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Susana Pinto

Fun, fun, fun: Joana + Bruno, um casamento em Leiria

Aproveitamos o feriado para partilhar convosco, de forma generosa, o casamento divertidíssimo da Joana + Bruno, perto de Leiria, na Quinta das Silveiras, com catering de Iguarias do Tempo.

Esta festa tem graça do princípio ao fim, e as fotografias bonitas do Pedro Sifredo, nosso fornecedor seleccionado, mostram a emoção à flor da pele.

Sem mais delongas, peguem numa caneca de chá fumegante e vamos espreitar esta magnífica festa, no querido mês de Agosto!

 

 

 

 

 

 

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?
Não somos propriamente um casal romântico, porém sempre sonhámos com o nosso dia; não porque tínhamos pressa em «ser casados no papel», mas porque desejávamos muito festejar a nossa união, junto das pessoas que nos eram mais queridas e, claro, da nossa Malu (a nossa companheira de quatro patas). Queríamos um casamento que nos espelhasse. Teria de ser algo simples, mas diferente… e decididamente ao ar livre! Imaginávamos que o nosso dia acontecesse numa tarde de verão, ao som de boa música e com um ambiente de muita alegria e diversão, rodeados pelos nossos familiares e amigos.

 

 

 

 

 

 

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?
Muito preparados! Desejávamos tanto esse dia que sentíamos imenso prazer em tudo o que projetávamos, mesmo nos aspetos que poderiam ser mais extenuantes. Todo essa preparação nos deixa muitas saudades, pois vivemos tudo de uma forma muito descontraída. Até ao dia antes do casamento, não existiram nervos, por mais estranho que possa parecer.

 

 

 

 

 

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?
Quando escolhemos o local para a realização de todo o casamento. Para podermos fazer aquilo que desejávamos, tínhamos de encontrar alguém que aceitasse o nosso “desafio”, exigências e, claro, nos facultasse o espaço que necessitávamos. Durante algum tempo procurámos locais – hotéis, pousadas, monumentos históricos, etc. – onde existissem espaços abertos e verdes (porque nenhum de nós tinha interesse em quintas de casamento), mas sem sucesso, pois ninguém estava disposto a pôr em práticas as nossas ideias. Foi então que encontrámos a Quinta das Silveiras. Para quem andou sempre a evitar quintas de casamento, foi precisamente uma quinta que “nos acolheu”.

 

 

 

 

 

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?
Bastante fiel. Dentro daquilo que era possível fazer (sim, porque muitas vezes desejámos quase o impossível… mas quando se é noiva/noivo, tudo passa pelas nossas cabeças), o resultado foi muito bom! Tínhamos muitas “fontes de inspiração” que nos davam mais ou menos uma noção de como queríamos todo o ambiente do casamento. Para conseguirmos pôr em prática tudo o que desejávamos, contámos com a fantástica ajuda da Joana Conde, responsável pela Quinta das Silveiras, que encontrou a maior parte dos fornecedores que precisávamos e nos ajudou a alinhar o dia da melhor forma. Foi a nossa querida wedding planner.

 

 

 

 

 

 

 

O que era fundamental para vocês? E sem importância?
Sinceramente, tudo para nós tinha importância, até o mais ínfimo pormenor. Contudo, havia algo que era fundamental: que os nossos convidados se divertissem e desfrutassem do que tínhamos preparado, porque quando todos se sentem bem e felizes, tudo corre maravilhosamente. Queríamos que fosse um dia especial também para eles, por isso procurámos sempre mimá-los com pequenas coisas. Para além das lembranças, tentámos “enriquecer” o ambiente com apontamentos diferentes, como foi o caso do carrinho de gelados artesanais, do carrinho de gomas e da máquina de pipocas (porque temos tantos amigos doidos por gomas e pipocas!) e da fantástica «Gertrudes» – uma carrinha que na hora em que o frio apertou serviu caldo verde, preguinhos e pastéis de nata quentinhos, pela noite dentro. Enfim, pequenos detalhes que tinham o intuito de proporcionar o melhor aos nossos convidados, mostrando o quão gratos estávamos pela presença de todos.

 

 

 

 

 

 

 

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?
O mais difícil foi, sem dúvida, a escolha (ou melhor, a descoberta) do local. Seguidamente, foi o vestido, porque ambos sabíamos que a Joana ia ser muito indecisa no que toca à escolha do modelito perfeito para o dia, pois não se identificava com nenhum vestido de noiva. Podemos ainda incluir na lista do «mais difícil» a elaboração das mesas. Este é um aspeto que exige muito tempo e paciência porque queremos agradar a todos (o que é praticamente impossível). Relativamente ao mais fácil, achamos que foi a escolha do bolo (a imagem daquele bolo estava há anos guardada nos nossos telemóveis, pois já tínhamos decidido que um dia aquele seria «o bolo») e a escolha do fotógrafo e do videógrafo (o trabalho deles era o que procurávamos: captação da imagem de forma natural e elegante).

