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Marta Ramos

Felicidário: já andamos a pensar no Natal

Falta praticamente um mês para o Natal. Nós sabemos que vocês têm a cabeça noutro lugar, que só pensam em casamento, ementas, flores e listas de convidados, mas o calendário não pára. Para vos ajudar a gerir a vida real enquanto põem de pé o vosso dia de sonho, vamos começar a deixar-vos aqui algumas sugestões de presentes: só coisas bonitas, bem feitas e bem intencionadas! A maior parte delas também ficará bem na vossa festa ou na vossa nova casa, pelo que isto é, de facto, um dois-em-um.

Como estes quadros do Felicidário. Já conhecem o projecto? Começou por ser um calendário e, dia após dia, somou 365 sugestões práticas de felicidade para maiores de 65 anos. Na verdade, as sugestões assentam bem a qualquer idade! Criado pela ENCONTRAR+SE, em parceria com a Lintas, o Felicidário reune ilustrações de Afonso Cruz, André Letria e Ricardo Henriques, André da Loba, Aka Corleone, Bernardo Carvalho, Carolina Celas, Irmão Lucia, Julio Dolbeth, Madalena Matoso, Maria Imaginário, Tiago Albuquerque e Yara Kono, entre outros.

Agora, as ilustrações também se emolduram para alegrar as paredes das nossas casas. Cada quadro custa 25 euros e as receitas das vendas revertem a favor da ENCONTRAR+SE – Associação Para a Promoção da Saúde Mental, um dos parceiros Simplesmente Branco.

Vamos às compras?

 

 

 

 

 

 

Naveguem pela loja do Felicidário para conhecerem todas as ilustrações disponíveis. E divirtam-se, porque é disso mesmo que se trata!

A ENCONTRAR+SE – Associação Para a Promoção da Saúde Mental, fundada a 10 de Outubro de 2006, tem como missão contribuir o aumento do acesso a tratamento no domínio da saúde mental, bem como diminuir o estigma associado a estes problemas. Em Portugal, cerca de 30% da população passa pela experiência de um problema de saúde mental. No entanto, 65% destas pessoas não têm acesso a tratamento e o estigma é um dos maiores obstáculos à promoção da saúde mental.

Saibam mais sobre este parceiro SB – incluindo como é que podem transformar as vossas lembranças para os convidados numa bonita contribuição para esta instituição.

Marta Ramos

Je t’aime, moi aussi – por Edgar Félix Videography

Lembram-se da dupla Edgar Félix Videography, recentemente chegada a esta nossa casa? O Edgar e a Rita são uma equipa a tempo inteiro, ou seja, tanto no trabalho como na vida – e isso, segundo eles, torna tudo mais fácil! Escolheram fazer vídeos de casamento porque se entusiasmam com as pessoas e as suas particularidades. Sentem-se privilegiados por viver o espaço e o tempo de quem sonha casar.

Para eles, os casamentos têm muitos traços comuns, mas a única coisa que os distingue totalmente é a história dos seus protagonistas — os noivos. Daí oferecerem um tipo de videografia que pretende criar uma recordação com valor artístico dos momentos mais importantes da vida dos seus clientes até ao dia do casamento. As histórias e os  actores são verdadeiros e essas são as principais ferramentas com que trabalham.

Todos os filmes Edgar Félix Videography têm uma coisa em comum (e é uma coisa que eu adoro): a primazia da palavra. Os protagonistas de cada história contam-na também de viva voz, e esse relato entrelaça-se com o outro, o das imagens, proporcionando-nos um retrato muito vivo e emotivo.

Conhecemos todas as histórias dos noivos e como estes se conheceram. Desta vez, considerámos a história inédita: Sothida queria comprar casa há algum tempo. Contacta um agente imobiliário e marca uma visita ao apartamento que ambicionava ser a sua nova casa. Quando faz a visita apaixona-se pelo agente imobiliário, o Antoine. Um amor que dura até aos dias de hoje. E residem, ainda, nessa mesma casa. Agora já com Soan, o seu filho, com o riso mais contagiante de sempre.

