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Rita + Pedro, organizado é o caminho!

Hoje trazemos a festa da Rita + Pedro, na Quinta das Silveiras.

Amor, diversão e muito planeamento foram o mote e o que os guiou até este dia tão bonito e especial.

Querem saber como foi? a Rita conta tudo em detalhe! A ajudar, esteve a Molde Design Weddings!

 

Como foi o teu pedido de casamento?

Foi num momento muito descontraído, simples… mas não deixou de ser surpresa. Estávamos a 26 de Outubro 2014, uma tarde de domingo, o Pedro convidou-me para ir dar um passeio à “nossa” praia – São Pedro de Moel. Sentada ao colo dele, ele diz-me “fecha os olhos” (eu achava que era um chocolate, como sempre). Abro os olhos, é um saco com uma caixinha branca, peguei nela a sorrir. Quando abri, ele pergunta-me “Queres casar comigo?”. Fiquei radiante ! Abracei-o com tanta força e respondi com um grande Sim!. Passados 7 meses e 4 dias, a 30 de Maio de 2015, reforçámos o nosso sim.

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Durante uma semana guardámos segredo de que estávamos noivos, pois quisemos fazer uma surpresa aos nossos familiares e amigos de uma forma especial e diferente, o que conseguimos! Mas nessa mesma semana começámos logo a pesquisar ideias, inspirações e quintas. Organizámos tudo em 7 meses, mas foi tudo bem conseguido devido à capacidade de gestão de tempo, principalmente da minha parte, porque o Pedro estava a terminar a tese de Mestrado. Para mim esse foi o maior segredo : aproveitar todo o tempo “livre” que tinha para coordenar e organizar as coisas.
A nossa grande prioridade foi definir a data, reservar a Igreja, e encontrar um espaço especial, simples e íntimo. Seleccionámos 2 espaços, e o escolhido foi a Quinta das Silveiras (Iguarias do Tempo) que foi amor à primeira vista. Tínhamos a certeza que naquele lugar iria correr tudo como idealizámos, e confirmou-se. Foi lindo ! A escolha do fotógrafo foi o passo seguinte – Charisma. Sugestão por parte da quinta, e quando avaliámos o portfólio fotográfico e a simplicidade da equipa (José e Nuno), não hesitámos. Tínhamos a certeza que o nosso registo fotográfico iria ficar fantástico, natural e divertido: as fotografias estão lindas. Por fim, creio que tudo o resto fluiu de forma natural. Os elementos gráficos foram idealizados por nós, a decoração da quinta e da igreja também, e tivemos o excelente apoio da Alexandra e Joana Conde (Iguarias do Tempo), Flor do Campo e Molde Design Weddings.

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Uma das nossas grandes prioridades era criar um ambiente intimista, moderno, leve, mágico, mas igualmente familiar e confortável – foi tudo muito bem conseguido ! A Quinta das Silveiras proporcionou-nos um espaço com uma decoração linda. A escolha de todos os pormenores foi perfeita e não mudaria nada.

A escolha da igreja foi fácil, pois jamais imaginaria casar noutra a não ser naquele lugar… Sempre quis casar na Igreja onde meus pais e o meu irmão se casaram. Quis cumprir com a tradição. A decoração foi igualmente linda e como sempre sonhei.

No início eu e o Pedro não estávamos interessados em “rotular” o nosso casamento com um tema, mas ao longo das tomadas de decisão, foi inevitável. A nossa inspiração esteve sempre em torno daquilo que mais gostamos e fazemos profissionalmente. Somos ambos designers: a decoração, os elementos gráficos e todos restantes pormenores foram sempre seleccionados com base no sentido estético, (alguma) originalidade e elegância. A fim ao cabo, o tema refletiu aquilo que somos, a nossa essência profissional. A inspiração gráfica partiu da Bauhaus, as mesas foram designadas com nomes de designers e arquitetos, os nossos curriculums fizeram a sinalética das casas de banho. Foi de facto um ambiente personalizado à nossa imagem.

