Real Weddings Arquivos - Página 3 de 60 -  Simplesmente Branco 

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Da Islândia, com amor: Maja + Patrick

Hoje trazemos uma paisagem exótica e invernosa: o cenário é tão espectacular que tem a presença de um convidado.

Bem-vindos à Islândia, para um casamento a dois: temos fjords, cascatas, natureza selvagem, glaciares, mas também um incrível vestido e imagens muito, muito felizes, onde a doçura é mais forte que a melancolia escura do local, onde a energia dos elementos se funde nos sorrisos e gestos.

A escolha deste destino e deste formato é explicada de forma lógica e irrefutável, pelos noivos: “We fell in love with Iceland for its romantic melancholy scenery – and its neutrality: with our families being spread all over the world (in China, Germany and the UK) it was impossible to include everybody, so a private wedding followed by receptions seemed the fairest way.”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As fotografias são de Mait Jüriado, via Utterly Engaged:

“We really fought with the weather, my lenses were constantly full of black sand and it was hard to move on the beach. But, it was so rewarding to see the most happy faces when we ended up on the iceberg fields so called “ice lagoon” in the end of our first day.We drove more than 800km in two days in southern part of Iceland. After every corner the veil of dreams was lifted and we thought this is the mother of core beauty of all. Raw, clean, pure, you feel so small in it that it must be one of the most magical places to get married on earth. Mostly we were just improvising, exploring new places and places I’ve been before, not in a hurry, just enjoying it all despite the weather. Memorable days to remember forever. I’m so happy that I was able to be there with you, Maja and Patrick.”

 

Dramaticamente bonito, verdade?

 

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Raquel + Mário: um casamento intimista ao ar livre

Bom dia! Estreamos hoje mais uma das pequenas mudanças que vamos implementando devagarinho, até ao grande final que será o novo layout.

Decidimos refrescar as nossas peguntas que contam as histórias dos noivos desde 2010 (!!!), e a estreia coube à Raquel + Mário, que escolheram a Quinta da Boeira, em Gaia, e o mês de Julho para criar o seu casamento intimista e ao ar livre.
Deixem-se levar pelas palavras dos dois e pelo vídeo lindo da Vanessa+Ivo Handmade Films (prestem atenção ao bouquet Pinga Amor!).

Trabalho bonito resulta da soma das partes: as ideias e vontades dos noivos, o talento criativo dos fornecedores e a capacidade (e vontade) de todos de se ajustarem e fazerem mais e melhor para que o dia seja o mais bonito dos dias!

 

 

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

Nós sempre imaginámos o nosso dia como uma cerimónia bonita, intimista e familiar. Nunca colocámos a hipótese de um casamento com muitos convidados e sempre preferimos algo simples, mas que refletisse o nosso amor e as nossas personalidades. Quando o “sim” ecoou no ar, começámos logo a pensar qual seria o melhor local para reunir os nossos amigos e familiares mais próximos. Nunca quisémos ir pela tradicional quinta de casamento e, para dizer a verdade, conseguir com que todos os factores mais importantes para nós estivessem alinhados (localização central, dentro do orçamento, com bonitos espaços ao ar livre e completamente personalizável), não foi particularmente fácil. Como vivemos em Londres, tivemos de fazer tudo à distância e de forma planeada. Antes que conseguíssemos reunir uma mão cheia de locais que pudéssemos ir visitar de uma vez, todas as nossas pesquisas e contactos foram feitos pela internet. Não é tarefa fácil, sobretudo para um país que não está tão habituado a comunicar apenas por email.  Casar ao ar livre no meio da natureza, era a nossa ideia. Sempre soubemos que não queríamos casar pela igreja e que a cerimónia e a recepção seriam num cenário natural. Nunca pensámos que sair da ideia tradicional de casar numa quinta, fosse tão difícil. Quando somámos os orçamentos para deslocação de material, mobiliário e catering para o meio do monte, vimos que era totalmente insustentável. Tentámos dar a volta a este modelo de casamento através de uma solução que melhor se adaptasse ao que queríamos e tentámos encontrar um sitio que nos permitisse personalizar o mais possível e usar os seus jardins como envolvente. Queríamos algo único, só nosso, feito para nós e para os nossos convidados onde as regras de organização seriam coordenadas por nós. Tivemos sorte de termos encontrado a Quinta da Boeira e de eles terem entrado no nosso desafio com a mesma ambição.

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?

Nunca houve muitos nervos e sempre tivemos preparados e confiantes. Claro, que no grande dia há sempre alguns nervos, sobretudo quando a família ainda não está pronta e a noiva está quase a sair pela porta. Mas acho que faz parte do processo, um casamento sem uns nervos à mistura deve ser quase impossível. No nosso casamento, como houve muito trabalho da nossa parte na organização da decoração do espaço e de todos os pormenores, Há sempre um nrvoso miudinho permanente, com receio que algo falhe.

 

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?

Como vivemos fora de Portugal, decidimos voar uma semana antes do casamento para organizar tudo de uma forma mais relaxada. No entanto, já eram 5 da tarde do dia anterior ao casamento e ainda estávamos nós na Quinta da Boeira a montar tudo para o dia seguinte. Julgamos que foi só no dia anterior que conseguimos perceber que tínhamos tudo pronto para o grande dia. Olhando agora para trás, vemos que foi muito cansativo, mas adorámos todos os momentos. Sem dúvida que todos esses momentos de preparação antes do grande o dia, vão fazer parte da nossa memória para sempre.

