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Susana Pinto

Um casamento cheio de festa: Maria Edite + Ricardo

Fechamos a primeira semana na nova casa, com o primeiro casamento do ano: Maria Edite + Ricardo.

A ajudá-los na concretização do mais bonito dos dias, estiveram a Lounge Fotografia, que captou estas belíssimas imagens, a Vanessa & Ivo – Handmade Films, de quem mostramos o teaser, e as lembranças para os convidados fora os deliciosos bombons da Pedaços de Cacau.

O que dizer sobre este casamento delicioso? Pois que tudo foi muito bem pensado: comida deliciosa e entretenimento desde o primeiro momento, que teve início à saída da igreja com um brinde de minis, espumante e uma fanfarra. Seguiu daí sempre ao som da música e de uma alegria contagiante!

A Maria Edite faz um belo comentário que é também um óptimo conselho: casou fora de época, quando todos os fornecedores estão fresquíssimos e muito disponíveis. Se ainda têm dúvidas, é só confirmar quão bonita foi a festa deste par de noivos!

Rematamos apontando o dedo ao vestido tão bonito, e, claro, aos sapatos épicos e muito apreciados deste lado: uns Guava rosa blush, os nossos favoritos: que bonita combinação!

Sem mais delongas, um casamento chio de festa: Maria Edite + Ricardo.

 

 

 

 

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

Imaginávamos um dia de festa, junto dos nossos familiares e amigos, só não sabíamos onde. Tínhamos três hipóteses, na terra da noiva, em Viseu, no esplendor do Douro, terra do noivo, ou no Porto, onde toda a nossa história começou e continua a ser vivida. Escolhemos a nossa história e a cidade que nos acolheu!

Imaginávamos o nosso dia com todos aqueles que mais gostamos e que nos querem bem. Sonhávamos com um dia feliz e com boas vibrações.

 

 

 

 

 

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?

No momento do sim, há uma explosão de sentimentos e tudo é tão fácil, vivemos um sonho. Depois, quando começamos a planear e a organizar um evento destes, nada mais que o nosso casamento, percebemos que não é de todo uma tarefa fácil. Mas com o tempo e com a ajuda maravilhosa dos nossos fornecedores, conseguimos passo a passo dar resposta às exigências de um casamento.

Houve, claro, momentos de maior tensão e incertezas em algumas tomadas de decisão, a panóplia de ofertas é tão vasta que nos confunde, aí cabe-nos saber o que queremos para o nosso dia e o que nos identifica. Os nervos fizeram-se sentir, principalmente, na véspera do grande dia, ainda há tomadas de decisão de última hora, o tempo escasseia e afinal… “é já amanhã!”.

Em contrapartida, no dia do casamento não há lugar a nervos (lembro-me de referir, no quarto, enquanto me preparavam, que achava estranho não me sentir nervosa, se não era suposto…). Eu, noiva, estava calma e acima de tudo, bem e feliz!

Por outro lado, também, tivemos a sorte de escolher o mês de Março para casar, tudo se faz com mais calma, os fornecedores têm todo o tempo do mundo para nós, pois a azáfama dos casamentos começa nos meses seguintes.

Planeámos e organizámos o casamento em menos de 6 meses e correu muito bem, tal como desejado.

 

 

 

 

 

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?

No momento em que escolhemos a quinta. Saímos de lá com a certeza que seria ali. O espaço tinha uma vista maravilhosa para o Douro e um jardim que nos encheu as medidas. A certeza foi tão grande que marcamos logo a igreja.

 

 

 

 

 

 

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?

O resultado final foi sem dúvida tudo aquilo que esperávamos. Podemos, até, dizer que superou as expectativas iniciais, e tudo se deveu ao trabalho exímio em conjunto com os nossos fornecedores. Souberam, acima de tudo, ouvir-nos e conseguiram dar respostas às nossas exigências. Ficámos orgulhosos dos fornecedores que escolhemos e do resultado final que nos encheu as medidas no nosso dia!

 

 

 

 

 

 

O que era fundamental para vocês? E sem importância?