 

 

 

 

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?
Apesar de ter sido um miminho de aniversário (festejámos o 27.º aniversário da Joana à meia-noite), a chegada da Pixie (a nossa mais recente cadelinha) foi a maior emoção do dia. Já tínhamos pensado em aumentar a família, mas não estávamos de todo à espera que acontecesse naquele dia, que já por si era tão especial. As fotos captaram exatamente o que sentimos com a chegada dela. Foi muito especial e emocionante.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E o pico de diversão?
Pessoalmente, achamos que a diversão foi uma constante do início ao fim do casamento. Durante o dia, sentimos que o tempo voou e à hora do jantar, depois de nos termos sentado e reparado na realidade à nossa volta, conseguimos desfrutar da alegria que se fazia sentir naquele momento. Temos amigos muito palhaços (e adoramo-los por isso mesmo!) que fizeram do jantar um momento super divertido! Rimo-nos tanto!

 

 

 

 

 

 

Um pormenor especial…
O momento em que duas das pessoas mais importantes para nós disseram algumas palavras (tão especiais!) durante a cerimónia. Foi um momento muito querido e emocionante, que vamos guardar para sempre no coração.

 

 

 

 

 

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?
Se tivéssemos a oportunidade de voltar a viver o nosso dia, teríamos aproveitado para dançar mais… Alguns convidados, principalmente os mais velhos, quiseram despedir-se no momento em que a pista abriu. Como queríamos dar-lhes toda a atenção e uma palavra de agradecimento, a dança ficou para segundo plano.

 

 

 

 

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…
Por mais perfeccionistas que tentemos ser, existem sempre pormenores que nos escapam ou algo que não corre como havíamos previsto. Ouvimos isto inúmeras vezes, aquando da preparação do casamento, e sempre nos tentámos convencer que connosco seria diferente; iríamos tentar ter tudo bem organizado e controlado. Esqueçam, isso não irá acontecer! Há sempre algo que escapa, no meio de tanta preparação e azáfama.
Por isso, queremos aqui deixar um conselho: consciencializem-se que falhas irão existir sempre, mas serão tão mínimas que ninguém vai dar por elas, apenas vocês. O importante é que se divirtam porque é um dia que (infelizmente) não volta e tudo o que fizerem e sentirem naquele dia é o que ficará com vocês para sempre.

 

 

 

 

 

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e materiais gráficos: Adjetivos de Papel;
local e decoração: Quinta das Silveiras;

catering: Iguarias do Tempo;
bolo: Brisa Norte;
fato do noivo e acessórios: fato, camisa e lenço Dielmar; sapatos Miguel Vieira; botões de punho – Massimo Dutti;
vestido de noiva, sapatos e acessórios: vestido de noiva feito por uma costureira cheia de imensa paciência, a amável Sónica Cerejo; sapatos Asos; Ainda a noite não tinha chegado e a Joana já tinha trocado os saltos pelas suas All Stars e o vestido de noiva por um “trapinho” curto de renda, da Asos;
maquilhagem e cabelo: Dressing Room;
bouquet, coroa de flores e coleira: Flores do Liz – Florista e Jardins;
ofertas aos convidados: saquinhos de biscoitos Ponto Rebuçado; pacotes com livro de atividades e canetas de feltro para as crianças (feitos pelos noivos); photobooth Arco-Íris Eventos;
carrinho de gelados artesanais: gelados artesanais Permarcati Creperie & Geladaria;
máquina de pipocas, som e DJ: A.Karaoke;
fotografia: Pedro Sifredo Photographer;
vídeo: Made My Day Films;

Susana Pinto

Mariana + Luís: um casamento sofisticado, intimista e pleno de riso!

Hoje trazemos um casamento intimista, elegante, sofisticado e cheio de emoções: sim, porque todos estes adjectivos – e outros tantos – podem coexistir em harmonia!

Falamos do casamento doce da Mariana + Luís, com cerimónia na Igreja Matriz de Alqueidão, na Figueira da Foz e recepção na Quinta das Silveiras, com catering, serviço e decoração da Iguarias do Tempo, em Leiria.

