Simplesmente Branco 

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O mais bonito dos dias

Umas semanas antes do lançamento do livro mais bonito do ano, contactei o Hugo Teregeira, da Fullcut Wedding & Lifestyle Films, nossos clientes de video, para nos acompanharem no dia. A ideia era simples e com vários propósitos, mostrarmos a fantástica Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves que foi o atelier do pintor José Malhoa (e está disponível para pequenas e intimistas cerimónias civis), onde fomos tão bem recebidos desde o primeiro minuto, apresentar o livro e fixar a emoção do dia, a companhia e os abraços das nossas pessoas num dia tão especial.

Digo-vos, o briefing foi seguido à risca e na perfeição, e temos 1.46 minutos de doçura pura. Um generoso obrigado e uma justa recomendação para que prestem atenção ao trabalho desta dupla.

 

Este foi o nosso dia, sintam o amor!

 

 

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Sunday shoes

São os Rockstud (ankle strap), um dos modelos assinatura da Valentino, e existem em quase todas as cores… Ultra chiques!

À venda na loja online.

 

 

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Cake!

Fantástico e perfeito para o tempo frio!

Bolo bonito fotografado por Sahara Coleman e feito por Bakery Nouveau, visto no 100 Layer Cake.

 

 

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Nádia + Pedro, e os seus!

Hoje trazemos a doce e oh so very special festa da Nádia + Pedro, na bonita Quinta do Hespanhol, com fotografias do Pedro Taborda.

 

É só amor e carinho em doses industriais, venham ver…!

 

 

 

 

Como foi o teu pedido de casamento?

Foi no dia em que fizemos 4 anos de namoro, depois de um jantar incrível, bem no meio do Miradouro de São Pedro de Alcântara, num dia de chuva miudinha.

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Penso que começámos a pensar no sítio logo na semana a seguir ao pedido de casamento… Tínhamos sete meses para preparar tudo, por isso pusemos logo mãos-à-obra. Eu sou muito organizada, por isso pensei no que queria que fosse o dia e fui criando pastas de imagens com ideias para o vestido, para o ambiente, para os pormenores especiais…

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Queríamos um ambiente romântico e rústico, mas também muito divertido, descontraído e, essencialmente, que fosse a nossa cara. A cor que escolhemos, o verde água, ajudou a dar o ar fresco que queríamos.

Eu sei que a maior parte das pessoas pensa nisto – em criar algo à sua medida – mas o que nós queríamos, além disso e mais ainda, era que todas as pessoas se sentissem parte do dia, que todos se sentissem especiais e incluídos.

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Era um imperativo. Tenho um gostinho especial por pôr as mãos na massa e organizar eventos e festas, por isso o nosso casamento tinha de combinar as duas componentes – deixar-me fazer e ser um reflexo de nós.

 

 

 

 

 

O que era o mais importante para ti?

Penso que o mais importante era tornar uma cerimónia de quase 200 pessoas num evento íntimo, participativo, nosso. Que tivéssemos recordações incríveis (fotográficas – e, nessa medida, o fotógrafo era obviamente importante – e da participação de todos), que pudéssemos ter a oportunidade de mostrar às pessoas de quem gostamos e que gostam de nós o que sentimos por elas e um pelo outro, que tivéssemos oportunidade de nos celebrarmos e a nossa relação de uma maneira única e inesquecível.

Havia um milhão de pormenores que queria tornar realidade e para isso tive a ajuda especial de uma amiga (criadora, em conjunto comigo, dos convites e do resto dos elementos gráficos do casamento) e ajudas de outras amigas que têm uma imaginação que não acaba e que me enviavam imagens inspiradoras que ajudavam a concretizar o que tinha imaginado.

 

 

 

 

 

E secundário?

Secundário era que tudo corresse exatamente como planeado, tim tim por tim tim. Não estivemos preocupados com as horas e com a programação ao minuto, embora este sentimento tenha resultado de um exercício de preparação (muitas horas a pensar: “não stressar, não stressar”).

 

Onde gastaste mais dinheiro?

No local da festa, definitivamente.

 

 

 

 

 

Onde gastaste menos?

Não sei exatamente… Era preciso um sem número de páginas para descrever a quantidade de pequenas coisas que havia no nosso casamento (pequenos apontamentos especiais que criámos) e alguns deles foram inteiramente criados por nós e impressos em casa – logo, sem nenhum custo.

 

O que foi mais fácil?

Escolher o noivo! O mais fácil foi saber que o espaço era aquele, que a decoração era aquela, e que queríamos que todo o casamento fosse cheio de surpresas e animação. Saber que queríamos que fosse sobre nós e com os nossos.

 

 

 

 

O que foi mais difícil?

Conseguir fazer tudo no tempo que tínhamos – não é fácil gerir fornecedores, ideias, gráfica, a expectativa dos familiares, a nossa própria expectativa e ainda continuar a trabalhar e a viver nos intervalos!

