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Marta Ramos

My way, por ADORO

A Filipa e o Manuel casaram em Maio do ano passado e sabiam muito bem o que não queriam para o seu casamento, o que é um excelente ponto de partida. Ela não queria bouquet, por isso optou por encomendar uma bonita coroa de flores à Em Nome da Rosa; ele não queria usar gravata e escolheu um elegante papillon. A ADORO fotografou o grande dia e partilha hoje convosco alguns apontamentos: «Teve graça a roupa escolhida ser fiel à personalidade de cada um. Apesar do contraste entre os dois resultou numa perfeita harmonia no conjunto.» Um casamento mesmo à medida da Carla e da Sofia:

Na fotografia como na organização e desenvolvimento criativo, procuramos um olhar e abordagem reais, sempre em função do par. A estética e fotos do casamento têm que reflectir aquelas duas pessoas, e elas reverem-se nela.

A Filipa aplicou o mesmo rigor na escolha do vestido de noiva, e acabou por encontrar a sua segunda pele com ajuda da Sara, da Vestidus, experiente conselheira nestas questões: «Temos muitas noivas que nos agradecem por sugerirmos vestidos que à partida não fariam parte da sua escolha, mas que acabam por ser os eleitos.» Nesta delicada questão da escolha do vestido de noiva, é importante que tenham em conta aquilo que mais vos favorece, claro, e um bom especialista poderá aconselhar-vos mesmo antes de experimentarem seja o que for; o vosso conforto (afinal, vai ser um dia longo e muito activo); e aquilo que não vos transforme em algo que não são. Procurem ver no espelho um reflexo aprimorado de vocês mesmas – quando o encontrarem, estarão no caminho certo!

Perguntámos à Sara que vestido é este e ficámos a saber que é o modelo Ardourf, da Rembo Styling; e ainda está disponível para prova na Vestidus, por isso, se estas imagens fizerem clique, não hesitem e agendem um atendimento o quanto antes.

 

 

 

 

 

 

 

Vejam mais trabalhos da dupla ADORO e leiam atentamente a entrevista que a Carla e a Sofia deram à Susana. Também aconselhamos vivamente que se mantenham a par das novidades da Vestidus, e que escutem as wise words que vos trouxemos há dias sobre a escolha do vestido de noiva perfeito (com assessoria da Sara Silva, pois então). É um prazer ajudar-vos!

Marta Ramos

Um triângulo super amoroso, por ADORO, parte II

Lembram-se do passeio à beira-mar da Joana, do Hugo e do Apolo? Na altura, as fotógrafas da ADORO comentaram que «depressa se percebeu que afinal foram feitos para isto!»

Pois hoje é dia da prova dos nove. Vamos ver se noivos e ‘menino das alianças’ se portaram tão bem no casamento como na e-session. A fotografia continua a ter assinatura ADORO; o local escolhido para o grande dia foi a Quinta dos Machados; e há ainda uma singela e deliciosa participação de outro fornecedor seleccionado Simplesmente Branco nesta bonita festa: a medalha que o Apolo usa na coleira (onde ele muito eficientemente transportou as alianças dos donos) é obra das meninas da Molde Design Weddings.

Quando nos contaram os planos para o dia, meses antes, bastou-nos ouvir ‘no meio do bosque’ para sabermos que era promissor. – ADORO

O casamento da Joana e do Hugo teve lugar num abafado dia de Outono. Nenhuma outra estação se prestaria tão bem ao cenário que o casal escolheu para a troca das alianças. No imponente bosque da Quinta dos Machados, adornado apenas com alguns pormenores bem escolhidos – umas fitas aqui, umas lanternas ali – e devidamente apetrechado com cadeiras de realizador para os convidados, o casal concretizou o seu sonho e deu início a mais um capítulo da sua vida, sem dúvida sob o signo da natureza, da espontaneidade e dos laços afectivos.