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?

O resultado foi tal e qual como imaginámos. Escolhemos um tema que ambos gostávamos, romântico, vintage e ligado à natureza e espaços verdes. Conseguimos o mais importante, que era uma cerimónia e recepção ao ar livre, a mesa corrida sobre uma ramada de luzes mágicas que deixou todos os nossos convidados deliciados. Tudo foi preparado por nós a nível gráfico e de ideias. Houve muito trabalho de arts and crafts feito pela mãe e irmã da noiva que ajudou a compor o espaço de uma forma deliciosa. Houve todo um processo criativo que até passou pela criação de um website onde colocávamos todas as últimas notícias sobre o nosso casamento, e que permitiu actualizações periódicas com dicas e vídeos para manter os nossos convidados a par das nossas preparações para o grande dia. Queríamos que eles também pudessem fazer parte do nosso casamento a longo prazo e não só no próprio dia. Depois houve o trabalho da parte da Anica – a decoradora da Quinta da Boeira –  que criou todos os arranjos florais e completou o espaço com alguns objectos e pormenores essenciais. A equipa do catering foi incansável e espectacular. O sr. Francisco da Grandes Encontros tem uma equipa muito profissional e disponível, que fez com que o nosso dia corresse sem qualquer problema. Um serviço 5 estrelas e comida deliciosa!

 

O que era fundamental para vocês? E sem importância?

Um dos nossos principais requisitos era fazer um casamento ao ar livre e a única coisa que nos podia demover disso seria a chuva. Como casámos no Verão, estivemos mais descansados quanto a isso e fizemos de tudo para planear o nosso grande dia no exterior, em mesa corrida debaixo do cenário mais maravilhoso que encontrámos. Nós nunca fomos a favor de mesas redondas, até por julgamos que não funcionam muito bem e acabam por segregar os convidados em pequenos grupos. Como o nosso casamento foi mais pequeno e familiar, a mesa corrida resultou muito bem e todos os nossos convidados interagiram uns com os outros de uma forma mágica. Era fundamental que tivéssemos completo controlo sobre a decoração e organização e que todo o ambiente fosse decorado de forma sofisticada, mas simples e intimista.

Como não tínhamos um orçamento muito alargado, decidimos fazer muitas coisas pelas nossas próprias mãos, mas se houve algo que não podíamos abdicar foi da nossa equipa de fotógrafos e videógrafos. Olhando agora para todo o trabalho envolvido e o resultado final, podemos dizer que ter alguém em quem confiar para registar o dia para sempre, é fundamental.

Nós não demos importância a convites de casamento, porque decidimos fazer tudo online (website e pagina de Facebook) e criar uma plataforma que pudesse interagir com os nossos convidados de uma forma mais directa e regular. Com isso também conseguimos cortar alguns custos associados com a impressão e envio a que os convites de casamento normalmente obrigam.

 

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

O mais fácil foi encontrar um tema e inspirações para o nosso casamento. Hoje em dia é possível encontrar muita informação pela internet e para pessoas criativas como nós, encontrar um fio condutor de ideias foi relativamente fácil. O resto foi só pôr as mãos à obra. Os cones de arroz, vasos, frascos decorados para velas, a árvore de família com fotos espalhadas pelo jardim, o photobooth e a mesa do livro de convidados foram pensados e feitos por nós e por membros das nossas famílias.

O mais difícil foi gerir as expectativas do que pretendemos com a realidade, numa posição à distância. É muito difícil organizar tudo via email e houve muito trabalho da nossa parte na coordenação com o espaço e a decoradora. Se não tivéssemos nervos de aço, paciência, mas também alguma compreensão, teria sido uma situação muito stressante para quem tenta organizar tudo sem a ajuda de uma wedding planner.

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

O pico sentimental do dia foi a nossa leitura de votos. Todos ficaram emocionados.

 

E o pico de diversão?

Foi quando mostrámos aos nossos convidados um vídeo que preparámos exclusivamente para eles durante o nosso casamento. Foi muito emotivo e divertido.

 

Um pormenor especial…

A nossa mesa corrida. Tivemos imenso cuidado com tudo o que se colocou na mesa, incluíndo o tipo de flores e arranjos, a marcação das mesas, cadeiras, atoalhados, arranjo dos menus e guardanapos. A iluminação da mesa acrescentou um toque especial à medida que anoitecia, o que ajudou a recriar um ambiente familiar e inesquecível. Outro pormenor especial foi o carimbo que mandámos fazer com um design nosso e com as nossas iniciais. Com isso conseguimos personalizar muitos pormenores e acrescentar aquele toque diferente sobretudo nas ofertas aos nossos convidados.

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?

Como o nosso dia correu tão bem podemos dizer que não mudávamos nada.

