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Marta Ramos

Wise words: dicas para um casamento sustentável, da TALES

Continuamos a trazer-vos artigos dedicados a ajudar-vos com algumas escolhas durante a organização do vosso casamento, de modo a que consigam um bom compromisso entre a festa com que sonharam e a abordagem sustentável que todos sabemos ser «o» caminho a seguir.

Hoje, damos a palavra ao nosso fornecedor seleccionado TALES, uma equipa de wedding planners que acredita em autenticidade e não cria casamentos pela metade. Os seus noivos estão com eles por inteiro:

A preocupação com o meio ambiente tem vindo a aumentar e começa também a chegar aos casamentos, pelo que cada vez mais temos pedidos de noivos que estão genuinamente interessados em diminuir o desperdício. – Marta Lourenço

Começámos por pedir à TALES uma visão geral de como se pode abordar a organização do casamento tendo em vista a sustentabilidade do evento: «Para noivos que procuram uma decoração mais eco-friendly, a primeira sugestão que fazemos é sempre a das flores, sendo que o ideal seria substituir os elementos florais por decoração adicional. No entanto, para os casais que gostam de florar, é possível reduzir na quantidade ou contratar fornecedores que possam reutilizar os arranjos que foram feitos. Caso não queiram reutilizar, podem oferecer os arranjos a alguma associação solidária, porque dar não custa nada! Outra ajuda passa por alugar plantas em vasos, para que as mesmas possam ser depois devolvidas ao fornecedor quando o casamento tiver terminado. Se preferirem comprar, é sempre uma boa ideia trazerem para casa: um vaso de plantas fica bem em qualquer cantinho!»

 

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Ainda no que diz respeito à decoração, uma das soluções mais importantes apontada pela TALES é a procura de fornecedores locais e a utilização de materiais orgânicos e amigos do ambiente: «Nestes fornecedores locais existem muitas vezes opções mais características, e que dão a vertente autêntica de que podemos estar à procura. Para além disto, há itens que podem ser transformados em 2 em 1 – por exemplo, um seating plan que se transforme em lembranças para os convidados. Já na iluminação, o ideal será sempre procurarmos um espaço com luz natural. No entanto, é importante certificarmo-nos de que os fornecedores com quem trabalhamos utilizam iluminação LED. Bem, na realidade, é importante que todo o equipamento esteja actualizado, por causa da eficiência energética.»

 

E o que fazer em relação a todo o material produzido em papel, como convites, ementas, etc? A TALES sugere optar por versões digitais em vez de impressões em certos formatos, ou eliminar algumas peças (como os programas) que acabam por se traduzir em desperdício). E para os «obrigatórios», o papel reciclado será sempre uma boa ideia.
Sobram dúvidas? Falem connosco, têm a caixa dos comentários inteiramente à vossa disposição. Leiam também os outros textos que já aqui trouxemos sobre casamentos eco-friendly; e não deixem de acompanhar todos os artigos de wise words que vamos publicando, sempre à segunda-feira.

Marta Ramos

Wise words: 15 perguntas frequentes sobre a organização do casamento

Prontos para arrancar com a organização do casamento? Para quem vai agora começar, isto pode parecer intenso. Tanta coisa para decidir, tantas contas para fazer… Mas na verdade, tal como em todas as grandes tarefas com que nos deparamos, tudo se resolve com calma e organização. Nesta nossa rubrica de wise words encontrarão artigos detalhados sobre vários dos mais importantes capítulos da organização do casamento. Têm também o livro Queres casar comigo? – guia prático para um dia muito feliz, que será o vosso melhor amigo durante os próximos meses – foi lá que me inspirei para vos trazer estas perguntas frequentes, acompanhadas de respostas pertinentes. Espero que vos sirva de ponto de partida para começarem a sentir-se menos ‘perdidos’. Em muitas das respostas encontrarão links para poderem aprofundar melhor o assunto.

Ora então, vamos a isto:

 

Como escolher a data?
Um dos critérios será, claro, o de optar por datas que tenham a ver com a vossa história. Se o dia em que se conheceram vai calhar, para o ano, a meio da semana, ou se é num mês dos mais frios, não se atrapalhem. Há muitas vantagens em casar fora de época, só terão que avaliar e decidir. Saibam mais aqui.
No caso de vos faltar um número mágico, ou de este não calhar bem no vosso plano, então podem sempre pedir sugestões à família e aos amigos mais próximos. Evitem aniversários e outras datas relevantes.

 

A quem o devemos anunciar primeiro?
À família. Organizem um jantar com o núcleo mais próximo – pais, avós e irmãos. Leiam as nossas wise words sobre protocolo, está lá tudo.