Sabemos que as fotógrafas Carla e Sofia adoram trabalhar com luz natural, por isso estavam verdadeiramente no seu elemento neste dia. Já pudemos testemunhar o à-vontade da ADORO a fotografar ao ar livro em numerosas ocasiões, fosse com o mar da Madeira em fundo, nas encostas cobertas de vinhas das margens do rio Douro ou numa praia em Janeiro.

Hoje deixamos-vos com esta amostra de delicadeza e de bom gosto: um casamento rústico com um ‘cão das alianças’, uma renda belíssima no vestido da noiva e um noivo bem giro de calções e blazer de linho.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Joana e o Hugo não cederam um milímetro e tiveram o casamento que queriam, que era a cara deles, e que recordarão para sempre com emoção e com orgulho através das fotografias da ADORO. Vêem? How hard can it be?

Marta Ramos

Um triângulo super amoroso, por ADORO

Com este calor, não há nada que soe melhor do que um passeio à beira-mar. Acompanhamos a Joana e o Hugo, inseparáveis do Apolo e discretamente fotografados pela ADORO, numa deambulação amorosa a servir de treino para o grande dia. Contam-nos as fotógrafas que «depressa se percebeu que afinal foram feitos para isto!»

Ainda ontem vos falámos sobre isto, sobre a importância das sessões anteriores ao casamento, tanto com os fotógrafos como com os videógrafos. Os formatos são vários: as e-sessions, como esta da ADORO, mas também, por exemplo, os vídeos save the date, uma forma muito engraçada e personalizada de anunciar ao mundo que vêm aí boas notícias.

Escolham aquele que tiver mais a ver convosco, vistam-se da forma que se sentem mais à vontade e definam um cenário que faça parte da vossa história, ou onde se sintam particularmente bem. Para além de ganharem mais um conjunto de memórias bonitas, ganham ainda descontracção e naturalidade perante as câmaras, que serão essenciais no dia do casamento. E ficam a conhecer-se melhor uns aos outros: vocês, aos profissionais que estarão mais presentes no vosso casamento; e eles, a vocês, aos vossos gestos, aos vossos sorrisos, ganhando um traquejo especial que fará com que não deixem escapar nem a mais discreta das manifestações no grande dia.

Agora, vamos até à praia?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Simpático e muito cool! Vejam também outros trabalhos da ADORO e contactem a Carla e a Sofia para falarem com elas sobre aquilo que vocês gostariam de ver registado para sempre. E caso não tenham ainda lido a entrevista que as duas fotógrafas nos deram na semana passada, agora é uma excelente altura para o fazerem!

Susana Pinto

À conversa com: ADORO – fotografia de casamento

Hoje sentámo-nos a conversar sobre fotografia de casamento, com a dupla da ADORO: Carla Guedes Pinto e Sofia Dias. Na realidade, conhecemo-nos dos nossos dias de faculdade, quando estudávamos design nas Belas-Artes e no IADE e tínhamos uma amiga em comum. Voltámos a reencontrar-nos mais tarde, já neste universo casamenteiro em que todas escolhemos trabalhar. Lembro-me perfeitamente desse dia – uma simpática visita à segunda edição do You+Us=Fun!, na Casa do Alentejo.

É sempre um prazer conhecer as pessoas quando já admiramos o trabalho, e é essa experiência que partilhamos convosco hoje.

 

ADORO - fotografia de casamento

 

Do design gráfico para a fotografia não é um salto demasiado grande,    mas para o universo dos casamentos já é bastante específico. Como é que foram lá parar?

Sim, de facto o salto é grande, não tanto pela passagem para a fotografia, onde se continua a trabalhar num universo visual, mas mais pela passagem para o universo dos eventos e dos casamentos.

A fotografia sempre nos acompanhou, em caminhos paralelos, mas esteve sempre presente. Uma das minhas grandes amigas de infância era filha de um grande fotojornalista, o Rui Ochôa. Adorava quando ia lá a casa e via os negativos todos espalhados, grandes formatos impressos pelo chão, uma gaveta cheia de objectivas ou as tardes passadas na redacção do Jornal Expresso. Com ele, comprei a minha primeira máquina fotográfica, uma Nikon 801, quando tinha 15 anos, e pouco a pouco comecei a fotografar.