A Sothida e o Antoine encontraram o trabalho da Edgar Félix Videography e não descansaram enquanto não os contrataram como videógrafos do seu grande dia. O casamento decorreu em Noisy Le-Grand, próximo de Paris, e tratou-se de uma cerimónia simbólica com discursos de muitos amigos e família, que culminaram na troca de votos e alianças entre o casal. O melhor amigo deles foi o guia da cerimónia, contando histórias, declamando poemas e exteriorizando desejos dirigidos aos noivos. No fim do jantar, estava garantido que a noite se prolongaria uma festa muito intensa e divertida.

 

 

Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado de Edgar Félix Videography para ficarem a conhecer melhor o Edgar e a Rita e o seu trabalho. E falem com eles – se há coisa que dá para perceber dos seus trabalhos é que eles são magníficos ouvintes!

Marta Ramos

Vestidos de noiva Aire Barcelona, na Bridal’s Boudoir

O vestido de noiva é um dos assuntos que mais espaço mental vos ocupa desde o dia do pedido – ou, muito possivelmente, desde antes disso. O vestido perfeito – eis aquilo com que todas as mulheres sonham para o dia do seu casamento. Mas como encontrá-lo? Se têm data marcada para 2018, está na altura de começar a procurar: 9 meses de antecedência para vestidos de catálogo e de 6 a 8 quando se tratar de um vestido feito de raiz. O processo incluirá sempre várias provas (duas ou três, pelo menos), com a última nas semanas que antecedem o grande dia.

Hoje queremos chamar-vos a atenção para o conceito Bridal’s Boudoir, uma bonita loja com uma seleccionada oferta para noivas e noivos: vestidos, fatos, sapatos, véus, acessórios para o cabelo, joalharia e lingerie. Todos os produtos são escolhidos criteriosamente, tendo em conta a sua singularidade e elegância, e as marcas representadas são as que melhor reflectem estes critérios, como os designers Manu Alvarez, Cabotine by Gema Nicolás, Patricia Avendaño e Miguel Vieira.

A Carla Ferreira escolheu trabalhar nesta área por querer oferecer um produto de excelência, distinto e diferenciador às noivas e aos noivos. Orgulha-se da qualidade de tudo aquilo que vende na Bridal’s Boudoir, da excelência do serviço que presta e da capacidade de toda a equipa para ir ao encontro das expectativas de cada cliente. Que tal agendarem uma visita à Briadal’s Boudoir? Para abrir o apetite, deixo-vos com uma amostra de vestidos de noiva Aire Barcelona – a marca catalã que, desde 1999, nos encanta com a sua linha elegante e fresca, a prova de que é possível apresentar bom design e qualidade a preços aceitáveis.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Falem com a Carla sobre o vosso vestido de noiva de sonho e marquem um atendimento personalizado na Bridal’s Boudoir. De certeza que vão sair de lá mais esclarecidas – e, possivelmente, com o vosso vestido já escolhido! Até lá, espreitem aquilo que já aqui publicámos sobre este nosso fornecedor seleccionado de vestidos de noiva.

Susana Pinto

À conversa com: Jardin d’ Époque – flores para casamento

Hoje  converso com a Ema Ramos, da Jardin D’ Époque – flores para casamento.

A primeira vez que vi o seu trabalho, fiquei curiosa: é desarrumado, esquisito, tem qualquer coisa de bicho – e foi mesmo isso que lhe disse. Ao segundo olhar, percebe-se a inteção, o caminho, a conversa, e isso é muito especial. Porque é novo, porque é inesperado, porque é original e porque é bonito. Exige de nós uma atenção redobrada, uma pausa e foco para entrarmos nesse belíssimo diálogo em que somos recompensados.

Com esta conversa, descobri que temos muito em comum: o rigor, a curiosidade variada e um certo desassobramento em relação ao nosso trabalho. Gostei muito, mesmo!

Fiquem com o trabalho da Ema e, sobretudo, com as suas palavras. Façam uma pausa e deixem-se cativar!