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…

Para as noivas de Portugal que planeiam organizar o seu casamento à distância com um orçamento limitado, posso dizer que é preciso encarem todo o processo como um desafio e um projecto unicamente vosso, um pouco como uma pequena grande missão. É um caminho cheio de perseverança, de frustrações, mas também cheio de satisfação à chegada do grande dia e da meta final. Para quem não quer seguir o tradicional ou o normal, ainda é difícil encontrar serviços que estejam preparados sem que os noivos rebentem o orçamento. Para quem quer fugir das habituais quintas e planear algo mais seu e personalizado, é preciso fazer algumas cedências. Mas com esforço e preserverança (e as tradições já não são totalmente o que eram), o mercado vai mudando todos os dias um bocadinho e casar já não é apenas o dia em que a noiva vai de branco.

 

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e materiais gráficos: feitos pela noiva Raquel;

local: Quinta da Boeira;

catering e bolo: Grandes Encontros Catering (o melhor bolo de noiva de todos os tempos!);

fato do noivo e acessórios: fato Ben Shermann, sapatos Ted Baker, laço Mrs. Bow Tie;

vestido de noiva e sapatos: vestido White One by Pronovias, sapatos Charlotte Mills e Converse All Star, acessórios de cabelo Britten Weddings e jóias de família;

maquilhagem: Bárbara Brandão;

cabelos: Vanessa Campos Hairstyle;

bouquet: Pinga Amor;

decoração: feita pelos noivos e família em coordenação com Ana Magalhães Queiroz e Sara Castro, da Quinta da Boeira;

ofertas aos convidados: abre caricas em forma de chave vintage com caixinha de cartão para rebuçados Bola de Neve e carimbo personalizado pelos noivos;

fotografia: Memories Fotografia;

vídeo: Vanessa&Ivo Handmade Films;

luzes, som e Dj: MusicBox Porto.

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Ana Luísa + Ricardo, do Brasil com amor

E regressamos alegremente aos nossos casamentos bonitos das sextas-feiras!

O de hoje, é da Ana Luísa + Ricardo, e chegou-nos pelas mãos da Bouquet de Liz, que tratou dos convites, do bouquet e de toda a decoração floral.

Do Brasil, com amor, fica a festa da Ana Luís + Ricardo.

Para terminar a semana, estamos já na recta final de um total makeover aqui do site, e juntamente com o lado visual, iremos também mudar alguns conteúdos. Este será um deles, que terá um novo questionário e será mais apurado: esperem para ver, porque será bonito!

Até lá, um óptimo fim-de-semana!

 

 

 

 

Como foi o teu pedido de casamento?

O pedido de casamento foi incrível porque em nenhum momento eu desconfiei que ele ia acontecer. Foi no dia 19 de Julho, o dia em que a felicidade tomou conta de nós. Na altura vivíamos no Brasil, e o Ricardo convidou-me para fazer um passeio a cavalo pela praia com um casal amigo. Como esse casal desmarcou no momento, nós fomos na mesma. Quando íamos a passear pela praia deserta às 8h da manhã de um domingo, o nosso guia sugeriu que parássemos e fossemos até ao topo da duna ver as vistas que eram muito bonitas. Assim fomos nós, de mão dada. Quando de chegámos ao topo, dou conta que temos um pequeno-almoço surpresa. No inicio achei que era surpresa da organização do passeio, a seguir pensei que fossem coisas deixadas por outras pessoas e só depois dei conta que era a manta do meu sofá…! Nesse momento gelei, a ansiedade tomou conta de mim, será que esta surpresa vinha com um anel…? A verdade é que veio com um anel maravilho e um pedido que me encheu o coração. Foi um momento muito mágico. Com a ajuda dos nossos amigos Kellen e Ricardo que não foram ao passeio para ajudar o Ricardo a preparar toda esta surpresa!

 

 

 

 

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Como estávamos a viver no Brasil, mas já tínhamos o regresso a Portugal marcado, decidimos que só iriamos tratar do casamento quando chegássemos. Começámos a tratar das coisas em Setembro, quando regressámos.

Começámos por definir o mês do casamento. Julho era sem dúvida o nosso mês para casar. Foi quando começámos a namorar e quando o pedido foi feito.

A prioridade seguinte foi decidir a igreja e o espaço da festa, para poder marcar o dia.

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Nunca quisemos ter um tema no casamento nem uma cor específica que se repetisse em tudo. Preferíamos um ambiente elegante e sofisticado, intemporal e sempre romântico.

Tivemos muito cuidado na escolha de tudo: as cores e espécies de flores, a marcação das mesas, os atoalhados e mobiliário, queríamos que tudo estivesse em sintonia.

 

O que era o mais importante para ti?

Demos bastante importância à escolha da quinta, do catering, da decoração e às pessoas que iam eternizar os momentos como o fotógrafo e o videógrafo.

 

 

 

 

E secundário?

Não houve nada secundário.

 

Onde gastaste mais dinheiro?

No catering. Para nós era muito importante garantir que a comida servida seria de alta qualidade. Outro aspecto muito importante, foi o investimento em decoração no que toca aos detalhes e à criação de ambientes agradáveis.

 

 

 

 

Onde gastaste menos?

Os missais, os cones de arroz, os lenços de lágrimas de alegria, as argolas de guardanapos, as caixinhas de higiene que colocámos nas casas-de-banho, tudo foi criado e preparado por nós e por pessoas das nossas famílias, o que nos permitiu dar um toque pessoal e poupar algum dinheiro.