 

Quais são os procedimentos burocráticos necessários?
Para casamentos civis, tudo começa na Conservatória do Registo Civil da zona onde pretendem casar. Marcam a data e definem o local.
Se também pretendem uma cerimónia católica, escolham a paróquia, marquem reunião com o padre e combinem data e hora. Habitualmente é a igreja que trata das papeladas com a Conservatória. Se não for esse o caso, logo vos informarão de que documentos terão que trazer da Conservatória para a Igreja. O importante é que o casamento civil é celebrado no mesmo dia do matrimónio, mediante umas assinaturas posteriores à cerimónia.

Esta ligação entre casamento civil e religioso (chama-se casamento civil sob a forma religiosa) estende-se também, desde 2007, a outros grupos religiosos radicados em Portugal: Comunidade Judaica de Lisboa, Comunidade Islâmica de Lisboa, Aliança Evangélica Portuguesa, Comunidade Bahá”í, União Adventista, Centro Cristão Vida Abundante e Assembleia de Deus de Viseu. (saibam mais aqui)

 

E se um dos noivos for estrangeiro?

Nesse caso, terá que apresentar na Conservatória uma certidão de nascimento e um certificado de capacidade matrimonial do país de origem, devidamente traduzidos e certificada a sua tradução.

 

Qual o papel dos padrinhos (na Igreja) e das testemunhas (no Registo Civil)?

É literal: testemunham a união. Em ambos os casos, apenas têm que estar presentes no dia marcado, com os respectivos documentos de identificação.

 

Fotógrafo de casamento em Viseu e Castro D'Aire: Manuel Oliveira Fotografia. Fotógrafo de casamento em Viseu e Castro D'Aire: Manuel Oliveira Fotografia.

Podemos casar onde quisermos?

No caso do casamento pelo Registo Civil, sim. Basta informar o Conservador da morada onde irá decorrer a cerimónia (e aqui incluímos a vossa própria casa, se for esse o plano). Não se esqueçam que as despesas de deslocação decorrem por vossa conta. Se quiserem casar numa Igreja fora da vossa zona de residência, terão que solicitar autorização ao padre da paróquia onde querem casar.

 

E a organização da festa, por onde devemos começar?
O primeiro passo deverá ser a definição do vosso orçamento. Estabeleçam o valor máximo a gastar e distribuam-no pelas diversas rubricas. E mantenham esse documento actualizado ao cêntimo.
São as opções que têm de adaptar-se ao orçamento e não o orçamento que tem de vergar-se às propostas! Leiam mais detalhes sobre o arranque aqui.

 

Como podemos ter a certeza de que não nos falta nada?
Estabelecer um orçamento e um cronograma é o método mais eficaz para estar em cima dos pormenores. Também podem optar por contratar um wedding planner. Na dúvida, peçam alguns orçamentos e recolham todas as informações que puderem acerca do seu trabalho. Se encontrarem um profissional que venha bem recomendado, com experiência, bom nome na praça e com quem tenham sentido sintonia, então estarão a um passo de poupar muita dor de cabeça, tempo e, muito provavelmente, dinheiro.
Em última instância, não se prendam à ideia de que devem ter o mesmo que os vossos amigos que casaram no verão passado. Só vos faz falta o que tem a ver convosco!

 

Gostávamos de convidar todos os nosso amigos e colegas, mas o orçamento não o permite. O que podemos fazer?
Descarrilar nas contas é que nem pensar, até porque esta é a parcela maior do vosso orçamento. Convidem os mais próximos e para os restantes enviem uma participação (um postalinho que participa o vosso casamento) e convidem-nos para um almoço ou jantar em vossa casa.

 

E se não nos conseguirmos decidir acerca do espaço, por exemplo?
São duas cabeças, pelo menos, e tudo se decide com uma boa lista de prós e contras. Respirem fundo, durmam sobre o assunto, ouçam o vosso instinto. Peçam ajuda a alguém experiente e da vossa confiança. (mais dicas aqui)

 

É obrigatório haver entretenimento na festa?

Depende da festa que planearam, da faixa etária dos vossos convidados, do horário alinhavado, etc. Se houver crianças na lista, não descurem o apoio de um serviço próprio: ficam os miúdos mais felizes e os pais deles também! Pensem nos vossos convidados, na duração prevista da festa, no encadeamento dos acontecimentos (cocktail, fotografias, refeição, corte do bolo, discursos e brindes, etc.). Este exercício dir-vos-á se precisam de completar os intervalos com algo mais especial e atractivo.