 

Gosto de definir o Jardin d’ Époque como um projecto descomprometido com as regras sedimentadas no mundo da arte floral e extremamente focado nas particularidades daqueles que me procuram e que confiam no meu trabalho.

 

Como é que nasce a Jardin d’ Époque?

A Jardin d’ Époque nasce no momento em que tomo a decisão de regressar a Portugal. Depois de ter vivido alguns anos em França, comecei a sentir a necessidade de me dedicar a um projecto totalmente meu, onde o infinito fosse o limite e onde a criatividade fosse a matéria prima primordial.

 

Como defines a assinatura da Jardin d’ Époque?
Gosto de definir o Jardin d’ Époque como um projecto descomprometido com as regras sedimentadas no mundo da arte floral e extremamente focado nas particularidades daqueles que me procuram e que confiam no meu trabalho. Há uma frase dos fundadores do FLO Atelier Botânico (Antonio Jotta e Carol Nóbrega), uma das minhas referência no mundo das flores, que trago sempre presente e que me ajuda a manter o rumo: “É essencial não se limitar a regras, nem levar tão a sério o que já foi escrito sobre como montar um arranjo. É importante trabalhar com ingredientes frescos, de boa qualidade, mas também com itens menos convencionais. Depois, use sua bagagem estética e privilegie o que combina com você, com seu estilo de vida.”

 

Esse estilo faz parte do ADN da marca ou é um conceito que escolheste para explorar e trabalhar este ano? Porquê?
Mais do que o ADN da marca, creio que este estilo é o meu próprio ADN. Desconstruir linguagens e processos de trabalho sempre foi transversal a todas as áreas profissionais em que estive envolvida. Do ballet clássico à produção cultural, do design à arquitectura… Conhecer a história, o que já existe, o que é produzido… E permitires-te experimentar e dessa forma evoluíres e definires o teu percurso e a tua identidade.

Jardin d'Epoque - decoração floral para casamentos

 

Jardin d'Epoque - decoração floral para casamentos

 

Jardin d'Epoque - decoração floral para casamentos

 

As tendências da estação… São um assunto de trabalho ou apenas fait divers?

Inevitavelmente as tendências estão quase sempre presentes. O Pinterest e o Instagram estão à distância de um clique para toda a gente e é muito comum receber e-mails com pedidos de orçamento acompanhados de “imagens tendência”. O grande desafio, é desenvolveres um projecto a partir das premissas que são as expectativas daqueles que te procuram, em função do teu método de trabalho e das tuas convicções.

 

E as estações do ano, o ritmo de produção de cada época, são influências, contingências ou indiferenças nestes tempos globais?
O nome Jardin d’ Époque não foi escolhido de ânimo leve. Quis que o nome da marca fosse uma alusão directa à forma como gosto de trabalhar. E por isso, o ritmo e as características de cada estação do ano são, sem dúvida, a principal influência no meu trabalho.

 

Ter o controlo das decisões é importante? Tens uma perspectiva perfeccionista e específica sobre o resultado e a forma como queres que o teu trabalho seja mostrado e vivido ou é o prazer de discutir ideias, de criar e acompanhar o processo, que te interessa mais na relação com cada projecto, cada cliente?

Sou extremamente perfeccionista e picuinhas. E é por isso mesmo que discutir ideias e desenvolver um processo de trabalho é de extrema importância para mim. Nos tempos de faculdade, quando estudava arquitectura, na disciplina de Projecto tínhamos assiduamente as chamadas “críticas comparadas” onde discutíamos os exercícios que estávamos a desenvolver. Eram momentos de exposição e discussão que nos faziam repensar o que estávamos a produzir e assimilar novas possibilidades que surgiam na partilha e na crítica. Tento trazer esta dinâmica, hoje, para o Jardin d’ Époque, esteja com um cliente ou com um outro profissional. A partilha permite-nos chegar muito mais longe.

