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Marta Ramos

Alentejo florido, por Flor de Laranjeira

Um casal de arquitectos, ambos com origens no Alentejo, confiou à Teresa da Flor de Laranjeira a tarefa de salpicar de flores e de cor o dia do seu casamento. A data escolhida foi 10 de Junho, e começaram então os preparativos – aliando vários pedidos específicos por parte da noiva, Carolina, ao voto de confiança depositado no trabalho da Teresa. Tudo tinha sido sonhado ao pormenor, e agora estava na altura de torná-lo realidade, com o mesmo grau de atenção ao detalhe.

Conta-nos a Teresa: «Quem conhece Vila Viçosa certamente se recorda da praça ladeada de laranjeiras. Por isso, a flor de laranjeira seria um dos elementos mais desejados. Infelizmente Junho já não é a época dela, mas como é da flor que nasce o fruto, juntei umas mini laranjas a uma mistura colorida de bouvardia, rosa piano, cravos, craspedia, erygium, eustomas, espigas dos campos alentejanos. Tudo isto junto e misturado de uma forma descontraída, como se a própria noiva o tivesse colhido no campo.»

Acrescem aos elementos naturais outros toques muito personalizados, que ajudaram a criar a imagem do dia, como, por exemplo, os detalhes inspirados nos bordados de Nisa, presentes no vestido da noiva e nos convites para o casamento.
Para além das origens alentejanas, que o casal queria celebrar na sua festa, havia ainda um lado castelhano a reclamar visibilidade – perfeitamente conseguida através da mantilha da noiva, enriquecida com o flores coloridas e vistosas pela Teresa. Uma combinação magnífica.

Florir este dia, foi sem dúvida desafiador e extremamente gratificante. Obrigada querida noiva, arquitecta, conterrânea do nosso rico Alentejo.

Fiquem com as fotos, assinadas por Maria Imaginário.

 

 

 

 

 

 

 

Vejam aqui OUTROS TRABALHOS DA FLOR DE LARANJEIRA e FALEM COM A TERESA. Ela terá todo o prazer – e toda a perícia – em contar um pouco da vossa história através dos instrumentos que melhor domina: as flores.

Susana Pinto

À conversa com: Jardin d’ Époque – flores para casamento

Hoje  converso com a Ema Ramos, da Jardin D’ Époque – flores para casamento.

A primeira vez que vi o seu trabalho, fiquei curiosa: é desarrumado, esquisito, tem qualquer coisa de bicho – e foi mesmo isso que lhe disse. Ao segundo olhar, percebe-se a inteção, o caminho, a conversa, e isso é muito especial. Porque é novo, porque é inesperado, porque é original e porque é bonito. Exige de nós uma atenção redobrada, uma pausa e foco para entrarmos nesse belíssimo diálogo em que somos recompensados.

Com esta conversa, descobri que temos muito em comum: o rigor, a curiosidade variada e um certo desassobramento em relação ao nosso trabalho. Gostei muito, mesmo!

Fiquem com o trabalho da Ema e, sobretudo, com as suas palavras. Façam uma pausa e deixem-se cativar!

 

Gosto de definir o Jardin d’ Époque como um projecto descomprometido com as regras sedimentadas no mundo da arte floral e extremamente focado nas particularidades daqueles que me procuram e que confiam no meu trabalho.

 

Como é que nasce a Jardin d’ Époque?

A Jardin d’ Époque nasce no momento em que tomo a decisão de regressar a Portugal. Depois de ter vivido alguns anos em França, comecei a sentir a necessidade de me dedicar a um projecto totalmente meu, onde o infinito fosse o limite e onde a criatividade fosse a matéria prima primordial.

 

Como defines a assinatura da Jardin d’ Époque?
Gosto de definir o Jardin d’ Époque como um projecto descomprometido com as regras sedimentadas no mundo da arte floral e extremamente focado nas particularidades daqueles que me procuram e que confiam no meu trabalho. Há uma frase dos fundadores do FLO Atelier Botânico (Antonio Jotta e Carol Nóbrega), uma das minhas referência no mundo das flores, que trago sempre presente e que me ajuda a manter o rumo: “É essencial não se limitar a regras, nem levar tão a sério o que já foi escrito sobre como montar um arranjo. É importante trabalhar com ingredientes frescos, de boa qualidade, mas também com itens menos convencionais. Depois, use sua bagagem estética e privilegie o que combina com você, com seu estilo de vida.”

