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Susana Pinto

À conversa com: A Pajarita, convites de casamento

Hoje sentamo-nos a conversar com a Alexandra Barbosa, que assina como A Pajarita, convites de casamento.

E que bonito e incrivelmente delicado é o trabalho da Alexandra! Já o vi ao vivo várias vezes e já visitei a Alexandra no seu belíssimo estúdio na Póvoa do Varzim: conversamos sempre sobre o seu trabalho de gravura e o nosso fascínio pelos papéis artesanais.

É sempre um prazer perceber as técnicas, processos e acabamentos destas peças tão singulares e femininas, de uma beleza discreta e intrigante.

Venham conhecer A Pajarita!

Acredito que cada casal é uma fórmula. Se pensarmos nas pessoas, não há duas iguais. Quando conheço um casal, conheço duas pessoas diferentes e é a soma deles que eu tenho de calcular para lhes puder apresentar uma fórmula que respeite quem são juntos. É nessa comunhão que nasce a fórmula que retrata o casal. Se não há duas pessoas iguais, não há duas somas iguais, logo não há duas fórmulas iguais.

Conte-nos um pouco da sua viagem profissional, das artes plásticas para o universo dos casamentos. Foi um caminho natural ou uma situação específica que o apontou?

Sou artista plástica e especializei-me em gravura e produção artística.

Terminada a licenciatura, parti para Espanha onde estudei e trabalhei, e acabei por ficar por lá cinco anos. A minha vida profissional era partilhada pela docência e pelo desenvolvimento da minha investigação e trabalho artístico (e por consequência concursos, bienais e exposições).

Regresso a Portugal e começo a dar aulas e a criar peças personalizados num atelier: foi aí que conheci uma noiva, que acabei por ajudar, ao criar detalhes que ela idealizava e não tinha conseguido encontrar.

Esta experiência despertou algo em mim. A alegria dela foi contagiante, e desafio tinha sido estimulante. Como gosto de desafios e de fazer coisas sempre diferentes (a monotonia desconcerta-me!), a ideia foi amadurecendo e ganhando forma e, assim, “nasceu” A PAJARITA.

 

Há quanto tempo trabalha nesta área? E porquê este universo dos casamentos?

Desde Dezembro de 2014.

O universo dos casamentos, tal como eu o encaro, é estimulante, cheio de desafio e aventuras. Não é estático nem monótono. É algo contagiante e que me faz levantar de manhã cheia de energia e de vontade de trabalhar.

 

EStaionário de casamento A Pajarita Convites de casamento em papel artesanal e aguarela, desenhados por A Pajarita Livro de votos em papel artesanal e aguarela, desenhado por A Pajarita

Como define o seu trabalho e como construiu essa assinatura?

É um trabalho feito de raiz, a medida de cada casal e tem como base a partilha. Tudo é pensado e desenhado com base no que os noivos partilham comigo: os seus gostos, expectativas, histórias, interesses, viagens…

 

Esse estilo faz parte do ADN da marca ou é um conceito que escolheu para explorar e trabalhar este ano? Porquê?

É, sem dúvida, o ADN. O fascinante é começar do zero. O caminho estimulante do processo ao produto final. Se deixar de existir, A PAJARITA não tem fundamento, não tem razão para existir.

 

As tendências da estação… são um assunto de trabalho ou apenas fait divers?

É sempre importante conhecer e debater as tendências, mas não serão um caminho a seguir se não se enquadram com a personalidade dos noivos dessa estação.

 

Boas-vindas ao Outono, por A Pajarita (26) Boas-vindas ao Outono, por A Pajarita (17) Boas-vindas ao Outono, por A Pajarita (22)

Ter o controle das decisões é importante? Tem uma perspectiva perfeccionista e específica sobre o resultado e a forma como quer que o seu trabalho seja consumido ou é o prazer de discutir ideias, de criar, que lhe interessa mais na relação com cada projecto, cada cliente?

Tenho de controlar a qualidade da execução, sou perfecionista, cada detalhe conta. Os materias são fundamentais e gosto de ter o controlo dos materiais usados e a sua qualidade. O processo criativo em si é muito orgânico, e parte sempre das conversas que tenho com cada casal. É delas que vou extrair os pormenores, as subtilezas em que me vou basear para criar os protótipos que lhes irei apresentar posteriormente.

 

Existem fórmulas vencedoras que aplica, ou cada convite, produto ou serviço é pensado totalmente de raiz?

Fórmulas vencedoras? Eu acredito que cada casal é uma fórmula. Se pensarmos nas pessoas, não há duas iguais. Quando conheço um casal, conheço duas pessoas diferentes e é a soma deles que eu tenho de calcular para lhes puder apresentar uma fórmula que respeite quem são juntos. É nessa comunhão que nasce a fórmula que retrata o casal. Se não há duas pessoas iguais, não há duas somas iguais, logo não há duas fórmulas iguais.

 

Onde busca inspiração para cada nova temporada de trabalho?