 

O que foi mais fácil?

Escolher a pessoa que nos iria ajudar a concretizar os ambientes que queríamos criar. Os detalhes que vimos no trabalho da Bouquet de Liz e a sua paixão pelo pormenor fez com que não tivéssemos dúvidas de quem queríamos ao nosso lado.

 

 

 

 

 

O que foi mais difícil?

Uma escolha muito difícil foi a quinta. Queríamos uma quinta com alma, com um jardim encantador e uma sala com personalidade. Visitámos cerca de 20 espaços e, por incrível que pareça, escolhemos o primeiro que vimos.

 

O que te deu mais prazer criar?

Como sou designer de interiores, certamente todas a opções que fizemos no que toca à decoração. Foi muito prazeroso definir as decorações na igreja e na quinta. Os convites foi outro ponto que amámos, pois ficaram exatamente como nós queríamos.

 

 

 

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

É a nossa cara, foi exatamente o que nós queríamos! A única cedência que fizemos, foi na pista de led que realmente tivemos de abdicar, porque tudo o resto foi como sonhámos.

 

Um pormenor especial?

Somos pessoas de detalhes, por isso tivemos muitos pormenores no nosso casamento. Os lenços das lágrimas de alegria que oferecemos na entrada da igreja tinham renda que foi feita pela minha avó. O bouquet tinha duas medalhas com as fotografias dos meus avós. O vinho tinto do casamento e o azeite das lembranças são produção dos avós do Ricardo. Além disso colocámos uma mesa na sala do copo de água com as fotos do casamento dos nossos pais e dos nossos avós.

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

A única coisa mais difícil de coordenar durante o dia, foi a sequência durante o copo de água, tendo algumas coisas sido atrasadas e não realizadas com a ordem que tínhamos pensado. Por isso, e vendo agora, teria sido bastante útil termos contratado uma cerimonialista durante o copo de água, uma vez que durante a cerimónia na igreja tivemos uma pessoa a ajudar-nos.

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

Para os noivos com muitos convidados, como foi no nosso caso, aconselhamos que deixem bastante tempo de intervalo entre as várias etapas do dia do casamento, de forma a conseguirem recuperar eventuais atrasos. Outro ponto importante em casamentos com muitos convidados é terem uma pessoa a ajudar na distribuição das ofertas.

 

 

Os nossos fornecedores:

 

convites, materiais gráficos, flores e decoração: Bouquet de Liz;

local: Quinta da Memória;

catering: Encontrus;

fato do noivo e acessórios: Hugo Boss;

vestido de noiva e sapatos: vestido Rosa Clará, sapatos Unisa;

maquilhagem e cabelos: cabelo: Sónia Pereira; maquilhagem: Catarina Ferreira;

ofertas aos convidados: havaianas, Bia Rasteirinhas; Garrafa de azeite feito pelos noivos e espetadas de gomas, Entresorrisos;

fotografia: José Raposo;

vídeo: 2 Play+;

Dj: Raul Lemos Saxofonista: Gabriel Neves;

animação: EntreSorrisos.

 

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Rita + Gonçalo, nas nuvens!

Fechamos com o último casamento do ano, e coube a vez à Rita + Gonçalo, fotografados pela Mariana Megre, em pleno mês de Julho, na Pousada de Alcácer.

A ajuda foi caseira para uma festa bonita, e como sempre, com amor tudo se faz e a partilha dos momentos, decisões e até do nervoso miudinho, torna tudo mais emocionante.

Depedimo-nos destes artigos, começaremos o ano com um novo formato (e em breve, uma casa nova!)

 

 

 

 

Como foi o teu pedido de casamento?

Primeiro foi sem anel, em Novembro de 2014 na Quinta da Marinha, o Gonçalo fez-me uma surpresa. Na passagem do ano de 2014 para 2015, estávamos todos em família e o Gonçalo anunciou aos pais que me tinha pedido em casamento, escusado será dizer que fiquei super envergonhada e disse: “Mas não tenho anel!”

Risada total, a mãe do Gonçalo disse: “Temos que tratar disso rapidamente.”

O pedido com anel foi num helicóptero a sobrevoarmos Lisboa, mas o anel estava super largo. Eu não desconfiava de nada, até porque íamos passar o fim-de-semana ao Alentejo e comemorar mais um dia dos namorados. Eu queria sair de Lisboa antes de o trânsito ficar caótico, era sexta-feira e já passava das 15h. Mas no final fiquei super feliz e enviei logo fotografias do anel às minhas amigas a contar tudo. Quando o Gonçalo fez a pergunta “Queres casar comigo?”, e me colocou o anel no dedo, eu não respondi que sim, só disse “Está tão grande…!”. Claro que o piloto que estava a assistir a tudo começou a sorrir e disse “E a resposta?” Aí sim, eu disse que sim!! Estava duplamente nas nuvens.

 

 

 

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Comecei a organizar-me em Fevereiro. Primeiro o vestido, e depois o espaço, a Pousada em Alcácer do Sal.