As fotografias são do estreante cá de casa, Pedro Sifredo Photographer e a Mariana usou, a acompanhar o seu belíssimo vestido de mangas comprdas (um must!), um dos maravilhosos acessórios da Cata Vassalo, um travessão para o cabelo.

Acompanhem o relato suave deste dia e do caminho para cá chegar: é tudo bonito e doce (e divertido, reparem na fotografia dos noivos com os instrumentos, giríssimos)!

 

 

 

 

 

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

Imaginámos que tudo aconteceria num dia de outono, como sempre desejámos… Queríamos um ambiente à nossa imagem, simples, com um toque campestre mas nunca descurando a delicadeza e o requinte… Imaginámos um dia, nosso e acima de tudo com os nossos, muita festa e que todos se sentissem igualmente especiais. Queríamos que fosse um casamento pequeno e íntimo, com os essenciais.

 

 

 

 

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?

Tudo começou com “o” pedido a 10 de Maio, andei uma semana a curtir o “sim”. Quando demos a notícia aos meus pais, perguntei à minha mãe se ela acharia que ainda seria possível ser naquele outono, ao que ela respondeu muito prontamente “claro que sim, força!”. E assim foi, tínhamos 5 meses para preparar tudo, não deu sequer tempo para contemplar nervosismos.

O Luís só queria que chegasse o dia, para ele estávamos mais do que preparados!

 

 

 

 

 

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?

Podemos dizer que tivemos a sorte de estar rodeados por equipas fantásticas, que logo de início perceberam o que queríamos e como o queríamos. Por muito que gostássemos, não tínhamos tempo para usar a máxima “feito por nós”, tivemos que pedir ajuda, no entanto sentimos que foi tudo “feito por nós”, porque todos nos compreenderam e fizeram tudo à nossa imagem. Os primeiros preparativos para o casamento começaram na Quinta das Silveiras, e, logo após a primeira reunião, dissemos um para o outro: “Tranquilo, é mesmo isto, vai tudo correr bem”.

 

 

 

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?

As ideias iniciais mantiveram-se até ao grande dia. Foi um dia de sonho, tornado realidade, com a ajuda de todos. Os nossos pais e irmãos foram fundamentais para que tudo fosse perfeito, foram e são o nosso grande pilar. Os amigos estiveram sempre prontos a ajudar e a tranquilizar-nos. Nunca faltaram mãos para nos dar apoio.

 

 

 

 

O que era fundamental para vocês? E sem importância?

Tudo era fundamental, não havia nada com menos importância. A razão por querermos um casamento pequeno, foi porque desejávamos dar importância a tudo e todos. Queríamos que cada convidado se divertisse e que aproveitasse ao máximo todos os momentos, tal como nós.

 

 

 

 

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

Demos por nós a dizer um para o outro ”que estranho, isto é tudo à primeira…!”. Foi isso mesmo, não sentimos dificuldade em nada especifico. Quando estávamos com alguma dúvida ou entrave, rapidamente se resolvia ou, melhor, rapidamente aparecia algum familiar ou amigo e tudo se resolvia. Foi incrível!

 

 

 

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

A nossa opinião neste aspecto é bastante coesa, neste dia o pico sentimental começa logo pela manhã, com pequenos gestos, com tudo o que nos rodeia. E somos da opinião que este pico só começa a baixar uma semana depois. São momentos muito intensos, de muita entrega , de muito amor.

 

E o pico de diversão?

O baile, sem duvida o baile…! Muitos risos, muita animação. Tivemos um bar de gins e cocktails maravilhoso, que se encarregou de garantir que a festa seria pela noite dentro.

 

 

 

 

 

Um pormenor especial…

Tudo foi especial, mas é claro que houve momentos carregados de mais emoção. Arriscamo-nos a mencionar (só) alguns, porque se não este questionário não terminaria… A minha irmã a cantar o “Avé Maria” acompanhada pela filarmónica onde somos músicos, a presença dos escuteiros na cerimónia, os amigos de ambos que se juntaram e nos fizeram um vídeo, os olhares e gestos de carinho que recebemos ao longo do dia. E dizemos com toda a certeza que tudo foi especial porque todos os nossos convidados são especiais e se dedicaram especialmente a nós neste nosso dia.

 

 

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?

Não. Nada mudaria. O Luís queria que voltasse tudo a acontecer!

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…

O que posso dizer a todas as noivas e futuras noivas é que aproveitem ao máximo cada momento do vosso dia, passa muito rápido (não, não é boato, é bem verdade). É sem dúvida um dia muito especial, fantástico e único. Nada de stress, vai correr tudo bem!

