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Mariana + Luís: um casamento sofisticado, intimista e pleno de riso!

Hoje trazemos um casamento intimista, elegante, sofisticado e cheio de emoções: sim, porque todos estes adjectivos – e outros tantos – podem coexistir em harmonia!

Falamos do casamento doce da Mariana + Luís, com cerimónia na Igreja Matriz de Alqueidão, na Figueira da Foz e recepção na Quinta das Silveiras, com catering, serviço e decoração da Iguarias do Tempo, em Leiria.

As fotografias são do estreante cá de casa, Pedro Sifredo Photographer e a Mariana usou, a acompanhar o seu belíssimo vestido de mangas comprdas (um must!), um dos maravilhosos acessórios da Cata Vassalo, um travessão para o cabelo.

Acompanhem o relato suave deste dia e do caminho para cá chegar: é tudo bonito e doce (e divertido, reparem na fotografia dos noivos com os instrumentos, giríssimos)!

 

 

 

 

 

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

Imaginámos que tudo aconteceria num dia de outono, como sempre desejámos… Queríamos um ambiente à nossa imagem, simples, com um toque campestre mas nunca descurando a delicadeza e o requinte… Imaginámos um dia, nosso e acima de tudo com os nossos, muita festa e que todos se sentissem igualmente especiais. Queríamos que fosse um casamento pequeno e íntimo, com os essenciais.

 

 

 

 

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?

Tudo começou com “o” pedido a 10 de Maio, andei uma semana a curtir o “sim”. Quando demos a notícia aos meus pais, perguntei à minha mãe se ela acharia que ainda seria possível ser naquele outono, ao que ela respondeu muito prontamente “claro que sim, força!”. E assim foi, tínhamos 5 meses para preparar tudo, não deu sequer tempo para contemplar nervosismos.

O Luís só queria que chegasse o dia, para ele estávamos mais do que preparados!

 

 

 

 

 

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?

Podemos dizer que tivemos a sorte de estar rodeados por equipas fantásticas, que logo de início perceberam o que queríamos e como o queríamos. Por muito que gostássemos, não tínhamos tempo para usar a máxima “feito por nós”, tivemos que pedir ajuda, no entanto sentimos que foi tudo “feito por nós”, porque todos nos compreenderam e fizeram tudo à nossa imagem. Os primeiros preparativos para o casamento começaram na Quinta das Silveiras, e, logo após a primeira reunião, dissemos um para o outro: “Tranquilo, é mesmo isto, vai tudo correr bem”.

 

 

 

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?

As ideias iniciais mantiveram-se até ao grande dia. Foi um dia de sonho, tornado realidade, com a ajuda de todos. Os nossos pais e irmãos foram fundamentais para que tudo fosse perfeito, foram e são o nosso grande pilar. Os amigos estiveram sempre prontos a ajudar e a tranquilizar-nos. Nunca faltaram mãos para nos dar apoio.

 

 

 

 

O que era fundamental para vocês? E sem importância?

Tudo era fundamental, não havia nada com menos importância. A razão por querermos um casamento pequeno, foi porque desejávamos dar importância a tudo e todos. Queríamos que cada convidado se divertisse e que aproveitasse ao máximo todos os momentos, tal como nós.

 

 

 

 

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

Demos por nós a dizer um para o outro ”que estranho, isto é tudo à primeira…!”. Foi isso mesmo, não sentimos dificuldade em nada especifico. Quando estávamos com alguma dúvida ou entrave, rapidamente se resolvia ou, melhor, rapidamente aparecia algum familiar ou amigo e tudo se resolvia. Foi incrível!

 

 

 

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

A nossa opinião neste aspecto é bastante coesa, neste dia o pico sentimental começa logo pela manhã, com pequenos gestos, com tudo o que nos rodeia. E somos da opinião que este pico só começa a baixar uma semana depois. São momentos muito intensos, de muita entrega , de muito amor.

 

E o pico de diversão?

O baile, sem duvida o baile…! Muitos risos, muita animação. Tivemos um bar de gins e cocktails maravilhoso, que se encarregou de garantir que a festa seria pela noite dentro.

 

 

 

 

 

Um pormenor especial…

Tudo foi especial, mas é claro que houve momentos carregados de mais emoção. Arriscamo-nos a mencionar (só) alguns, porque se não este questionário não terminaria… A minha irmã a cantar o “Avé Maria” acompanhada pela filarmónica onde somos músicos, a presença dos escuteiros na cerimónia, os amigos de ambos que se juntaram e nos fizeram um vídeo, os olhares e gestos de carinho que recebemos ao longo do dia. E dizemos com toda a certeza que tudo foi especial porque todos os nossos convidados são especiais e se dedicaram especialmente a nós neste nosso dia.

 

 

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?

Não. Nada mudaria. O Luís queria que voltasse tudo a acontecer!

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…

O que posso dizer a todas as noivas e futuras noivas é que aproveitem ao máximo cada momento do vosso dia, passa muito rápido (não, não é boato, é bem verdade). É sem dúvida um dia muito especial, fantástico e único. Nada de stress, vai correr tudo bem!

 

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e materiais gráficos: Adjectivos de papel;

local e decoração: Quinta das Silveiras;

catering: Iguarias do Tempo;

bolo: Brisanorte através da Iguarias do Tempo;

fato do noivo e acessórios: fato Prassa, sapatos Amour Glamour Boutique;

vestido de noiva e sapatos: vestido Pronoivas, sapatos Daniela Catraia;

acessórios da noiva: brincos da avó materna, travessão de cabelo Cata Vassalo;

maquilhagem: Inês Ferreira (amiga da noiva);

cabelos: Salão Dina – Cabeleireiro e Estética;

bouquet: Cantinho da Irene ((loja local) e mãe da noiva;

decoração da igreja: Cantinho da Irene (loja local) e pais dos noivos;

ofertas aos convidados: mães dos noivos;

fotografia: Pedro Sifredo Photographer;

luzes, som e Dj: através da equipa Iguarias do Tempo;

duo durante aperitivo: Vanessa e Cató;

carro Clássico: Bruno Rodrigues (amigo do noivo).