Ainda pensámos em casar no Fundão, pois a família do Gonçalo tem lá uma quinta (Quinta dos Quinteiros), com capela e é espetacular, de sonho mesmo. Mas analisámos tudo muito bem e optámos por Alcácer que é a minha terra e eu fazia muito gosto!!

Eu queria casar em Junho, é o mês dos anos dos meus pais e da mãe do Gonçalo, mas como o noivo disse que iria ter muito trabalho nessa altura e que não era conveniente tirar férias, empurrámos para 16 de julho. Ao inicio não fiquei muito contente, mas passou!

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Clean. Gosto das coisas simples. Gosto muito de verde menta e o branco, que foram as cores escolhidas para o casamento.

Adoro flores brancas e as hortênsias eram a minha primeira opção: escolhi-as para o bouquet e para a decoração das mesas no copo de água.

Para a igreja optei por gipsophyla e coloquei pequenos raminhos, presos com fita verde menta nos bancos. As altares tinham também gipsophyla e hortênsias.

Os claustros foram decorados com candelabros com velas e no lago colocámos lanternas grandes, com velas e potes com flores.

Para afastar os mosquitos, companheiros habituais da noites de verão em Alcácer, utilizámos archotes e velas com citronela, e nas casas de banho, colocámos repelente.

O bolo dos noivos foi decorado com cerejas para que o Fundão estivesse presente em Alcácer do Sal!!

 

 

 

 

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Porque as wedding planners eram um pouco dispendiosas e resolvi pôr mãos à obra com a ajuda incondicional da minha mãe e das minhas amigas.

 

Tiveste ajuda?

Sim! A minha mãe fez quase tudo! Ajudou na decoração, fez os papéis para identificar os lugares de cada convidado, decorou a Pousada comigo, ajudou na fotocabine com adereços e, acima de tudo, teve muita paciência para os dias em que ficava mais stressada.

O meu pai ajudou nas pinturas e as minhas amigas Teresa e Joanas estiveram comigo sempre, para me darem muita força, para experimentar o vestido de noiva, para me ajudarem com os convites, com a decoração. Outra amiga, a Sofia, fez-nos os convites e todo o estacionário. Foi uma grande ajuda e é uma designer cheia de gosto.

 

O que era o mais importante para ti?

Que eu e o Gonçalo nos divertíssemos com os nossos amigos e família num dia tão importante para nós.

 

 

 

 

E secundário?

Que tudo funcionasse como planeámos…

Não considerámos que oferecer uma lembrança, como em todos os casamentos, fosse assim tão importante, pois é uma coisa a que sinceramente damos pouco valor. Mesmo assim arranjei uns leques para oferecer na missa, uma vez que o Alentejo no verão é muito quente.

 

Onde gastaste mais dinheiro?

Na Pousada! A Pousada foi toda reservada para o casamento e o catering foi com eles, bem como as mesas, cadeiras, serviço de jantar.

 

Onde gastaste menos?

Na cabeleireira e maquilhadora. Os convites também foram muito acessíveis, só pagámos a impressão, e aóptimo preço, numa gráfica do Fundão.

 

 

 

 

O que foi mais fácil?

Apesar de algum stress nos últimos dias, tudo pareceu fácil e foi maravilhoso de organizar.

 

O que foi mais difícil?

Acertar todos os pormenores na Pousada.

 

O que te deu mais prazer criar?

O vestido, com a grande ajuda da Inês Pimentel, e a decoração.

 

 

 

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

Temos que fazer sempre algumas cedências. Mas não podia estar mais feliz pelo resultado final e por nos termos divertido tanto!!

 

Um pormenor especial?

Para mim foi tudo especial, desde a organização até chegar à cama já de manhã com o sol a sorrir-me!

 


Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Não!

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

Aproveitem ao máximo o momento, pois passa rápido demais (já as minhas amigas me tinham dito o mesmo), e é um dia fantástico, especial e único!! Sem stresses!

 

 

 

Os nossos fornecedores:

 

convites e materiais gráficos: Sofia Canhoto (irmã de um amigo meu);

local e catering: Pousada D. Afonso II, em Alcácer do Sal;

bolo: Casimiro Jerónimo (pasteleiro e cozinheiro amigo dos meus pais);

fato do noivo e acessórios: fraque feito no Fundão; sapatos Labrador e relógio de bolso de família;

vestido de noiva e sapatos: vestido Inês Pimentel; sapatos da Oficina Lisboa, pregadeira e brincos da família da mãe do Gonçalo;

maquilhagem: Sónia Claro;

cabelos: Rosário Batoque;

flores: Florista O Bouquet (Paula e Lena);

lembranças para os convidados: não tivemos, apenas uns leques para atenuar o calor Alentejano de Julho;

fotografia: Mariana Megre;

luzes, som e Dj: Rui Barros.

 

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“Obrigado, Matilde!”

“Queríamos agradecer a tua dedicação, paciência e simpatia no nosso dia! Foi óptimo ter-te connosco neste dia tão importante para nós.

Foi uma tranquilidade saber que estavas a gerir da melhor forma toda a reportagem fotográfica. Queria também agradecer-te de forma especial os breves conselhos que me foste dando, durante a preparação. De alguma forma, como já viveste dias de várias noivas, senti que me compreendias e que me acalmavas. Foi mesmo muito bom!”