 

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e materiais gráficos: Adjectivos de papel;

local e decoração: Quinta das Silveiras;

catering: Iguarias do Tempo;

bolo: Brisanorte através da Iguarias do Tempo;

fato do noivo e acessórios: fato Prassa, sapatos Amour Glamour Boutique;

vestido de noiva e sapatos: vestido Pronoivas, sapatos Daniela Catraia;

acessórios da noiva: brincos da avó materna, travessão de cabelo Cata Vassalo;

maquilhagem: Inês Ferreira (amiga da noiva);

cabelos: Salão Dina – Cabeleireiro e Estética;

bouquet: Cantinho da Irene ((loja local) e mãe da noiva;

decoração da igreja: Cantinho da Irene (loja local) e pais dos noivos;

ofertas aos convidados: mães dos noivos;

fotografia: Pedro Sifredo Photographer;

luzes, som e Dj: através da equipa Iguarias do Tempo;

duo durante aperitivo: Vanessa e Cató;

carro Clássico: Bruno Rodrigues (amigo do noivo).

 

Susana Pinto

Rita + Pedro, organizado é o caminho!

Hoje trazemos a festa da Rita + Pedro, na Quinta das Silveiras.

Amor, diversão e muito planeamento foram o mote e o que os guiou até este dia tão bonito e especial.

Querem saber como foi? a Rita conta tudo em detalhe! A ajudar, esteve a Molde Design Weddings!

 

Como foi o teu pedido de casamento?

Foi num momento muito descontraído, simples… mas não deixou de ser surpresa. Estávamos a 26 de Outubro 2014, uma tarde de domingo, o Pedro convidou-me para ir dar um passeio à “nossa” praia – São Pedro de Moel. Sentada ao colo dele, ele diz-me “fecha os olhos” (eu achava que era um chocolate, como sempre). Abro os olhos, é um saco com uma caixinha branca, peguei nela a sorrir. Quando abri, ele pergunta-me “Queres casar comigo?”. Fiquei radiante ! Abracei-o com tanta força e respondi com um grande Sim!. Passados 7 meses e 4 dias, a 30 de Maio de 2015, reforçámos o nosso sim.

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Durante uma semana guardámos segredo de que estávamos noivos, pois quisemos fazer uma surpresa aos nossos familiares e amigos de uma forma especial e diferente, o que conseguimos! Mas nessa mesma semana começámos logo a pesquisar ideias, inspirações e quintas. Organizámos tudo em 7 meses, mas foi tudo bem conseguido devido à capacidade de gestão de tempo, principalmente da minha parte, porque o Pedro estava a terminar a tese de Mestrado. Para mim esse foi o maior segredo : aproveitar todo o tempo “livre” que tinha para coordenar e organizar as coisas.
A nossa grande prioridade foi definir a data, reservar a Igreja, e encontrar um espaço especial, simples e íntimo. Seleccionámos 2 espaços, e o escolhido foi a Quinta das Silveiras (Iguarias do Tempo) que foi amor à primeira vista. Tínhamos a certeza que naquele lugar iria correr tudo como idealizámos, e confirmou-se. Foi lindo ! A escolha do fotógrafo foi o passo seguinte – Charisma. Sugestão por parte da quinta, e quando avaliámos o portfólio fotográfico e a simplicidade da equipa (José e Nuno), não hesitámos. Tínhamos a certeza que o nosso registo fotográfico iria ficar fantástico, natural e divertido: as fotografias estão lindas. Por fim, creio que tudo o resto fluiu de forma natural. Os elementos gráficos foram idealizados por nós, a decoração da quinta e da igreja também, e tivemos o excelente apoio da Alexandra e Joana Conde (Iguarias do Tempo), Flor do Campo e Molde Design Weddings.

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Uma das nossas grandes prioridades era criar um ambiente intimista, moderno, leve, mágico, mas igualmente familiar e confortável – foi tudo muito bem conseguido ! A Quinta das Silveiras proporcionou-nos um espaço com uma decoração linda. A escolha de todos os pormenores foi perfeita e não mudaria nada.

A escolha da igreja foi fácil, pois jamais imaginaria casar noutra a não ser naquele lugar… Sempre quis casar na Igreja onde meus pais e o meu irmão se casaram. Quis cumprir com a tradição. A decoração foi igualmente linda e como sempre sonhei.