 

A melhor parte de trabalhar com flores e plantas é a energia que elas me dão. Claro que há momentos de tal forma intensos que a última coisa que quero fazer é levar flores para casa! Não sinto aquele cliché do “gosto tanto do que faço que não sinto que seja trabalho”. Eu gosto mesmo muito do que faço mas o sentido de responsabilidade que tenho para comigo e para com os meus clientes não me permite sentir este projecto como uma ocupação de Domingo à tarde. E é isso que torna o Jardin d’ Époque um desafio permanente.

 

Existem fórmulas vencedoras que aplicas ou cada projecto de decoração floral é pensado totalmente de raiz?

Não creio que aplique uma fórmula aos projectos. Desenvolvo-os, sim, de acordo com o meu método de trabalho e esse método evolui de acordo com as especificidades de cada desafio, criando propostas totalmente individualizadas e únicas.

 

Onde buscas inspiração para cada nova temporada de trabalho?

Ai… É muito difícil responder a esta pergunta! Sempre tive imensa dificuldade em focar-me apenas numa área porque tenho imensa curiosidade por uma série de temas, muitos deles, completamente díspares. E a inspiração tanto pode vir de uma peça gráfica ou arquitectónica da Bauhaus, como de um incrível espaço interior contemporâneo branquinho, com apontamentos de mármore de Estremoz e madeira clara de pinho… No fundo, ela pode espreitar de um qualquer pormenor que se cruze comigo nas tarefas diárias!

 

E nos momentos de fadiga criativa, como refrescas a mente e o olhar?

Esta é mais fácil! Pego na Margarida e na Bolota e vamos até à Praia da Luz… Eu tomo um café e elas fazem buracos na areia! É incrível o privilégio que temos na nossa localização geográfica. A proximidade com o mar é um bálsamo para os momentos mais intensos e o facto de ter vivido durante algum tempo longe dele, faz-me dar-lhe ainda mais valor.

 

Jardin d'Epoque - decoração floral para casamentos

 

Jardin d'Epoque - decoração floral para casamentos

 

Jardin d'Epoque - decoração floral para casamentos

 

Como é o teu processo de trabalho, como crias uma ligação com os teus clientes?

Gosto muito de conversar e, mesmo numa fase inicial, tento estar presencialmente com as pessoas que me contactam. Nem sempre são possíveis as visitas ao estúdio e por isso, muitas vezes, os contactos são feitos através de e-mail ou skype. Mesmo com as “imagens tendência” que referimos há pouco, é muito importante para mim perceber as expectativas, as estórias e os sonhos de cada um. E a partir daí, desenhar um plano. Começo pela definição de uma paleta de cores, selecção de espécies e construção das estruturas das peças florais no chamado mood board. E numa fase posterior, desenvolvo todo o processo através do desenho, fotografias e maquetas. Quando trabalhamos com elementos vegetais há coisas muito difíceis de definir… Não conseguimos adivinhar a dimensão exacta de determinada espécie… Nada nos garante que não existirá uma praga que colocará em causa a maturação “daquela” flor… Mas acredito que desenvolver um projecto de design floral à semelhança de um projecto de design de produto ou de arquitectura permite-me deixar portas abertas para soluções de eventuais problemas. E, acima de tudo, permite que os meus clientes percebam toda a minha dedicação e entrega.

 

Qual é a melhor parte de trabalhar com flores e plantas, em decoração? E o mais desafiante e difícil?

A melhor parte de trabalhar com flores e plantas é a energia que elas me dão. Claro que há momentos de tal forma intensos que a última coisa que quero fazer é levar flores para casa! Não sinto aquele cliché do “gosto tanto do que faço que não sinto que seja trabalho”. Eu gosto mesmo muito do que faço mas o sentido de responsabilidade que tenho para comigo e para com os meus clientes não me permite sentir este projecto como uma ocupação de Domingo à tarde. E é isso que torna o Jardin d’ Époque um desafio permanente.
Difícil, difícil… É ter de limpar o estúdio depois de dias intensos de trabalho em que todas as tesouras desapareceram e, afinal, estavam camufladas no meio dos desperdícios de folhas e pétalas!

 

Qual foi o casamento em que mais gostaste de trabalhar? Porquê?