 

Esse estilo faz parte do ADN da marca ou é um conceito que escolheste para explorar e trabalhar este ano? Porquê?
Mais do que o ADN da marca, creio que este estilo é o meu próprio ADN. Desconstruir linguagens e processos de trabalho sempre foi transversal a todas as áreas profissionais em que estive envolvida. Do ballet clássico à produção cultural, do design à arquitectura… Conhecer a história, o que já existe, o que é produzido… E permitires-te experimentar e dessa forma evoluíres e definires o teu percurso e a tua identidade.

Jardin d'Epoque - decoração floral para casamentos

 

Jardin d'Epoque - decoração floral para casamentos

 

Jardin d'Epoque - decoração floral para casamentos

 

As tendências da estação… São um assunto de trabalho ou apenas fait divers?

Inevitavelmente as tendências estão quase sempre presentes. O Pinterest e o Instagram estão à distância de um clique para toda a gente e é muito comum receber e-mails com pedidos de orçamento acompanhados de “imagens tendência”. O grande desafio, é desenvolveres um projecto a partir das premissas que são as expectativas daqueles que te procuram, em função do teu método de trabalho e das tuas convicções.

 

E as estações do ano, o ritmo de produção de cada época, são influências, contingências ou indiferenças nestes tempos globais?
O nome Jardin d’ Époque não foi escolhido de ânimo leve. Quis que o nome da marca fosse uma alusão directa à forma como gosto de trabalhar. E por isso, o ritmo e as características de cada estação do ano são, sem dúvida, a principal influência no meu trabalho.

 

Ter o controlo das decisões é importante? Tens uma perspectiva perfeccionista e específica sobre o resultado e a forma como queres que o teu trabalho seja mostrado e vivido ou é o prazer de discutir ideias, de criar e acompanhar o processo, que te interessa mais na relação com cada projecto, cada cliente?

Sou extremamente perfeccionista e picuinhas. E é por isso mesmo que discutir ideias e desenvolver um processo de trabalho é de extrema importância para mim. Nos tempos de faculdade, quando estudava arquitectura, na disciplina de Projecto tínhamos assiduamente as chamadas “críticas comparadas” onde discutíamos os exercícios que estávamos a desenvolver. Eram momentos de exposição e discussão que nos faziam repensar o que estávamos a produzir e assimilar novas possibilidades que surgiam na partilha e na crítica. Tento trazer esta dinâmica, hoje, para o Jardin d’ Époque, esteja com um cliente ou com um outro profissional. A partilha permite-nos chegar muito mais longe.

 

A melhor parte de trabalhar com flores e plantas é a energia que elas me dão. Claro que há momentos de tal forma intensos que a última coisa que quero fazer é levar flores para casa! Não sinto aquele cliché do “gosto tanto do que faço que não sinto que seja trabalho”. Eu gosto mesmo muito do que faço mas o sentido de responsabilidade que tenho para comigo e para com os meus clientes não me permite sentir este projecto como uma ocupação de Domingo à tarde. E é isso que torna o Jardin d’ Époque um desafio permanente.

 

Existem fórmulas vencedoras que aplicas ou cada projecto de decoração floral é pensado totalmente de raiz?

Não creio que aplique uma fórmula aos projectos. Desenvolvo-os, sim, de acordo com o meu método de trabalho e esse método evolui de acordo com as especificidades de cada desafio, criando propostas totalmente individualizadas e únicas.

 

Onde buscas inspiração para cada nova temporada de trabalho?

Ai… É muito difícil responder a esta pergunta! Sempre tive imensa dificuldade em focar-me apenas numa área porque tenho imensa curiosidade por uma série de temas, muitos deles, completamente díspares. E a inspiração tanto pode vir de uma peça gráfica ou arquitectónica da Bauhaus, como de um incrível espaço interior contemporâneo branquinho, com apontamentos de mármore de Estremoz e madeira clara de pinho… No fundo, ela pode espreitar de um qualquer pormenor que se cruze comigo nas tarefas diárias!