A música e o catering foram dois dos aspectos que tivemos em grande consideração. Queríamos que o nosso dia fosse pautado de animação do início ao fim do evento, com um fantástico serviço de catering, que ficasse gravado nas papilas gustativas e na memória dos nossos convidados. Ainda hoje falam disso! Era fundamental evitar momentos monótonos e de espera, que acaba por acontecer em muitos casamentos, e torná-lo um dia inesquecível para todos. Apostámos em duas bandas magníficas que brilharam desde a saída na Igreja até à hora do baile. Demos importância a todos os pormenores, afinal é um dia único e que se vive uma vez! À saída da igreja, tivemos a actuação de uma das bandas acompanhada por serviço de champanhe e minis, que tinham o nosso logotipo, feito pelo noivo. Um outro pormenor interessante, e um miminho extra para os convidados, foi a marcação dos lugares com o nome de cada um escrito à mão. Embora haja muito em que pensar, planear, organizar, reunir e decidir, tudo foi pensado ao pormenor! Afinal, tudo é importante naquele dia.

 

 

 

 

 

 

 

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

O mais fácil foi dizer o “sim!” (risos da noiva). O mais difícil foi, durante todo o processo, a elaboração do convite, a nossa maior dúvida. Vimos e revimos imensos exemplares mas nada nos inspirava. Contudo sabíamos, de antemão, que queríamos conciliar dois pormenores, a escrita à mão e a folha de oliveira. A Maria Edite andou, inclusive, a construir convites com folhas de oliveira, a desenhar e a inventar. A Ana Pinto, do Levado à Letra, foi a ajuda essencial, e com a sua experiência fez um excelente trabalho de design, conseguindo, depois de muitos rabiscos, chegar ao que queríamos. Numa fase posterior, foi um pulinho para conseguirmos alinhavar todo o design do casamento.

 

 

 

 

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

Na igreja, quando fizemos os votos de um amor para sempre e trocámos as alianças. O coração bate tão forte, mas como sabe bem! A partir dali sentimos que somos uma família. E depois, à noite, houve mais dois momentos: o corte do bolo ao som da nossa música, “Mine” da Emmy Curl, com fogo-de-artifício exterior e interior; e, a nossa dança ao som de “L.O.V.E.” de Frank Sinatra, interpretada pelos Desbundixie Band.

 

 

 

 

 

 

E o pico de diversão?

Foram tantos! A diversão começou logo à saída da igreja, com a Original Bandalheira, e brinde com champanhe, com os turistas a ver, a fotografar e a participar na nossa festa. Esta banda acompanhou-nos nos aperitivos, foi uma festa! Outro momento alto do dia foi, sem dúvida, a nossa entrada na sala de jantar ao som dos Desbundixie Band e noite dentro com o DJ.

Um pormenor especial…o tempo, quase de Primavera, com o sol a espreitar nos momentos certos, facto que permitiu usarmos o nosso carro antigo, um Triumph Spitfire, especial para nós, porque o Ricardo adquiriu-o quando começámos a namorar.

 

 

 

 

 

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?

Ao olhar para trás, ao vermos e revermos as fotografias, que saudades dá. Não mudaríamos nada. Só ficámos com pena de não termos conseguido lançar as nossas lanternas de S. João, no final do jantar, devido a questões meteorológicas. Estão guardadas para futuros baptizados (risos)!

 

 

 

 

 

 

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…

Sejam fiéis ao que gostam, ao que querem e tudo correrá bem. O dia é vosso e usufruam ao máximo. Costumam dizer que o dia passa a correr, e é tão verdade… Agora bate a saudade de um dia bom, único e que ficará connosco para sempre!

 

 

 

Fechamos este dia bonito em movimento,  com um pequeno teaser da dupla Vanessa & Ivo – Handmade Films.

 

 

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e materiais gráficos: Levado à Letra;

local e catering: Quinta da Torre Bella e Duplos Gemini Catering;

bolo: Humor ao Lume;

fato do noivo e acessórios: fraque Prassa; camisa e sapatos Hugo Boss; botões de punho Carolina Herrera; relógio Longines;

vestido de noiva e sapatos: vestido Teresa Macário (Viseu); lingerie Dama de Copas; sapatos Guava e brincos Joana Ribeiro Joalharia;

maquilhagem: Marlene Vinha, Pretty Exquisite;

cabelos: Josie Georgia, Lab Sixtyone;

bouquet: Isabel Castro Freitas Arte Floral;

decoração: Crachá – Wedding Agency;

lembranças para convidados: bombons e lollipops da Pedaços de Cacau e charutos Monte Cristo;

fotografia: Lounge Fotografia;

vídeo: Vanessa & Ivo – Handmade Films;

luzes, som e Dj: Original Bandalheira; Desbundixie Traditional Jazz; Party Sound by Dj Renato Mota.