 

O que te deu mais prazer criar?

Deu-me muito prazer preparar a minha surpresa para o Pedro (cantei para ele). Os ensaios tiveram sempre o nervoso miudinho de imaginar como ia ser no próprio dia. E adorei escrever, à mão, um postal personalizado para cada um dos meus convidados – loucura, eu sei – que ficaram a identificar os lugares nas mesas. Foram bons momentos de pausa, a pensar no que cada pessoa significa para mim e a imaginar a cara dessa pessoa enquanto o lia. Foi especial.

 

 

 

 

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

Totalmente. Nós somos pessoas dinâmicas e animadas e não me lembro de ter visto tanto dinamismo num casamento. Houve tanta gente a querer participar – discursos, músicas, vídeos – que aqueles que não tinham preparado nada quiseram também levantar-se e dizer alguma coisa. Foi melhor do que alguma vez podíamos ter imaginado.

 

Um pormenor especial?

A nível material, os postais personalizados e os noivos de cartão em tamanho real. E apresentarmos o vídeo do dia (feito incrivelmente e no local pela equipa do Pedro Taborda) antes de abrirmos a pista foi ótimo – é um momento em que todos paramos para ver o que já aconteceu e em que ainda estamos ali, presentes. É mesmo incrível, aconselho a qualquer pessoa.

A nível sentimental, os discursos dos nossos pais. E dos amigos. E dos chefes. E nós a cantar (onde parar? Foi tudo especial!)!

 

 

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Acho que só mudava uma coisa: fazia com que o noivo se virasse mais cedo na igreja do que se virou. Não o avisaram que eu já ia a entrar e ele acabou por não ver toda a minha entrada. Sem ser isso (que agora vamos corrigir vendo o vídeo até à eternidade), não mudava uma vírgula.

 

 

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

Deixem-se ir; parem de vez em quando para ver, para observar, para absorver todo o processo; estejam com as pessoas que mais vos dizem; se precisarem de ajuda, peçam ajuda; aproveitem os bocadinhos para abraçar o maridão; se for um casamento católico, escolham bem o Padre (vai ser uma peça essencial); escolham bem o fotógrafo; e pensem naquilo que é mesmo importante para vocês no dia, naquele pormenor ou momento que vos deixaria mesmo felizes. Mas, acima de tudo, nunca nunca nunca se preocupem em excesso, não tentem controlar o incontrolável. Deleguem as preocupações do dia (se tiverem uma wedding planner que possa lá estar no dia, melhor). Não há nada como olhar para trás e ver que não houve uma chatice e que todas as pessoas se sentiram parte da nossa união. Rir muito, esquecer que há fotógrafo, aproveitar as pessoas que vos adoram todas reunidas num espaço. Vão ver que, como eu, repetiam aquele dia todos os dias.

 

 

 

 

 

Os nossos fornecedores:

 

convites e materiais gráficos: Constança Soromenho

local, catering e bolo: Quinta do Hespanhol

decoração: pensada pelos noivos, concretizada pela Quinta do Hespanhol

fato do noivo e acessórios: fraque Dielmar, lapela Loja das Meias, cinto e meias Hugo Boss, botões de punho Carolina Herrera, gravata El Corte Inglès,

vestido de noiva e sapatos: véu e vestido pensado por mim e feito em costureira (Elitza Ivanova), acessório da cabeça do casamento dos pais (usado pela mãe), sapatos New Look, brincos da bisavó, pulseira da sogra to be

maquilhagem: Sónia Godinho

cabelos: Dora Mendes

bouquet e coroa de flores: Graça O’Neill

ofertas aos convidados: Narizes da Operação Nariz Vermelho, raspadinhas e charutos

fotografia  e video: Pedro Taborda

luzes, som e Dj: DJ Gonçalo Portela

 

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Simplesmente natureza, por Inspirarte

A Susana Abreu, da Inspirarte, conta-nos como chegou ao resultado final deste casamento, que decorreu em Julho, no Mosteiro de S. Bento da Vitória, no Porto, com catering de Maria José Pinho Catering.:

 

«O desafio que me lançaram, o de tentar recriar uma atmosfera rústica num sítio como este, deixou-me logo cheia de ideias!

O ponto de partida era não haver dourados nem prateados. Apenas cores e elementos orgânicos, naturais. As árvores, plantas, flores e madeiras usadas foram a forma de trazer a natureza viva para dentro deste espaço tão especial.

Apaixonada pelo mar, a noiva quis que o azul estivesse muito presente. Assim, e a juntar aos vários tons de verde, incluí hortênsias azuis nos centros de mesa e almofadas em tom petróleo nos vários ambientes lounge criados.

O resultado é o que podem ver e, que apesar de ser suspeita… eu adorei!»

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Obrigada, Susana, pela partilha de mais um trabalho adorável!

E obrigada, igualmente, ao João Cardoso Pereira, pelas fotografias.