O casamento que mais gostei de fazer foi precisamente o primeiro em que a primeira frase do e-mail de contacto dizia: “descobrimos o teu trabalho através do Simplesmente Branco”. Tinha terminado de empacotar as minhas coisas em França, a transportadora viria no dia seguinte e restava apenas o computador em cima de um pequeno aparador. O e-mail era escrito em francês!  E de repente, comecei o projecto de um casamento na deliciosa Comporta!
Todo o processo foi maravilhoso, pelos lugares e pelas espécies que a Justine e o Paulo elegeram. E o mais incrível foi o privilégio de desenvolver o projecto de design floral para um espaço como o Sublime Comporta, onde a articulação com a arquitectura e com as peças de mobiliário contemporâneos me deixaram como peixe num oceano!
O facto do casamento ter sido bem longe do Porto também me permitiu perceber que a ambição que tenho de executar projectos em todo o país e mesmo fora dele é possível e exequível, se meticulosamente planeado e com os maravilhosos e incansáveis fornecedores de flores de corte com quem trabalho.

 

Escolhe uma imagem favorita do teu portfolio e conta-nos porquê. 

Esta imagem é uma das minhas favoritas por várias razões. Foi o bouquet que construí para o primeiro editorial para o qual me convidaram a participar. A primeira vez que senti e vivi o trabalho de equipa entre vários fornecedores de serviços do mundo dos casamentos e a incrível confiança e liberdade que depositaram no meu trabalho. Liberdade que me permitiu construir uma peça “descabelada”, mesmo como eu gosto, utilizando flores de compra e amoras silvestres que colhi numa tarde de Agosto e às quais retirei todos os espinhos, bagas de campos abandonados, dálias oriundas de bolbos que já estiveram no jardim da minha avó e que a minha mãe replantou, hortênsias do jardim de casa dos meus pais… É uma imagem que me traz memórias e estórias.

 

bouquet de noiva Jardin d' Époque
Os contactos detalhados da Jardin D’ Époque estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, vejam as imagens bonitas e contactem directamente a Ema Ramos através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.

 

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

 

Marta Ramos

Decorar com madeira: apontamentos por Momentos com Design

No nosso último showcase  YOU + US = FUN! em Lisboa, havia uma pequena peça no cantinho decorado pelo casal Momentos com Design que chamou a atenção de praticamente toda a gente que por ali passou. Era apenas um pormenor – mas nós sempre dissemos que o segredo está nos pormenores, de facto. Tratava-se de um bloco de madeira natural, em formato de casa, com um parafuso gancho para ali se pendurar as alianças de casamento, e com a inscrição: «Home is wherever I am with you».

Hoje lembrámo-nos disso e fomos à procura de outros apontamentos em madeira usados nos trabalhos da Filipa e do Frederico. Agora que os dias estão frios e soalheiros, apetece imaginar uma magnífica festa de casamento de inverno, e a madeira não poderia ficar de fora de uma decoração mais aconchegante.

 

Momentos com Design - convites de casamento e decoração de casamento

 

Decoração de casamento - pormenores em madeira (9)

 

Decoração de casamento - pormenores em madeira (10)

 

 

Decoração de casamento - pormenores em madeira (7)

 

Decoração de casamento - pormenores em madeira (8)

 

Decoração de casamento - pormenores em madeira (6)

 

Os materiais naturais transmitem uma sensação tão confortável, não acham? Madeira e flores: aqui está uma combinação garantidamente vencedora! A Filipa e o Frederico concordam: eles gostam de ideias frescas, simples e elegantes,  de cores, aromas, sabores, sons, texturas. De criatividade e sintonia.  Gostam de celebrar e  de o fazer de uma forma bonita. Com alma, com personalidade, criando um ambiente mágico que as pessoas sintam. Esta é a sua forma de contribuir para um mundo melhor e mais bonito.

Acreditamos que passando Amor através do que criamos, esse Amor vai chegar a outras pessoas. É isto que nos motiva a criar ambientes e espaços bonitos e mágicos!