A Sofia começou com o pai, que lhe punha a sua Canon nas mãos e lhe ensinava que o diafragma era mais do que aquele músculo na cavidade torácica. O seu primeiro ordenado, foi para comprar uma máquina fotográfica (analógica). Desde cedo fomos as fotógrafas de serviço entre os nossos amigos e família. Muitos rolos se consumiram…

O salto para os eventos de casamentos, foi apenas o ajuste necessário para tornar esta nossa actividade em algo comercial. Isto quando o suporte digital finalmente atingia uma qualidade profissional.

O design, área em que trabalhámos durante muitos anos (a Sofia em design gráfico e a Carla em design de equipamento) de certa forma preparou-nos a abordar qualquer desafio de uma forma metodológica, e isso aplica-se na perfeição quando temos um casal que quer concretizar o que sonhou para o seu dia de casamento. É um desafio criativo e projectual.

A passagem do nosso trabalho de designers para este universo “casamenteiro” deu-se num momento de crises várias. A crise do próprio negócio de design, das agências e dos orçamentos pagos a 120 dias, e também da crise criativa, um bocado cansadas de clientes cinzentos e institucionais.

Pensámos que, por nossa conta, se calhar faríamos qualquer coisa mais interessante e mais próxima das pessoas reais.

Quando começámos em 2011, o universo estético dos casamentos era ainda pouco fresco, muito clássico e percebemos que podia ser esse o caminho. Oferecer uma alternativa ao existente. Acabou por ser uma época de transição, em que surgiram fornecedores, como nós, que contribuíram para desenhar e consolidar o universo que hoje existe.

 

Começaram com um leque de serviços mais alargado, que agora concentraram em fotografia e organização, a solo ou com tudo incluído. É uma evolução natural ou sentiram, de facto, necessidade de estreitar o foco?

Foi um misto. Uma evolução, após sentirmos o mercado, e uma forma de convergir esforços e investimento, sobretudo de tempo.

Quando decidimos fotografar (casamentos e outras celebrações), sentimos necessidade de garantir a harmonia e fotogenia dos ambientes, incluindo o grafismo e a decoração. Para além de termos esta possibilidade de prestar um serviço completo a quem nos procurava, sabíamos também de antemão, que todo o conceito daquela celebração seria coerente.

Isso para nós era perfeito, era fotogenia garantida!

Mas ao longo dos anos sentimos necessidade de ajustar o negócio à realidade e percebemos que o investimento que justifique a contratação de alguém que pense e concretize o conceito de um evento acontece maioritariamente em casamentos, e quase nada em outras celebrações mais pequenas (festas de aniversários, baptizados etc).

Desta forma passámos a prestar serviço de decoração e grafismo apenas para casamentos.

A organização de um casamento requer dedicação e uma total disponibilidade para aquelas duas pessoas que anseiam pelo seu dia, perfeito, sem falhas. Por isso, actualmente aceitamos apenas algumas organizações e desenvolvimento criativo num reduzido número de casamentos, garantindo a nossa total disponibilidade para o sucesso do projecto.

A fotografia continua a ser a nossa actividade principal, e também a nossa paixão. Na fotografia continuamos a fazê-lo em todas as outras situações de festas e celebrações (festas de aniversário, baptizados, celebrações entre amigos e família), bem como sessões a dois ou de família.

 

Como definem a vossa assinatura, o vosso ponto de vista?

Achamos que se quisermos dizer numa palavra, será “verdadeiro”.

Na fotografia como na organização e desenvolvimento criativo, procuramos um olhar e abordagem reais, sempre em função do par. A estética e fotos do casamento têm que reflectir aquelas duas pessoas, e elas reverem-se nela.