 

E nos momentos de fadiga criativa, como refrescas a mente e o olhar?

Esta é mais fácil! Pego na Margarida e na Bolota e vamos até à Praia da Luz… Eu tomo um café e elas fazem buracos na areia! É incrível o privilégio que temos na nossa localização geográfica. A proximidade com o mar é um bálsamo para os momentos mais intensos e o facto de ter vivido durante algum tempo longe dele, faz-me dar-lhe ainda mais valor.

 

Jardin d'Epoque - decoração floral para casamentos

 

Jardin d'Epoque - decoração floral para casamentos

 

Jardin d'Epoque - decoração floral para casamentos

 

Como é o teu processo de trabalho, como crias uma ligação com os teus clientes?

Gosto muito de conversar e, mesmo numa fase inicial, tento estar presencialmente com as pessoas que me contactam. Nem sempre são possíveis as visitas ao estúdio e por isso, muitas vezes, os contactos são feitos através de e-mail ou skype. Mesmo com as “imagens tendência” que referimos há pouco, é muito importante para mim perceber as expectativas, as estórias e os sonhos de cada um. E a partir daí, desenhar um plano. Começo pela definição de uma paleta de cores, selecção de espécies e construção das estruturas das peças florais no chamado mood board. E numa fase posterior, desenvolvo todo o processo através do desenho, fotografias e maquetas. Quando trabalhamos com elementos vegetais há coisas muito difíceis de definir… Não conseguimos adivinhar a dimensão exacta de determinada espécie… Nada nos garante que não existirá uma praga que colocará em causa a maturação “daquela” flor… Mas acredito que desenvolver um projecto de design floral à semelhança de um projecto de design de produto ou de arquitectura permite-me deixar portas abertas para soluções de eventuais problemas. E, acima de tudo, permite que os meus clientes percebam toda a minha dedicação e entrega.

 

Qual é a melhor parte de trabalhar com flores e plantas, em decoração? E o mais desafiante e difícil?

A melhor parte de trabalhar com flores e plantas é a energia que elas me dão. Claro que há momentos de tal forma intensos que a última coisa que quero fazer é levar flores para casa! Não sinto aquele cliché do “gosto tanto do que faço que não sinto que seja trabalho”. Eu gosto mesmo muito do que faço mas o sentido de responsabilidade que tenho para comigo e para com os meus clientes não me permite sentir este projecto como uma ocupação de Domingo à tarde. E é isso que torna o Jardin d’ Époque um desafio permanente.
Difícil, difícil… É ter de limpar o estúdio depois de dias intensos de trabalho em que todas as tesouras desapareceram e, afinal, estavam camufladas no meio dos desperdícios de folhas e pétalas!

 

Qual foi o casamento em que mais gostaste de trabalhar? Porquê?

O casamento que mais gostei de fazer foi precisamente o primeiro em que a primeira frase do e-mail de contacto dizia: “descobrimos o teu trabalho através do Simplesmente Branco”. Tinha terminado de empacotar as minhas coisas em França, a transportadora viria no dia seguinte e restava apenas o computador em cima de um pequeno aparador. O e-mail era escrito em francês!  E de repente, comecei o projecto de um casamento na deliciosa Comporta!
Todo o processo foi maravilhoso, pelos lugares e pelas espécies que a Justine e o Paulo elegeram. E o mais incrível foi o privilégio de desenvolver o projecto de design floral para um espaço como o Sublime Comporta, onde a articulação com a arquitectura e com as peças de mobiliário contemporâneos me deixaram como peixe num oceano!
O facto do casamento ter sido bem longe do Porto também me permitiu perceber que a ambição que tenho de executar projectos em todo o país e mesmo fora dele é possível e exequível, se meticulosamente planeado e com os maravilhosos e incansáveis fornecedores de flores de corte com quem trabalho.

 

Escolhe uma imagem favorita do teu portfolio e conta-nos porquê. 