 

Agradecer é uma arte que sem tem perdido devagarinho, como se não fizesse falta…

E quando esse agradecimento é assim bonito e sentido, além de aquecer o coração do destinatário, merece ser partilhado, até porque comprova a importância de um bom serviço e a certeza de que foi prestado da melhor forma – é assim que nascem a empatia e a satisfação genuína, que são contagiantes e felizes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dos noivos Mafalda + Tiago, para a doce Matilde Alçada, nossa fornecedora seleccionada, fotografados no dia do seu casamento no bonito Solar de Pancas.

Sweet!

 

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Alda + Miguel, 2 continentes e uma festa!

E Dezembro chega devagarinho…

Fechamos a semana com a festa da Alda + Miguel, Portugal e Peru juntos a celebrar!

Organizado à distância com a ajuda da família e amigos, o casamento bonito destes doivos foi fotografado pela dupla Menino conhece Menina, na austera e sempre espectacular Pousada de Santa Maria de Bouro, e contou com alguns pormenores bastante inusitados, mas garantidamente com graça.

Atentem nos bons conselhos da Alda: que tal considerar suporte profissional (como um wedding planner) para a véspera e no proóprio dia? É uma excelente ideia, pensem nisso!

Bom fim-de-semana!

 

 

 

 

 

 

Como foi o teu pedido de casamento?

O Miguel convidou-me para ir passar o fim-de-semana a Paris. Tínhamos andado o dia todo a caminhar pela cidade e estávamos a passear junto à Biblioteca Nacional, eu sentei-me nos degraus da escadaria enquanto ele tirava fotografias. A dado momento ele sentou-se nuns degraus mais abaixo, tirou do bolso uma caixinha, abriu-a e fez o pedido! Foi absolutamente inesperado!

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

A Pousada de Santa Maria do Bouro, por si só, é um espaço especial. Adicionar alguns pormenores como velas e flores foi o suficiente para criar o ambiente romântico mas descontraído que procurávamos.

 

 

 

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Somos os dois um bocadinho perfeccionistas. Tínhamos uma ideia muito clara do que queríamos, o que tornava difícil delegar a responsabilidade a terceiros.

Este processo não foi fácil porque implicou viagens constantes entre Londres e o Porto, e uma enorme coordenação do nosso tempo. Mas ter sido feito por nós e por pessoas que nos são tão queridas, tornou o dia particularmente especial.

 

 

 

 

Tiveste ajuda?

Sim. Os meus pais foram incansáveis. E sem a minha irmã e as minhas primas teria tudo sido muito mais difícil e menos memorável.

 

 

 

 

 

O que era o mais importante para ti?

Que o dia do nosso casamento fosse tudo aquilo que tínhamos imaginado, que nos divertíssemos muito, que a festa só acabasse de manhã. E, sobretudo, que os convidados que vieram dos quatro cantos do mundo para celebrar connosco, tivessem uma experiência inesquecível.

 

 

 

 

 

E secundário?

Nada foi secundário. Pensámos em tudo, com o máximo de pormenor.

 

Onde gastaste mais dinheiro?

No espaço e catering.

 

 

 

 

 

Onde gastaste menos?

Nos convites e ofertas aos convidados. Os convites e os puzzles que entregámos de lembrança às crianças foram desenhados por nós, e os saquinhos das ofertas foram feitos pela minha mãe.

 

 

 

 

 

O que foi mais fácil?

A escolha do fotógrafo. Não só porque adoramos o trabalho dos fotógrafos Menino Conhece Menina mas também por serem amigos de longa data, a escolha foi óbvia.

 

 

 

 

 

 

O que foi mais difícil?

O video e o menu. Tal como com o registo fotográfico, tínhamos uma ideia muito clara do estilo de video que queríamos e do resultado que procurávamos. Encontrar uma equipa que estivesse disponível a trabalhar connosco e sair da área de conforto para ir ao encontro do que tínhamos imaginado não foi fácil.

No menu queríamos incluir pratos tradicionais peruanos. Foi um trabalho intenso com a Pousada para encontrarmos os ingredientes correctos (alguns trazidos pelos pais do Miguel directamente do Peru) e acertarmos os sabores para igualarmos em excelência os pratos portugueses. No final o resultado foi fantástico, a julgar pelos comentários dos convidados peruanos.

 

 

 

 

 

O que te deu mais prazer criar?

A peça de teatro. Como a grande maioria dos nossos convidados vinha de fora, queríamos proporcionar-lhes uma experiência única e dar-lhes a conhecer os diferentes espaços maravilhosos da pousada. Convidámos um amigo que tem um companhia de teatro para adaptar uma das peças, e encená-la no nosso casamento. A ideia foi criar uma experiência teatral imersiva, da qual os convidados só se apercebessem no final. Tivemos actores misturados com os convidados, empregados de mesa que levavam convidados em visitas guiadas à pousada e um bombeiro que gerou enorme curiosidade até ao final do jantar, altura em que se deu o último acto que culminou, com a abertura de pista de dança.

As histórias que até hoje vamos ouvindo dos convidados sobre o porquê de termos um bombeiro na cerimónia, ou sobre os trajes estranhos de alguns convidados (actores), são deliciosas.