As emoções das pessoas e dos momentos são a nossa energia. Não interferimos, apenas observamos, sentimos e reagimos, fotografando. E a relação de entendimento e confiança entre todos, é meio caminho para tudo fluir e o resultado transparecer a naturalidade que procuramos. Sentimos que nos ajuda o facto de virmos de outra área profissional, sem vícios nem preconceitos. E com o tempo percebemos que não é indiferente o facto de sermos um olhar feminino. Não sendo vantajoso nem desvantajoso, é apenas uma particularidade que transparece no nosso trabalho, sem nunca o termos previsto.

 

ADORO - fotografia de casamento

 

Onde buscam inspiração para o vosso trabalho?

Viemos as duas de uma área muito visual e esteticamente ecléctica, por isso qualquer fonte de informação é válida, e não necessariamente a ver com casamentos. A isto juntamos o que o par nos sugere das suas personalidades, vivências e preferências. Damos por nós a pesquisar universos tão díspares como Botânica ou a Culinária.

O cinema e a fotografia de rua e de moda serão as nossas maiores inspirações e agentes provocadores. O universo visual de cineastas como Wong Kar-Wai, Sophia Coppola, Wes Anderson, Jane Campion, Yasujirô Ozu, Stanley Kubrick ou pérolas como “Eu sou o Amor” (Luca Guadagnino) e “Carol” (Todd Haynes), são exemplos disso.

Na fotografia, o enorme trabalho de nomes como Saul Leiter, Tim Walker e as recentes descobertas dos espólios de Albert Khan e Vivian Maier. E por cá o Pedro Cláudio, fundamental pelo trabalho gráfico na fotografia, ou o olhar fresco e sem gavetas da Vera Marmelo.

Na secção mais “casamenteira” adoramos o trabalho do Pablo Beglez, Kristen Marie Parker, ou do Rodrigo Cardoso, dos Piteira ou do Rui Gaiola.

 

E nos momentos de fadiga criativa, como refrescam a mente e o olhar?

Como o dia-a-dia é tão assoberbado de informação, às vezes apetece apenas desligar para criar espaço mental. Mas quando ainda sobra algum espaço, há todo um mundo para descobrir. Viajar é um óptimo escape, seja cá dentro ou lá fora, e uma forma de nos inspirarmos e refrescar ideias. Por exemplo, nos últimos anos o trabalho levou-nos algumas vezes aos Açores e à Madeira, e foram óptimas descobertas para nós. Claro que aproveitamos sempre que o trabalho nos leva para fora de Lisboa, para sentir um bocadinho do local onde estamos. Isso é uma coisa que adoramos fazer, fotografar para além das pessoas, porque o território envolvente também faz parte das histórias.

É isso que adoramos… contar histórias.

Mas depois há coisas bem mais prosaicas que nos dão imenso prazer e que nos compensam, como meter um disco a tocar e dançar como se ninguém estivesse a ver, ir a um concerto mesmo bom, ou a um espectáculo de dança, ir dar uma volta de bicicleta com amigos. Ai… os amigos… com esta vida tão ao contrário das rotinas tradicionais, às vezes é difícil acertar com os programas dos amigos e família. Quando conseguimos fazer isso, é um luxo, um tempo impagável que se vive com prazer.

 

ADORO - fotografia de casamento

 

Como é o vosso processo de trabalho, como criam uma ligação com os vossos clientes?

A partir da primeira reunião, em que se dão caras aos nomes, percebemos o perfil do par e as suas espectativas. Isso é essencial para gerirmos um processo de organização de casamento e respectivo desenvolvimento criativo. A partir dessa leitura que fazemos e do próprio pedido dos noivos, iniciamos a nossa pesquisa e vamos trocando ideias com eles, sempre suportado visualmente para que ambos tenhamos a certeza do que estamos a falar. Depois do plano aprovado, começamos a produzir e a gerir cada passo até ao dia do casamento.

Na fotografia, depois da reunião (muitas vezes por Skype) fazemos sempre uma sessão fotográfica antes do casamento. Serve para nos conhecermos melhor, quebrar gelo e testarmos a relação fotógrafo/fotografado, para que no dia do casamento não seja demasiado brusco e invasivo.