Esta imagem é uma das minhas favoritas por várias razões. Foi o bouquet que construí para o primeiro editorial para o qual me convidaram a participar. A primeira vez que senti e vivi o trabalho de equipa entre vários fornecedores de serviços do mundo dos casamentos e a incrível confiança e liberdade que depositaram no meu trabalho. Liberdade que me permitiu construir uma peça “descabelada”, mesmo como eu gosto, utilizando flores de compra e amoras silvestres que colhi numa tarde de Agosto e às quais retirei todos os espinhos, bagas de campos abandonados, dálias oriundas de bolbos que já estiveram no jardim da minha avó e que a minha mãe replantou, hortênsias do jardim de casa dos meus pais… É uma imagem que me traz memórias e estórias.

 

bouquet de noiva Jardin d' Époque
Os contactos detalhados da Jardin D’ Époque estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, vejam as imagens bonitas e contactem directamente a Ema Ramos através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.

 

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

 

Marta Ramos

Portugal, doce Portugal, por Jardin d’Époque

A Ema Mota Ramos, do Jardin d’Époque, convida-vos hoje a passear num belo jardim em plena região demarcada dos Vinhos Verdes, no coração do vale do Sousa. Ela e uma equipa de vários profissionais congeminaram uma sessão fotográfica muito delicada e romântica, em que as flores marcam o tom. Vale a pena referirmos que o styling tem assinatura Romã Eventos, de quem vos traremos notícias muito boas em breve (confiram os créditos logo após o vídeo).

O Jardin d’Époque é o jardim sazonal onde Ema trabalha diariamente para levar a toda a gente momentos e recordações floridas – desde o mimo pontual que alegra o dia e a casa, aos projectos mais ambiciosos que decoram os dias e as cerimónias especiais, como o vosso casamento. As flores sempre fizeram parte do imaginário de Ema, que regressou ao Porto após anos de intensa vida académica e profissional pela Europa central, cheia de saudades do mar e com vontade de abraçar um ritmo de vida mais pausado.

«Respiramos coisas bonitas onde quer que elas estejam: na organicidade e identidade de cada estação do ano, em lugares que inexplicavelmente colocam sorrisos palermas no rosto, e em pessoas e profissionais de várias áreas, talentosos e cheios de brio! Aqui, voltamos às raízes daquilo que nos faz felizes, rodeados pela natureza e pela fantasia da Casa da Vila Verde.»

A cor, a elegância e o requinte marcam presença neste editorial, no qual a tradição é retratada pelo seu lado mais etéreo e singular. Sentimos que todos os elementos que o compõem descrevem-nos com palavras doces um Portugal actual e contemporâneo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Créditos:

 

fotografia: Dreamaker

vídeo: 24 Frames Cinematography

design floral: Jardin d’Époque

fashion styling: Fine Alchemy

vestido de noiva: Jesus Peiró

jóias: Joana Ribeiro

sapatos da noiva: Guava

fato e sapatos do noivo: Zara Man

maquilhagem: Ana Coelho Makeup

cabelo: Maria José Hairstyle

espaço: Casa da Vila Verde

catering: Complicity Moments

bolo: Luz com Açúcar

loiças: Bordallo Pinheiro e Costa Nova

impressão: Molográfica

planeamento, produção e coordenação: Romã Eventos

Marta Ramos

Damos as boas-vindas: Isabel Castro Freitas – Arte Floral

As boas-vindas de hoje são dadas a Isabel Castro Freitas – Arte Floral.

 

O atelier floral fundado por Isabel Castro Freitas, arquitecta paisagista e designer floral, alia a profunda admiração pelos elementos naturais à criatividade artística para dar origem a peças florais únicas e exclusivas para cada cliente: bouquets, acessórios e arranjos florais para casamentos e outras ocasiões especiais.

«Acredito no amor e nas suas diversas formas e as flores são uma delas. As flores e o mundo natural sempre fizeram parte do meu mundo, do meu percurso: desde o quintal florido da minha infância à casa de campo no Minho ou aos livros do Jardim de Monet que me absorviam durante tardes afim, tudo contribuiu para que tomasse a decisão de um dia me tornar Arquitecta Paisagista e criar jardins e pequenos paraísos para as pessoas.