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Faz parte da nossa natureza, logo não poderia ser de outra forma. Gostávamos que tudo tivesse um toque pessoal, e queríamos que os nossos convidados sentissem que todo o casamento era a “nossa cara”, que foi pensado ao pormenor e com detalhes que marcassem o nosso cunho.
As ideias e inspirações iam surgindo naturalmente, depois disso íamos moldando as coisas até alcançarmos aquilo que verdadeiramente idealizámos. Obviamente que contámos com algumas opiniões profissionais devido às experiências, e isso foi um ponto chave para conseguir tudo perfeito.

Eu e o Pedro somos muito independentes e convictos das nossas ideias, por isso, a opção “feita por ti” teria mesmo de ser assim – feita por nós.

 

 

 

 

Tiveste ajuda?
Sim… e bastante preciosa. A distribuição de tarefas, aqueles “recados” que ocupam tempo quando na verdade esse já se encontrava escasso, as opiniões, a “ajuda emocional”… Família e amigos não nos faltaram e foram fundamentais. Toda a ajuda foi excecional, pois sem eles o nosso dia não teria sido o mesmo. Foi um percurso onde contámos com um apoio constante, com carinho, palavras e afetos.

Os profissionais que abraçaram o nosso casamento foram também importantes, e muito. Tudo aquilo que proporcionamos, foi também graças ao seu profissionalismo.

Além de todas estas forças e energias, contámos (principalmente) com a ajuda um do outro como sempre tem sido desde que nos conhecemos.

 

O que era o mais importante para ti?

O mais importante ? Eu e o Pedro.
Conseguir fazer do dia 30 de Maio 2015 o dia mais feliz das nossas vidas foi a nossa grande prioridade. Fizemos deste dia a escolha do nosso sim eterno, portanto o mais importante éramos nós, que este dia fosse partilhado com as pessoas mais importantes das nossas vidas, e que fosse abençoado por Deus.

Depois desta principal prioridade, o importante seria ainda que este dia fosse à nossa imagem. Queríamos que fosse um dia descontraído, sem grandes protocolos, com uma celebração religiosa linda, serena e emotiva, e que todos testemunhassem o amor que nos une. Foi um dia maravilhoso !

 

 

 

 

E secundário?

Creio que não houve nada secundário. Obviamente que existiram algumas coisas que tivemos de abdicar por questões de preço ou que simplesmente achámos que não iriam acrescentar valor, mas todo o resto foi fundamental para conseguir aquilo que verdadeiramente tínhamos idealizado.

 

Onde gastaste mais dinheiro?

Na decoração e nos detalhes gráficos. Foi difícil abdicar destes pormenores porque na verdade estes elementos foram, a nosso ver, os elementos que marcaram e personalizaram o nosso casamento.

 

Onde gastaste menos?

Na oferta aos convidados. Queríamos oferecer algo que fosse prático, útil e que adoçasse os corações de todos aqueles que partilharam connosco aquele dia. Como a mãe do Pedro tem um dom de fazer umas compotas deliciosas, não hesitámos – comprámos uns frasquinhos de vidro e a fruta era do quintal dos pais do Pedro. Com isto, bastou a mãe dele juntar açúcar e carinho – voilá ! Estava maravilhoso !

 

 

 

O que foi mais fácil?

Saber que o Pedro era o noivo / marido ideal (risos) !
A escolha do Padre para a celebração, foi facílima. Conhece-me desde os meus 9 anos, e como fiz parte do coro da Capela da minha aldeia, foram quase 10 anos de trabalho e convívio semanal. É uma pessoa extremamente acessível, que zela pelo nosso bem… Não faria sentido ser outro Padre que não ele.

 

O que foi mais difícil?

Nada… Quando se abraça um projeto pessoal desta natureza nada é difícil porque aquilo que verdadeiramente importa é o que nos levou a tomar este passo. Os pequenos obstáculos tornam-se supérfluos quando equiparados com aquilo que conseguimos concretizar.

 

 

 

O que te deu mais prazer criar?

Todos os pormenores que idealizámos porque foram sempre de encontro ao nosso estilo – a decoração, o grafismo, os pormenores e as surpresas – nada paga essas emoções. A coreografia que eu e o Pedro ensaiámos deu-nos igualmente muito prazer. Divertimo-nos imenso e foi motivo de gargalhada na pista.