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Susana Pinto

Diana + Vitor: este foi o mais bonito dos dias!

Publicamos hoje o último casamento com este cenário de fundo amarelinho: na próxima semana, mudamo-nos de armas e bagagens para a nova casa, mais ambiciosa, com outra paleta de cores e com muito espaço para assuntos variados.

E não podíamos fechar esta porta de melhor forma…! É para lá de bonito o casamento que trazemos hoje, fotografado epicamente pela dupla Menino conhece Menina, em grande forma.

Toda a energia da Diana+Vitor pulsa nestas imagens maravilhosas: este não é um artigo sobre bouquets, detalhes, ou sobre o vestido – isso são assuntos menores na grande ordem mágica do dia. É, sim, um conjunto de momentos preciosamente observados, seleccionados e transformados em memórias únicas e imensas. Fomos assim felizes neste dia!

O cenário lindo é a Casa Grande do Fontão, sob a alçada da Histórias com alma: a decoração é sempre discretamente sofisticada, já que esta equipa é exímia no estilo rústico contemporâneo.

Tudo em bom, como diria uma amiga minha! Não acham que é melhor forma de darmos por encerrado este ciclo?

 

 

 

 

 

 

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

Imaginámos um dia romântico e descontraído, na companhia de familiares e amigos onde reinasse a Alegria, a Amizade e o Amor.

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?

Digamos que a vida a dois já acontecia há algum tempo, daí que tomar o próximo passo foi uma questão de concretizar um sonho. Fácil!

 

 

 

 

 

 

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?

Quando visitámos a Casa Grande do Fontão. O espaço materializou e tornou possível a imaginação.

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?

Conseguimos concretizar algo muito semelhante ao que idealizámos, aliás, o resultado superou as nossas expectativas. É claro que isso não seria possível sem a ajuda de familiares, amigos e de todas as pessoas envolvidas na organização do dia.

 

 

 

 

 

 

O que era fundamental para vocês? E sem importância?

Era fundamental que o dia fosse à nossa imagem, conseguirmos pormenores com que nos identificássemos, que a cerimónia fosse especial, simples e informal. Conseguimos isso graças ao Padre Avelino e ao quarteto de vozes que completou a cerimónia com músicas especiais da nossa vida. Queríamos ser surpreendidos com a decoração e a empresa Histórias com Alma foi perfeita.

Adoramos fotografia, logo era crucial conseguir imagens “à nossa imagem”, que eternizassem o dia. A dupla Menino conhece Menina foram iguais a si mesmos, conseguiram imagens perfeitas.

O rigor dos protocolos, o pomposo e o luxo não tinham importância no nosso plano.

 

 

 

 

 

 

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

Foi mais fácil dizer o Sim!

Foi mais difícil adormecer na noite anterior.

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

Definitivamente o momento mais marcante foi a cerimónia na igreja que nos surpreendeu e emocionou em muitos momentos. Desde a entrada da noiva ao som de Yann Tiersen, aos votos do noivo e toda a interacção com os convidados.

 

 

 

 

 

E o pico de diversão?

Os picos da diversão foram proporcionados pelos amigos. Logo à saída da igreja fomos surpreendidos pela dedicatória em forma de cover dos Deolinda “seja agora” pelos amigo do Porto. Já mais tarde, os amigos da Vila conseguiram criar um momento único ao cantar um medley que nos descrevia e caracterizava na perfeição.

 

 

 

 

 

Um pormenor especial…

As andorinhas! Símbolo de fidelidade e união, foram o presente perfeito para oferecer aos nossos convidados. Só foi possível graças ao Sr Joaquim da loja de artesanato de Ponte Lima que produziu dezenas de andorinhas, uma a uma, de forma perfeita.

 

 

 

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?

Incluíamos um bar de gin na recepção aos convidados!