 

Os nossos pais é que pagam. Temos mesmo que deixá-los decidir tudo?
As palavras-chave aqui são as do título do clássico de Jane Austen: sensibilidade e bom-senso. Se encontrarem resistência, mostrem alguns exemplos do que será o resultado final, nada como umas belas imagens para explicar uma ideia.
Percebam o que é acessório e o que é fundamental: este equilíbrio será o vosso melhor amigo e pequenas cedências poderão fazer alguém muito feliz. E podem inclusivamente poupar – sempre de modo inteligente. Saibam como aqui.

 

Fotógrafo de casamento em Viseu e Castro D'Aire: Manuel Oliveira Fotografia.Fotógrafo de casamento em Viseu e Castro D'Aire: Manuel Oliveira Fotografia.

Não percebo nada de flores. Há algumas que sejam erradas para casamentos? De que tamanho deve ser o bouquet?
Flores são flores e serão sempre bonitas, podem no entanto ser mais ou menos adequadas, tendo em conta a sazonalidade, robustez e outras características pertinentes.
Na dúvida (esta ou outras), trabalhem sempre com profissionais e confiem no seu serviço. Estas preocupações não vos fazem falta! (leiam mais aqui)

 

É de mau tom se os noivos deixarem a festa antes do fim?
Se organizaram a vossa festa de sonho, não vão querer sair antes do fim! Mas se tiverem hora marcada para apanhar um avião ou, simplesmente, se estiverem felizes mas esgotados, é totalmente aceitável que se retirem. Façam-no em grande, despeçam-se com simpatia dos vossos convivas e peçam aos vossos pais e padrinhos que façam as honras da casa para os mais noctívagos. Temos um artigo wise words só sobre o protocolo no dia do casamento – e é simples. Ora leiam.

 

Precisamos mesmo de oferecer alguma coisa aos convidados?
Não, já lhes estão a proporcionar uma festa e pêras, refeição e baile incluídos. No entanto, agradecer a gentileza da presença é sempre simpático e há maneiras bonitas e simples de o fazer: a mais directa ao coração, é escolherem uma instituição e fazerem um donativo em nome dos convidados. Podem mencioná-lo num pequeno cartão que acompanha um bombom, ou na altura do brinde. Conheçam as instituições parceiras do Simplesmente Branco aqui.

 

Ainda se usa o envio de cartões de agradecimento?
A boa educação e a gentileza usam-se sempre. Têm tempo, mas quando regressarem da lua-de-mel ficar-vos-á bem agradecer os presente, a presença dos convidados e a belíssima prestação dos vossos fornecedores, todos em sintonia no vosso dia.
Juntem uma bonita fotografia, relembrem-se de alguns momentos especiais e inspirem-se para umas palavras bonitas. (mais sobre protocolo aqui)

 

As fotos deste artigo são assinadas pelo nosso fornecedor seleccionado Manuel Oliveira Fotografia.
Sobram dúvidas? Falem connosco, têm a caixa dos comentários inteiramente à vossa disposição. E não deixem de acompanhar todos os artigos de wise words que vamos publicando, sempre à segunda-feira.

Marta Ramos

Wise words: escolher o anel de noivado perfeito

Seja porque está na altura, seja porque as vossas férias a dois foram um sonho, seja porque foram a um casamento neste verão que vos inspirou… chegou a hora de pensar a sério no vosso casamento. Acertei? Porque nos preocupamos sempre com as vossas escolhas e com o sucesso dos vossos momentos mais felizes, hoje dedicamos as nossas wise words à escolha do anel de noivado perfeito.

Para nos ajudar, temos connosco a Romantis, nosso fornecedor seleccionado de jóias – pela voz de Marlene Pereira. Nascida no seio de uma empresa joalheira portuguesa com meio século de história, a Romantis é uma marca de jóias que apresenta colecções particularmente românticas, destacando-se as alianças de casamento e anéis de noivado. A alta qualidade, o desenho moderno, a cravação perfeita, as formas volumosas e o acabamento cuidado são os argumentos principais para a distinção desta marca.
«O primeiro passo para procurar o anel de noivado perfeito passa por compreender o gosto de quem o vai receber: se sonha com um anel de noivado tradicional e clássico, como um solitário, ou se adora anéis mais complexos e com mais detalhe.»

 

Procurem uma ourivesaria com tradição, uma loja que vos transmita confiança e que tenha bastante variedade em anéis de noivado, para que possam ver e experimentar vários tipos diferentes. Como em todas as etapas da organização do casamento, é importante definir o orçamento final, para nivelar as expectativas e procurar com consciência do vosso limite. Uma dica particularmente preciosa: invistam não só no anel, mas também (e sobretudo) no momento do pedido de casamento:

Um anel poderá ser trocado, o momento não. Com um pedido único e exclusivo, ela vai ficar mais do que feliz com o anel que escolher.