Em ambos os casos tentamos sempre ler o mais possível de quem está do outro lado, dizemos que somos quase psicólogas tentado ler as entrelinhas para perceber o que é de facto importante para eles. Absorvemos o máximo e impomos o mínimo possível. E valorizamos a transparência, que é meio caminho para a confiança mútua.

Somos “parceiros no crime” do dia dos nossos noivos, e eles são o mais importante. O dia é deles e não nosso.

 

Ter o controle das decisões é importante? Têm uma perspectiva perfeccionista sobre o resultado ou é o prazer de acompanhar o processo?

Há o prazer em ver as ideias tomarem forma, mas evitamos o perfeccionismo nestes processos assentes num casal de noivos (geralmente estreante) e que envolvem várias valências e fornecedores. Focamo-nos em conseguir o melhor equilíbrio entre todos.

E depois sabemos que estamos a lidar com emoções, e não dá para aplicar fórmulas de Excel nelas. As decisões têm de ser tomadas com tempo, sem pressões, e sabemos que estamos a lidar com duas pessoas, muitas vezes com ideias e até algumas expectativas diferentes entre eles. É preciso saber mediar isso.

Somos o elemento de ponderação, e a voz da experiência, mas mesmo assim, no final, o casal tem de estar confortável com todas as decisões tomadas. Esta gestão requer alguma sensibilidade.

  

Qual é a melhor parte de organizar um casamento? E o mais desafiante e difícil?

A melhor parte é no dia ver tudo materializado, e a felicidade estampada no rosto dos noivos, por verem expectativas superadas.

O desafiante é transpor, para soluções criativas, a vontade dos noivos e tudo o que lemos nas entrelinhas. Adoramos quando os noivos sonham com uma coisa e nós conseguimos concretizá-la. Ver essa felicidade do momento concretizado estampado na cara dos noivos é o melhor dos momentos… e claro, de preferência registá-lo numa fotografia nossa.

 

Qual foi o casamento em que mais gostaram de trabalhar? Porquê?

Difícil responder, porque o envolvimento chega a ser emocional. Não conseguimos dizer apenas um.

Profissionalmente falando, houve um casamento que organizámos à distância, os noivos viviam nos Estados Unidos, e que correu irrepreensivelmente bem do princípio ao fim. Deste a sintonia criativa, ao respeito mútuo e confiança no nosso trabalho e às imagens cheias de luz e amor que nos deram para registar.

Mas claro, não há amor como o primeiro… o primeiríssimo casamento, da Inês e do Ricardo. Esses loucos que confiaram numas miúdas que nunca tinha organizado ou sequer fotografado um casamento (profissionalmente), e nos depositaram toda a confiança. Mostrarmos-lhes uma breve apresentação das nossas intenções, que terminava com “Querem casar connosco?” e eles responderam “Sim!”

Como experiência de tipo de registo e exotismo, tivemos um casamento na Madeira que foi um fim-de-semana em festa, com registos magníficos de paisagem e uma festa cheia de amigos que souberam disfrutar verdadeiramente do momento.

Pela intensidade emocional, e beleza há também um outro pequeno casamento, num Fevereiro soalheiro, em Monserrate (Sintra), que contrariou todos os estereótipos. Simplesmente mágico!

Todas a histórias são únicas e irrepetíveis, e isso é muito especial para nós, dá-nos fôlego.

 

Se fosse o vosso casamento, fariam tudo, uma parte ou mesmo nada? Quem fotografava?

Carla: para mim o mais interessante é a partilha emocional, a cumplicidade com quem mais gostas de estar, a tua cara-metade e os teus amigos e família. Mas nunca me imaginei noiva, e ser o centro de um casamento, que acontece assim num estalar de dedos. Acho que prefiro estar deste lado, com a máquina na mão, contagiada pelas emoções de quem celebra esse dia.