No início eu e o Pedro não estávamos interessados em “rotular” o nosso casamento com um tema, mas ao longo das tomadas de decisão, foi inevitável. A nossa inspiração esteve sempre em torno daquilo que mais gostamos e fazemos profissionalmente. Somos ambos designers: a decoração, os elementos gráficos e todos restantes pormenores foram sempre seleccionados com base no sentido estético, (alguma) originalidade e elegância. A fim ao cabo, o tema refletiu aquilo que somos, a nossa essência profissional. A inspiração gráfica partiu da Bauhaus, as mesas foram designadas com nomes de designers e arquitetos, os nossos curriculums fizeram a sinalética das casas de banho. Foi de facto um ambiente personalizado à nossa imagem.

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Faz parte da nossa natureza, logo não poderia ser de outra forma. Gostávamos que tudo tivesse um toque pessoal, e queríamos que os nossos convidados sentissem que todo o casamento era a “nossa cara”, que foi pensado ao pormenor e com detalhes que marcassem o nosso cunho.
As ideias e inspirações iam surgindo naturalmente, depois disso íamos moldando as coisas até alcançarmos aquilo que verdadeiramente idealizámos. Obviamente que contámos com algumas opiniões profissionais devido às experiências, e isso foi um ponto chave para conseguir tudo perfeito.

Eu e o Pedro somos muito independentes e convictos das nossas ideias, por isso, a opção “feita por ti” teria mesmo de ser assim – feita por nós.

 

 

 

 

Tiveste ajuda?
Sim… e bastante preciosa. A distribuição de tarefas, aqueles “recados” que ocupam tempo quando na verdade esse já se encontrava escasso, as opiniões, a “ajuda emocional”… Família e amigos não nos faltaram e foram fundamentais. Toda a ajuda foi excecional, pois sem eles o nosso dia não teria sido o mesmo. Foi um percurso onde contámos com um apoio constante, com carinho, palavras e afetos.

Os profissionais que abraçaram o nosso casamento foram também importantes, e muito. Tudo aquilo que proporcionamos, foi também graças ao seu profissionalismo.

Além de todas estas forças e energias, contámos (principalmente) com a ajuda um do outro como sempre tem sido desde que nos conhecemos.

 

O que era o mais importante para ti?

O mais importante ? Eu e o Pedro.
Conseguir fazer do dia 30 de Maio 2015 o dia mais feliz das nossas vidas foi a nossa grande prioridade. Fizemos deste dia a escolha do nosso sim eterno, portanto o mais importante éramos nós, que este dia fosse partilhado com as pessoas mais importantes das nossas vidas, e que fosse abençoado por Deus.

Depois desta principal prioridade, o importante seria ainda que este dia fosse à nossa imagem. Queríamos que fosse um dia descontraído, sem grandes protocolos, com uma celebração religiosa linda, serena e emotiva, e que todos testemunhassem o amor que nos une. Foi um dia maravilhoso !

 

 

 

 

E secundário?

Creio que não houve nada secundário. Obviamente que existiram algumas coisas que tivemos de abdicar por questões de preço ou que simplesmente achámos que não iriam acrescentar valor, mas todo o resto foi fundamental para conseguir aquilo que verdadeiramente tínhamos idealizado.

 

Onde gastaste mais dinheiro?

Na decoração e nos detalhes gráficos. Foi difícil abdicar destes pormenores porque na verdade estes elementos foram, a nosso ver, os elementos que marcaram e personalizaram o nosso casamento.

 

Onde gastaste menos?

Na oferta aos convidados. Queríamos oferecer algo que fosse prático, útil e que adoçasse os corações de todos aqueles que partilharam connosco aquele dia. Como a mãe do Pedro tem um dom de fazer umas compotas deliciosas, não hesitámos – comprámos uns frasquinhos de vidro e a fruta era do quintal dos pais do Pedro. Com isto, bastou a mãe dele juntar açúcar e carinho – voilá ! Estava maravilhoso !

 

 

 

O que foi mais fácil?

Saber que o Pedro era o noivo / marido ideal (risos) !
A escolha do Padre para a celebração, foi facílima. Conhece-me desde os meus 9 anos, e como fiz parte do coro da Capela da minha aldeia, foram quase 10 anos de trabalho e convívio semanal. É uma pessoa extremamente acessível, que zela pelo nosso bem… Não faria sentido ser outro Padre que não ele.

 

O que foi mais difícil?

Nada… Quando se abraça um projeto pessoal desta natureza nada é difícil porque aquilo que verdadeiramente importa é o que nos levou a tomar este passo. Os pequenos obstáculos tornam-se supérfluos quando equiparados com aquilo que conseguimos concretizar.

 

 

 

O que te deu mais prazer criar?