 

 

 

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

Naturalmente houve cedências e ideias que se foram sendo abandonadas ao longo do caminho, mas o casamento foi sem dúvida a nossa cara.

 

Um pormenor especial?

Os side-car que nos trouxeram da igreja até à pousada. A ideia surgiu em modo de brincadeira e a minha irmã encontrou uma empresa no Porto que faz passeios pela cidade e que se disponibilizou a fazer a viagem com as motas até ao Bouro, para o casamento.

 

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Teríamos contratado alguém que fizesse a coordenação/trabalho de bastidores na véspera e dia do casamento, para que não fóssemos nós a preocupar-nos com isso.

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

Se escolherem um local que não se dedica em exclusivo a casamentos ou não os faz habitualmente, certifiquem-se que o coordenador de eventos do espaço vai realmente estar responsável pela coordenação e supervisão dos diversos pormenores no dia do casamento.

 

 

Os nossos fornecedores:

convites e materiais gráficos: conceito e produção pelos noivos, impressão Qualquer Ideia;

local e catering: Pousada de Santa Maria do Bouro;

fato do noivo e acessórios: fato Huntsman Savile Row, sapatos Lotusse, gravata Mrs Bowtie;

vestido de noiva e sapatos: vestido desenho pela noiva e feito numa costureira, sapatos Haity;

anel de noivado: McCaul Goldsmiths;

alianças: MF Ribeiro Jóias;

maquilhagem e cabelos: Nuno Pereira Hair Studio;

flores: Estufas Maia;

fotografia: Menino Conhece Menina;

video: Ctrl N;

luzes, som e Dj: Ricardo Machado Factor Música;

música ao vivo: LatinCuba;

música da igreja: Adlib Quarteto de Cordas;

sidecar: Sideride Tours

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Liliana + Mário, o amor celebra-se a dançar!

Fechamos a semana em grande, querem saber porquê?

Porque não só trazemos um belíssimo casamento cheio de sol e calor do Alentejo, mas também porque a escolha dos noivos, no que toca a fornecedores, foi toda feita nesta bela casa chamada Simplesmente Branco… Que orgulho!

A Liliana + Mário prepararam a mais bonita festa: intimista, calorosa, cheia de detalhes cheios de significado para os dois e o que mais queriam era que a magia do dia fosse tangível e contagiosa… A julgar pelas imagens douradas captadas pelo Rui Gaiola, da Golden Days Photography e pela dupla Fullcut Wedding Films, no video, foi isso mesmo que aconteceu no Monte do Ramalho, em plena paisagem alentejana.

A decoração, feita à base de suculentas, teve dedinho das meninas Greenpic’k e a pista de dança (muito importante!) ficou a cargo dos animados Jukebox.

Para além desta equipa luxuosa (não estamos a exagerar, confirmem com os vossos olhos!), um pormenor bonito: o noivo usou uns botões de punho da Ninho de Cucos, feitos de prata e cortiça (em sintonia com o tema rústico e alentejano), que é a marca de joalharia de autor da minha querida amiga Davina Primo.

 

Eu não avisei que fechávamos a semana da melhor forma?

Bom fim-de-semana!

 

 

 

 

 

Sinalética de casamento no Monte do Ramalho, no Alentejo

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Logo após o pedido de casamento em Novembro de 2015 mesmo nos pés do Cristo Redentor na Cidade Maravilhosa!, começámos por decidir a data do casamento. Inicialmente tínhamos apontado para o final de 2016, mas como gostamos tanto dos dias longos de verão antecipámos para final de Junho.

O tempo já não era muito, mas como somos pragmáticos fizemos uma to do list e listámos todos os fornecedores que precisávamos de contactar, juntámos a informação com o que queríamos de cada um dos fornecedores e começámos a enviar e-mails para recolher propostas.

Primeiro tivemos de escolher o local onde queríamos que acontecesse o grande evento. Nós somos de Lisboa e o principal objetivo era fazer um casamento diferente, intimista, apenas com amigos chegados e família próxima, daí termos começado a procurar sítios com que nos identificássemos, nomeadamente no Alentejo (não temos família no Alentejo, mas é uma região que tem muito significado para nós). Também era importante que tudo pudesse acontecer num único sítio mas que fossemos nós a escolher todos os fornecedores e que também pudéssemos ter cerimónia religiosa e foi assim que encontrámos o Monte do Ramalho. Um local com uma beleza única, com pessoas dedicadas e bastante versátil face às nossas pretensões.

Nos restantes fornecedores (catering, decoração, fotografia, vídeo e DJ) também não foi uma escolha difícil (conseguimos sempre identificar fornecedores em linha com as nossas ideias, e em alguns casos o problema foi a indecisão face aos bons trabalhos de alguns fornecedores). Basicamente, e após algumas reuniões e pesquisas, chegámos a uma short list e escolhemos os fornecedores com quem nos sentimos melhor, com cujo trabalho nos identificávamos e com a ideia de casamento que estava a crescer e a ganhar força.

No final de 2015 tínhamos os fornecedores escolhidos e tudo encaminhado!