Para além de me inspirar na singularidade e personalidade de cada casal, busco-a nas exposições, nos filmes, na moda…

 

Convites de casamento artesanais, feitos por A Pajarita

Quando precisa de fazer reset, para onde olha, o que faz?

Faço coisas simples, mergulhos nos livros, foco-me na minha família, perco-me nas risadas do Vasquinho e na tranquilidade do bebé Gustavo (os meus sobrinhos e afilhados), vou ouvir o mar, desenho casas (que é uma forma simplista de descrever o meu trabalho artístico).

 

Qual é a importância do convite de casamento (e respectivo conjunto de estacionário), na grande lista de itens e tarefas?

Normalmente é encarada como uma tarefa secundária, e, a meu ver, erradamente. É a primeira impressão do dia que estamos a preparar. O convite é a imagem do nosso dia, logo, a nossa. Daí trabalhamos para que o feedback do convidado seja sempre: “o convite é mesmo a tua/vossa cara”.

 

Qual é o seu processo de trabalho, como acontece a ligação ao cliente?

Primeiro é necessário perceber se sou o fornecedor ideal. Se for, preciso de conversar com eles, perceber quem são, o que perspetivam. Seja pessoalmente, por videoconferência ou por email, quanto mais informações me derem, mais matéria prima tenho. Mostro exemplos, acabamentos, papéis para ir percebendo as preferências. As conversas costumam ser amenas e muito interessantes. Posteriormente, apresento-lhes um protótipo. Ele sofre o processo necessário de forma a responder às expectativas, e só depois passa para a produção.

 

Estacionário em papel artesanal e aguarela, desenhado por A Pajarita

Estacionário em papel artesanal e aguarela, desenhado por A Pajarita

Livros de votos desenhado por A Pajarita

Qual é a melhor parte de criar convites de casamento, ser o primeiro capítulo visível da história que leva ao grande dia? E o mais desafiante e difícil?

O melhor é não termos limites nem condicionantes estabelecidos pelo trabalho já desenvolvido e conhecermos pessoas novas. O que se torna desafiante, é o facto de se começar do zero, encontrar a imagem do casal sem usar recursos evidentes. O difícil, que é diferente de desafiante, a meu ver, é não ficar empolgado com os projetos e dizer aos noivos que a A PAJARITA não é o seu fornecedor ideal (acontece quando procuram convites padronizados).

 

Escolha o convite de que mais gosta no vosso portefólio, e conte-nos porquê:

É difícil escolher, mas os que mais me empolgam são os convites com intervenção manual, sem dúvida! O facto de cada um ser inevitavelmente diferente do outro, esse cunho pessoal e irrepetível desperta aquele brilhinho no meu olhar.

 

Marcador de mesa de casamento desenhado por A Pajarita Estacionário de casamento desenhado por A Pajarita Estacionário de casamento desenhado por A Pajarita

Os contactos detalhados de A Pajarita, estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, feita de imagens bonitas, e contactem a Alexandra directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.

O trabalho da Alexandra Barbosa não se fica pelos convites: das suas mãos sai tudo o que é papel e também belas flores: bouquet de noiva, flor de lapela, pulseira para as madrinhas e outras delicadas maravilhas. Sigam tudo aqui!

 

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

Susana Pinto

Casamento intimista inspirado numa styled shoot

Quando um copo está a meio da sua capacidade, vocês acham que está meio cheio ou meio vazio?

Por outras palavras, somos optimistas e fazemos parte da solução, ou seremos mais pessimistas e achamos que tudo é muito difícil?

 

Eu faço assumidamente parte da primeira equipa!

Se neste cenário difícil e incerto que continuamos a viver, com a interacção reduzida a um grupo mínimo de pessoas, tudo será mais desafiante e pouco divertido, experimentem olhar para o vosso casamento deste novo ponto de vista: como se fosse uma styled shoot!

 

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Ora, por aqui estamos sempre a afirmar que uma styled shoot não é um casamento e o que vemos não pode ser transportado para a escala e realidade de um casamento. Continua a ser verdade e não nos desviamos um milímetro desta afirmação, mas o facto é que o contexto e características de um casamento em 2020 e 2021 mudou muito e, se algo se perdeu no caminho, outros elementos interessantes também foram encontrados.

 

A principal diferença – e a que permite voos mais ambiciosos, é, sem dúvida, a escala: com menos, podemos fazer muito mais.

Podemos escolher outro tipo de espaços, outro tipo de ementa e o seu serviço, outro tipo de decoração e outros tipos de quase tudo! Agora, com um grupo muito reservado de duas mãos cheias de pessoas, é fazível todo o requinte que encontramos numa styled shoot, com um orçamento muito aceitável, desafios quase inexistentes e um resultado absolutamente fantástico.

 

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Muito do trabalho manual que entra nesta história que estamos a contar é possível em números pequenos, mas impossível em grandes, a personalização ganha músculo e reflecte o amor que lhe atribuímos e a qualidade de tudo é multiplicada. Bacalhau e vitela podem sair das ementas e no seu lugar entram pratos mais elegantes, sabores requintados e outro apuramento (e empratamento) digno do melhor restaurante, porque servir uma refeição impecável para dez convidados exige menos simplificação de processos que a mesma refeição deliciosamente confeccionada e servida em simultâneo, à mesma temperatura e da mesma forma, para cento e vinte convivas!

