquem e reescrevam o que for necessário para terem um plano que seja a vossa cara. Se precisarem de ajuda, qualquer wedding planner experiente saberá como vos organizar este momento tão sensível e tão bonito.

Algumas regras para que tudo corra sobre rodas:
. Convidem as pessoas que gostariam que discursassem no vosso casamento com muita antecedência, isso dar-lhes-á tempo de sobra para se prepararem, para vencerem alguma resistência inicial, para comporem o seu texto e para praticarem, caso sintam necessidade.
. A quem tiver muita dificuldade em falar em público, sugiram a leitura de um texto pré-escrito (pode até ser uma peça literária); ou, no limite, façam-lhe a gentileza de dispensar os seus serviços e peçam-lhe que recomende outro orador para falar no seu lugar.
. Organizem bem a sequência dos discursos e informem cada interveniente acerca dessa mesma sequência: quando falarão, quem falará antes e depois, durante quanto tempo deverão discursar.
. Informem previamente os vossos fotógrafos e videógrafos do quando e do quem, para que estejam a postos.
. Estabeleçam um limite: não é à toa que uma canção ronda os três minutos de duração. Entre três e cinco minutos deverá ser o tempo ocupado por cada discurso ou brinde. Não tenham receio de deixar isso bem claro, para que não haja grandes desequilíbrios entre os diversos intervenientes e também para que toda a gente consiga manter a atenção do público do início ao fim.
. Façam a ponte entre os vários intervenientes, de modo a que possam trocar impressões entre si: por exemplo, para acertarem o tom de cada discurso, para confirmar se não irão repetir histórias, para esclarecer o que é que pode e deve ser mencionado e o que é que deve ficar de fora.
. Nomeiem alguém da vossa inteira confiança para articular tudo isto no dia: um padrinho ou uma madrinha, a pessoa que vos pareça mais indicada para ir regendo a orquestra e para garantir que tudo acontece nos timmings previstos.
. Last but not least… tenham lencinhos à disposição, porque há sempre quem não aguente as lágrimas nestes momentos.

As fotos que ilustram este artigo são do nosso fornecedor seleccionado Menino conhece menina.
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Marta Ramos

Wise words: tudo sobre caligrafia, com Telmo Nunes

Na semana passada, as nossas wise words dedicaram-se aos votos de casamento. E em Janeiro falei-vos de convites de casamento. Dois bons assuntos para articular com esta preciosidade que vos trago hoje: a caligrafia de Telmo Nunes, que eleva esta arte de desenhar a escrita a um nível extraordinário: «Curiosamente, quando decidi entrar para o mundo da caligrafia a minha ideia era fazer convites de casamento. No entanto, o destino acabou por me apontar mais na direcção de eventos de luxo e habitualmente o que faço é escrever nomes ou moradas nos convites, e não desenhar o convite em si.»
Mas se quiserem um convite inteiramente caligrafado, é claro que é possível. Partindo do texto com todos os detalhes informativos, passa-se à escolha do estilo de letra. Tendo em conta que o tamanho mínimo aceitável para as letras minúsculas é de 3mm, as dimensões do convite não deverão ser inferiores a A5. Depois, discutem-se os elementos decorativos, os monogramas, mapas e outros, e com base em todos estes elementos Telmo Nunes cria um esboço para apresentar aos clientes.

São sempre convites com um aspecto clássico, com escrita essencialmente histórica, apesar de se poder fazer uma escrita mais moderna e contemporânea – mas nada que tenha a ver com as formas idiossincráticas da tipografia. As regras e os preceitos da caligrafia são algo que valorizo bastante.