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…

Sejam fiéis a vocês mesmos, não falha!

 

 

 

 

 

 

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e materiais gráficos: Patrícia Reina e Catarina Mesquita;

espaço e decoração: Casa Grande do Fontão;

catering e bolo dos noivos: Banquetes A. Duarte;

Fato do noivo e acessórios: fato, botões de punho, meias e sapatos Massimo Dutti; laço Zara; camisa Dielmar;

vestido da noiva e sapatos: vestido de noiva Rosa Clará; sapatos Haity;

maquilhagem: Mellissa Maia Makeup Artist;

cabelos: Claudia Marques Hairdesign;

bouquet: Ana Maria Florista;

ofertas aos convidados: loja de artesanato Ponte de Lima – Sr. Joaquim;

fotografia: Menino Conhece Menina;

luzes, som e Dj: Dj Miguel Vaz.

 

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Susana Pinto

Um casamento rústico e muito colorido, na Golegã: Raquel + Ricardo

Enchemos esta semana cinzenta com raios de sol e um amarelo luminoso, com o casamento rústico, bonito e vibrante da Raquel + Ricardo, na Golegã, captado pela lente da My Frame, na Golegã.

Tentem nos pormenores com graça, porque todo este amarelo foi um assunto levado a sério, e deliciem-se com a resposta da Raquel ao momento mais sentimental do dia: para lá de bonito!

Bom fim-de-semana!

 

 

 

 

 

 

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

Que seria um dia muito feliz, com as nossas familias e os nossos amigos.

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?

Era algo que já queriamos há algum tempo, principalmente eu, Raquel. Já falávamos muito sobre casar, ter filhos, só faltava mesmo o pedido.

 

 

 

 

 

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?

Como referi anteriormente, era algo que já vinha sendo falado, portanto desde sempre que sentimos que era mesmo aquilo que queríamos, só faltava saber como é que queríamos.

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?

O casamento foi aquilo que delineámos, desde início. A nossa grande ajuda foram, sem dúvida, todos os fornecedores, discutíamos o que queríamos e, toda a equipa, sem execpção, contiubuía com a sua opinião, sugeriam boas ideias e concretizaram o que pedimos. Algumas coisas foram feitas por nós, tiveram um cunho muito pessoal.

 

 

 

 

 

O que era fundamental para vocês? E sem importância?

Era fundalmental termos toda a gente importante para nós, presente. E conseguimos! Foi um casamento com um número considerável de convidados, mas fizémos questão que estivessem todos presentes no nosso dia. A cerimónia era outro aspecto importante, queríamos que fosse muito especial e única, é o grande momento do dia, só depois, então, vem a festa.

Nós cremos que tudo no casamento é importante, desde o convite até ao vinho que é servido. Poderão haver coisas que teremos de abdicar, por uma questão financeira ou de logística, mas se abdicamos era porque não eram fundamentais.

 

 

 

 

 

 

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

Pergunta dificil!

Foi difícil encontrar os fornecedores que fossem ao encontro do que procurávamos, mas depois de os encontrarmos, tudo ficou mais simples. Mas o mais dificil de tudo, é, sem duvida, conjugar as mesas dos convidados, mas eu creio que isto acontece a todos os noivos!

 

 

 

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

A cerimonia religiosa, sem dúvida! A entrada na igreja é qualquer coisa de avassalador…

 

E o pico de diversão?

A noite, a dançar na rua com os amigos, até de manhã…já tinham passado todos os momentos importantes, a entrada na igreja, a cerimónia, a entrada na quinta, a dança com o pai, a dança de nós os dois, o atirar do ramo, o corte do bolo…portanto, era só dançar e aproveitar ao máximo!

 

 

 

 

Um pormenor especial…

A nossa dança… foi algo que quisemos oferecer aos nossos convidados, foi um momento só nosso, mas para todos!

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?

Não pensei muito sobre o assunto, para não ficar a ressentir, mas queria ter tido mais tempo para estar com os convidados… como é que conseguiria?! Começar o casamento mais cedo, ter menos convidados?… Não sei.