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

Tinha a nossa “cara timbrada” em tudo ! A começar pela nossa descontração (sem grandes formalismos), a celebração religiosa muito emotiva, a viagem até à Quinta no BMW E30 do Pedro (o menino dos olhos dele depois de mim!), a decoração, a comida, as fotografias, o dinamismo e interacção dos convidados, as gargalhadas, as surpresas que marcaram o dia. Foi tudo espetacular. Vivemos o nosso casamento tal como sonhámos. Eu, por exemplo, que adoro dançar, não larguei a pista de dança – divertimo-nos imenso !
As cedências, só mesmo aquelas que foram forçadas pela falta de tempo ou que consideramos “indiferentes”.

 

 

 

 

Um pormenor especial?

Fomos abençoados por tantos detalhes e surpresas. Reconhecemos o esforço, a dedicação, as amizades e carinho dos nossos amigos e familiares. Não tivemos um pormenor especial, mas sim vários ! Nem sei por onde começar…

O coro – creio que foi a única situação que não consegui controlar de perto, pois depositei toda a minha confiança no Sílvio (Maestro). A escolha debruçou-se na recomendação por parte dos meus pais que conhecem o seu talento em algumas celebrações no Santuário de Fátima. Falei com ele telefonicamente, expressei o género musical que gostaríamos para a nossa cerimónia, estive com ele uma única vez, e a 3 dias do casamento ele enviou-me um excerto dos ensaios. Quando ouvi (pela primeira vez) emocionei-me e disse a mim mesma ” vai ser lindo”. Vivi numa ansiedade porque depositei toda a confiança em algo que não conhecia até ao último instante. Foi um risco mas foi magnífico !

O meu afilhado João André – um pormenor que marcou a nossa celebração religiosa. No final da cerimónia, ele leu-nos uma carta onde descreve todo o carinho que tem por nós e a importância que temos na vida e crescimento dele. Foi um momento muito emocionante que comoveu todos aqueles que ali estavam. Hoje guardamos essa carta emoldurada em nossa casa…

Família e amigos – um momento deslumbrante e o mais surpreso de todos. O meu irmão, cunhada, afilhado e amigos surpreenderam-nos com uma dança Flash Mob. Foi brutal ! O meu irmão inicia o momento com um discurso e pensei “vai deixar-nos umas palavrinhas – que querido”. De repente ouvimos a música do filme “Missão Impossível”, eu e o Pedro olhámos um para o outro e questionámos “o que se passa aqui ?”. Começa o meu irmão, a minha cunhada e o João a dançar, depois entra um casal de amigos com a filha, e mais outro e outro… Foi mágico e arrepiante! 7 minutos de muita emoção que demonstrou (mais uma vez) todo o carinho e dedicação possível e imaginária que a família e verdadeiros amigos possam ter por nós. Sabemos agora que foram semanas de ensaio, e até hoje que não conseguimos expressar a nossa gratidão de tal surpresa. Foi simplesmente fantástico. Um orgulho !

Cantei para o Pedro – foram 3 semanas a ensaiar, todos os dias, durante a minha viagem de trabalho para casa ao som de Sade. Quis presentear o Pedro com um momento especial, de forma a demonstrar o amor que sinto, e assim reforçar a razão pela qual nos casámos. A forma que encontrei de o fazer, foi ultrapassar o medo. Cantei para ele “By your side”. O nervosismo era imenso, e tomou conta de mim em breves momentos levando-me a esquecer da letra. Mas ultrapassei, contornei e a intenção do momento valeu por tudo.

 

 

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?
Nada.

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

Não façam as coisas como “o protocolo” dita, mas sim como querem que o vosso dia seja.
Não tentem controlar tudo porque é impossível, e no caso de algo correr mal, é lidar isso com uma gargalhada e delegar a resolução do problema a alguém de confiança.
Planeamento e organização são o ponto chave. Se não fosse uma organização delineada, precisa e rigorosa, as coisas teriam sido difíceis.
Aproveitem ao máximo cada minuto e cada instante porque o tempo não passa … Voa!! É o único dia que podemos ser totalmente egoístas porque o dia é somente vosso. Divirtam-se, e muito !