Para se informarem acerca do tamanho correcto do anel, bem como do gosto exacto da noiva, poderão sempre socorrer-se da ajuda de alguém que lhe seja muito próximo: uma irmã, uma amiga, a mãe. Será, dessa forma, mais fácil obter, por exemplo, um anel que ela use com frequência e que lhe assente na perfeição no dedo anelar direito, para poderem levá-lo à ourivesaria e assim confirmar que compram o anel de noivado com a medida correcto.

 

Ultrapassadas estas pequenas dificuldades, está então chegada a hora de tomar decisões! Primeira delas: a cor do ouro que pretendem, se ouro branco, amarelo, rosa e/ou bicolor. Segunda: o estilo de anel – neste ponto é fundamental conhecerem os vários tipos de anéis de noivado e todas as opções de cada modelo, de forma a conseguirem tomar uma decisão ponderada.

Os principais modelos são: o anel solitário clássico, com um diamante no centro; o anel com diamantes no aro (que podem ocupar metade ou a totalidade da peça); o anel com um diamante no centro e diamantes à volta do diamante central e com a opção de diamantes no aro; o anel em que o centro é formado por diversos diamantes parecendo um único diamante e que pode ou não ter diamantes no aro; e o anel com um diamante central com a opção de diamantes no aro. Seguem-se algumas imagens, cada uma delas representativa dos modelos aqui listados. Mas, atenção: são imagens representativas, apenas. As variações são (quase) ilimitadas.

Anel de noivado em platina Romantis

Como nos estamos a aproximar rapidamente do momento de pagar a conta, convém falar um pouco sobre valores. O que poderá fazer variar os preços dos anéis de noivado é o tamanho do diamante, a quantidade de diamantes que a jóia tem e os quilates dos diamantes. O peso do ouro também faz oscilar o preço das jóias, claro: quanto maior for a quantidade do ouro, mais o preço sobe. E, ainda sobre o ouro, há outro factor a intervir: a variação da cotação do ouro.
Ao fazer um investimento numa peça valiosa e com tantas características particulares, é fundamental saberem em concreto quais as características da jóia que vão comprar. Deverá ser também regra a peça ser acompanhada por um certificado de autenticidade, que permita atestar a autenticidade da sua jóia, controlando dados importantes, como metal, gemas ou peso da jóia. A Romantis disponibiliza um certificado de garantia das gemas e metais incrustados em todas as peças de diamantes comercializadas.

 

Com a caixinha mágica no bolso, está na hora de começar a planear o momento do pedido. O nosso conselho vai, claramente, no sentido de ter em conta os gostos e as características da noiva. Não vale a pena planear um momento wow, com a família e os amigos todos escondidos à espera de aparecerem de surpresa, se ela for tímida e reservada; por outro lado, se momentos wow são a cara dela, então usem e abusem desse instante para fazê-la sentir-se verdadeiramente a estrela. Lembrem-se de que estão a construir uma das vossas primeiras memórias enquanto família. Que história querem um dia contar aos vossos netos?

 

Sobram dúvidas? Falem connosco, têm a caixa dos comentários inteiramente à vossa disposição. E não deixem de acompanhar todos os artigos de wise words que vamos publicando, sempre à segunda-feira.

Marta Ramos

Wise words: é possível ter flores eco-friendly no casamento?

As flores deixam uma pegada ecológica bastante acentuada — isto é um facto. Quem o diz é Ema Mota Ramos, do Jardin d’Époque, com quem conversámos sobre o assunto de modo a podemos ajudar-vos a perceber como é que as flores se encaixam numa perspectiva de casamentos eco-friendly. É difícil imaginar um casamento bonito sem flores, claro. E depois há toda a aura da tradição, de que não quererão abdicar. Afinal, já na Grécia Antiga as noivas costumavam levar hera a caminho do altar, como símbolo de um amor eterno; e no Império Romano eram as ervas que cumpriam o duplo papel de fidelidade e fertilidade enquanto afastavam espíritos negativos. E, já agora, fiquem sabendo que as flores aparecem associadas também aos noivos desde o ido século XVI: a boutonnière tinha nessa altura o propósito de proteger o noivo de doenças, o equivalente ao uso do bouquet pela noiva.

Hoje, bouquet e boutonnière são essencialmente estéticos e harmonizam-se com a decoração do casamento, podendo, no entanto, incluir significados especiais na escolha de determinadas flores. O simbolismo, esse continua a ser forte.