 

 

 

 

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…

Façam o casamento à vossa imagem, organizem tudo atempadamente, escolham os fornecedores que vos oiçam e que vos ajudem, para que no dia, possam aproveitar ao máximo sem preocupações. Deleguem tarefas aos amigos. No dia, não podem estar preocupados com absolutamente nada, a não ser usufruir ao máximo, todos os noivos frisam, é um dia que passa a correr.

 

 

 

 

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e materiais gráficos: Mariana Fröes Luís (Lisboa)

local, decoração e catering: Quinta Guadalupe, Golegã.

bolo: Américo Alexandre, Lisboa

fato do noivo e acessórios: A Bela Noiva, Ourém

vestido de noiva e sapatos: A Bela Noiva, Ourém

sapatos: Atelier Fátima Alves, Lisboa

maquilhagem: Cabeleireiro Rosa Alexandre – Patrícia, Lisboa

cabelos: Cabeleireiro Rosa Alexandre – Rosa Mendes, Lisboa

bouquet: Floraline – Daniela Gonçalves, Entroncamento

ofertas aos convidados: Camaloon

fotografia: My Frame

luzes, som e Dj: FM MUSIK – Margarida Malaca e Luis Fernandes, Santarém

 

Susana Pinto

Um casamento moderno na Australia: Cas + Zac

Ultimamente, é do outro lado do mundo, mais precisamente da Austrália, que chegam os casamentos mais bonitos: os mais singulares, com belas ideias postas em prática, cenários e conceitos que trazem frescura para o mercado. Um verdadeiro prazer!

O casamento que escolhi para hoje combina modernismo visual com uma cerimónia religiosa absolutamente intimista e clássica, um vestido intemporal e romântico com um penteado cor de fogo intenso, um bouquet com tons nudes e vermelhos sanguíneos, fotografias no bosque e recepção num restaurante contemporâneo com decoração orgânica e minimal… Tudo opostos e no entanto, tudo flui numa harmonia completa, natural, sem sobressaltos: tudo se completa, tudo se une.

E que bonito que isso é!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“…the past few years were leading up to that very moment. The moment where our lives were about to become one.”

 

Repararam na pinta da comida? Pois casamentos pequenos e intimistas permitem esta sofisticação!

História via Junebug Weddings, fotografia via Black Bird Tale.

 

Susana Pinto

Marta + André, um casamento campestre e oh so chic!

Damos as boas vindas a Maio, o nosso mês de festa (festejamos o 7º aniversário online, imaginam…?)! Esta semana fechamos com o casamento campestre e totalmente chique, da Marta + André, em Águeda, com uma passagem pela Curia, cheio de detalhes maravilhosos, capºtados pela lente da dupla Momento Cativo.

A Marta escolheu um colorido vestido da Needle & Thread (é sempre giro encontrarmos alguém com a mesma visão que nós!), que fez acompanhar por umas deliciosas sandálias douradas (yet again, tenho iguais, vermelhas!), tudo numa sintonia simplesmente elegante e festiva. Tudo o resto acompanha, sendo a felicidade geral, o fio condutor.

Que bonito que foi este dia e o caminho até lá!

Bom fim-de-semana!

 

 

 

 

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?
Pensámos sempre no nosso dia como uma celebração muito natural, rodeados de amigos e família, num espaço descontraído onde todos nos sentíssemos bem.

 

 

 

 

 

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?
Claro que ao longo de mais de um ano de preparação houve altos e baixos… momentos em que estávamos entusiasmadíssimos, outros em que percebíamos que não era tão fácil concretizar a nossa visão e que desanimávamos um bocadinho, mas ao longo de todo este tempo estivemos sempre muito calmos, tentámos desfrutar ao máximo desta experiência.

 

 

 

 

 

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?
Soubemos desde sempre que o nosso dia seria 9 de Junho mas só percebemos mesmo que se ia concretizar quando encontrámos um espaço como queríamos e fechámos com a quinta. Até lá, parece sempre que ainda não é bem real, que tanto pode ser naquele dia como em qualquer outro, naquele ano ou no próximo… Escolher o local onde tudo se vai realizar é a materialização de tudo!