 

As melhores dálias café ao lait (ou peónias, se estivermos no verão) ocupam destaque glorioso na mesa porque é necessário apenas um centro de mesa de cortar a respiração, e assim falamos também dos talheres que podes ser um serviço de prata antigo, a melhor louça Vista Alegre e copos de cristal, uma toalha bordada com guardanapos de linho a condizer.

 

E se as quintas eram espaços um pouco anónimos preparados para a elasticidade de acomodar dentro e fora, oitenta ou cento e oitenta pessoas, estacionamento incluído, apostadas numa logística eficaz e sempre a rolar, um número pequeno de convidados abre as portas a uma nova categoria de espaços – a sala -, que pode ser em casa (a vossa ou a de alguém), uma galeria, um hotel, um restaurante, um jardim, uma biblioteca, um museu.

 

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Tudo aquilo que vemos de espantoso numa styled shoot pode agora, factualmente, ser o vosso espaço para casar. Claro que, de forma equivalente, o preço desta qualidade se vai reflectir no serviço e produtos que estão a adquirir, mas uma mesa cuja soma sejam uns 300 euros, por exemplo, entre flores, objectos e detalhes, é só isso mesmo e não um sonho impossível que se irá multiplicar por 10, 12 ou vinte outras mesas.

 

O nosso melhor conselho? Não façam um downgrade do vosso orçamento literal, em função do número de convidados. Vistam a vossa camisola de anfitriões fantásticos e planeiem um dia inesquecível e rico – em todos os sentidos -, desde o sim até ao fechar da porta!

 

Conceito: Sublime Luxury Weddings; fotografia: Portugal Wedding Photographer; decoração floral: Liz Garden; bolo dos noivos: Sucre & Cacao; estacionário: A Pajarita.

 

Susana Pinto

Dicas para casar: perguntas frequentes sobre a organização do casamento

Prontos para começar com a organização do casamento?

 

Na semana passada, nas dicas para casar, falámos sobre o conjunto largo de recursos que temos disponíveis para vos ajudar nesta bonita viagem. Entre os inúmeros artigos publicados, fontes de inspiração, entrevistas aos nossos fornecedores seleccionados e conversas com os noivos, temos resposta para quase tudo!

 

Para quem vai agora começar, isto pode parecer tudo muito. Tantas escolhas para fazer, tantas decisões para tomar, tantas contas para fazer… Mas na verdade, como diz e muito bem um querido amigo, “para comer um elefante é preciso parti-lo às fatias”,  e com calma e organização, tudo se resolve.  E para balizar um bocadinho a vossa lista, deixamos aqui 15 perguntas pertinentes para quem vai casar.

 

Gustavo Simões Photography: fotografia de casamento em Lisboa Gustavo Simões Photography: fotografia de casamento em Lisboa

1. Como escolher a data?

A resposta a esta pergunta será das mais fáceis, porque naturalmente haverá datas que são muito especiais na vossa história. Mas, com todos os imprevistos deste ano, com adiamentos e remarcações, esta questão deixa de ser tão natural. Deixamos então algumas sugestões menos habituais: se o dia em que se conheceram vai calhar, para o ano, a meio da semana, ou se é num mês dos mais frios, não se atrapalhem. Há muitas vantagens em casar fora de época, só terão que avaliar e decidir.

 

Outra sugestão ajustada ao momento, é casarem pelo civil, mantendo o dia gravado nas alianças, e festejarem quando fôr possível, num dia bonito, mas já sem o constrangimento da agenda. Alguns feriados podem ter graça adicional, como os santos populares, mas atenção aos fins-de-semana prolongados, que poderão oferecer a concorrência de uma escapadinha!

 

2. A quem o devemos anunciar primeiro?

Como dissemos já aqui, repetindo o sábio conselho da querida Filipa, guardem os primeiros dias para desfrutar este segredo só vosso. De seguida, é à família que devem comunicar as novidades primeiro. Organizem um jantar com o núcleo mais próximo de cada um – pais, avós e irmãos, e a partir daqui poderão alargar o leque de contactos. Aproveitem para espreitar o artigo que fizemos com A Pajarita, onde falamos sobre como entregar os convites de casamento.

 

3. Quais são os procedimentos burocráticos necessários?

Para casamentos civis, tudo começa na Conservatória do Registo Civil da zona onde pretendem casar. Marcam a data e definem o local.

 

Se também pretendem uma cerimónia católica, escolham a paróquia, marquem reunião com o padre e combinem data e hora. Habitualmente é a igreja que trata das burocracias com a Conservatória. Se não for esse o caso, logo vos informarão de que documentos terão que trazer da Conservatória para a Igreja. O importante é que o casamento civil é celebrado no mesmo dia do matrimónio, mediante umas assinaturas posteriores à cerimónia.