 

Diz-nos a Ema que pensar em questões de sustentabilidade e no conceito eco-friendly no mercado de casamentos não é fácil, uma vez que os fornecedores estão a lidar com expectativas muito elevadas, concentradas no resultado de um único dia em que nada pode falhar e que, por isso, nada menos do que a perfeição é esperado. «No que toca às flores, a pegada ecológica é enorme. Na generalidade dos casos, enquanto fornecedores, não nos é possível utilizar apenas espécies autóctones e locais. Ou porque a dimensão do projecto requer grandes quantidades que a produção nacional não consegue garantir, ou porque as espécies que os noivos ambicionam nem sequer são produzidas no nosso país. Compramos nos grandes leilões da Holanda e esperamos que os camiões cheguem até nós depois de fazerem milhares de quilómetros. Para não falar do cultivo intensivo e na manipulação das espécies.
O desafio está em encontrar estratégias para contrabalançar este impacto.»

O conselho imediato a dar aos noivos é que escolham sempre espécies da época e que estejam disponíveis e abertos às sugestões dos fornecedores que seleccionam.

Já temos, então, dois aspectos em que a vossa escolha poderá ter um impacto muito significativo no resultado: sempre que possível, escolham flores da época e de produção nacional. Para além da evidente diminuição da pegada ecológica, não querem ter que passar pela angústia de ver a data aproximar-se e não ver a encomenda chegar. Aproveito para lembrar outra cautela importante, de que já vos falámos no nosso artigo de wise words sobre a escolha do bouquet: peçam sempre uma segunda opção ao vosso fornecedor de flores. O mercado floral é cheio de imprevistos (pragas, intempéries, greves de transportadores, aumentos nos combustíveis…), que se reflectem na disponibilidade e preço final do produto. O orçamento é pedido com meses de antecedência, mas encomenda é feita uma ou duas semanas antes do casamento, logo, as surpresas não são tão improváveis quanto isso.

 

Outra sugestão da Ema Mota Ramos é pensar fora da caixa: «Muitas vezes pergunto aos meus clientes se têm alguma memória de infância do jardim dos avós, dos pais, de uma tia… E se esse jardim ainda existe! Porque não usar uma selecção espécies provenientes desses espaços? Porque não aproveitar os desperdícios da poda de um jardim ou de um quintal?»

Substituir flores de corte por plantas que depois possam ser replantadas é uma outra opção. Curiosamente, em 2019 o Jardin d’Époque terá um casamento em que a noiva se recusa a ter “flores mortas”: diz-nos a Ema que o desafio é gigante mas amplamente suplantado pelo gozo de pensar todo um projecto de design floral com “flores vivas”.

 

Flores para casamento (17)Flores para casamento (19) Flores para casamento (16)

Mas a sugestão que, provavelmente, será mais fácil de aplicar tem a ver com a escolha dos fornecedores para o vosso casamento.  Percebam, verdadeiramente, o método e o processo de trabalho dos profissionais que avaliarem. «E nós fornecedores, estarmos disponíveis para trabalhar na redução da pegada ecológica do nosso negócio», garante Ema Mota Ramos. «Cá pelo estúdio começamos por fazer a separação das embalagens em que as flores vêm envolvidas. Quando processamos as espécies, recolhemos todas as folhas, caules, pétalas, pés partidos, etc.; e posteriormente encaminhamos estes desperdícios para a compostagem. Reutilizamos a água dos baldes e jarras para regar o jardim. Evitamos usar esponjas florais. E sempre que nos é pedida a recolha das flores no final de um evento, tentamos perceber se existem lares, centros de dia, hospitais ou outras instituições para os quais possamos encaminhar os arranjos e provocar ainda mais sorrisos. Há coisas que não conseguimos mesmo controlar, mas aquelas que dependem apenas de nós… É apenas uma questão de disciplina e de gestão do tempo.»

 

As imagens que ilustram este artigo são assinadas por Dreamaker e mostram um trabalho Jardin d’Époque para uma sessão fotográfica Romã Eventos.
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Marta Ramos

Wise words: A importância do álbum de casamento

Sobre a escolha dos fotógrafos e videógrafos para o vosso casamento, já aqui vos falámos (aconselhamos a leitura). Hoje, por sugestão da Teresa e do Dado, da Arte Magna, vamos debruçar-nos sobre o “depois”: como guardar as fotografias do dia mais feliz das vossas dias. Diz-nos a Teresa«A nossa ideia era passar o quão importante é ter as fotografias impressas num objecto que para nós é como uma jóia de família. Recentemente fizemos uma palestra online para o mercado brasileiro sobre isso mesmo, a importância e o papel que o fotógrafo deve ter ao sensibilizar os seus clientes para a impressão de um álbum.»