Chegados ao formato final, o prazo ideal para produzir um convite seria uma semana: «Eu gostava de poder dizer que consigo ter prazos alargados para trabalhar com calma e tranquilidade, mas em geral 90% do que faço é com urgência, o que às vezes é extremamente stressante. Existe quase como que um ritual para começar a escrever, é preciso preparar a tinta, preparar a folha, o aparo, pensar como o texto vai ficar na folha, onde é que as linhas vão terminar no papel; temos de pensar qual a dimensão da letra, fazer a grelha onde toda a escrita vai assentar; a escrita em si é lenta, todas as letras têm de bater nas linhas para todas terem a mesma altura.» Já se falarmos em escrever as moradas nos envelopes, 200 moradas deveriam poder demorar três semanas a ser escritas. Não é que Telmo não o tenha já feito, e muito bem feito, em bastante menos tempo. Mas fica toda a gente a ganhar se houver espaço para respirar.
E quanto a valores? Quanto pode custar um trabalho destes e como é feito um orçamento, perguntam vocês? É impeditivo?
Não, de todo. «Após alguns anos a trabalhar unicamente com caligrafia e com uma grande ajuda do meu mentor, que é um dos melhores mestres calígrafos do mundo e me tem ensinado tudo o que existe para saber sobre caligrafia, já sei que a melhor forma de calcular qualquer orçamento para qualquer trabalho é o tempo. Eu sei que demoro X horas para produzir X trabalho é com base nisso que faço os orçamentos.»
Então, para terem uma ideia concreta, um convite caligrafado pode custar qualquer coisa desde 105€, dependendo do grau de complexidade da encomenda (decoração, monograma, cartão de confirmação, etc). Se a impressão ficar também a cargo de Telmo Nunes, esse valor é diluído pela quantidade de impressões e há todo um novo conjunto de factores a determinar o preço final do conjunto, como sendo o tipo de papel, se a impressão é digital ou letterpress, se querem usar um fio ou apenas tinta, entre outros. Contas feitas, na realidade, o valor não difere muito de um convite escrito em tipografia. E há um projecto em curso, em parceria com a Inpressed, para a criação de alguns modelos de convites caligrafados em catálogo, o que reduzirá, claro, os preços.

Caligrafia para casamento Telmo Nunes

Caligrafia para casamento Telmo Nunes

Caligrafia para casamento Telmo Nunes

Caligrafia para casamento Telmo Nunes

Caligrafia para casamento Telmo Nunes

Caligrafia para casamento Telmo Nunes

Depois há todo um mundo de suportes em que poderão utilizar o trabalho de Telmo Nunes: «Não só no caso dos monogramas, mas também com os convites ou qualquer outra coisa que a pessoa tenha em mente, caso queira imprimir ou fazer uma gravação a laser, o cliente recebe um ficheiro preparado e que pode ser aplicado em qualquer lado – aqui o limite é mesmo a imaginação. No caso do monograma que fiz para o meu casamento, gerou as medalhas em prata e o alfinete de lapela que foram gravados a laser. Foi uma ideia que surgiu já em cima da hora pela nossa amiga joalheira Sofia Trejeira, que tratou da produção destas peças. Deram umas prendas de casamento fantásticas que toda a gente adorou e ainda hoje vejo as pessoas a usá-las. O preço para uma prenda destas anda na casa dos 12€ a unidade, já incluindo o design do monograma. No caso das alianças, tanto o nome como a data foram escritas e gravadas a laser no interior, uma opção também interessante para os leitores do Simplesmente Branco.»
No fundo, o seu trabalho é uma missão: «Foram precisos mais de 2500 anos de desenvolvimento do nosso alfabeto para conseguirmos ter algo que realmente apela aos nossos sentidos e que tantas vezes negligenciamos. Portugal já não tinha um calígrafo há mais de 100 anos que honrasse todas as técnicas e preceitos da escrita histórica. Eu trabalho todos os dias para honrar essa história e deixar a minha marca no nosso país. Existem algumas coisas que gostava de fazer mais, ou com mais frequência, como certificados de casamento, os votos dos noivos, pedidos de casamento, árvores genealógicas… pode-se fazer tanta coisa com esta arte que era capaz de passar o dia a enunciar possibilidades. No fundo as que mencionei agora são aquelas que dão mais gozo produzir e que têm um impacto maior nas pessoas. Não precisam ser peças muito complexas, como o meu certificado de casamento, mas uma coisa simples fica lindíssimo e perdura uma vida inteira.»
Podem contactar o Telmo Nunes através do número 910 329 893 ou através do e-mail.E acompanhem-no também no Facebook e no Instagram, onde vão sendo publicadas as pequenas maravilhas que ele vai produzindo.
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Marta Ramos

Wise words: já começaram a escrever os votos de casamento?