Nascida em 2010, a Momentos com Design é uma empresa especialista na arte de bem celebrar, que oferece serviços de design de eventos & styling de ambientes. A Filipa é a Directora Criativa & Magical Maker; o Frederico é o Responsável Logístico & Companheiro de todas horas. Juntos, fazem aquilo de que mais gostam e orgulham-se muito de perceber que os seus clientes sentem a sua mensagem e que os procuram por isso mesmo.

Procurem-nos também e falem-lhes da vossa ideia para o grande dia. Serão, garantidamente, recebidos de braços abertos.

Marta Ramos

Coro Génesis, um fornecedor Simplesmente Branco

O Coro Génesis é uma equipa de músicos profissionais fundada em 2005 e constituída por 8 cantores (4 vozes femininas e 4 vozes masculinas). Apresentam-se sempre acompanhados de um pianista ou de uma orquestra constituída por um quarteto de cordas (2 violinos, viola d’arco, e violoncelo), trompete e piano. Em certas circunstâncias, esta estrutura pode ser alterada, permitindo diferentes formações, com maior ou menor número de músicos. O Coro Génesis é hoje a referência em serviços de música na igreja em casamentos religiosos, sendo também muito requisitado para casamentos civis.

As suas prestações resultam maravilhosamente em todos os ambientes, desde igrejas até espaços abertos. A versatilidade da estrutura, logística e técnica desta equipa permite-lhe adaptar-se facilmente a vários ambientes e circunstâncias e, deste modo, executar vários géneros de repertório, desde os grandes clássicos como “Aleluia” de Häendel ou “Glória” de Vivaldi, passando pelos espirituais negros e Gospel, até à música pop. Não têm um repertório rígido e único, adaptando sempre os temas musicais em função dos desejos dos clientes. A orquestra pode mesmo actuar independentemente das vozes, para proporcionar música ambiente em alguns momentos do vosso casamento.
Escolheram ser profissionais de casamento porque consideraram que a música na cerimónia de casamento (litúrgica ou civil) necessitava de mais profissionalismo e de um tipo de grupo que apostasse em repertório de estilos variados, alegres e alternativos. Orgulham-se muito de terem feito parte, até hoje, de mais de mil casamentos, e de serem considerados um grupo de referência em Portugal na música para a igreja ou para a cerimónia civil de casamentos.
Vão procurar inspiração aos sorrisos e à emoção dos noivos provocados pela música na cerimónia, algo que, para o Coro Génesis, só esta arte consegue fazer. E vêem-se a ser cada vez mais exigentes, para que o Coro Génesis seja cada vez mais um grupo de qualidade, capaz de interpretar músicas que tocam as pessoas.

 

Coro Génesis, um fornecedor seleccionado Simplesmente Branco

 

 

ACOMPANHEM OS POSTS que vamos publicando acerca do Coro Génesis e contactem-nos para falar sobre a música que imaginam para o vosso dia. Encontrarão todos os contactos e informações relevantes da ficha de fornecedor seleccionado.

 

Coro Génesis: SB aprova!

Marta Ramos

Wise words: como escolher os melhores fornecedores para o vosso casamento

Na semana passada, as nossas wise words dedicaram-se à arte de desenhar o orçamento do casamento. Se não leram, comecem por lá e depois venham ter aqui comigo para darmos início à parte divertida do processo: procurar os fornecedores ideais para o vosso casamento.

Para já, peço-vos que reflictam nisto: se o vosso plano é encontrar bons fornecedores, do outro lado saibam que também se aprecia e procura os bons clientes. Os casamentos são uma área de negócio muito exigente, com desgaste físico e grande investimento financeiro, sempre com nervos e emoções à flor da pele. Proporcionar com gosto e competência uma bela festa (da parte do fornecedor) e respeitar o custo e profissionalismo de quem executa (da parte dos noivos) são as duas faces da mesma moeda; quanto melhor e mais saudável for esta relação, mais perfeito será o dia, para todos.

Vamos a isto?

Consultar sites especializados, amigos recentemente casados e o vosso wedding planner são os passos a dar e o caminho mais curto para perguntas e respostas de qualidade.