 

 

 

 

 

Os nossos fornecedores:

 

convites e materiais gráficos: Molde Design Weddings

local, catering : Quinta das Silveiras by Iguarias do Tempo

bolo: Brisa Norte

fato do noivo e acessórios: o fato e camisa, Suite Inc., gravata Zara e sapatos Biana

vestido de noiva e sapatos: vestido Rosa Clará na (N) de Noivas, sapatos Melissa, brincos Bijou Bijou, pulseira em ouro (oferta do Pedro)

maquilhagem e cabelo: Perle D´or (pela minha amiga de coração Candy Rodrigues)

flores: Flor do Campo

ofertas aos convidados: compotas feitas pela mãe do Pedro (uma delicia !)

fotografia: Charisma

luzes, som e DJ : tratado pela Quinta das Silveiras

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DJ Miguel Antão, por Jukebox

O Miguel Antão é um DJ Jukebox que preferiu não adoptar um nome artístico ou “nome de guerra” porque, desde que enveredou pela área, o seu nome pessoal sempre foi sinónimo de boa música e participações de sucesso em todo o tipo de festas. O Miguel é um DJ muito “low-profile” que facilmente criar empatia com qualquer ouvinte da sua selecção musical, e que tem tacto para dinamizar públicos de diferentes gerações, fazendo uso dessas capacidades para resultados muito consensuais nas pistas de dança. Como valoriza muito o seu bom gosto, faz por manter um equilíbrio entre “música para se ouvir” e “música para se dançar”, tendo sempre guardada uma ou outra música que todos adoram, mas que nunca se lembrariam de resgatar.

 

 

Está na hora de aumentar o som!

 

Estes e outros serviços da Jukebox podem ser consultados na sua ficha de fornecedor ou nos outros posts que já fizemos sobre o seu trabalho.

 

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Luz de Verão em Fevereiro, por My Frame

Vamos fazer um rewind até Agosto 2015, quando os dias eram compridos, o sol brilhava e o ar que se respirava era de puro Verão, pura leveza, puro amor. A sessão de noivado de Jandira + Francisco aconteceu n’Afurada em Vila Nova de Gaia, o registo luminoso é da My Frame e os suspiros são nossos…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Volta depressa Verão!

 

My Frame é fornecedor seleccionado Simplesmente Branco. Podem encontrar mais informação e contactos detalhados na sua ficha de fornecedor, arquivada em Fotografia.

 

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Reviver 2015, por Lounge Fotografia

Há momentos, pessoas e imagens que marcaram, de forma especial e inesquecível, o ano de trabalho que foi 2015. Para a Lounge Fotografia, foi um ano de grandes aventuras e enorme criatividade que esperam repetir em 2016, com novas conquistas, novas partilhas, novas aprendizagens…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

É por estas e outras (podem espreitar o best of completo aqui!) que, grande parte das vezes, as imagens valem mais do que mil palavras!

 

Lounge Fotografia é fornecedor seleccionado Simplesmente Branco. Podem encontrar mais informação e contactos detalhados na sua ficha de fornecedor, arquivada em Fotografia e Despedida de Solteira.

 

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Ode ao Inverno, por In Folio Design

Inspirados pela singularidade do Inverno, a In Folio Design e a Five Photography juntaram mais uma vez forças e criatividade para produzir uma sessão que teve como palco um bosque encantado, onde não faltou a noiva em estilo capuchinho branco e uma mesa mágica, em torno da qual apetece celebrar o amor. Destaque extra especial para o vestido da noiva que parece ter saído directamente de um conto de fadas, o bouquet e os arranjos florais que enfeitiçam com a sua beleza natural e a nota doce vai para um pecaminoso bolo que nem apetece abrir, apenas contemplar. O ambiente e a estação fazem o resto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tendo como ponto de partida a colecção de material gráfico “Carolina e Afonso”, desenhada pela própria In Folio Design, esta história só podia ter um final feliz e uma lição muito importante: casar no Inverno também é muito bonito!