 

Esta ligação entre casamento civil e religioso (chama-se casamento civil sob a forma religiosa) estende-se também, desde 2007, a outros grupos religiosos radicados em Portugal: Comunidade Judaica de Lisboa, Comunidade Islâmica de Lisboa, Aliança Evangélica Portuguesa, Comunidade Bahá”í, União Adventista, Centro Cristão Vida Abundante e Assembleia de Deus de Viseu. Podem consultar o nosso artigo sobre os procedimentos legais para casar e, havendo ainda algumas dúvidas, o Portal do Cidadão esclarece com clareza.

 

4. Qual o papel dos padrinhos (na Igreja) e das testemunhas (no Registo Civil)?

É literal: testemunham a união. Em ambos os casos, apenas têm que estar presentes no dia marcado, com os respectivos documentos de identificação; não se esqueçam dos vossos cartões de cidadão!

 

Gustavo Simões Photography: fotografia de casamento em Lisboa Gustavo Simões Photography: fotografia de casamento em Lisboa

5. Podemos casar onde quisermos?

No caso do casamento pelo Registo Civil, sim. Basta informar o Conservador da morada onde irá decorrer a cerimónia (e aqui incluímos a vossa própria casa, se for esse o plano). Não se esqueçam que as despesas de deslocação decorrem por vossa conta. Se quiserem casar numa Igreja fora da vossa zona de residência, terão que solicitar autorização ao padre da paróquia onde querem casar.

 

6. E a organização da festa, por onde devemos começar?

O primeiro passo deverá ser a definição do vosso orçamento. Estabeleçam o valor máximo a gastar e distribuam-no pelas diversas rubricas. E mantenham esse documento actualizado ao cêntimo!

São as opções que têm de adaptar-se ao orçamento e não o orçamento que se vai vergar às propostas! Leiam as palavras sábias da Design Events e da Wedwings sobre este assunto.

 

7. Como podemos ter a certeza de que não nos falta nada?

Estabelecer um orçamento e um cronograma é o método mais eficaz para estar em cima dos pormenores. Também podem optar por contratar um wedding planner. Na dúvida, peçam alguns orçamentos e recolham todas as informações que puderem acerca do seu trabalho. Se encontrarem um profissional que venha bem recomendado, com experiência, bom nome na praça e com quem tenham sentido sintonia, então estarão a um passo de poupar muita dor de cabeça, tempo e, muito provavelmente, dinheiro.

 

Em última instância, não se prendam à ideia de que devem ter o mesmo que os vossos amigos que casaram no verão passado. Só vos faz falta o que tem a ver convosco!

 

8. Gostávamos de convidar todos os nosso amigos e colegas, mas o orçamento não o permite. O que podemos fazer?

Descarrilar nas contas é que nem pensar, até porque esta é a parcela maior do vosso orçamento. Convidem os mais próximos e para os restantes enviem uma participação casamento e convidem-nos para um almoço ou jantar em vossa casa. A Pajarita conta-nos tudo sobre este assunto!

 

9. E se não nos conseguirmos decidir acerca do espaço, por exemplo?

São duas cabeças, pelo menos, e tudo se decide com uma boa lista de prós e contras. Respirem fundo, durmam sobre o assunto, ouçam o vosso instinto. Peçam ajuda a alguém experiente e da vossa confiança. Deixamos aqui uma lista de ideias para encontrar o espaço perfeito!

 

Gustavo Simões Photography: fotografia de casamento em Lisboa Gustavo Simões Photography: fotografia de casamento em Lisboa

10. É obrigatório haver entretenimento na festa?

Depende da festa que planearam, da faixa etária dos vossos convidados, do horário alinhavado, etc. Se houver crianças na lista, não descurem o apoio de um serviço próprio: ficam os miúdos mais felizes e os pais deles também! Pensem nos vossos convidados, na duração prevista da festa, no encadeamento dos acontecimentos (cocktail, fotografias, refeição, corte do bolo, discursos e brindes, etc.). Este exercício dir-vos-á se precisam de completar os intervalos com algo mais especial e atractivo.

 

11. Os nossos pais é que pagam. Temos mesmo que deixá-los decidir tudo?

As palavras-chave aqui são as do título do clássico de Jane Austen: sensibilidade e bom-senso. Se encontrarem resistência, mostrem alguns exemplos do que será o resultado final, nada como umas belas imagens para explicar uma ideia.

 

Percebam o que é acessório e o que é fundamental: este equilíbrio será o vosso melhor amigo e pequenas cedências poderão fazer alguém muito feliz.

E podem inclusivamente poupar – sempre de modo inteligente, como tanto gostamos. Sigam as nossas dicas aqui.

 

12. Não percebo nada de flores. Há algumas que sejam erradas para casamentos? De que tamanho deve ser o bouquet?

Flores são flores e serão sempre bonitas, podem no entanto ser mais ou menos adequadas, tendo em conta a sazonalidade, robustez e outras características pertinentes.