No Simplesmente Branco, a lista de fornecedores é seleccionada em função da qualidade do portefólio e da prestação do serviço, mas também da presença online, organizada, profissional e clara. São factores que consideramos importantes e fundamentais para que a confiança emerja: identificação do profissional e do serviço prestado, contactos detalhados e conteúdos actualizados. Quando alguém não investe no seu negócio e não o comunica com gosto, brio e profissionalismo, será que o vai fazer com a vossa festa? Temos dúvidas e não recomendamos.

Naveguem com calma, organização e alguma demora pelas listas de fornecedores selecionados, procurem sinais do que mais se identifica com o vosso gosto e pretensões, e escolham até cinco candidatos (mais do que isso só vos trará confusão, angústias e perda de tempo). Feitas as listas de contactos, vamos iniciar a conversa.

E é mesmo disto que se trata, não de uma consulta anónima, curta e pouco simpática, mas do início de uma boa conversa, com a formalidade necessária e um belo sorriso… como quando apertamos a mão a alguém que acabámos de conhecer.

 

Studio Victorias Wedding Planner

 

 

Studio Victorias Wedding Planner

 

Seleccionaram 5 fornecedores (no máximo): contactem os 3 do topo. Preparem um email bem construído, com textos curtos e claros, algum detalhe e uma dose certa de simpatia – quem o receber terá gosto em responder e em conhecer-vos, garantidamente.

Apresentem-se de forma sucinta, indiquem a data e o local (geográfico), e listem, detalhadamente, o que querem. Dêem o máximo de informações pertinentes, que ajudarão o outro lado a ter uma ideia mais clara do que pretendem, o que conduz a um orçamento mais rápido e menos inventivo. Poupar tempo a ambas as partes é um bónus apreciável! 

Escrevam um email-tipo, mas personalizem o envio. Se fizeram o vosso trabalho de casa, saberão os nomes dos profissionais que estão a contactar e o que gostaram no seu trabalho. Essa é uma óptima forma de entrar no assunto, sem esquecer uma despedida simpática e um agradecimento pelo tempo despendido (sem custos, para vocês!). Inquéritos de grupo não são simpáticos. Quem passa dias a receber pedidos de cotação e a elaborar orçamentos com detalhe, aprecia saber que foi escolhido e que o seu trabalho está a ser valorizado.

Mas não achem que as boas práticas são devidas apenas aos noivos, do outro lado também há preceitos e factores relevantes a ter em conta, e expectativas a cumprir. Que tipo de respostas vos deram? A informação foi pouco clara ou evasiva, ficaram com mais dúvidas? Demoraram demasiado tempo? Precisaram de colocar a mesma questão várias vezes? Contactaram por telefone para o único número indicado e ninguém vos atendeu ou ligou de volta? Existe apenas uma página de Facebook e um email impessoal? Pedem-vos para responder a um inquérito pessoal antes do envio de uma proposta com números? Se a resposta é sim a qualquer uma destas questões, é mau sinal.

Achamos que não vale a pena andar atrás de informação cruzada, mas quando os sinais estão à vista e a natureza do negócio não é clara, pode resultar de uma ocupação temporária ou de uma postura pouco séria. Considerem o dinheiro que estão a investir e ouçam o vosso instinto, se detectam alguns sinais de alerta, encerrem o contacto. Se, por outro lado, a experiência foi positiva em todos os aspectos e a conversa agradável, então terão encontrado um bom fornecedor.

Recebidos os orçamentos, distribuam-nos pelas mesmas pastas do vosso arquivo de contas (acreditem, a organização é vossa aliada neste processo longo e cheio de informação!) e adicionem as vossas notas e dúvidas. Estes são os elementos imprescindíveis para uma reunião frutuosa. Passada a primeira impressão e se os orçamentos são do vosso agrado e estão em linha com o budget, é altura de reunir.