Eu tenho o álbum de casamento dos meus pais em dois pequenos volumes e não lhes consigo colocar um valor, pois é algo muito valioso para mim.

Será que, na era digital, ainda há quem valorize um álbum fotográfico em papel? Segundo a Teresa, sim: «90% dos nossos casais opta por um álbum do casamento. Nas reuniões e mesmo na nossa proposta mencionamos a importância de ter um álbum. No momento do casamento, e numa altura em que só se vêm os euros a voar da conta, pode parecer algo dispensável. No entanto, pensar no álbum é pensar a longo prazo. Se puxarmos atrás, iremos ver que as fotografias não foram feitas para ficar em negativos, mas sim no papel. A fotografia tem outro valor quando impressa. Como diz o Dado, fotografia só é fotografia quando impressa… Até aí é apenas um arquivo digital.»

E porquê uma selecção de fotos se os noivos hoje em dia podem ter a totalidade num ficheiro? «Um álbum serve de resumo de um dia feliz, onde se quer contar uma história de forma leve e intensa. Pelo menos esta é a nossa visão e a dos nossos casais. Achamos que a resposta a esta pergunta é deixar duas questões:

Quantas vezes um casal se sentará a ver 600 fotografias num computador? E se o álbum estiver ali, na mesa de centro, quantas vezes eles irão pegar nele ou até mesmo quem os visita?

Falemos então do álbum-objecto: no Simplesmente Branco estamos habituados a ver álbuns construídos com perícia artesanal, recorrendo aos materiais mais nobres, e para nós não faz sentido outra coisa. O invólucro das memórias do dia do casamento tem que ser, ele mesmo, digno de apreciação. A maior parte dos bons fotógrafos trabalha em articulação com os melhores profissionais na área da encadernação. A Teresa diz-nos que os clientes estão cada vez mais bem informados e sabem bem o que há no mercado, pelo que se tornam mais exigentes e esperam um nível elevado no seu álbum. A informação é o melhor caminho para fazer boas escolhas, esse será sempre o nosso conselho: falem com os vossos fotógrafos sobre todas as possibilidades, mostrem-lhes as vossas ideias e acertem ao detalhe qual será o resultado final.

 

Fotografia de casamento, por Arte MagnaAgora, imaginemos que vocês até já contrataram os fotógrafos para o vosso casamento mas não se lembraram desta questão. Não se preocupem, qualquer altura é boa para optar por um álbum – podem fazê-lo mesmo depois do casamento: «Regra geral os nossos casais optam pelo álbum logo na assinatura do contrato, pois entendem realmente a importância dele. Muitos até falam que se imaginam a passar as folhas com os filhos ao colo. Podemos pedir mais?»
Na Arte Magna, desde 2014 que só oferecem um tamanho de álbum, por questões práticas. Utilizam álbuns 30×30 com acabamentos em tecido, procurando personalizá-los ao máximo – uma gravação diferente na capa feita com um cunho, umas guardas feitas com um padrão, etc. O prazo de entrega, geralmente, varia entre 6 a 8 semanas, dependendo do laboratório e dos artesãos com quem trabalham: «Ao longo destes anos temos algumas histórias, mas que se prendem mais com a reacção que os casais têm quando recebem os álbuns em mãos, quando passam de um pdf a um objecto. Para nós é gratificante quando um casal fica sem palavras e quando fica com as lágrimas nos olhos aos rever um dia tão feliz através de algo criado por nós com tanto carinho. Uma das frases que mais ouvimos é que a fotografia ganha vida. São coisas simples, mas que nos enchem o coração e nos mostram que estamos no caminho certo.»

 

Lembrem-se de falar com os vossos fotógrafos e videógrafos sobre o álbum das fotografias e a caixa para o cd do filme do vosso casamento. São peças que vão ficar para sempre; se forem bonitas, bem feitas, duradouras e intemporais, ficarão sempre satisfeitos por terem tomado essa opção.
Sobram dúvidas? Falem connosco, têm a caixa dos comentários inteiramente à vossa disposição. E não deixem de acompanhar todos os artigos de wise words que vamos publicando, sempre à segunda-feira.

Marta Ramos

Wise words: a importância da e-session

Quando falámos com a Lounge Fotografia sobre a arte de bem escolher os melhores profissionais para registar o casamento em imagens, houve uma recomendação deixada pelo Luís e pela Marta que se prende com o assunto destas nossas wise words de hoje:  «Se acham que se identificam com o trabalho apresentado mas resta ainda alguma dúvida, agendem uma sessão de noivado. É a melhor ocasião para quebrar o gelo e verem a forma de estar dos fotógrafos/videógrafos: se são descontraídos, afáveis, divertidos, se vos fazem rir, se vos direccionam muito ou pouco. E, no final, sentir se há magia nas imagens entregues!»