Na próxima quinta-feira celebra-se o Dia dos Namorados e isso fez-me lembrar de vos falar hoje em votos de casamento. Já pensaram nisto? No meio de tanta azáfama, de tanta escolha, de tanta decisão, o mais importante do vosso grande dia é aquilo que sentem um pelo outro e a união que ali começa. Então e vão deixar o mais importante por dizer? Se ainda não meteram mãos à obra, aproveitem o dia 14 de Fevereiro para namorar e pensar com ternura nas coisas bonitas que fazem de vocês um casal. Depois, é só pegar na caneta (ou no teclado, embora eu ache que o coração se liga mais facilmente à escrita manual) e escrever.
Com as wise words de hoje, espero trazer-vos algumas luzes para que assumam a tarefa sem medos, com o coração.
Nos casamentos religiosos, os votos obedecem a uma estrutura fixa. Em Portugal, os votos de casamento escritos pelos noivos são mais comuns nas cerimónias civis, como uma forma de personalizar o acto e dar-lhe outro encanto. No entanto, nada vos impede de dizer os vossos votos pessoais caso optem por um casamento religioso. Antes de mais nada, coloquem a questão junto do padre ou ministro da vossa igreja ou comunidade religiosa, de modo a averiguar se existe alguma possibilidade de incorporarem os vossos textos na cerimónia. Caso isso não seja possível, criem o vosso próprio momento especial na altura do dia que vos parecer mais adequada. Por exemplo, caso estejam a planear incluir discursos na vossa festa, os votos poderão ser o culminar dos discursos, o momento alto das emoções, antes de um brinde (com a abertura do bolo, porque não) e celebrado em grande estilo logo a seguir, na pista de dança.
São mais cantores do que oradores? Então cantem os vossos votos: poderão escolher uma música que vos seja particularmente agradável e substituir a letra por palavras vossas; ou então, havendo talento para tanto, compor a música de raiz. Se precisarem de ajuda, falem com a Caramelo!

Feliz é quem diz
Independentemente da forma, nos votos de casamento é o conteúdo que conta. Não há fórmulas mágicas para esta coisa das palavras de amor, como vocês bem sabem: é abrir o coração e deixá-lo falar por vocês. Pode haver, no entanto, uma certa metodologia que vos ajude a arrancar e a não entrar em pânico com a página em branco:

. Imaginem que estão a escrever uma carta de amor à vossa cara-metade, em que lhe transmitem como se sentem com a aproximação do grande dia e aquilo que mais desejam para a vossa vida a dois.

. Comecem por responder a meia-dúzia de perguntas, que reunirão material mais do que suficiente para descolar: ‘o que é que eu senti quando te conheci’, ‘quando é que eu soube que era amor’, ‘quais são as tuas características que me fazem querer ter-te ao meu lado para sempre’, ‘o que é que mudaste em mim’, ‘o que quero fazer por ti’, ‘como nos imagino daqui a dez anos’… Esta amostra dará um bom ponto de partida.

. Usem auxiliares: ouvir as vossas músicas, rever as vossas fotografias e relembrar alguns dos presentes que já trocaram, por exemplo, trará as emoções à superfície.

. Não tenham receio de pedir palavras emprestadas àquela canção especial, ao livro que não esquecem ou ao filme que parecia estar a contar a vossa história. Vale tudo, desde que seja de coração!

. Por fim, treinem a leitura. Há palavras e construções frásicas que resultam muito bem no papel mas que depois se atrapalham na oralidade. Simplifiquem e clarifiquem. E pronto!

Para terminar, deixo-vos o vídeo do casamento da Marta e do Luís, os fotógrafos da Lounge, que retrata bem a emoção e o brilho dos votos de casamento. Espero que seja uma boa fonte de inspiração! Vejam, respirem fundo, e ponham mãos à obra.
Boa escrita e feliz Dia dos Namorados!

 

A imagem que ilustra este artigo é da Feliz é quem diz; e o vídeo é de Henrique Cepeda.
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Marta Ramos

Wise words: casar sem desperdiçar, com a ajuda da ReFood

Este ano os casamentos eco-friendly entraram decididamente para o top das tendências. Nós já o tínhamos verificado por experiência, e temos vindo a publicar alguns artigos para vos ajudar a tornar o vosso dia feliz sustentável sem que deixe de ser uma grande festa: no ano passado trouxemos-vos cinco ideias fáceis de colocar em prática e ainda a visão de um dos nossos fornecedores seleccionados, Silva Carvalho Catering, sobre como gerir a cozinha e o serviço em festas de modo a evitar o desperdício. Já em 2019, compusemos um artigo de fundo dedicado a perceber como é que, na prática, estes princípio se aplicam às várias áreas envolvidas na organização do casamento.

Hoje o foco incide no fim da festa: o que fazer se, apesar de todos os cuidados, sobrar comida? Perguntámos à ReFood Coimbra, um dos núcleos desta organização que se dedica a fazer chegar os excedentes alimentares de várias proveniências onde fazem falta. Já conhecem o trabalho da ReFood?