Mais tarde, foram os casamentos que me escolheram a mim (ainda me lembro emocionada e com imensa gratidão do primeiro casal que me escolheu para florir o dia mais feliz das suas vidas) e desde então tenho descoberto que o paraíso e a alegria podem caber nas nossas mãos, sob a forma de flores.

Enquanto artista, encontrei neste sector a simbiose perfeita entre a natureza e a criatividade, na idealização e concepção de bouquets e acessórios florais totalmente personalizados para cada cliente.

Orgulho-me muito de ter seguido aquilo que o coração nos disse para fazer e hoje ter um trabalho que é mais uma forma de dar e receber amor. Desde o sorriso, à confiança, às palavras de alento e agradecimento dos nossos clientes, aos dias de desafio criativo em parceria com outros profissionais do sector, temos tido o privilégio de viver rodeados de muita beleza e emoções tão bonitas que perduram no tempo. E ainda que recente (quase a celebrar 2 anos deste projecto), é um imenso orgulho sermos já contactados nacional e internacionalmente pelo nosso estilo e sensibilidade!»

 

Flores para o cabelo, por Isabel Castro Freitas

 

 

 

 

Para mais detalhes, consultem a ficha de fornecedor seleccionado de Isabel Castro Freitas – Atelier Floral, onde encontrarão mais informação e todos os contactos. Marquem uma visita, serão muito bem recebidos e poderão apreciar ao vivo algumas das suas belíssimas criações.
E vão acompanhando as nossas publicações sobre o seu trabalho.

 

Isabel, bem-vinda ao Simplesmente Branco!

Marta Ramos

Amor no convento: uma e-session Por Magia

A Andreia e o Bruno Ribeiro, aka Por Magia, confessam-se eternos apaixonados – pela natureza, pela vida, pelos momentos vividos especialmente a dois, pelo amor. Daí se sentirem tão felizes por terem a oportunidade de juntar palavras e sorrisos e trabalhá-los cuidadosamente através de texturas, cores, tecidos e, sobretudo, através das flores. Desenham todos os detalhes do vosso dia do início ao fim, desde o bouquet à decoração. E hoje trazem-nos umas bonitas imagens (também da sua autoria) que nos contam a história de uma e-session de fim de tarde muito romântica, em Leça da Palmeira:

 

Bianca e Carlos, um casal que nos inspira desde o primeiro minuto que os conhecemos pela ternura e cumplicidade. pelos gestos e pelo sorriso verdadeiramente genuíno tanto de um como do outro. Absolutamente impossível ficarmos indiferentes à química desta tarde de Verão, desta sessão pré-casamento em que tivemos oportunidade de preparar todo o styling e design floral, bem como de fotografar confidências e gestos de amor entre eles dias antes do SIM…

O cenário das fotografias é a Quinta da Conceição, hoje um parque público, mas que começou por ser um convento franciscano, erguido no séc. XV. Claro que entretanto foi alvo de várias actualizações, nomeadamente intervenções dos arquitectos Fernando Távora e Siza Vieira – mas ainda é possível encontrar lá o antigo claustro do convento, alguns chafarizes, um portal de estilo manuelino (que pertenceu à igreja do convento) e a capela de São Francisco, o que confere ao bonito espaço uma aura particularmente mágica.

Foi aqui que a Bianca e o Carlos quiseram registar o seu brilho em vésperas do casamento, e o resultado é um pequeno álbum de memórias doces, coloridas e muitos elegantes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vejam mais imagens bonitas com assinatura Por Magia na ficha de fornecedor seleccionado – onde poderão ler mais sobre a Andreia e o Bruno e a sua paixão pelas flores, por ouvir histórias e por conhecer novas pessoas.
E acompanhem todos os posts que vamos publicando sobre os seus trabalhos.

Marta Ramos

Damos as boas-vindas: Jardin d’Époque

As boas-vindas de hoje são dadas à Ema Mota Ramos e ao seu Jardin d’ Époque.

 

O Jardin d’ Époque é o jardim sazonal onde Ema trabalha diariamente para levar a toda a gente momentos e recordações floridas – desde o mimo pontual que alegra o dia e a casa, aos projectos mais ambiciosos que decoram os dias e as cerimónias especiais, como o vosso casamento.