Sofia: adoro o formato de um fim-de-semana com amigos e família, os dias de casamento são assustadoramente rápidos. Teria que conhecer pessoalmente os fotógrafos da minha eleição, a empatia é essencial.

 

Escolham uma imagem favorita do vosso portfolio e contem-nos porquê:

Que maldade… Entre muitas, e por diferentes motivos, esta foto passa bem o que nos continua a surpreender. Adoramos os entretantos, que nos brindam com imagens bonitas e irrepetíveis.

 

ADORO - fotografia de casamento

 

Que bela conversa, esta! Tenho a certeza que gostaram de conhecer melhor esta dupla e que o bonito trabalho que fazem ganhou uma nova amplitude. Aproveitem para dar uma vista de olhos na sua novíssima ficha de fornecedor seleccionado, devidamente actualizada e recheada com muitas imagens bonitas.

 

Marta Ramos

Azul profundo, parte II, por ADORO

Há dias partilhámos convosco o sábado anterior a este domingo. Já na altura ficámos com uma inveja danada daquele dia passado entre amigos, com o azul profundo do Atlântico por todos os lados, mergulhos e cerveja madeirense, e aquela antecipação boa do que estava para vir.

Foi essa a forma que a Ana e o Miguel escolheram de começar a celebrar o seu casamento. De véspera. Se não viram as magníficas imagens da ADORO, vejam-nas agora. E depois voltem, que este casal tem muita pinta e o grande dia também nos dá uma vontade danada de lá estar. Estamos retrospectivamente, graças à reportagem atenta da ADORO.

Contam-nos as fotógrafas que «os protagonistas do dia foram indiscutivelmente os noivos, a ilha da Madeira e o factor humano, resultando num espírito para lá de contagiante.

A descontracção foi constante e, apesar de ser um casamento organizado de longe e em espaço próprio, nada impediu que todos desfrutassem ao máximo. Houve até lugar a momentos imprevistos, como a fuga da noiva para uma foto de grupo, na marginal.»

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Que frescura! Aproveitem o embalo e naveguem pelos outros posts que temos vindo a publicar com trabalhos da ADORO. E falem com elas.

Marta Ramos

Azul profundo, por ADORO

O casamento da Ana e o Miguel teve direito a festa alargada. Ao longo de um fim-de-semana, um grupo de pessoas felizes e 100% disponíveis para festejar desfrutou do melhor da ilha da Madeira – e a ADORO também lá estava, a garantir que todas as memórias ficariam registadas em imagens bonitas.

Na véspera da cerimónia propriamente dita, o casal organizou um passeio de veleiro rumo à Fajã dos Padres, onde o dia foi passado a banhos. Azul profundo, golfinhos, mergulhos e cerveja madeirense. Um excelente preâmbulo para o dia que se seguiria.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Deixamos as imagens do dia do casamento para a próxima quinta-feira. Até lá, desfrutem deste passeio até à bela Madeira – e aproveitem também para rever outros trabalhos da ADORO já aqui publicados.

Marta Ramos

Casamento sobre o Douro, por ADORO

A Mariana e o Tomás casaram no imponente Santuário de Nª Sra. dos Remédios, em Lamego. A monumental escadaria deste santuário (666 degraus!) presta-se a fotos lindíssimas, e há ainda outro ponto de interesse no exterior da igreja: um carvalho com 700 anos, já seco e forrado a hera, que mereceu inclusivamente a classificação de Árvore de Interesse Público – é, na verdade, anterior ao actual edifício, que começou a ser construído já no ano de 1750.

Os noivos convidaram as fotógrafas da ADORO a registar o magnífico dia de Outono que escolheram para casar. Da igreja seguiram para as encostas do Douro vinhateiro, um cenário de inigualável encanto. Claro que a lente da ADORO não deixou escapar a oportunidade de capturar imagens com aura mágica; e também nos constou que os noivos deram uma ajuda preciosa ao esquecerem-se das fotógrafas, de tão embrenhados que estavam no momento!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma nota curiosa: o vestido na noiva foi feito pela sua irmã. Peça única!