Todos os pormenores que idealizámos porque foram sempre de encontro ao nosso estilo – a decoração, o grafismo, os pormenores e as surpresas – nada paga essas emoções. A coreografia que eu e o Pedro ensaiámos deu-nos igualmente muito prazer. Divertimo-nos imenso e foi motivo de gargalhada na pista.

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

Tinha a nossa “cara timbrada” em tudo ! A começar pela nossa descontração (sem grandes formalismos), a celebração religiosa muito emotiva, a viagem até à Quinta no BMW E30 do Pedro (o menino dos olhos dele depois de mim!), a decoração, a comida, as fotografias, o dinamismo e interacção dos convidados, as gargalhadas, as surpresas que marcaram o dia. Foi tudo espetacular. Vivemos o nosso casamento tal como sonhámos. Eu, por exemplo, que adoro dançar, não larguei a pista de dança – divertimo-nos imenso !
As cedências, só mesmo aquelas que foram forçadas pela falta de tempo ou que consideramos “indiferentes”.

 

 

 

 

Um pormenor especial?

Fomos abençoados por tantos detalhes e surpresas. Reconhecemos o esforço, a dedicação, as amizades e carinho dos nossos amigos e familiares. Não tivemos um pormenor especial, mas sim vários ! Nem sei por onde começar…

O coro – creio que foi a única situação que não consegui controlar de perto, pois depositei toda a minha confiança no Sílvio (Maestro). A escolha debruçou-se na recomendação por parte dos meus pais que conhecem o seu talento em algumas celebrações no Santuário de Fátima. Falei com ele telefonicamente, expressei o género musical que gostaríamos para a nossa cerimónia, estive com ele uma única vez, e a 3 dias do casamento ele enviou-me um excerto dos ensaios. Quando ouvi (pela primeira vez) emocionei-me e disse a mim mesma ” vai ser lindo”. Vivi numa ansiedade porque depositei toda a confiança em algo que não conhecia até ao último instante. Foi um risco mas foi magnífico !

O meu afilhado João André – um pormenor que marcou a nossa celebração religiosa. No final da cerimónia, ele leu-nos uma carta onde descreve todo o carinho que tem por nós e a importância que temos na vida e crescimento dele. Foi um momento muito emocionante que comoveu todos aqueles que ali estavam. Hoje guardamos essa carta emoldurada em nossa casa…

Família e amigos – um momento deslumbrante e o mais surpreso de todos. O meu irmão, cunhada, afilhado e amigos surpreenderam-nos com uma dança Flash Mob. Foi brutal ! O meu irmão inicia o momento com um discurso e pensei “vai deixar-nos umas palavrinhas – que querido”. De repente ouvimos a música do filme “Missão Impossível”, eu e o Pedro olhámos um para o outro e questionámos “o que se passa aqui ?”. Começa o meu irmão, a minha cunhada e o João a dançar, depois entra um casal de amigos com a filha, e mais outro e outro… Foi mágico e arrepiante! 7 minutos de muita emoção que demonstrou (mais uma vez) todo o carinho e dedicação possível e imaginária que a família e verdadeiros amigos possam ter por nós. Sabemos agora que foram semanas de ensaio, e até hoje que não conseguimos expressar a nossa gratidão de tal surpresa. Foi simplesmente fantástico. Um orgulho !

Cantei para o Pedro – foram 3 semanas a ensaiar, todos os dias, durante a minha viagem de trabalho para casa ao som de Sade. Quis presentear o Pedro com um momento especial, de forma a demonstrar o amor que sinto, e assim reforçar a razão pela qual nos casámos. A forma que encontrei de o fazer, foi ultrapassar o medo. Cantei para ele “By your side”. O nervosismo era imenso, e tomou conta de mim em breves momentos levando-me a esquecer da letra. Mas ultrapassei, contornei e a intenção do momento valeu por tudo.

 

 

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?
Nada.

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

Não façam as coisas como “o protocolo” dita, mas sim como querem que o vosso dia seja.
Não tentem controlar tudo porque é impossível, e no caso de algo correr mal, é lidar isso com uma gargalhada e delegar a resolução do problema a alguém de confiança.
Planeamento e organização são o ponto chave. Se não fosse uma organização delineada, precisa e rigorosa, as coisas teriam sido difíceis.
Aproveitem ao máximo cada minuto e cada instante porque o tempo não passa … Voa!! É o único dia que podemos ser totalmente egoístas porque o dia é somente vosso. Divirtam-se, e muito !

