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Mónica Aragão

Se eu me casasse… por Margarida Vargues

A nossa convidada de hoje é a Margarida Vargues, o rosto do Pano p’ra Mangas, um blog com mais de uma década de existência, que começou por ser um veículo do mundo crafty e do que fazia nos tempos livres, tendo evoluído para algo como “a little bit of this and a little bit of that”. É uma sonhadora que gosta de cozinhar, ler, escrever, fotografar, desenhar, dançar ballet clássico e, pelos vistos, tem sempre alguma coisa nova na manga!

 


Bem, para que eu me casasse era necessário que houvesse noivo mas como não há, o futuro do conjuntivo do verbo “casar” assenta que nem uma luva. Porém, isso não é motivo para não imaginar como seria, certo? Embora nunca tenha sequer experimentado um vestido de noiva, desde miúda que me fascinam. Ao longo da minha vida já me apaixonei por centenas deles – sem exagero! – primeiro nas montras das lojas da especialidade e desde há uns anos nos blogs e no Pinterest: com rendas, sem rendas, simples, exuberantes… acho que já gostei de tudo um pouco. Hoje, de certeza que optaria por algo simples e despretensioso, mas com um certo charme que não se explica, só se sente.

 

Escolhido o vestido, teria de decidir o penteado: solto, ou semi-solto quase despenteado… Apesar da ligeireza, não dispensaria um bonito bouquet, para o qual requisitaria a arte e o dom da minha querida Sofia da dupla BrancoPrata – tenho a certeza que seria deslumbrante e feito à minha medida.

O noivo? Calças e camisa em tons de areia e azul claro seriam ideais. Tão simples quanto isto. Um clássico casual que fica sempre bem e não passa de moda.

 

Como “já passei da idade” – como se houvesse idade! – para uma festa dita de pompa e circunstância, apenas precisaria de uma praia deserta, o que em inícios de Junho não seria difícil de conseguir e a companhia da família mais chegada (tenho a certeza que a minha irmã e os meus pais não me perdoariam se não testemunhassem o enlace).

Para festejar, escolheria uma mesa de madeira, almofadões e muitas velas – o resto deixaria à imaginação também da Sofia. Copo d’água? Finger food, champanhe e o indispensável bolo, que viria directamente do atelier da Tânia.

 

Por último, e tão indispensável como a figura do noivo, escolheria um fotógrafo de excelência, que captasse mais do que imagens para recordar, que captasse as emoções, sentimentos irrepetíveis, pois, as fotografias são o que de mais “eterno” fica de um dia como este.

 

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