Na dúvida (esta ou outras), trabalhem sempre com profissionais e confiem no seu serviço Aqui deixamos algumas sugestões, muito bem acompanhadas por quem sabe, para escolherem o vosso bouquet de noiva. Estas preocupações não vos fazem falta!

 

13. É de mau tom se os noivos deixarem a festa antes do fim?

Se organizaram a vossa festa de sonho, não vão querer sair antes do fim! Mas se tiverem hora marcada para apanhar um avião ou, simplesmente, se estiverem felizes mas esgotados, é totalmente aceitável que se retirem. Façam-no em grande, despeçam-se com simpatia dos vossos convivas e peçam aos vossos pais e padrinhos que façam as honras da casa para os mais noctívagos. Em caso de dúvida, explicamos tudo aqui.

 

14. Precisamos mesmo de oferecer alguma coisa aos convidados?

Não, já lhes estão a proporcionar uma festa e pêras, refeição e baile incluídos. No entanto, agradecer a gentileza da presença é sempre simpático e há maneiras bonitas e simples de o fazer: a mais directa ao coração, é escolherem uma instituição e fazerem um donativo em nome dos convidados.

Podem mencioná-lo num pequeno cartão que acompanha um bombom, ou na altura do brinde. Conheçam as instituições parceiras do Simplesmente Branco aqui.

 

15. Ainda se usa o envio de cartões de agradecimento?

A boa educação e a gentileza usam-se sempre. Têm tempo, mas quando regressarem da lua-de-mel ficar-vos-á bem agradecer os presente, a presença dos convidados e a belíssima prestação dos vossos fornecedores, todos em sintonia no vosso dia.

Juntem uma bonita fotografia, relembrem-se de alguns momentos especiais e inspirem-se para umas palavras bonitas.

 

Mais esclarecidos e prontos para tratar da organização do vosso casamento? Espero que sim!

 

As imagens bonitas são do Gustavo Simões Photography, que captou a mágica sessão de namoro de Anaisa + Matherus, na Praia da Ursa, em Sintra.

Não deixem de passar pela sua ficha de fornecedor para ver o portefólio actualizado e entrar em contacto com o Gustavo Simões.

 

Sobram dúvidas? Falem connosco! E não deixem de acompanhar todas as dicas para casar que vamos publicando, sempre à segunda-feira, que vos ajudarão a trilhar este caminho até ao mais bonito dos dias, de forma sabedora e tranquila!

Susana Pinto

Convites fine art em xilogravura, com A Pajarita

Continuamos a partilhar o série “Preparar o caminho descomplicando-o“, criada pela Alexandra Barbosa, de A Pajarita, e publicada no seu site todas as semanas.

 

Hoje a Alexandra Barbosa fala-nos sobre convites fine art, que são obras de arte. Vamos descobrir a xilogravura!

 

 

Convites em Xilogravura: quando dois mundos se encontram

Convites em xilogravura são convites de autor, gravados de forma singular e exclusiva, para cada casal. É um trabalho manual, e, por isso, um processo mais longo e complexo, onde cada convite é feito individualmente, do entalhe até à impressão final.

 

Artista gravadora que sou, é com a técnica da xilogravura que mais me identifico, a que melhor me une o coração à mão. A forma como a emoção atravessa o nosso corpo e se condensa na mão, comandando a linha na sua batalha contra a resistente madeira, é algo fascinante, libertador e até frustrante, quando uma linha se liberta, dando-se por vencida.
É a pouca certeza e a constante adaptação que tornam a xilogravura uma técnica tão interessante, em constante desgaste e desafio.

 

Com os seus primeiros registros datados do século V, na China, a xilogravura é uma técnica de gravura que consiste na entalha da madeira, com ajuda de um instrumento cortante (goiva ou buri), da figura ou forma (matriz) que se pretende imprimir. Com um rolo de borracha embebido em tinta, cobre-se essa matriz, tocando só nas partes elevadas do entalhe. A sua impressão ficará invertida, com a tinta a impregnar o papel, revelando a figura entalhada.

Numa técnica que respira simplicidade e decisão, cada traço tem a intensidade desejada pela emoção, sem possibilidade de volta atrás, a gestualidade fica registada e uma bonita impressão deve deixar ver o veio da madeira, límpido.

 

Quando transportamos esta técnica para o estacionário de casamento, criamos peças que são uma verdadeira jóia para os sentidos: tácteis e com uma identidade muito própria.

 

Quando escolhem esta técnica artística, onde estamos a criar uma obra de arte altamente pessoal, os noivos podem optar por uma impressão a uma ou mais cores, ou a seco (sem cor, apenas o relevo). A madeira deve ser escolhida em função do desenho e da forma de expressão de cada autor, sendo que as madeiras mais aconselhadas são as de árvores de fruto, como a cerejeira, por exemplo, madeiras duras que permitem um corte limpo, uma impressão clara, onde o veio da madeira se fará sentir.

 

A matriz que é criada para o convite pode ser pensada para ser aplicada nas outras peças do estacionário, como os votos, ou para criar uma edição ou série: um conjunto de imagens idênticas, obtidas pela impressão de uma única matriz.