 

 

 

A probabilidade de terem uma boa dúzia de reuniões pela frente é grande, mas não marquem mais do que duas visitas de cada vez. O processo é cansativo, a informação é muita e a pressão má conselheira na negociação. Estejam disponíveis para ouvir, apresentem com simpatia e clareza as vossas questões, não fiquem com dúvidas, sejam objectivos. Não tenham receio de fazer perguntas, afinal de contas tudo isto é para vocês uma enorme e elaborada novidade, enquanto que as respostas fazem parte da rotina do profissional que vos recebe. Prevejam um plano B para as escolhas que fizerem, sobretudo para as que dependerem das condições atmosféricas, aconselhando-se com os vossos profissionais.

Negociar faz parte do processo, assim como avaliar, perguntar, esmiuçar e afinar. Este é o momento de se ser firme, mas com mãos de veludo e uma educação à prova de bala. Um sorriso amável e um discurso assertivo são fundamentais para um bom negócio, mas lembrem-se de que as transacções terão que ser sérias, justas e trazer valor acrescentado para todas as partes. Peçam e sugiram alternativas, ofereçam e exijam flexibilidade; se alguma das partes se sentir a única ganhadora, não será bonito nem correcto.

Com os detalhes devidamente afinados, é altura de assinar um contrato (sempre!), que servirá para definir as responsabilidades e certificar o que está a ser acordado. Esta assinatura nunca deve ser feita no momento. Peçam o envio da minuta por email, revejam com cuidado todos os itens incluídos e, caso esteja a faltar algo previamente conversado, peçam por escrito que o texto seja revisto e acrescentado. Quando se sentirem confortáveis com o que leram, assinem e devolvam uma cópia. Na ausência deste documento, comuniquem todas as vossas adjudicações por escrito, de modo detalhado: descriminem os fornecimentos item a item e descrevam o tipo de serviço que estão a escolher e a pagar.

E, muito importante e igualmente simpático: comuniquem aos vossos fornecedores não seleccionados, com quem reuniram, que optaram por outro profissional, agradecendo o tempo e a atenção. Este recadinho simples e atencioso serve para libertar a agenda de quem reservou previamente a data para trabalhar convosco.

 

 

Deixem-me contar-vos este caso. Há cerca de duas semanas, os fotógrafos da Lounge Fotografia receberam um email de um casal que listava mais de quarenta – sim, quarenta – perguntas, incluindo coisas como «qual é o vosso estilo de fotografia preferido?», «há quanto tempo fotografa casamentos?» e «tem algumas referências?» Chegava ao ponto de pedir a descrição do material usado, lentes incluídas. Isto não é maneira de abordar profissionais com uma reputação sólida e com agendas sobrecarregadas. É fácil imaginar, pelo carácter impessoal das perguntas, que tenham enviado o mesmo interrogatório a vários profissionais. Perdas de tempo atrás de perdas de tempo (isto é, se alguém se der ao trabalho de responder, o que é pouco provável).
Sobre o estilo, sobre o percurso, sobre as referências dos fornecedores, pesquisa-se previamente, claro. E os pormenores afinam-se a conversar – não a interrogar.

Sejam cordiais e gentis, do princípio ao fim: não deixem um contacto sem resposta, mesmo que negativa; alguém se disponibilizou, consumindo tempo e esforço, sem custos para vocês, para pensar, calcular e dar uma resposta – agradeçam a disponibilidade e interesse, sempre. Se o orçamento proposto é acima das vossas contas, não deixem o fornecedor sem resposta. Comuniquem-lhe isso mesmo, e perguntem se vos pode apresentar uma proposta mais em conformidade com o valor de que dispõem. Não fechem portas: um contacto simpático será sempre uma mais valia, e ter um plano B é fundamental. Evitem o contacto telefónico aos fins de semana. São dias de reuniões e de eventos, os profissionais estão no terreno de quinta a domingo e, quando não é o caso, os serviços estarão encerrados para um merecido descanso. E sintam-se à vontade para encerrar contactos que não vos transmitam confiança, que sejam demorados na resposta (mais de 48h sem razão aparente), ou menos correctos. Pela mesma ordem de ideias, não se atrasem nas vossas respostas. 

Com preparação, organização e cortesia, tudo correrá sobre rodas.

 

Fotos: Studio Victorias