A e-session é, de facto, um momento importante nesta fase tão intensa das vossas vidas, e traz muitas vantagens acrescidas. Pode servir, efectivamente, para vos ajudar a ter a certeza de que vão escolher o fotógrafo ideal para vocês e para o vosso dia. Mas mesmo que já tenham isso bem arrumado, não saltem esta parte — trata-se de uma oportunidade de ouro para interagirem com os fotógrafos que estarão encarregues de registar o dia do vosso casamento. Ganha-se à vontade e descontracção, que serão essenciais no grande dia; afinam-se vontades e expectativas; e, de repente, já vocês tratam as câmaras por tu e já elas vos conhecem de cor, de modo que tudo flui com muito mais naturalidade.

Para além disso, é mais um pacotinho de memórias bonitas a acrescentar à vossa história e a colorir o vosso álbum de casamento com sorrisos ternos e emoções traduzidas em gestos e olhares. E, por último mas, decididamente, não menos importante, é uma experiência a dois que vão querer viver. Eu diria mais, que precisam de viver, para interromper a azáfama dos preparativos e lembrarem-se de que tudo isso está a acontecer porque vocês adoram estar juntos. Certo, é um momento de namoro com público, mas conta na mesma!

 

Então, qual é a melhor forma de pôr isto em prática? Primeiro, terão que agendar uma data com os vossos fotógrafos (e garantir que estão mesmo disponíveis e sem pressas). Segundo passo, escolher o local. Ora, aqui não há limites a não ser a vossa disponibilidade, a vossa vontade e o vosso orçamento: desde um passeio ao local onde se conheceram até uma viagem rápida a Paris, o que importa é que pensem no cenário em que se sentirão mais felizes e descontraídos. Muitos dos casais que já vivem juntos escolhem a própria casa para um registo mais intimista e os resultados são absolutamente cinematográficos. Se escolheram um ambiente ao ar livre, prevejam um plano b para o caso de chover (ou então, desde que tecnicamente viável, deixem a chuva fazer parte e juntem dois bonitos guarda-chuvas à equação).
Agora, vamos falar do guarda-roupa. Alguns critérios simples, que vos ajudarão rapidamente a decidir o que vestir: adequação ao cenário, para que se movimentem confortavelmente; equilíbrio entre ambos (apenas para que estejam em sintonia de estilo, não significa que tenham que ir a condizer); um ou outro acessório que introduza variação nas fotografias (como um chapéu, um lenço, uma flor para o cabelo). Se vos apetecer encenar um pouco a sessão, acrescentem-lhe adereços (as bicicletas de que nunca se separam, a guitarra com que costumam passar os serões, a prancha de surf que vos acompanha em todas as viagens à praia, etc.)
Têm lá em casa um amiguinho de quatro patas que vos alegra o coração? Então, levem-no também, prevendo alguém que tome conta do bichinho para algumas imagens mais tranquilas. E, neste caso, não deixem de falar com a Sóanimarte para que os animais de estimação sejam tratados como convidados VIP no vosso casamento.

 

Rita Santana Photography - fotografia de casamento em LisboaRita Santana Photography - fotografia de casamento em LisboaRita Santana Photography - fotografia de casamento em Lisboa

Quando chegar o dia da sessão, se precisarem de ajuda para descontrair e esquecer as câmaras, experimentem conversar um com o outro, ouvir música (não se “vê” nas fotografias mas é bem capaz de ser aquele toque que faltava para vos deixar no mood certo) ou ler alto: um poema, um trecho de um livro, uma carta de amor escrita de propósito (ou a primeira carta de amor que escreveram um ao outro).
Dizem os profissionais que, por mais tímidos ou inquietos que possam sentir-se os noivos, após alguns minutos tudo rola com naturalidade. Por isso, acreditem, sintam-se bem, assumam o momento de felicidade e de comunhão, e esperem depois pelas imagens, que vão acrescentar ainda mais magia a este novo capítulo das vossas vidas.

 

As fotografias que ilustram este artigo são do nosso fornecedor seleccionado Rita Santana Photography.
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Marta Ramos

Wise words: receber convidados de quatro patas

Por esta altura, a maior parte dos vossos convidados já confirmou a sua presença no vosso casamento, a data aproxima-se e tudo parece estar a compor-se para que o grande dia seja perfeito. E no entanto há ainda uma questão por resolver que vos preocupa: o que fazer em relação aos vossos melhores amigos de quatro patas? Custa-vos excluí-los de um dia tão especial, afinal são membros de pleno direito da vossa família! Mas como gerir as necessidades e os temperamentos de um ou mais cães num dia tão carregado de emoções?