 

Cada exemplar é numerado, a lápis, no canto esquerdo inferior com a fração x sobre y (x/y, onde x é o número daquele exemplar e y é o número total de exemplares impressos nessa série). À direita, de forma alinhada, é colocada a assinatura do autor.

Esta edição pode ser a vossa lembrança de casamento, surpreenderá os vossos convidados pela originalidade e delicadeza.

 

Tudo neste processo é um tesouro: a própria matriz, que ocupa o lugar de uma pequena escultura colorida e gasta pelo uso; as impressões, desde as provas de autor que ilustram o caminho apurado para a matriz finalizada, a impressão original, tal como criada, a número 1, que representa o pico de qualidade e autoria, até às sucessivas provas que completam a série.

 

As variantes coloridas, que desvendam as várias personalidades da gravura, e a prova seca, sem tinta, apenas o relevo delicado e táctil que desponta na textura do papel, a pureza do desenho e a alma do autor.

E a assinatura do artista, e o número limitado de cópias, que validarão sempre o quão especial e valioso foi para os noivos o mais bonito dos dias e as pessoas que com eles o partilharam.

 

Uma xilogravura será sempre uma obra de arte – e se fôr também o vosso convite de casamento, tantas histórias e memórias viverão na sua companhia, no vosso tempo e futuro que há de vir!

 

 

Este post foi originalmente publicado em A Pajarita.

Susana Pinto

O texto do convite de casamento, por A Pajarita

Continuamos a partilhar o série “Preparar o caminho descomplicando-o“, criada pela Alexandra Barbosa, de A Pajarita, e publicada no seu site todas as semanas.

 

Hoje a Alexandra Barbosa fala-nos sobre o texto do convite de casamento e a importância do tom, que antecipa o tipo de festa que iremos ter – formal ou informal, elegante ou relaxado

 

Formal ou informal: o que escrever no convite

A data está marcada e ansiedade de ver os primeiros detalhes materializados está ao rubro. Chegou o momento de fazer os convites de casamento!

O convite é a primeira impressão do dia que estão a planear, é o início da história que vão contar e define aquela que será a vossa imagem gráfica. Informa a família e os amigos – os vossos convidados – que irão dar este passo importante, formalizando o vosso Amor, e que será com cada um deles que irão partilhar esse momento.

 

O que esc rever nos convites de casamento? Texto para convites de casamento

O convite deve ser desenhado à vossa imagem, reflectindo a vossa identidade enquanto casal. O primeiro passo é decidir que tipo de convite melhor vos representa e se enquadra no orçamento disponível. De seguida, escolhemos o tipo de papel, as cores, o tipo de letra e o grafismo mais adequado.

Se até agora estivemos a falar da forma, chegamos ao conteúdo: que tipo de texto vamos escrever no convite?

 

Tal como a componente visual, o tom do texto deve reflectir sempre o estilo de casamento que estão a planear. Existem, grosso modo, três tipos de texto – obviamente, com todas as suas nuances: formal e rigoroso do ponto de vista protocolar,  informal (o mais comum), e descontraído (que pode incluir brincadeiras com as palavras e até algum humor).

A diferença na tipologia do texto vai além do tom. Tem também impacto na quantidade de texto e na sua paginação, influenciando o tamanho do próprio convite. Devemos ter sempre em conta o espaço branco, o parceiro quase invisível que acrescenta a leveza e delicadeza a todos os objectos e ambientes.

 

Texto para convites de casamento Texto para convites de casamento

Se estão a planear um casamento formal, para o qual são os pais dos noivos a convidar (pagando a festa ou não), podem optar pela seguinte estrutura tradicionalmente clássica: 

 

  • frase introdutória
  • nomes dos pais dos noivos
  • frase sobre o tipo de evento, como por exemplo: “Têm a honra de convidar V. Ex.a(s) a assistir ao casamento dos seus filhos
  • nomes dos noivos
  • data, local e horário da cerimónia
  • local da festa
  • confirmação ou RSVP com data e os contactos para o qual os vossos convidados devem confirmar a sua presença. Esta última linha aplica-se apenas nos modelos de convite que não incluam adicionalmente um cartão de detalhes ou um RSVP.

 

Se o vosso plano é um casamento mais informal,  podem optar por colocar uma citação que vos inspire, um poema ou mesmo uma frase escrita por vocês. 

Neste caso, são os noivos a convidar, retirando o nome dos pais:

 

  • nome dos noivos
  • frase sobre o tipo de evento, como por exemplo: “Temos o prazer de vos convidar para o nosso casamento
  • data, local e horário da cerimónia
  • local da festa
  • confirmação ou RSVP com data e os contactos para o qual os vossos convidados devem confirmar a sua presença. Esta última linha aplica-se apenas nos modelos de convite que não incluam adicionalmente um cartão de detalhes ou um RSVP.