 

 

 

 

 

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?
Quando se fala em casamento, todos temos uma ideia do que gostaríamos de fazer. Achamos sempre que é possível fugir ao convencional e fazer diferente. Sempre quisemos que este fosse um dia de festa, descontraído, sem grandes formalidades. Conseguir receber todos numa casa de família foi logo a primeira opção que rapidamente se revelou impossível dada toda a logística. Depois de sermos chamados à realidade, tivemos apenas que encontrar o melhor local e os fornecedores certos para nos ajudarem na realização deste dia. Se pensarmos apenas no local, não foi fiel às ideias iniciais, mas na verdade foi ao encontro de tudo o que sempre imaginámos. Conseguimos fazer uma cerimónia ao ar livre, intimista, rodeados por uma natureza incrível, num cenário que estávamos longe de imaginar ser possível. Seria também de todo impossível sem o apoio dos nossos pais que desde o primeiro dia puseram literalmente mãos à obra connosco, para conseguirmos materializar tudo da forma personalizada que queríamos. Desde pendurar painéis no tecto, até construir um bar de raiz, as nossas ideias só se tornaram possíveis com a ajuda incansável que nos disponibilizaram!

 

 

 

 

 

O que era fundamental para vocês? E sem importância?
Era fundamental para nós termos a presença dos nossos familiares e amigos mais próximos. Conseguir estar com todos e dar um bocadinho de atenção a cada um deles era uma preocupação. Queríamos que fosse um casamento bonito, com bom tempo para usufruirmos da natureza, com boa comida para que todos saíssem satisfeitos, boa música e, acima de tudo, boa disposição. Sem importância? Talvez tudo tenha tido a sua importância, na verdade… Talvez o vestido de noiva tenha sido mesmo o elemento com menos preocupação no meio de tudo…

 

 

 

 

 

 

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?
O mais fácil foi decidir a data. Na manhã seguinte ao pedido, acordámos e decidimos que seria a 9 de Junho. Queríamos uma data especial, que não se sobrepusesse a nenhuma das nossas datas já existentes. Foi basicamente uma data a pensar no futuro… Pensámos que casar na véspera de um feriado era a melhor ideia para que todos os anos pudéssemos celebrar a data da melhor forma e não pensámos duas vezes!
O mais difícil foi decidir o local e cumprir com o budget que tínhamos em mente. Fazer um casamento low cost com as exigências que tínhamos foi mesmo uma utopia que nos custou a assumir logo de início. Depois de percebermos que para andar com as coisas tínhamos que ceder em algum ponto, tudo se tornou mais simples…

 

 

 

 

 

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?
A cerimónia foi sem dúvida o pico sentimental do nosso dia… As leituras dos nossos familiares, os discursos dos nossos padrinhos e, claro, os nossos votos, foram momentos em se tornou quase impossível conter as lágrimas.

 

 

 

 

E o pico de diversão?
O pico de diversão chegou depois do jantar, quando todos estávamos mais descontraídos mas na verdade, também, antes do próprio casamento. Como ficámos alojados com pais, avós e padrinhos num hotel na noite anterior, acordámos todos no mesmo sítio, o que tornou o dia logo animado desde o pequeno-almoço. No quarto da noiva viveram-se momentos absolutamente inesquecíveis, de pés descalços, entre maquilhagens e pregos no pão, comidos a correr. Mas o mais inesperado surgiu mesmo à noite, quando os padrinhos desafiaram o noivo para dançar!

 

 

 

 

 

Um pormenor especial…
O bambi! Este foi provavelmente o pormenor mais especial do nosso casamento e que praticamente só nós nos devemos ter dado conta mas que, na verdade, foi verdadeiramente inesquecível para nós. Este foi um dos motivos, aliás, que nos levou a escolher a quinta Cheiro DʼAlecrim. A quinta assemelha-se muito a um parque natural e numa zona da propriedade tem veados. Poder fotografar com um deles foi inesquecível. Afinal, quem pode dizer que alimentou um veado em pleno casamento?

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?
Não mudávamos nada. Foi um dia inesquecível, irrepetível e que vamos guardar para sempre como um dos melhores da nossas vida.

 

 

 

 

 

 

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…
Desfrutem o momento. Desde a preparação até ao próprio dia, é importante que façam uma celebração a pensar em vocês e que consigam relaxar até lá. Tentar fazer tudo com calma, estabelecer prazos para ter as coisas prontas e respirar fundo depois.