A ReFood é um movimento comunitário independente, 100% voluntário, conduzido por cidadãos e integrado numa IPSS, cujo fim consiste na recuperação de comida em boas condições para alimentar pessoas necessitadas. Totalmente voltada para a comunidade, opera a partir da própria comunidade, sem salários, com custos baixos e alta produtividade, não detendo bens ou investimentos que não sirvam a sua missão.

«O núcleo da ReFood de Coimbra tem poucos anos de existência (pouco mais de três anos), no entanto, já conta com pelo menos uma recolha num casamento, que decorreu com sucesso», contou-nos a equipa de coordenação. «Três voluntárias foram fazer esta recolha no dia seguinte a um casamento, na sequência de um pedido por chamada telefónica, à Quinta da Sobreira Quinhentista (em Ançã), onde foram recolhidos 50 pães pequenos, 2 caixas grandes com sopa, 25 caixas de alumínio de comida e 1 tabuleiro grande de alface preparada para temperar. O contacto foi feito pela noiva, que previamente comprou as embalagens para acondicionamento da comida e solicitou à Quinta que nos recebesse, na manhã seguinte, para efectuarmos a recolha dos excedentes. Desta forma, o nosso trabalho foi a recolha, transporte e contagem dos excedentes, já a parte do material (caixas) e do embalamento foi feita pela noiva e pela equipa de catering da Quinta.»

Em 2019 têm, para já, uma recolha agendada para um casamento a decorrer em julho numa quinta nos arredores de Coimbra: «Este agendamento foi feito através de uma chamada telefónica para perceber como funcionamos e posteriormente oficializado com um pedido por email.»

A antecedência é um factor decisivo aqui. Deverão contactar o núcleo da ReFood mais próximo do local do vosso casamento o quanto antes, para recolherem todas as informações necessárias e, em conjunto, elaborarem o melhor plano para o dia. Só dessa forma será possível garantir que tudo estará a postos e que haverá mão-de-obra disponível. Mas como saber se haverá, de facto, alimentos excedentários? Não se preocupem com isso: se não sobrar nada, estão de parabéns, fizeram um excelente trabalho, cumprimentem a vossa equipa de catering pelo feito e comuniquem isso mesmo à ReFood.

 

 

Quinta da Quintã - espaço para casamentos

 

Quinta da Quintã - espaço para casamentos

 

No caso do núcleo de Coimbra, com quem falámos, o ideal será contactarem-nos preferencialmente através do mail coimbra.refood@gmail.com, expondo a situação e indicando o dia e o local do evento. Serão contactados de volta e a estratégia será, a partir daí, delineada. Há um aspecto muito importante neste processo, que é o acondicionamento dos alimentos para transporte: «O ideal será que a empresa de catering consiga acondicionar os excedentes em embalagens, para que nós possamos chegar e, sem incomodar muito a logística do evento, possamos proceder à recolha, quer no próprio dia ou no dia seguinte (atendendo à hora), e posteriormente procedermos ao transporte e entrega junto de um beneficiário.»

E de que embalagens estamos a falar? «Se a empresa de catering tiver disponibilidade para aceitar as nossas caixas, e o puder fazer face às regras da ASAE, podemos eventualmente agendar a entrega dos nossos recipientes com antecedência – ou combinar com os noivos um dia e uma hora para que venha alguém às nossas instalações recolhê-las, uma situação que é sempre preferível para nós.» O recurso às embalagens fornecidas pela ReFood não é, no entanto, obrigatório. Se conseguirem organizar o acondicionamento dos alimentos em condições impecáveis em embalagens da empresa de catering ou outras, está o assunto tratado. Depois é só uma questão de combinarem com a ReFood a recolha posterior desses recipientes, caso isso seja necessário.

«Nós de momento vamos entregar os alimentos a instituições que são nossas beneficiárias, e são elas que servem as refeições aos seus utentes. No entanto, vamos neste mês de Fevereiro iniciar a remodelação de um espaço que será aquilo a que designamos Centro de Operações, onde acondicionaremos e dividiremos a comida que nos chega, para depois entregar directamente às pessoas/famílias. Estimamos que o volume de alimentos recolhidos e entregues suba muito após a abertura do Centro de Operações, pelo que que todos os apoios serão bem-vindos!»

Missão cumprida! Incluam mais este passo no esquema da organização do vosso casamento e garantam que tudo aquilo que escolheram com carinho e com cuidado para receber os vossos convidados no vosso grande dia terá um final feliz!

 

As fotos que ilustram este artigo são do nosso fornecedor seleccionado Quinta da Quintã.
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