 

Se a vossa intenção é algo mais descontraído,  podem optar por um convite informal, apenas com a informação essencial:

 

  • nome dos noivos
  • frase sobre o tipo de evento, como por exemplo: “Vamos casar!
  • data, local e horário da cerimónia
  • local da festa
  • confirmação ou RSVP com data e os contactos para o qual os vossos convidados devem confirmar a sua presença. Esta última linha aplica-se apenas nos modelos de convite que não incluam adicionalmente um cartão de detalhes ou um RSVP.

 

 

Estes exemplos são apenas isso mesmo, uma certa norma que organiza a informação. No entanto, estes formatos de texto do convite de casamento não são estanques, são guias, não se esqueçam disso.

Com todos estes detalhes definidos, deixem a imaginação voar e criem ou dêem liberdade ao vosso fornecedor para criar o convite que melhor vos representa. Mostrem a vossa personalidade, alinhem-na com o vosso plano de festa, desprendam-se de ideias pré-feitas e confiem no fornecedor escolhido, que dará o melhor de si para vos interpretar e surpreender!

 

Este post foi originalmente publicado em A Pajarita.

Susana Pinto

Cartões de participação de casamento, por A Pajarita

Continuamos a partilhar o série “Preparar o caminho descomplicando-o“, criada pela Alexandra Barbosa, de A Pajarita, e publicada no seu site todas as semanas.

 

Hoje a Alexandra Barbosa fala-nos sobre os cartões de participação de casamento, um objecto caído em desuso nos últimos anos, mas que encontra agora uma nova vida e utilidade, ao encolhermos forçosamente o número de convidados para o grande dia.

 

Os cartões de participação de casamento

Março chegou cheio de incertezas, a primavera lá fora florescia numa paisagem atípica.

Começou uma nova época, a da resiliência. As portas e janelas fecharam-se, nós ficámos confinados, os negócios estagnaram e os sonhos foram suspensos e adiados.

 

O casamento foi um dos planos que mais vi ser repensado e a palavra de ordem era: não cancelar, adiar. Na verdade, o sonho tem de ser adiado, pelo bem de todos. Queremos casamentos vividos em plena alegria e com gestos sem restrições. Queremos receber aquele abraço emocionado de quem nos conhece desde sempre, aquele beijinho repenicado de quem nos viu crescer, queremos saltar, dançar ou simplesmente partilhar a mesa (ou as mesas) com quem mais amamos.  De momento, não o podemos nem o devemos fazer, pelo nosso bem e pelo bem daqueles que fazem parte da nossa felicidade.

 

Cartões de participação de casamento A Pajarita

Vivemos um tempo de incerteza, um tempo novo e ainda muito desconhecido.

Não sabemos ainda quando ou como poderemos voltar a juntar-nos e, por isso, a maior parte de vocês decidiu adiar o casamento para 2021. Outros, mais optimistas, empurraram para o inverno o seu sonho de casar com uma grande festa.

 

Mas tudo continua envolto num enorme ponto de interrogação. Ainda assim, não se deixem guiar pela ansiedade, não se desgastem com detalhes e foquem-se no que é mais importante: vocês e as vossas pessoas. Por agora, outras soluções criativas se proporcionarão para quem não quer deixar o dia, que escolheu como seu, passar em branco.

 

Nesta data, no vosso dia, reservem o tempo e o foco para vocês e dêem um passeio juntos ou planeiem um jantar romântico em casa (aproveitem para dar suporte ao vosso restaurante favorito ou para experimentar um novo, encomendando um take away sofisticado e saboroso). Preparem uma mesa bonita, ponham uma música a tocar baixinho, acendam umas velas para criar uma atmosfera intimista e recordem o que vos une, visitem as vossas memórias mais bonitas.

 

Cartões de participação de casamento A Pajarita

Se pretendem dar mais ênfase ao momento, podem, por exemplo, fazer uma troca de votos num sítio bonito e que tenha um significado especial. A ideia é criar um marco e se não pensaram na troca de votos para o vosso casamento, esta pode ser a motivação para o fazer. Longe da pressão adicional do olhar dos muitos convidados, podem trocar juras amor eterno, usando palavras que vêm do coração e que somam tudo o que viveram, separados e juntos, o que vos liga e vos expande, o que vos define como par e como unos.

E saibam que este momento pode ser integrado nas memórias registadas do vosso casamento.

 

Materializem os vossos votos na mesma linha gráfica do estacionário de casamento, vistam uma roupa bonita, alegrem o vosso look com algumas flores e deixem-se levar pelo momento.  Para finalizar, cortem e deliciem-se com um bolo em vossa homenagem (encomendem um mini-bolo, ao vosso fornecedor do bolo dos noivos, mais um pequeno negócio que ficou suspenso e agradece a vossa compra), ou façam um piquenique ao pôr-do-sol. Não precisa de ser nada complicado, apenas contemplem e desfrutem o vosso momento de forma genuína e à vossa imagem.

 

As bonitas imagens registadas vão dar um toque especial ao vosso álbum de recordações num época que será parte da nossa história. E se o fizerem ao ar livre, de forma segura e sensata, poderão ter também um fotógrafo (o vosso fotógrafo de casamento!) a captar algumas imagens. Porque não mostrar aos vossos convidados quando celebrarem o vosso casamento? Tenho a certeza que despertará todo um conjunto de emoções fortes e bonitas!