 

 

Retrato do noivo com botões de punho Ninho de Cucos

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Quisemos criar uma festa diferente (e quem não quer?) com as pessoas mais importantes para nós e queríamos que, para além de nós, noivos, os convidados se divertissem ao som de boa música, no meio da bela paisagem alentejana, com uma decoração acolhedora e que sentissem a boa energia daquele espaço. No fundo o objectivo foi fazer uma celebração simples mas especial, onde pudéssemos, enquanto noivos, também desfrutar do ambiente de festa e dar atenção a todos os convidados.

Optámos por uma decoração campestre mas com o toque sofisticado das suculentas! Adoro estas plantas e achei que fazia todo o sentido termos esse apontamento no nosso casamento. A Greenpic’k foi a escolha óbvia como nosso fornecedor para a decoração, pois são especialistas com as suculentas.

 

 

Bouquet de noiva rústico, da Green Pic'k

 

 

 

Tiveste ajuda?

Tivemos algumas dúvidas e, à medida que se aproximava a data do grande dia, íamos pedindo ajuda aos nossos fornecedores, que se disponibilizaram desde o primeiro minuto. Contámos também com a experiência deles para concluir algumas ideias, para além do que ficou inicialmente contratualizado.

As madrinhas e padrinho também foram acompanhando os preparativos e dando opiniões.

 

 

Cerimónia civi ao ar livre, no Monte do Ramalho

 

 

 

 

O que era mais importante para ti?

O mais importante para nós era conseguir um casamento descontraído, bonito e simples, em que pudéssemos viver o dia sem preocupações. Criar uma atmosfera com boa energia.

 

E secundário?

O alinhamento do casamento. Era importante para nós não ficarmos presos aos timings definidos.

 

Retrato dos noivos com a luz do Alentejo, por Golden Days Photography

 

Retrato dos noivos com a luz do Alentejo, por Golden Days Photography

 

Retrato dos noivos com a luz do Alentejo, por Golden Days Photography

 

Retrato dos noivos com a luz do Alentejo, por Golden Days Photography

 

O que foi mais fácil?

A escolha de músicas! Adoramos música e temos muitos momentos nossos, inclusivamente a forma como nos conhecemos, que têm como motivo a música.

 

O que foi mais difícil?

Os últimos dias, a ultimar os detalhes da decoração. Estávamos com dificuldade na gestão das nossas expectativas.

 

Casamento com decoração rústica, no Monte do Ramalho

 

Casamento com decoração rústica, no Monte do Ramalho

 

Casamento com decoração rústica, no Monte do Ramalho

 

Casamento com decoração rústica, no Monte do Ramalho

 

Casamento ao ar livre com decoração rústica, no Monte do Ramalho

 

Casamento ao ar livre com decoração rústica, no Monte do Ramalho

 

Retrato de grupo, por Golden Days Photography

 

O que te deu mais prazer criar?

A escolha dos vários espaços que íamos utilizar no Monte e vermos em conjunto com a Greenpic’k a decoração, os detalhes das cores, o material a utilizar, o estacionário…

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

Existiram algumas ideias de decoração que acabaram por ficar pelo caminho, ou mesmo substituídas por uma opção mais fácil ou mais acessível face ao orçamento definido. Confesso que também depositámos muita confiança nos nossos fornecedores, a energia era boa e estávamos todos em sintonia. O resultado foi fantástico! Nem nós imaginámos que ficasse assim!

 

 

Casamento ao ar livre com decoração rústica, no Monte do Ramalho

 

Casamento ao ar livre com decoração rústica, no Monte do Ramalho

 

 

Naked cake decorado com suculentas

 

Um pormenor especial?

As placas das cadeiras dos noivos “Danças comigo?” e “Para sempre!”, isto porque adoramos dançar! E ainda passámos no casamento um vídeo que a Fullcut Wedding Films fez connosco em que, como não podia deixar de ser, dançámos e namorámos!

Há um outro pormenor! Os amigos do Mário preparam uma surpresa e apareceram no casamento vestidos de uma forma muito original e todos de igual. Resultou na perfeição e, claro está, que esbocei um grande sorriso quando os vi na cerimónia!

 

Casamento ao ar livre com decoração rústica, no Monte do Ramalho

 

 

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Apenas alterava a hora de início. Começava talvez uma hora mais cedo. Mesmo com 70 convidados, penso que seria o tempo extra que precisava para estar um pouco mais com eles. De resto… Ah, o giz! Tínhamos colocado uma placa em ardósia com uma frase para os convidados deixarem as suas mensagens e esquecemos do pormenor do giz. Agora as mensagens terão de ser recolhidas à medida que encontramos os nossos amigos, ou mesmo na celebração do primeiro aniversário de casamento.

 

 

Os nossos fornecedores:

 

convites, decoração e bouquet: Greenpic’k

espaço: Monte do Ramalho

catering e bolo: Encontrus

fato do noivo e acessórios: fato e colete Massimo Dutti Personal Tailoring; botões de punho Ninho de Cucos; gravata e lenço Elizabeth Videira

vestido de noiva, sapatos e acessórios: vestido Eduardo Braz, sapatos Unisa e acessórios Juliana Bezerra

makeup: Sónia Godinho

cabelos: Carla Venâncio

fotografia: Golden Days Photography

vídeo: Fullcut Wedding Films

luzes e DJ: Jukebox

 

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