 

 

 

 

 

Os nossos fornecedores:

 

convites e materiais gráficos: Molde Design Weddings

local, catering : Quinta das Silveiras by Iguarias do Tempo

bolo: Brisa Norte

fato do noivo e acessórios: o fato e camisa, Suite Inc., gravata Zara e sapatos Biana

vestido de noiva e sapatos: vestido Rosa Clará na (N) de Noivas, sapatos Melissa, brincos Bijou Bijou, pulseira em ouro (oferta do Pedro)

maquilhagem e cabelo: Perle D´or (pela minha amiga de coração Candy Rodrigues)

flores: Flor do Campo

ofertas aos convidados: compotas feitas pela mãe do Pedro (uma delicia !)

fotografia: Charisma

luzes, som e DJ : tratado pela Quinta das Silveiras

Susana Pinto

Liliana + Bruno, uma doçura

Hoje trazemos a festa bonita (linda!) da Liliana + Bruno, suavemente fotografada pela Cláudia Casal, da Hello Twiggs. Aconteceu na zona de Leiria, na Quinta das Silveiras, com catering Iguarias do Tempo e ainda dedinho da Caramelo.

Tudo delicado e bem pensado, doce, doce, E os sapatinhos, ufa!

Venham ver!

 

 

 

 

 

Como foi o teu pedido de casamento?

Já morávamos juntos há 5 anos e casar era um passo que queríamos muito dar, por isso falávamos no assunto de vez em quando, cada vez com mais regularidade. Por esse motivo, sempre pensei que o Bruno não me conseguiria surpreender com um pedido de casamento, mas conseguiu!

Estávamos de férias pelo norte do país. O Hotel onde ficámos nesse dia, em Alfandega da Fé, tinha uma paisagem deslumbrante sobre a Serra de Bornes, a cerca de 1000 metros de altitude. O silêncio das montanhas oferecia-nos uma paz indescritível. O Bruno abraçou-me e disse-me ao ouvido: “aceitas casar comigo?”. Eu chorei muito e disse “sim!”.

 

 

 

 

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

O Bruno estava a trabalhar em Copenhaga e só conseguíamos estar juntos ao fim de semana. Muitas ideias foram trocadas pelo skype!

A primeira coisa que tínhamos de decidir, era onde casar.

Decidimos que Leiria seria o sítio ideal, por ser central para ambas as famílias e amigos. Entretanto, essa decisão ficou facilitada quando, por acaso, a propósito de uma entrevista do Simplesmente Branco, descobrimos a Quinta das Silveiras/Iguarias do Tempo. Sabíamos que era um sítio assim que procurávamos e depois de visitarmos o espaço não tivemos qualquer dúvida.

Escolhida a cidade e o espaço, começámos os contactos com a Igreja onde gostávamos de casar: Santuário de N.ª Sr.ª da Encarnação, em Leiria.

Depois da igreja e da quinta, procurei o vestido dos meus sonhos. Decidi agendar a prova em várias lojas num só fim-de-semana, aproveitando a ajuda da minha cunhada que veio de propósito da Irlanda do Norte para me ajudar nessa tarefa. Quando vesti aquele, não tive dúvidas de que era “o tal”.

Depois destas escolhas, ainda faltavam todas as outras coisas: fotografia, decoração, ofertas, música, convites/grafismo, etc.

O Simplesmente Branco foi fundamental para toda a organização. Aliás, o que agora sugiro a todas as noivas é que comecem por visitar o blog! Aí encontrei a Hello Twiggs (fotografia), a Quinta das Silveiras, a Caramelo (que nos desenhou a árvore das digitais) e muitas ideias para tudo o resto.

Penso que o ideal é começar com um ano de antecedência. O mercado oferece muitas coisas (umas boas, outras más!). É preciso ter tempo para, sem pressões, procurar, conhecer e decidir o que realmente se pretende.

 

 

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Queríamos um ambiente romântico, leve, simples e descontraído mas com detalhes e pormenores especiais.

Escolhemos uma paleta de cores e a partir daí tentamos conciliar os vários pormenores.

Como um tema não apareceu naturalmente, percebemos que era melhor desistir dessa ideia e, em alternativa, procurámos que tudo estivesse em sintonia. A parte gráfica tinha uma identidade comum (os convites, os missais, os marcadores das mesas, o menu e o livro das mensagens tinham a mesma imagem gráfica). O bouquet, os meus sapatos, o vestido, o papillon do Bruno, as ofertas, tudo foi escolhido por referência ao ambiente romântico que queríamos criar. A banda que nos recebeu na quinta e fez “o baile” (Marisa e Leco) foi fundamental para criar um ambiente descontraído, o que também conseguimos com várias fotos da nossa história e infância que penduramos no bar/recepção da quinta e com a Instax (cor de rosa!) que comprámos para que os convidados brincassem e nos pudessem deixar uma foto e uma mensagem.