 

Cartões de participação de casamento A Pajarita

Os mais resilientes, os impacientes ou aqueles para quem, legalmente, casar é um assunto premente, podem optar por fazer uma mini-cerimónia, seja civil ou religiosa, ou, quem sabe, casar sem convidados, em segredo. Porque não?

Mais tarde, quando todo o contexto for outro, poderão fazer a grande festa com que sonharam, juntar os vossos entes queridos e amigos, e celebrar com a intensidade que vocês merecem, sem restrições nem medos.

 

Casar e mais tarde festejar pode ser uma solução para os casais que não querem abdicar do seu dia, por ser uma data única e um marco na sua relação.

Neste cenário, pode ser interessante enviar algo que se foi deixando de usar: os cartões de participação de casamento.

Os cartões de participação de casamento são uma peça informativa e têm como função comunicar à família e amigos que casaram. Neste cenário, podem indicar uma data definida para festejar ou simplesmente avisar que festejarão mais tarde, quando for seguro para todos e que estão ansiosos pelos seus abraços. Se tiverem nova morada, não se esqueçam de a incluir, as vossas pessoas podem querer felicitar-vos e responder ao bonito cartão que enviaram.

 

Cartões de participação de casamento A Pajarita

Apesar da incerteza se ter instalado, nada justifica o cancelar a celebração do vosso amor.

 

As vossas famílias e amigos vão compreender a escolha que fizeram para marcar a data tão especial, seja adiando, seja celebrando a dois. Não se deixem levar pela ansiedade, olhem para o copo meio cheio, nem tudo é mau. Têm a oportunidade de dar ao vosso dia mais bonito uma intensidade extra que nenhum casamento teve até então – o desejo genuíno de estarmos juntos. Estamos todos em pulgas para voltar a abraçar, sentir e encurtar distâncias, desvanecendo a saudade e voltar a estar com a família toda junta. É neste ambiente de união e amor, mais desejado que nunca, que o vosso dia vai ser festejado.

 

O amor merece sempre que esperemos por ele!

 

Este post foi originalmente publicado em A Pajarita.

Susana Pinto

Oferta dos noivos aos convidados: que tal uma bela fotografia?

Falamos com frequência por aqui, sobre as ofertas dos noivos aos convidados.

A nossa sugestão favorita é um donativo de 1% do vosso orçamento à instituição que vos é mais próxima do coração, acompanhada de um pequeno cartão com palavras doces, nominal ou colectivo, colocado nas mesas dos convidados, onde é descrito o vosso gesto e agradecimento.

 

Para os convidados mais próximos e especiais, pais de ambos, padrinhos, avós e família geograficamente ausente, uma bonita fotografia – do dia do casamento ou da prévia sessão de namoro -, é uma bela ideia, acessível e repleta de valor afectivo, com a vantagem de que pode facilmente seguir por correio ou por mãos amigas, se fôr o caso.

Ora um presente tão especial e cheio de significado vai merecer uma apresentação igualmente distinta, que reflicta o conteúdo e o gesto cheio de amor e consideração.

 

Encontrei esta sugestão simples e delicada para envolver as fotografias que irão oferecer: gosto muito da ideia do papel vegetal, que desvenda e protege, mas é como um véu – não mostra tudo de uma vez, intui, sugere e antecipa a surpresa que ali vem. O lacre, sela com cuidado, pronto a ser quebrado pelo receptor de tal mensagem, tão cuidada e única.

Não é uma combinação perfeita? As melhores ideias são muitas vezes assim: tão simples que nos deixam a pensar “como é que não me ocorreu isto…?

 

Mas atenção, sendo uma ideia tão simples, a sua execução é cuidada e pensada com intenção. O papel pode seguir o tom do vosso estacionário de casamento, ser liso, de cor ou impresso, pode ser translúcido ou opaco e ricamente texturado, pode ser fechado com o mesmo lacre que usaram nos vossos convites,ou com um autocolante personalizado, uma fitinha de cetim ou um fio de algodão colorido ou rústico, pode incluir flores secas ou cartão com uma mensagem. As opções não têm fim, e o custo desta oferta tão bonita é muito acessível.

 

Oferta dos noivos aos convidados

No cenário que atravessamos, pode ser também uma boa forma, doce e especial, de, casando no registo e apenas a dois, comunicar à família mais próxima a notícia. Mesmo que não seja o casamento com que sonharam, a festa poderá ficar para depois. Até lá, partilham o vosso momento e data com quem queriam ter convosco, quando as circunstâncias não o permitiram.

 

Se vos agrada esta ideia de oferta dos noivos aos convidados, tanto a Joana Duarte, da Molde Design Weddings, como a Alexandra Barbosa, de A Pajarita, são capazes de vos criar o mais bonito packaging para as vossas fotografias especiais.

Contactem-nas e deliciem-se com os respectivos portefólios e excelentes ideias!

 

Convites de Paula Lee Calligraphy.