 

 

 

 

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e materiais gráficos: Dois Igual a Três Lifestyle Agency;

local: Cheiro D’Alecrim;

catering: Francisco Vieira;

bolo: Teresa Pinto Basto;

fato do noivo e acessórios: Hugo Boss;

vestido de noiva e sapatos: vestido Needle and Thread, sapatos Bimba & Lola;

maquilhagem: Inês Mocho;

cabelos: Cristina, Góis Cabeleireiro;

bouquet: Cracha Wedding Agency;

decoração: Dois Igual a Três Lifestyle Agency com o apoio de Cracha Wedding Agency e Pilar Eventos;

fotografia: Momento Cativo;

video: Ctrl + N;

som e Dj: Francisco Aires Pereira.

 

Susana Pinto

Mariana + Luís: um casamento sofisticado, intimista e pleno de riso!

Hoje trazemos um casamento intimista, elegante, sofisticado e cheio de emoções: sim, porque todos estes adjectivos – e outros tantos – podem coexistir em harmonia!

Falamos do casamento doce da Mariana + Luís, com cerimónia na Igreja Matriz de Alqueidão, na Figueira da Foz e recepção na Quinta das Silveiras, com catering, serviço e decoração da Iguarias do Tempo, em Leiria.

As fotografias são do estreante cá de casa, Pedro Sifredo Photographer e a Mariana usou, a acompanhar o seu belíssimo vestido de mangas comprdas (um must!), um dos maravilhosos acessórios da Cata Vassalo, um travessão para o cabelo.

Acompanhem o relato suave deste dia e do caminho para cá chegar: é tudo bonito e doce (e divertido, reparem na fotografia dos noivos com os instrumentos, giríssimos)!

 

 

 

 

 

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

Imaginámos que tudo aconteceria num dia de outono, como sempre desejámos… Queríamos um ambiente à nossa imagem, simples, com um toque campestre mas nunca descurando a delicadeza e o requinte… Imaginámos um dia, nosso e acima de tudo com os nossos, muita festa e que todos se sentissem igualmente especiais. Queríamos que fosse um casamento pequeno e íntimo, com os essenciais.

 

 

 

 

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?

Tudo começou com “o” pedido a 10 de Maio, andei uma semana a curtir o “sim”. Quando demos a notícia aos meus pais, perguntei à minha mãe se ela acharia que ainda seria possível ser naquele outono, ao que ela respondeu muito prontamente “claro que sim, força!”. E assim foi, tínhamos 5 meses para preparar tudo, não deu sequer tempo para contemplar nervosismos.

O Luís só queria que chegasse o dia, para ele estávamos mais do que preparados!

 

 

 

 

 

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?

Podemos dizer que tivemos a sorte de estar rodeados por equipas fantásticas, que logo de início perceberam o que queríamos e como o queríamos. Por muito que gostássemos, não tínhamos tempo para usar a máxima “feito por nós”, tivemos que pedir ajuda, no entanto sentimos que foi tudo “feito por nós”, porque todos nos compreenderam e fizeram tudo à nossa imagem. Os primeiros preparativos para o casamento começaram na Quinta das Silveiras, e, logo após a primeira reunião, dissemos um para o outro: “Tranquilo, é mesmo isto, vai tudo correr bem”.

 

 

 

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?

As ideias iniciais mantiveram-se até ao grande dia. Foi um dia de sonho, tornado realidade, com a ajuda de todos. Os nossos pais e irmãos foram fundamentais para que tudo fosse perfeito, foram e são o nosso grande pilar. Os amigos estiveram sempre prontos a ajudar e a tranquilizar-nos. Nunca faltaram mãos para nos dar apoio.

 

 

 

 

O que era fundamental para vocês? E sem importância?

Tudo era fundamental, não havia nada com menos importância. A razão por querermos um casamento pequeno, foi porque desejávamos dar importância a tudo e todos. Queríamos que cada convidado se divertisse e que aproveitasse ao máximo todos os momentos, tal como nós.

 

 

 

 

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

Demos por nós a dizer um para o outro ”que estranho, isto é tudo à primeira…!”. Foi isso mesmo, não sentimos dificuldade em nada especifico. Quando estávamos com alguma dúvida ou entrave, rapidamente se resolvia ou, melhor, rapidamente aparecia algum familiar ou amigo e tudo se resolvia. Foi incrível!