Hoje vimos aliviar-vos desta preocupação. Falámos com o Tiago Simões, da Sóanimarte, e com a ajuda da experiência dele e da sua equipa compusemos estas wise words dedicadas aos vossos convidados caninos. Isto porque a Sóanimarte dispõe de um inovador serviço de DogSitting:

Sim! Wedding DogSitting, ou seja, babysitting de cães. Os patudos são cada vez mais os filhos da relação e queremos que se sintam assim no dia mais feliz das vossas vidas. Agora já podem levar o vosso amigo mais fiel para a festa do vosso casamento. – Tiago Simões

Como é que isto se processa? O serviço da Sóanimarte é sobretudo direccionado para os cães dos noivos – mas pode ser aberta uma excepção para algum patudo demasiado próximo da família para ser deixado de fora num dia tão importante: «Tivemos, por exemplo, um DogSitting no Clube Universitário do Porto com quatro cães», conta-nos o Tiago. «Os dois cães dos noivos mais dois da mãe da noiva. Como já se conheciam todos, foi super tranquilo.»

Para que as coisas corram bem, há uma série de regras a cumprir e de precauções a tomar. O objectivo é garantir o bem-estar dos ‘patudos’, pelo que a Sóanimarte disponibiliza uma ou duas pessoas responsáveis e capazes de acompanhar os cães, garantindo que estes estejam atentos aos momentos-chave do grande dia. Mas o trabalho de casa começa antes do casamento propriamente dito. «É muito importante, e por isso obrigatório, conhecermos o cão antes do dia (e o cão conhecer-nos a nós!), para avaliarmos o seu nível de stress e para nos podermos todos acostumar uns aos outros, claro.» No caso de os vossos bichinhos estranharem sítios novos, sempre que possível deverão levá-los também a conhecer previamente o espaço onde decorrerá a festa. «Não excluímos nenhuma raça à partida, mas reforçamos sempre junto dos noivos, que conhecem o seu patudo como ninguém, que é importante manter toda a gente em segurança (convidados, o Dogsitter e o próprio cão). Se um cão demonstrar algum índice de agressividade, um tipo de evento desta envergadura só poderá potenciar essa tendência, pelo que aconselhamos os noivos a ponderar bem a sua presença.»

Cumpridos estes passos, chega a hora de preparar o cenário. Antes de mais nada, certifiquem-se sempre, junto dos responsáveis dos espaços onde decorrerá o vosso dia, se vos é dada permissão para levar cães convosco. No espaço da festa, será preparado um cantinho especial onde os animais se sintam mais do que em casa e ultra-mimados. Para tal, é importante que os donos levem os objectos pessoais dos cães: a cama ou manta preferidas, um ou outro brinquedo e a sua comida habitual.

Este serviço é disponibilizado num pacote de dez horas (que pode ser prolongado, mediante ajuste no orçamento, caso necessário). Podemos ir buscar o patudo a casa e devolvê-lo também a casa ou a um hotel, no final do dia. Ou podemos começar a nossa intervenção apenas na igreja ou no local da festa. Tudo isso será ajustado de acordo com a vontade dos noivos.

Por norma, o serviço inclui uma pessoa – apenas nos casos de mais do que um cão de porte médio ou grande é que a Sóanimarte sugere que estejam duas pessoas sempre presentes. E os DogSitters estarão sempre atentos às necessidades dos animais, quer seja protegendo-os do ‘assédio’ dos convidados, para que não se enervem, quer seja proporcionando-lhes momentos de passeio e mudanças de ambiente, sempre que sintam que há necessidade disso.

 

Wedding dog sitting: um serviço Sóanimarte (2)Wedding dog sitting: um serviço Sóanimarte (4)Wedding dog sitting: um serviço Sóanimarte (6)

Há ainda alguns detalhes com uma graça extra: podem disponibilizar a trela e a coleira dos vossos amiguinhos à Sóanimarte para que sejam personalizadas, de acordo com as cores ou o tema da vossa festa; e existe também a possibilidade de, através de uma câmara GoPro, obterem um registo do vosso casamento como se fosse pelo olhar do vosso bichinho de estimação. Esta última oferta ainda está em fase de testes, mas estamos desejosos de ver os primeiros resultados.

Se se inscrevem na categoria de donos de patudos incapazes de deixá-los de fora de um momento tão marcante nas vossas vidas, falem com a Sóanimarte e combinem com eles todos os pormenores. Com a correcta preparação prévia e a articulação de todos, a vossa festa poderá ficar ainda mais completa – ainda mais feliz!

 

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