 

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Casar em Monserrate, por Amor à Portuguesa

Fechamos o dia com uma sessão fotográfica no magnífico Palácio de Monserrate, em Sintra, com produção e design gráfico de Amor à Portuguesa. Conta-nos a Sara:

«Não muito longe do centro histórico da vila mais romântica dos arredores de Lisboa, encontra-se um dos lugares mais bonitos e encantadores do património histórico do nosso país: o Parque e Palácio de Monserrate, uma construção do século XIX com o propósito de acolher a família real em férias.

É um autêntico cenário de casamentos de contos de fadas. As magníficas janelas ornamentadas enchem os interiores de uma luz mágica; e os tectos em cúpula e as pareces decoradas transportam-nos para outros tempos e outros requintas.

Todos os intervenientes trabalharam a partir dos elementos e da inspiração trazida pelo Palácio, e o resultado não poderia ter sido melhor! No nosso caso, o estacionário foi inspirado na arquitectura do espaço, que combina elementos góticos, indianos e mouros – os recortes a laser evocam as janelas por onde perpassa a luz, e os tons pastel combinam na perfeição com as cores das paredes dos interiores de Monserrate.

Foi um dia magnífico, em que pudemos fazer aquilo de que mais gostamos e, ainda por cima, com um resultado sumptuoso!»

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Créditos:

 

espaço: Palácio De Monserrate
fotografia: Miguel Cachapa
produção e design gráfico: Amor à Portuguesa
vestido e styling: Maxima Bridal
cabelo e maquilhagem: Verónica Magalhães
design floral e decoração: Happy Day
mobiliário: Festas e Sonhos
bolo: Susana Pinto, Sweet Stylist

 

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Romance na Peninha, por Atmosfia

Podia ser hoje: um dia luminoso mas frio. A Raquel, da Atmosfia, foi convidada a acompanhar este casal a comemorar os seus oito meses de casados, aquilo a que os nossos irmãos brasileiros carinhosamente chamam de bodas de pom pom, com uma sessão fotográfica no belo cenário da Peninha, na serra de Sintra.

Conta-nos a Raquel que «apesar do frio que estava nesse fim de dia o conforto na sessão era proveniente da felicidade deles que era imensa!»

E que ideia divertida: voltar a vestir o vestido de noiva e o fato do grande dia, caprichar nos acessórios e nos detalhes, e passar umas horas muito amorosas e bem-humoradas a celebrar o facto de estarem juntos, de estarem felizes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vejam aqui mais trabalhos da Atmosfia, já publicados por nós, e falem com a Raquel. Ela terá todo o prazer em acompanhar-vos nos vossos momentos felizes.

 

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Amanhecer em Gaia, por Diana Nobre

O Pedro e a Joana têm casamento marcado para o próximo mês de Junho. A avaliar pelas decisões que tomaram acerca da e-session, estou bastante curiosa para ver como será o grande dia.

Moram em Lisboa mas têm um fraquinho pelo Norte e desafiaram a Diana Nobre para se lhes juntar num aventureiro passeio ao longo da margem do Douro, em Gaia, às 6h30 da manhã de um dia que se adivinhava claro.

A Diana, que nunca recusa um bom desafio, juntou-se a eles e o resultado é uma sucessão de imagens poderosas e genuínas, à média luz, com uma aura algo misteriosa e com um encantamento que me remete para o cinema de Clint Eastwood.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vejam aqui outros trabalhos da Diana Nobre já publicados por nós e falem com ela. Qualquer que seja o desafio, já sabem que ela está convosco.

 

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Pedaços de Cacau ao vivo no Metro da Trindade, no Porto

Para fechar os artigos deste feriado em modo doce, chamamos a atenção para quem andar pelo Porto amanhã e depois que vale a pena dar um salto à Estação de Metro da Trindade. Isto porque encontrarão por lá a Raquel Lima, artesã de Pedaços de Cacau deliciosos!

 

 

A Pedaços de Cacau integra a iniciativa de abertura das comemorações do Dia da Produção Nacional (26 de Abril), organizada pela Portugal Sou Eu. Já sabem, Estação do Metro da Trindade, entre as 10 e as 19 horas dos dias 26 e 27 de Abril.
Conheçam aqui as outras iniciativas integradas nestas comemorações. Porque vale sempre a pena celebrar o que é bom e é nosso.

 

 

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Menta, salmão e amarelo, por Flor de Laranjeira

O dia hoje acinzentou-se, mas não deixa de ser um belo feriado e estamos todos felizes por poder festejar mais um ano de democracia em Portugal.

E o que melhor para festejar do que flores? Há 43 anos foram os cravos a assinalar a data; hoje, trazemos-vos craspedia, eustomas, suculentas, rosa piano, astilbe, capim, antirrhinum, hypericum, alfazema, cineraria… e mais mimos da época. Tudo isto orquestrado pela Teresa, da Flor de Laranjeira, para corresponder ao pedido da simpática noiva das fotos, que queria algo simples, descontraído, com um toque campestre – e com preferência pelos tons de verde menta e salmão com alguns apontamentos de amarelo. Fresco e alegre!

Como poderão verificar pelas fotografias, assinadas por NJMattos, a Teresa acertou na mouche.

 

 

 

 

 

 

 

Vejam aqui outros trabalhos da Flor de Laranjeira e falem com a Teresa.