«As flores fazem parte do meu imaginário desde sempre… Quando caminhava pelo campo com a minha mãe, colhíamos pequenas flores amarelas que depois, com agulha e linha, transformávamos em coroas, colares e pulseiras. Foi também com ela que aprendi a construir flores de papel, dálias e ervilhas de cheiro, com as quais eram forradas as estruturas que decoravam as festas populares e religiosas da aldeia. Mas foi quando me mudei para França que redescobri a sua importância. A aculturação perante a prática semanal de compra de flores, como o que acontece com as frutas e os vegetais, foi imediata. E perante a imagem constante de bouquets, descomprometidamente envolvidos em papel kraft que depois são moldados por quem os leva para casa, quis aprender mais sobre elas… Sobre o seu ciclo de vida, a sua sazonalidade e as formas como podem ser manipuladas e moldadas para nos abraçarem a alma e o coração! Com o meu regresso a Portugal, achei que estava na hora de deitar as mãos à obra e construir um projecto profissional que me enchesse as medidas. Que aliasse a minha formação académica nas áreas da arquitectura e do design aos sonhos e aos sorrisos que o florescer de uma flor provoca. O Jardin d’ Époque é esse mimo, que começa agora a ser plantado, a criar raízes e a florescer devagarinho… pensado de forma sustentada mas também muito ambiciosa.»

Acredito que são os pormenores que contam as estórias mais bonitas e que produzem memórias inesquecíveis… E por isso, orgulho-me muito de que o Jardin d’ Époque seja um projecto em que o mote são os pormenores, a proximidade e cumplicidade que pensá-los permite na relação com os meus clientes.

 

Jardin d`Époque, um fornecedor Simplesmente Branco

 

Jardin d`Époque, um fornecedor Simplesmente Branco

 

Jardin d`Époque, um fornecedor Simplesmente Branco

 

Jardin d`Époque, um fornecedor Simplesmente Branco

 

Para mais detalhes, consultem a ficha de fornecedor seleccionado do Jardin d’Époque, onde encontrarão mais informação e uma bonita selecção de imagens. E vão acompanhando as nossas publicações sobre o seu trabalho.

 

Ema, bem-vinda ao Simplesmente Branco!

Marta Ramos

Flower crush, por Bouquet de Liz

Maria do Rosário escolheu trabalhar com flores porque cresceu a ver a sua mãe decorar casamentos. Herdou não só o amor pela arte floral mas também o conhecimento. Hoje, juntamente com o marido, lidera uma equipa que presta uma ampla variedade de serviços, que inclui concepção gráfica, iluminação e concepção integral de eventos, e a sua realização decorre das emoções que o seu trabalho proporciona.

Orgulho-me de criar laços com os noivos e com as suas famílias. De proporcionar um trabalho de excelência que corresponda à expectativa de cada momento. De encarar cada casamento como único e irrepetível.

Para a Bouquet de Liz, uma festa memorável é a soma de todos os detalhes depositados em cada pormenor, feitos com todo o seu saber: não têm preferências de estilo nem impõem um gosto pessoal. Mais do que um trabalho apenas, é uma paixão. E o que concretizam resulta do diálogo com cada um dos seus clientes.

No caso do casamento que vos mostramos hoje, os noivos tinham uma ideia muito clara das cores a usar. Transmitiram-na à Bouquet de Liz e a equipa imaginou uma predominância de flores campestres, com recurso abundante a verdura; visualizou árvores dentro da igreja e peças decorativas a compor o seating plan; e rejubilou com a sugestão do casal de criarem um photobooth inteiramente composto por flores! Todas as sugestões foram bem acolhidas pelos clientes e assim se puseram mãos à obra, criando-se um ambiente flower crush romântico e com um ar espontâneo, autêntico, fresco e vivo. Confiram as fotos de João Nogueira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vejam mais trabalhos com este toque apaixonado e elegante da Bouquet de Liz nos artigos que já lhes dedicámos; e consultem a ficha de fornecedor para verem imagens bonitas e recolherem todas as coordenadas de que necessitam para entrar em contacto com a Maria do Rosário e lhe pedir que traduza o vosso sonho em flores. Ela domina o idioma, é garantido!