 

Direcção criativa: In Folio Design e Five Photography

Peças gráficas: In Folio Design

Fotografia: Five Photography

Local: Quinta dos Machados

Design floral e de mesa: Flow by Marta Ivens Ferraz

Peças de decoração: Martins Alves – Decorações e Quinta dos Machados

Bolo de noiva: The Vintage Cake Company

Vestido de noiva: Pureza Mello Breyner Atelier

Modelo: Margarida Martins

Maquilhagem: Kabuki Makeup by Rita Amorim

Penteado: Vera Cardoso

Fotografia digital e em película digitalizada: Carmencita Film Lab

 

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Se eu me casasse… por Susana Almeida

Estreamos estas visitas de quarta-feira com a doce Susana Almeida, do maravilhoso projecto Feliz é quem diz, que debita amor todos os dias. Se não a conhecem ainda, estão a perder um universo de coisas bonitas, e se já acompanham o seu trabalho, fiquem a saber um pouquinho mais sobre esta menina tão especial!

 


O mote deste post é curioso para mim porque, embora tenha encontrado o amor da minha vida há quase 12 anos, nunca me casei e na verdade a coisa nunca se entranhou em nós ao ponto de darmos esse passo. Mas a ideia de um casamento de sonho já passou pela cabeça de qualquer mulher, mesmo sendo uma ideia vaga. Vá lá, confessem, de certeza que houve um vestido, uma fotografia, um filme que vos fez suspirar. A mim sim! E é sobre esse “casamento de sonho que provavelmente nunca se concretizará” que vos vou falar.

 

Começo pelo vestido, não me agrada a ideia de gastar demasiado dinheiro num vestido que vestirei apenas uma vez na vida, prefiro que esse dinheiro seja gasto numa viagem de sonho. Por isso, há muito que decidi que, se algum dia me casar, usarei o vestido da minha mãe, vintage à séria e com um significado especial. Depois faço uma visita a uma costureira querida que me ajude a torná-lo ainda mais especial com um ou outro ajuste. Umas Birkenstock coloridas nos pés e um ramo de flores silvestres, cheio de margaridas, papoilas, alfazema, espigas, folhas de oliveira e outras flores lindas, tudo atado com um fio bonito e colorido. That’s my thing! O Tó, imagino-o de calças pretas, ténis All Star vermelhos, uma camisa gira e um laço ou gravata divertida. Não sei o que ele acha, mas uma mulher pode sonhar! No conjunto imagino que seja uma coisa assim!

 

Casava na Igreja de São João de Deus, na Praça de Londres, mesmo ao lado de casa, e para onde iria a pé, de braço dado com o noivo como tantas vezes por ali andamos. Entrávamos os dois juntos na Igreja… o meu pai que me desculpe, mas não me faz sentido entrar de outra forma. Aquele é o homem que eu escolhi e com quem darei todos os passos da minha vida.

Para a festa, tenho duas ideias: apoderarmo-nos da Taberna das Almas e fazermos uma festa bem vintage e underground, num dos locais mais bonitos de Lisboa e que me é particularmente especial por ser o espaço onde todos os meses faço a Feira das Almas. Uma coisa assim ao género deste casamento aqui! Lindo, não é?

 

Em alternativa, seguir viagem até Aveiras de Cima e aproveitar o Parque Rural do Tambor, os relvados, os animais, a churrasqueira e fazer uma festa arraial/piquenique. Imagino a coisa mais ou menos assim: sem fatos, roupas complicadas e grandes penteados. As nossas pessoas ao natural, em festa e como gostamos delas todos os dias! Sem caterings complicados e etiquetas a cumprir. Espaço para dançar, correr e brincar como se fossemos crianças!

As fotos ficariam sempre entregues à mais maravilhosa das fotógrafas, a Luisa Starling e que sei que se iria divertir tanto quanto nós. O Phill Mendrix e os Chinchilas a tocar um rock dos anos 60 para pôr a malta toda a mexer e no mundo ideal, se eu fosse rica, queria uma máquina de algodão doce em vez de um bolo de noivos e uma photomaton das verdadeiras para lembrar o filme da minha vida – O Fabuloso Destino d’Amélie!

Conseguiram entrar no sonho? Espero que se tenham divertido!