 

 

 

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

A nossa opinião neste aspecto é bastante coesa, neste dia o pico sentimental começa logo pela manhã, com pequenos gestos, com tudo o que nos rodeia. E somos da opinião que este pico só começa a baixar uma semana depois. São momentos muito intensos, de muita entrega , de muito amor.

 

E o pico de diversão?

O baile, sem duvida o baile…! Muitos risos, muita animação. Tivemos um bar de gins e cocktails maravilhoso, que se encarregou de garantir que a festa seria pela noite dentro.

 

 

 

 

 

Um pormenor especial…

Tudo foi especial, mas é claro que houve momentos carregados de mais emoção. Arriscamo-nos a mencionar (só) alguns, porque se não este questionário não terminaria… A minha irmã a cantar o “Avé Maria” acompanhada pela filarmónica onde somos músicos, a presença dos escuteiros na cerimónia, os amigos de ambos que se juntaram e nos fizeram um vídeo, os olhares e gestos de carinho que recebemos ao longo do dia. E dizemos com toda a certeza que tudo foi especial porque todos os nossos convidados são especiais e se dedicaram especialmente a nós neste nosso dia.

 

 

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?

Não. Nada mudaria. O Luís queria que voltasse tudo a acontecer!

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…

O que posso dizer a todas as noivas e futuras noivas é que aproveitem ao máximo cada momento do vosso dia, passa muito rápido (não, não é boato, é bem verdade). É sem dúvida um dia muito especial, fantástico e único. Nada de stress, vai correr tudo bem!

 

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e materiais gráficos: Adjectivos de papel;

local e decoração: Quinta das Silveiras;

catering: Iguarias do Tempo;

bolo: Brisanorte através da Iguarias do Tempo;

fato do noivo e acessórios: fato Prassa, sapatos Amour Glamour Boutique;

vestido de noiva e sapatos: vestido Pronoivas, sapatos Daniela Catraia;

acessórios da noiva: brincos da avó materna, travessão de cabelo Cata Vassalo;

maquilhagem: Inês Ferreira (amiga da noiva);

cabelos: Salão Dina – Cabeleireiro e Estética;

bouquet: Cantinho da Irene ((loja local) e mãe da noiva;

decoração da igreja: Cantinho da Irene (loja local) e pais dos noivos;

ofertas aos convidados: mães dos noivos;

fotografia: Pedro Sifredo Photographer;

luzes, som e Dj: através da equipa Iguarias do Tempo;

duo durante aperitivo: Vanessa e Cató;

carro Clássico: Bruno Rodrigues (amigo do noivo).

 

Susana Pinto

Um casamento multicultural: Puyan+Paul

Hoje trazemos para aqui um casamento com um exagero de imagens, já cortadas em selecções sucessivas e impiedosas, e ainda assim são umas boas dezenas.

É que é tão, tão bonito, que foi impossível fazer uma selecção mais pequena: é a festa iraniana, alemã e francesa de Puyan (germano-iraniana) + Paul (francês), que aconteceu em em Périgord, França (com ambos a viver em Berlim!).

Uma mansão, duas cerimónias tradicionais, uma cristã, na pequena capela, e outra iraniana, ao ar livre, centenas de convidados dos quatro cantos do mundo, um Fiat 600 cor de cereja, magnífico, presente do pai da noiva e muitos detalhes lindos de morrer…

O vestido magnífico foi criado por Puyan, que é designer de vestidos de noiva e figurinista de teatro: todas as flores foram recortadas, tingidas e aplicadas à mão (reparem na delicadíssima boutonnière do noivo…!), Paul é ilustrador e desenhou todos os materiais gráficos e os padrões dos tecidos para a roupa dos mais pequenos, também feita por Puyan.

Tiraram partido do próprio espaço, uma mansão no meio do nada, onde puderam tirar partido da decoração e ambiente natural e orgânico, e até trouxeram com eles 2 cozinheiros e uma cantora.

Tudo é uma festa, tudo é amor e abraços e muita felicidade. Tudo é partilha…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As fotografias são de Jérémy Boyer. Passem pelo seu site, para ver a selecção completa, que é deliciosa!