 

 

 

 

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

O nosso casamento só fazia sentido se fosse efectivamente “nosso”. Pretendíamos que fosse um dia que reflectisse aquilo que somos juntos. Não conseguíamos, por isso, deixar de nos envolver com todos os preparativos.

 

Tiveste ajuda?

Sim. A tia do Bruno foi fundamental nos contactos com a Igreja e o Coro. Tive também uma amiga que me ajudou muito nas pesquisas que fazia para todos os preparativos e que nos fez a almofada das alianças. A Sara Gomes Cangueiro, da Hoje é especial, também foi incansável.

 

 

 

 

 

O que era o mais importante para ti?

Que fosse um dia feliz, onde todos se pudessem divertir connosco.

 

E secundário?

Nada era secundário, mas não tínhamos a pretensão de que tudo fosse perfeito. A eventualidade de alguma coisa não correr como planeado não nos preocupava, desde que, no geral, tudo estivesse bem.

 

 

 

 

 

Onde gastaste mais dinheiro?

No espaço/catering.

 

Onde gastaste menos?

Nas ofertas.

 

 

 

 

 

O que foi mais fácil?

Escolher a quinta e a Igreja.

 

O que foi mais difícil?

Descobrir um designer gráfico dentro do estilo que pretendíamos e a preços acessíveis.

 

 

 

 

 

O que te deu mais prazer criar?

Tudo. Sem excepção!

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

O casamento que tivemos foi o que planeamos, apesar de algumas cedências que fomos fazendo pelo caminho.

 

 

 

 

 

Um pormenor especial?

Vários: o padre que nos casou (acompanhou-nos no CPM e foi, a nosso convite, celebrar o casamento a Leiria), a “GoPro” que compramos para filmar a cerimónia, o baloiço, a Instax cor de rosa, a árvore das digitais, o “mini concerto” dado pelo noivo, irmão do noivo e amigo de infância, como faziam nos tempos em que tinham uma banda de garagem.

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Não mudávamos nada. Quando recebemos as fotografias e pudemos ter uma visão geral daquele que foi o nosso dia, comentamos: era mesmo este o casamento que queríamos!

 

 

 

 

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

É um dia muito intenso e muito, muito feliz. Sorriam, aproveitem, divirtam-se, desde o 1.º minuto! É o vosso dia! Aproveitem muito, tudo o que conseguirem, porque passa mesmo a correr.

 

 

 

 

 

Os nossos fornecedores:

 

convites e materiais gráficos: Hoje é especial, by Sara Gomes Cangueiro (convites, missais, menus, indicadores das mesas, livro das mensagens) e Caramelo (árvore das digitais)

local, catering e bolo : Quinta das Silveiras/Iguarias do Tempo

fato do noivo e acessórios: Fato, laço e camisa Agacri Couture (tailored); sapatosValuni

vestido de noiva e sapatos: vestido Aire Barcelona, sapatos Nine West, pulseira Swarowski

maquilhagem e cabelos: Cristina Leal

flores: A flor do campo (igreja e quinta), Flow (bouquet)

ofertas aos convidados: O meu amor é verde (suculentas)

fotografia: Hello Twiggs

video: GoPro, comprada pelos noivos

luzes, som e Dj: Marisa e Leco/ Quinta das Silveiras

Marta Ramos

Damos as boas vindas: Iguarias do Tempo!

As boas vindas de hoje são dadas a Joana e Alexandra Conde e à sua Iguarias do Tempo.

 

A Joana e a Alexandra são irmãs e fundaram a Iguarias do Tempo em 2001, combinando as suas formações em cozinha e em gestão de recursos humanos com um espírito inovador e a vontade de criar eventos e momentos carregados de emoção.

A sua actividade tem vindo a crescer e a diversificar-se e, só na área dos casamentos e eventos, têm para oferecer um impressionante leque de serviços. Contem com este novíssimo fornecedor seleccionado Simplesmente Branco para assegurar o catering, a decoração, a organização do vosso dia, ou tudo isso – e também para vos oferecer um espaço muito agradável junto à cidade de Leiria, a Quinta das Silveiras.

 

 

IguariasdoTempo_boasvindas

 

Não deixem de visitar o site da Iguarias do Tempo para conhecerem melhor o seu trabalho, e de acompanhar a página do Facebook para saber as últimas. E para mais detalhes, consultem a ficha de fornecedor seleccionado.

 

Joana e Alexandra, bem-vindas ao Simplesmente Branco!